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... caen lentas las gotas de agua
generando círculos concéntricos
que expanden el caos
de tu ausencia,
caen leves las hojas muertas
de un otoño que presagia
eternas despedidas
que el corazón rechaza,
caen los recuerdos sobre el alma
como losas de piedra
que impiden
se marchiten las rosas muertas
de una juventud añorada...
caen gotas, hojas, recuerdos,
caen leves sobre la levedad
de un olvido que arrasa
la fina linea que separa
a los vivos y los muertos ...
No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...
(Mario Quintana)
Un trazo en el viento, una sutil cabriola y la idea se transforma en tinta articulada. Una y otra vez se repite el armónico con leves desplazamientos de círculo virtuoso: canon tornadizo en sempiterna fuga. Volar y escribir... qué es la escritura sino un infinito vuelo.
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EXPLORER #363
Quién hubiera previsto aquella tarde
que el amor ese célebre informal
se dedicara a ellos tan formales
Preguntas al azar
Benedetti
Conocí una vez a un maestro que vivió diez años en Suecia estudiando el color verde. Clasificó mil y regresó a su tierra. Recuerdo su aspecto frágil, casi femenino, su manera de enseñar apasionada y ensoñadora. Con él descubrí las tramas que escondía la geometría, con él descubrí la pasión por el color.
Años después me contaron su trágica muerte, como su corazón se rompió al hallar a su esposa inconsciente, pero que él pensó muerta, en el fondo de un bosque. Ella, mujer fuerte, sencillamente, no pudo sobrevivir sin él.
Murió como vivió, apasionado por lo que amaba.
Não me leve a mal
Me leve à toa pela última vez
A um quiosque, ao planetário
Ao cais do porto, ao paço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
Não se atire do terraço, não arranque minha cabeça
Da sua cortiça
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim
Pense que eu cheguei de leve
Machuquei você de leve
E me retirei com pés de lã
Sei que o seu caminho amanhã
Será um caminho bom
Mas não me leve
Não me leve a mal
Me leve apenas para andar por aí
Na lagoa, no cemitério
Na areia, no mormaço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
Não se atire do terraço, não arranque minha cabeça
Da sua cortiça
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim
Pense que eu cheguei de leve
Machuquei você de leve
E me retirei com pés de lã
Sei que o seu caminho amanhã
Será tudo de bom
Mas não me leve
O meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo