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Costó 4 días de infatigables caminatas pero al final llegamos. Como premio íbamos a ser recompensados con la exclusividad de su aparición tras las nubes, pero el telón no se abrió.
Fueron casi dos horas de espera donde ya soplabas impotente para espantar a las nubes que no se querían apartar. Al cabo del rato, una vez dentro, Machu Picchu bostezó y se despertó, dejó las nubes tras de si y se mostró.
Dio entonces igual que nos hubiera tenido esperando, que se hubiera quedado dormido y que estuviésemos tan cansados de haberle ido a ver, la sensación fue fantástica... cuesta mucho sacar una fotografía, cuesta mucho quitar la vista a un monumento de tal magnitud, para mirarlo tras el visor de la cámara.
Foto: André Filgueira/ACS
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La vendedora ofrece a su cliente una bolsa de hojas de Coca.
Aprovechamos también para comprar una bolsa de Coca fresca ya que en las siguientes semanas ibamos a realizar varios trekkings en altitud y mascar la hoja de coca ayuda con los problemas provocados por el "Soroche", (mal de altura)
Se introducen un puñado de hojas en la boca y se mastican hasta realizar una bola, que se mantiene en el lateral de la boca, despues se chupa absorviendo los liquidos con los principios activos.
La planta de coca siempre ha tenido un papel importante en las culturas andinas, tanto para fines rituales en la relación entre los hombres y la naturaleza, como agente psicoactivo para inducir trances ceremoniales, como energético para el trabajo, para el trueque entre productos, como digestivo, y con fines analgésicos y curativos en intervenciones médicas. Es utilizada en todos estos aspectos desde hace miles de años por culturas andinas como las naciones chibcha, aymara y quechua. Lamentablemente, desconociendo todos estos aspectos, se hizo conocida en el mundo entero por sus alcaloides, de los cuales se obtiene, mediante un proceso químico descubierto en el siglo XIX en Europa, el clorhidrato de cocaína (o llamado simplemente cocaína), una sustancia que es un potente estimulante del sistema nervioso central y con alta tendencia a formar hábitos de dependencia psicológica. Desde 1885, extractos de la hoja de coca han sido utilizados en los productos Coca-Cola y actualmente lo siguen haciendo en sus productos.[1][2]
En el Valle Sagrado de los Incas se encuentra el pequeño pueblo de Pisac con su famoso mercado.
La mujer siempre presente, es el motor del mundo, en el mercado de Pisac exponen sus productos y artesanias para deleite de los visitantes.
¿Cómo comenzó el Mercado?
Incluso durante el imperio de los incas hace 600 años, el área de Pisac tuvo gran importancia agrícola; las fértiles tierras del valle, bañadas por el rio Urubamba y las terrazas construidas en la montaña, se utilizaron para cultivar maíz, quinua, papa, kiwicha, etc. Durante la conquista y al igual que otras ciudades incas, la ciudad inca de Pisac fue destruida a principios de 1530; la actual ciudad de Pisac fue construida en el valle por órdenes del Virrey Toledo, en la década de 1570. Las crónicas de la conquista, muestran que la plaza principal no tardo en convertirse en una importante zona comercial y luego, en el mercado que hoy en día se conoce.
Manaus, AM 25/04/2023 - A deputada Joana Darc (União) solicita cessão de tempo em favor do Sr. Agenor Tupinambá para falar sobre as acusações que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) fez contra ele alegando maltratos a animais silvestres. (Fotos: Danilo Mello/Aleam)
Brasília, DF 17/05/2023 O ministro da Secretaria Geral da PR, Marcio Macedo, cumprimenta a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e posse dos novos conselheiros. Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Foto: André Filgueira/ACS
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Tartaruga-de-orelha vermelha ou Tartaruga-do-rio (Trachemys scripta ssp. elegans)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A tartaruga-de-orelha-vermelha,[2] também chamada tartaruga-de-água-doce-americana,[3] é a subespécie Trachemys scripta elegans, da ordem Testudinata, como é a chamada a ordem dos quelônios. É nativa dos Estados Unidos da América, mas hoje é encontrada em vários lugares do mundo, sendo ilegal como animal de estimação no Brasil, de acordo com o IBAMA.
A comercialização clandestina da espécie Trachemys scripta elegans (tigre-de água-americano), oriunda dos Estados Unidos, como animal de estimação no Brasil, trouxe uma série de problemas para as espécies nacionais, principalmente para o tigre-de-água-brasileiro, por serem muito parecidas as duas espécies entre si. O tigre-de-água-americano pode competir com as espécies nativas e invadir os seus ambientes naturais, provocando desequilíbrios ecológicos, como a hibridização de espécies do mesmo gênero e até impacto sobre populações de anfíbios (os girinos são um de seus alimentos). Proprietários desinteressados pelos animais muitas vezes soltam-nos em áreas que, originalmente, não abrigavam os animais. Podem provocar, com isso, graves desequilíbrios ecológicos.
Taxonomia e evolução
As tartarugas-de-ouvido-vermelho são membros da ordem Testudinata, que contém aproximadamente 250 espécies. No Brasil, os membros dessa ordem costumam ser designados como tartarugas e jabutis. Em Portugal é denominada de tartaruga-de-orelhas-vermelhas ou tartaruga-de-faces-vermelhas.
Características físicas
Grupo de tartarugas.
Trata-se de um animal aquático de tamanho médio, variando entre 2 cm, ao sair do ovo, e 30,5 cm, na fase adulta. É facilmente reconhecível pela faixa vermelho-alaranjada que apresenta nos dois lados da cabeça e pela carapaça ovalada.
Tempo de vida
Esses animais, em cativeiro, podem viver por até 40 anos. Os mais novos exibem manchas e um casco de cores vibrantes . Conforme envelhecem, a cor do casco tende a escurecer e as manchas, inclusive as faixas vermelhas, a esmaecer.
Dimorfismo sexual
A diferenciação sexual pode ser melhor observada em animais com mais de 4 anos de idade. Comparados às fêmeas, os machos costumam ter garras frontais mais compridas, a cauda mais longa, e a parte ventral do casco mais côncava, além de serem consideravelmente menores na fase adulta
Dieta
As tartarugas-de-orelhas-vermelhas são onívoras. Alimentam-se de vegetais, insetos e pequenos peixes. Entre os insetos, podem-se citar grilos, e algumas espécies de larvas de mosquitos e besouros. Algumas vezes, esses répteis podem até alimentar-se de pequenos roedores. As Trachemys scripta elegans tendem a comer plantas aquáticas que crescem nas águas em que vivem. Em cativeiro, essas tartarugas costumam ser alimentadas erradamente com alface, cenouras, batatas e algumas outras plantas com folhas, o que lhes provoca deformações graves. Elas apresentam tendência a serem mais carnívoras quando jovens, devido à demanda, provocada pelo crescimento, de uma ingestão de grande quantidade de proteína. Conforme envelhecem, a demanda proteica vai sendo mitigada, o que induz a hábitos alimentares mais herbívoros. Como tais tartarugas não produzem saliva,elas comem apenas dentro de água para não engasgarem. Outro alimento, é o Gammarus lacustris, rico em cálcio, fundamental para a formação e fortalecimento da carapaça, desde que não esteja vazio, como em muitos produtos comercializados para este fim.
Comportamento
Elas são quase totalmente aquáticas, mas deixam a água para tomarem sol em dias ensolarados, por uma necessidade metabólica de se exporem aos raios ultravioleta para se aquecerem, como praticamente todo réptil, e para absorver vitamina D. Quando se sentem ameaçadas, as tartarugas-do-ouvido-vermelho deslizam freneticamente das rochas - daí o nome em inglês: "Red-eared slider" (algo como "deslizadora do ouvido vermelho"). Em um ciclo recorrente ao longo do dia, elas emergem da água, tomam sol até ficarem secas e quentes, mergulham de volta na água para refrescarem-se e, depois, emergem novamente.
Hibernação
As tartarugas-do-ouvido vermelho hibernam no inverno no fundo de lagoas ou lagos rasos, onde entram em um processo de torpecimento. Elas toleram outros pequenos animais que se aproximam. Ao sentirem, no entanto, a presença de predadores em potencial, mergulham rapidamente, o que dificulta sua captura.
Reprodução
Atividades de namoro e acasalamento para essas tartarugas geralmente ocorrem entre março e julho, e ocorrem debaixo d'água. Durante o namoro, o macho nada ao redor da fêmea e agita ou vibra o lado de trás de suas longas garras no rosto e na cabeça, possivelmente para direcionar os feromônios para ela. A fêmea nada em direção ao macho e, se for receptiva, afunda até o fundo para se acasalar. Se a fêmea não for receptiva, ela pode se tornar agressiva em relação ao macho. O namoro pode durar 45 minutos, mas o acasalamento leva apenas 10 minutos.
Uma fêmea pode colocar entre dois e 30 ovos, dependendo do tamanho do corpo e outros fatores. Uma fêmea pode acumular até cinco ninhadas no mesmo ano, e as ninhadas geralmente são espaçadas de 12 a 36 dias. A fêmea escava um buraco, usando as patas traseiras, e põe os ovos nele. Incubação leva de 59 a 112 dias.
A determinação do sexo em répteis é complexa, porque a temperatura de incubação e os genes interagem em muitas espécies para regular o desenvolvimento sexual e decidir o destino sexual, masculino ou feminino. Os mecanismos de determinação do sexo dependente da temperatura nas tartarugas-do-ouvido vermelho. A temperatura pode exercer seu efeito na transcrição do gene modificador de cromatina KDM6B (demetilase específica da lisina 6B) responde à temperatura na tartaruga e confere sensibilidade à temperatura a um gene chave determinante do sexo, DMRT1 (fator de transcrição relacionado a doublesex e mab-3 1).[4]
Distribuição
A tartaruga-do-ouvido-vermelho está muito distribuída pelo território norte-americano, especialmente no sul e no meio-oeste. A faixa natural da espécie vai do estado americano do Iowa no norte, ao Novo México, no sudoeste, e à Virgínia e à Geórgia no leste. Fora do ambiente natural, as tartarugas-do-ouvido vermelho estão sendo introduzidas na Coreia do Sul e Japão, África do Sul, Israel, Tailândia, Austrália e Europa. Nessas outras regiões, essas tartarugas vêm sendo importadas como animais de estimação e abandonadas por seus donos. A proliferação desses animais nessas áreas prova a sua grande capacidade de adaptação.
Domesticação
Como a maioria das tartarugas, têm uma mordida forte. Como todos os animais de estimação, elas podem carregar doenças como a bactéria da Salmonella, que pode estar presente em exemplares capturados recentemente do ambiente natural. Assim, qualquer ferimento originado dessa forma deve ser encaminhado para análise médica assim que possível.
Cuidados
A tartaruga-do-ouvido-vermelho, como todas as tartarugas aquáticas, requer certos cuidados para medrar em cativeiro. A tartaruga tem reputação de ser um animal de fáceis cuidados, mas apresenta grande taxa de mortalidade, em especial , nos primeiros anos de vida, que normalmente se atribuem a dietas pobres, e ou por enclausuramentos impróprios. Sinais de uma dieta pobre incluem anormalidade no casco, crescimento reduzido e apatia prolongada. A má qualidade da água pode levar a infecções de pele, infeção ocular, quistos nos olhos e dificuldades respiratórias. As fêmeas podem emprenhar mesmo sem a cópula com um macho, desde que tenham sido fecundadas anteriormente uma vez que podem guardar o esperma até 1 ou 2 anos. A perda de apetite e a atividade excessiva são sinais de que a tartaruga precisa pôr ovos. Isso deve ser observado rapidamente, já que a tartaruga-do-ouvido-vermelho que não puder pô-los dentro de 48 horas a 2 semanas, poderá entrar em uma condição potencialmente fatal, com necessidade de cirurgia.
"Manuseio"
Como animal de estimação, a tartaruga-do-ouvido vermelho tem mostrado muito em comum com as outras tartarugas. Apresenta-se alerta e curiosa, ainda que possa exibir a mesma personalidade hostil das outras espécies. Sendo seguradas com as mãos com frequência, as tartarugas-do-ouvido-vermelho podem tornar-se completamente mansas e passar a tolerar serem carregadas por curtos períodos, o que de qualquer modo é um enorme erro. Algumas podem até procurar o contato humano, ainda que seja questionável se as tartarugas são inteligentes o suficiente para reconhecer os indivíduos. Algumas tartarugas que não gostam de ser seguradas podem agitar-se e começar a chutar a mão da pessoa. Quando isso ocorre, é recomendável que se coloque a tartaruga de volta ao chão e se tente pegá-la novamente mais tarde, apenas se for estritamente necessário. Os donos não devem segurá-las por muito tempo, já que isso costuma irritar os animais. É preferível que se segure a tartaruga por não mais que 5 ou 10 minutos ao dia, em vez de carregá-la por uma hora a cada quatro dias. A maioria das tartarugas-de-ouvido-vermelho de estimação, vão pedir comida quando sentirem movimento nas proximidades do lugar onde viverem. Uma dessas tartarugas pode chegar aos 40 anos, ainda que um período vital de 10 a 20 anos seja o mais comum.
Aquaterrário
A tartaruga deve ser mantida em um aquaterrário de tamanho proporcional ao seu. Os pequenos recipientes normalmente vendidos junto com as tartarugas recém-nascidas são completamente inadequados, até mesmo para o menor espécime. As tartarugas-do-ouvido vermelho, e a maioria das tartarugas, são boas nadadoras e podem segurar a respiração por longos períodos de tempo. É necessário que haja água suficiente no aquaterrário . Um parâmetro útil, comum entre os criadores, é manter aproximadamente 16 litros de água para cada centímetro de casco. Outro critério adotado pelos criadores é colocar água até o nível em que as tartarugas não possam alcançar a superfície sem tirar as patas traseiras do fundo. Entretanto, para as tartarugas mais jovens, o nível de água deve permitir que elas possam alcançar a superfície da água apenas apoiando-se com os pés (há registros de jovens tartarugas que se afogaram). Se a tartaruga parecer afogar-se quando o nível de água aumentar, deve-se removê-la imediatamente. Todavia, ainda que possa parecer que a tartaruga não queira nadar em princípio, ela pode aprender rapidamente. Uma área em que a tartaruga possa permanecer completamente emersa para se secar deve ser providenciada. É necessário também que se exponha a tartaruga por períodos breves ao sol. Se isso não for possível, é imprescindível que se disponibilize uma lâmpada ultravioleta (UVB), de modo que a tartaruga tenha acesso a tal lâmpada por de três a quatro horas diárias, pelo menos. A água deve ser mantida à temperatura de 24°C a 27°C. Temperaturas mais baixas podem fazer com que a tartaruga tente hibernar, o que é impossível em cativeiro, podendo ocorrer o afogamento do animal. A qualidade da água pode ser um problema sério para qualquer tartaruga. As fezes do animal podem acumular-se rapidamente, e o alastramento resultante de amônia e bactérias pode ser letal para a saúde da tartaruga. Um filtro pode aliviar o problema, bem como um tanque separado para a alimentação, mas a troca frequente da água é indispensável para garantir a saúde da tartaruga. Para animais adultos, que chegam em média a 26 centímetros, é comum usar tanques de, em média, meio metro cúbico. Também é recorrente manter o animal em pequenos lagos no quintal ou em uma piscina infantil, desde que sejam cercados por todos os lados e que o animal não possa escalar a cerca com as garras.
Bibliografia
Maximilian zu Wied-Neuwied: Verzeichnis der Reptilien welche auf einer Reise im nördlichen America beobachtet wurden. Nova Acta Acad. CLC Nat. Cur. 32, I, 8, Dresden 1865 (With 7 illustrations by Karl Bodmer. Also: Frommann, Jena.)
Maximilian zu Wied-Neuwied: Maximilian Prince of Wied’s Travels in the Interior of North America, during the years 1832 – 1834. Achermann & Comp., London 1843-1844 (Translation by H. Evans Lloyd).
Referências
Fritz Uwe; Peter Havaš (2007). «Checklist of Chelonians of the World» (PDF). Vertebrate Zoology. 57 (2): 207–208. Consultado em 29 de maio de 2012. Arquivado do original (PDF) em 1 de maio de 2011
«tartaruga-de-orelha-vermelha | Infopédia»
«tartaruga-de-água-doce-americana | Infopédia»
How does temperature determine sex? por Arthur Georges e Clare E. Holleley - Vol. 360, edição 6389, pp. 601-602 (2018)
[Expandir]vde
Testudines
Identificadores taxonómicos
EOL: 1242026GBIF: 6157026iNaturalist: 51271ISC: 61560ITIS: 173823NCBI: 31138Soortenregister: 138876TAXREF: 77425
Categorias: TrachemysRépteis descritos em 1839
Pond slider
From Wikipedia, the free encyclopedia
(Redirected from Trachemys scripta)
The pond slider (Trachemys scripta) is a species of common, medium-sized, semiaquatic turtle. Three subspecies are described,[2] the most recognizable of which is the red-eared slider (T. s. elegans), which is popular in the pet trade and has been introduced to other parts of the world by people releasing it to the wild. Hatchling and juvenile pond sliders have a green upper shell (carapace), yellow bottom shell (plastron), and green and yellow stripes and markings on their skin. These patterns and colors in the skin and shell fade with age until the carapace is a muted olive green to brown and the plastron is a dull yellow or darker. Some sliders become almost black with few visible markings. The carapace is oval with a bit of rounding and a central crest with knobs, but these features soften and fade with age, adults being smoother and flatter. For determining an adult slider's sex, males typically have much longer front claws than adult females, while females usually have shorter, more slender tails than males. Their lifespans range from 20 to 50 years.
Etymology
The origin of the name slider stems from the behavior of these turtles when startled. Groups of sliders, sometimes quite large, as well as many other types of less abundant freshwater turtles, are often seen basking and sunning on logs, branches, and vegetation at or even well above the water's surface, but they readily and quickly scramble if they sense danger, shooting back in and darting away to safety underwater.
Distribution
Pond sliders are native to the south-central and southeastern United States and northern Mexico.
Subspecies
ImageSubspeciesDistribution
T. s. scripta – yellow-bellied slider[2]from Florida to southeastern Virginia
T. s. elegans – red-eared slider[2]Midwestern United States to northern Mexico
T. s. troostii – Cumberland slider[2]Southeastern United States.
Invasive species
An adult and young T. s. elegans with a young T. s. scripta in New York, USA, where they are invasive species
In the 1900s, many pond sliders were captured for sale. In the 1950s, millions of turtles were being farmed and shipped abroad as part of the pet trade.
These turtles often compete with native species for food, habitat, and other resources. Eventually, they bully many native species out of basking sites, where sunlight (and warmth) is available for the species. When basking, pond sliders commonly bask on birds' nests, thereby killing the eggs. They also prey on young birds.
Turtles that were raised in captivity can develop diseases that are unfamiliar to native species, which can be harmful. Turtles raised in captivity are often released because they become too much to handle or grow bigger than expected. Not uncommonly, they also escape.
Conservationists have warned owners of turtles to not release them into the wild. Many states also have passed legislation to control the possession and release of pond sliders. Two states have completely banned the sale of these turtles.
In Europe, T. scripta is included since 2016 in the list of Invasive Alien Species of Union concern (the Union list).[5] This implies that this species cannot be imported, bred, transported, commercialized, or intentionally released into the environment in the whole of the European Union.[6] By the first quarter of the 21st century, this species has spread widely across the waters of Europe and Southeast Asia, and is also found in the Urals and Siberia.[7]
Hybridization between yellow-bellied and red-eared sliders is not uncommon where the ranges of the two subspecies overlap.[8]
References
van Dijk, P.P.; Harding, J. & Hammerson, G.A. (2016) [errata version of 2011 assessment]. "Trachemys scripta". IUCN Red List of Threatened Species. 2011: e.T22028A97429935. doi:10.2305/IUCN.UK.2011-1.RLTS.T22028A9347395.en. Retrieved 28 October 2022.
Rhodin, Anders G.J.; van Dijk, Peter Paul; Inverson, John B.; Shaffer, H. Bradley (2010-12-14). "Turtles of the World 2010 Update: Annotated Checklist of Taxonomy, Synonymy, Distribution and Conservation Status" (PDF). Archived from the original (PDF) on 2011-07-17. Retrieved 2010-12-15.
First described by Carl Peter Thunberg, and published in:
Ioannis Davidis Schoepff (1792). Historia Testudinum Iconibus Illustrata. Published in Erlangen, by Ioannis Iacobi Palm. p. 16-17.
Fritz 2007, pp. 207–208
"List of Invasive Alien Species of Union concern - Environment - European Commission". ec.europa.eu. Retrieved 2021-07-27.
"REGULATION (EU) No 1143/2014 of the European Parliament and of the council of 22 October 2014 on the prevention and management of the introduction and spread of invasive alien species".
Reshetnikov et al., 2023. "Rarely naturalized, but widespread and even invasive: the paradox of a popular pet terrapin expansion in Eurasia". NeoBiota 81: 91-127 doi.org/10.3897/neobiota.81.90473 (24 Jan 2023).
Trachemys scripta elegans × Trachemys scripta scripta Project Noah
Further reading
Fritz, Uwe; Havaš, Peter (2007-10-31). "Checklist of Chelonians of The World" (PDF). Archived from the original (PDF) on 2011-05-01. Retrieved 2010-12-29.
"Invasive Species Initiative". InvasiveSpeciesInitiative.com. Jenny Burger. Retrieved 25 March 2018.
"Habitat Attitude". Habitatattitude.net. Retrieved 27 March 2018.
External links
Wikispecies has information related to Trachemys scripta.
Reshetnikov, Andrey N., et al. "Rarely naturalized, but widespread and even invasive: the paradox of a popular pet terrapin expansion in Eurasia". NeoBiota Volume 81, 2023
J. Servan et C. Arvy, "The introduction of Trachemys scripta in France. A new competitor for the European pond turtles". Bull. Fr. Pêche Piscic. Number 344-345, 1997
Dewey, T. and T. Kuhrt. (2002). "Trachemys scripta" (On-line), Animal Diversity Web. Accessed July 29, 2008 at animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/....
Rhudy, Robyn "Sliders" (On-Line), Accessed April 29, 2009. at www.fishpondinfo.com/turtles/sliders.htm
vte
Emydidae family
vte
Testudines
Taxon identifiers
Wikidata: Q142985Wikispecies: Trachemys scriptaADW: Trachemys_scriptaAFD: Trachemys_scriptaARKive: trachemys-scriptaBioLib: 25100BOLD: 80311CoL: 57P8NEUNIS: 12253Fossilworks: 121572GBIF: 2443002iNaturalist: 39782IRMNG: 10365552ITIS: 173819IUCN: 22028NAS: 1259NatureServe: 2.104105NBN: NHMSYS0000080227NCBI: 34903RD: scriptaWoRMS: 999901
Authority control databases: National Edit this at Wikidata
IsraelCzech Republic
Categories: IUCN Red List least concern speciesTrachemysTurtles of North AmericaReptiles of MexicoReptiles of the United StatesReptiles described in 1792.
Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) audiência interativa avalia o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, com a participação de representantes do TCU, BB, BNDES e Ibama.
Em pronunciamento, diretor da Seinfra e Aero Telecom – TCU, Francisco Giusepe Donato Martins.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Ibamos a vivir toda la vida juntos.
Ibamos a morir toda la muerte juntos.
Adiós.
No sé si sabes lo que quiere decir adiós.
Adiós quiere decir ya no mirarse nunca,
vivir entre otras gentes
reírse de otras cosas,
morirse de otras penas.
Adiós es separarse, ¿Entiendes?, separarse,
olvidando, como traje inútil, la juventud.
¡Ibamos a hacer tantas cosas juntos!
Ahora tenemos otras citas.
Estrellas diferentes nos alumbran en noches diferentes.
La lluvia que te moja me deja seco a mí.
Está bien: adiós.
Contra el viento el poeta nada puede.
A la hora en que parten los adioses,
el poeta sólo puede pedirle a las golondrinas
que vuelen sin César sobre tu sueño.
Manuel Scorza
Cuando ibamos a la escuela a principios del los anios 60 llamabamos a estas expediciones "andar por el precipicio".
Íbamos caminando por el "Barrio Gótico" (tan bonito) de Barcelona cuando de repente un poco hacia adelante vimos una pequeña conmoción, gritos de mujer, y que un hombre empezaba a golpear a otro, que empezó a correr, con la suerte de que se le atravesó a un taxi.... que lo golpeó. En el piso, el otro lo empezó a patear, pero la voz femenina gritó "¡La billetera!!... ¡¡La billetera!!!" Entonces dejó de patearlo para buscar su billetera que había quedado debajo del taxi. Entonces entendí que intentaron "bolsear" a otro turista. Se levantó el ladrón y corrió, y este tipo, que había estado a la expectativa muy cerca, corrió en mi dirección, pero estuve listo para tomarle la foto hasta que había pasado por donde yo estaba.
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião com 8 itens. Entre eles o PL 3.475/2021, que parcela dívidas de pequenos produtores rurais junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Em pronunciamento, à bancada, senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR).
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Foto: André Filgueira/ACS
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ROMA ARCHEOLOGIA, ARCHITETTURA e BENI CULTURALI: Prof.ssa C. Panella, ROMA – VALLE DEL COLOSSEO – PALATINO NORD-ORIENTALE, La Sapienza – Universita`di Roma (2013-14) | IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
Fonte | sources:
-- Roma, Ex Vetreria Sciarra. Prof.ssa Clementina Panella, docente di Metodologie della ricerca archeologica presso l'Università "La Sapienza" di Roma; Daniele Malfitana, direttore IBAM-CNR ed il dott. Antonio F. Ferrandes | Roma 20-22 gennaio 2014; in: IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
www.facebook.com/pages/IBAM-CNR-Istituto-per-i-Beni-Arche...
Also see:
-- Prof.ssa C. Panella, ROMA – VALLE DEL COLOSSEO – PALATINO NORD-ORIENTALE, La Sapienza – Universita`di Roma (2013-14).
-- Foto 1 di 333, in: Prof.ssa Clementina Panella, Roma-Piazza del Colosseo, area della Meta Sudans; pendici nord-orientali del Palatino. Dipartimento Di Scienze Dell' Antichita, La Sapienza (2002-2012) [aggiornato 2014].
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/sets/72157594...
-- MATERIALI E CONTESTI 1. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 1 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Panella Clementina, Saguì Lucia (a cura di) (2013).
-- MATERIALI E CONTESTI 2. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 2 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Clementina Panella, Lucia Saguì (a cura di) 2013).
Recuerdo perfectamente ese dia eran tan solo minutos antes de irnos al paseo al monte ! fuimos en un bus mas shikitito pero no enkanto porqe ibamos todos apretados i juntandonos apoyandonos & dando jugo too el kamilo :Z viendo las grandes ollas de arros & la grande caja de frutas i el pote gigantew cn ensalada de repoyo o lechuga algo asi & algunos kreo qe el karlos cn nose kien mas se fueron parados xk le dieron los asientos a las mamas qe fueron cn nosotros :) xd qe liindos jajaja & ahi todos sakandose fotos & el grupito de la romina metale comiendo & tomando bebida & nos dieron xd io iba sentada cn la shannyu kreo xd en realidad no rekuerdo bien & nos fuimos kasi al ultimo jajja ... al final en los ultimos 5 asientos iba el kamilo cn el jesus em.. el gerald kreo i nose kien mas i el kamilo durmio todo el kamino :Z xd depue eaea ibamos llegando i todos trankilos combersando x su lado ! xD ... Luego llegamos & todos emocionados xk habian las media piscinas & eeeeeeeeeeeeeh! vamoo eaea! y entramos nos dejaron en un lado cerca de las piscinas & kansha de baby & kamping fue la raja ese dia Luego fuimos a rekorrer todas juntas bueno en realidad cn algunas i las otras depue sigieron :B pero fue lindo hermso & genial ese dia! :z la verdad es qe ese dia fue el mejor qe pudo pasar en el paseo de kurso (y) ... depue de un gran dia de piscina & juegos & almuerzo & soool :H musho sool (H) dx nos ibamos a ir ! LLego el bus & subimos xd pero no kabiamos todos i todos keriamos irnos sentaos xk tabamos kansados entonce ahi peliamos & yo me fui sentada cn la nicool ^^ & teniamos frio ... depue empezo la guerra cn kaskaras de narajas xd akajkas ! & depue el show cn la pelota de futbol & yo staba enojada xk el kevin ql habia esho tanta wea qe no me gusto :/ entonce me enoje & kite la pelota & toos enojaos akjas! :X xd a mi me importaba una pishula de perro 77 & eso fue ! :( un graaan & largo dia de juegos enojos & mushas cosas pero fue el mejor diia qe tubimos como kurso (Y) ...
ROMA ARCHEOLOGIA, ARCHITETTURA e BENI CULTURALI: Prof.ssa C. Panella, ROMA – VALLE DEL COLOSSEO – PALATINO NORD-ORIENTALE, La Sapienza – Universita`di Roma (2013-14) | IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
Fonte | sources:
-- Roma, Ex Vetreria Sciarra. Prof.ssa Clementina Panella, docente di Metodologie della ricerca archeologica presso l'Università "La Sapienza" di Roma; Daniele Malfitana, direttore IBAM-CNR ed il dott. Antonio F. Ferrandes | Roma 20-22 gennaio 2014; in: IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
www.facebook.com/pages/IBAM-CNR-Istituto-per-i-Beni-Arche...
Also see:
-- Prof.ssa C. Panella, ROMA – VALLE DEL COLOSSEO – PALATINO NORD-ORIENTALE, La Sapienza – Universita`di Roma (2013-14).
-- Foto 1 di 333, in: Prof.ssa Clementina Panella, Roma-Piazza del Colosseo, area della Meta Sudans; pendici nord-orientali del Palatino. Dipartimento Di Scienze Dell' Antichita, La Sapienza (2002-2012) [aggiornato 2014].
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/sets/72157594...
-- MATERIALI E CONTESTI 1. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 1 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Panella Clementina, Saguì Lucia (a cura di) (2013).
-- MATERIALI E CONTESTI 2. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 2 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Clementina Panella, Lucia Saguì (a cura di) 2013).
Bueno, íbamos ya para casa pero vimos que el Torreón esta noche tenía una foto. Hicimos tres, dos yo (Iván) y una Elena, evidentemente, la mejor ha sido la de Elena y ahí la lleváis. Esperamos que os guste.
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião com 8 itens. Entre eles o PL 3.475/2021, que parcela dívidas de pequenos produtores rurais junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Bancada:
senador Zequinha Marinho (PL-PA) - em pronunciamento;
senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR).
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Llegamos a la primer isla después de una hora de navegar entre islotes e islitas, ésta isla era grande y chingona… hasta me daba la impresión de que íbamos llegando a la isla de Jurassic Park. La neta son fregonas las islas que emergen del océano con montañas altas, de lados casi verticales. No había playa en el lado de la isla donde llegamos, todo era riscos empinados, árboles selváticos y palmeras. Traté de tomar fotos de la isla desde lejos pero había mucha bruma y no me fue posible captar lo que quería. Este lugar que se ve en la foto es donde llegamos, no había donde atracar y tampoco tiraron ancla, quizá estaba muy profundo para eso. En la lanchita éramos como 7 personas, si recuerdo bien. Nadie sabíamos qué pedo… Qué estábamos haciendo ahí? Qué había que ver? Que sigue o qué? Total, el lanchero agarró chalecos salvavidas y nos los dio. A base de señas le entendimos que había que bajar a nadar con los chalecos. Como es costumbre, aquí los guías o encargados de llevarte a los paseos no hablan nada de inglés, son compas marineros, cuerudos, que lo único que les interesa es andar afuera en el mar, etc. Pero volviendo al punto, la marea estaba alta y había viento así que había olas y la lancha se movía. El lanchero la reubicaba con el motor de tanto en tanto en lo que nosotros nadábamos abajo. Unos minutos antes el guía nos preguntó que si queríamos llevar cámara y que la metiéramos en la bolsa seca que sujetaba en su mano, bueno eso entendí de su speech que fue “camera…?, bag!”. La neta ni madres le daba mi cámara jaja, no sabía ni que demonios estaba por suceder asi que mejor que se quede en la lancha. Aparte tendría que haberla metido con todo y mochila y estaba muy canijo. Bueno todos estábamos en el mar y el guía también, con la bolsa seca flotando con unas 3 cámaras adentro. El guía traía una lámpara como de minero puesta en la cabeza y nos dijo que nadáramos hacia las piedras de la base de la montaña, donde había una pequeña apertura. Llegamos a la apertura que resultó ser una cueva larga y muy poco alta, de hecho tan poco alta que cada que entraban olas era fácil que nos golpeáramos contra el techo o las paredes (pero nadie se alcanzó a golpear). El guía les dijo a los de enfrente que se sujetaran de las manos y lo sujeraran a el y asi nos fuimos, cada que bajaba el nivel del agua nadábamos hacia adentro de la cueva. De alguna manera, que no me explico todavía, avanzábamos rápido, llegamos a un punto en que la cueva y el agua estaban completamente oscuros, el guía traía su luz prendida así que el nos iba mostrando a todos el camino y la cueva. A veces volteaba a vernos, asegurarse de que siguiéramos sujetados y sanos pero al hacerlo nos iluminaba la cara con la lámpara y acababa con cualquier capacidad de visión nocturna que hubiéramos ganado al irse perdiendo la luz del sol. Total seguimos nadando y unos 5 minutos después vimos la salida. Era una playita en una mini bahía dentro de la montaña… iluminada por el sol. Había paredes altas todo alrededor, como si fuera un cráter de volcán… y plantas alrededor de la bahía que parecían de otra era, era un lugar increible. Cuando llegamos, ya había ahí unas 4 o 5 personas, de las lanchas que están en esta foto pero el lugar estaba prácticamente solo y el feeling de descubrirlo fue muy chingón. Supongo que esa es la ventaja de que los guías no hablen nada de inglés.
Esto fue en la isla Koh Muk, la cueva se llama Marakot.
PROJETO TAMAR-IBAMA - BASE UBATUBA
Projeto Tartarugas Marinhas - TAMAR foi criado em 1980 para proteger da extinção as cinco espécies de tartarugas que utilizam o litoral brasileiro para se alimentar e se reproduzir.
Desde 1991, o TAMAR vem atuando em Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo, desenvolvendo o programa de proteção das espécies em áreas de alimentação, com atividades voltadas à educação ambiental, pesquisa científica e ações sociais e comunitárias envolvendo os moradores locais.
Com o apoio voluntário dos pecadores já foram salvas e marcadas mais de 5 mil tartarugas marinhas presas em redes de pesca.
A Base do Tamar conta com um Centro de Visitantes onde estão expostos em tanques e aquários exemplares vivos de quatro espécies de tartarugas marinhas, réplicas e silhuetas em tamanho natural,painéis fotográficos bilingues português/inglês, museu com peças biológicas, auditório para exibição de vídeos educativos, sala de recreação infantil, loja de souvenirs e lanchonete.
Os visitantes são atendidos por monitores especialmente treinados e prontos a prestar informações sobre o TAMAR e as tartarugas marinhas.
Horários de funcionamento:
Durante férias escolares ( dezembro a março e julho): todos os dias das 10 às 20 horas. Durante o período letivo: Domingo, 2ª, 3ª, 5ª feiras das 10 às 18 horas.Feriados, 6ª feira e sábado: das 10 às 20 horas e às 4ªs feiras, fechado para manutenção.
PROJETO TAMAR-IBAMA - BASE UBATUBA
Rua Antonio Athanasio da Silva, 273
Itaguá - Ubatuba - SP - Brasil - CEP 11680-000
Fone: (0XX12) 3832-6202 / (0XX12) 3832-7014
e-mail: tamaruba@tamar.org.br
Parceiros e patrocinadores
Além do patrocínio da Petrobrás, o Tamar de Ubatuba mantém convênio com a Prefeitura Municipal, que considera um privilégio sediar o projeto que além de preservar as tartarugas estimula o fluxo turístico, o desenvolvimento econômico e por seus projetos de inclusão social. Também tem convênio com a Arcor do Brasil, um dos maiores fabricantes de chocolates e balas da América Latina, segundo o gerente de Marketing da Arcor do Brasil, “Por meio de parcerias com instituições sérias, temos garantido resultados bastante positivos para a sociedade, agregando valor social à imagem corporativa da empresa” e “Além da preservação do meio ambiente, o trabalho do Tamar com as crianças, despertou o interesse em apoiar as ações do Projeto”.
O Tamar mantém ainda Protocolo de Cooperação Técnica com o Aquário de Ubatuba, desde sua fundação em fevereiro de 1996, o Aquário é considerado como uma das melhores opções de lazer educacional em todo litoral paulista, tendo como objetivo à educação e a pesquisa voltada para conservação ambiental. O Aquário reúne mais de 70 espécies de animais marinhos representativos dos principais ecossistemas da costa brasileira, tem 12 tanques de água salgada, destacando-se o tanque oceânico de 80 mil litros, um dos maiores no Brasil e o tanque de contato, onde os visitantes podem tocar os animais sob a orientação de monitor especializado.
Há ainda uma galeria com 11 tanques de água doce, com espécies que ocorrem na Amazônia e no Pantanal além de área climatizada para Pingüins e terrário. O Aquário tem auditório para 80 pessoas, loja e bar.
Defensores da natureza - IBAMA:
Tel: 0800-618080 - ligação gratuita "Linha Verde"
( Denúncias contra maus tratos a natureza e animais: queimadas, derrubada ilegal de árvores, caçadores de animais, venda de animais silvestres, etc )
Liga de Prevenção à Crueldade contra o Animal ( LPCA ):
( Fundada em 1983, a Liga mantém um departamento jurídico para orientar as pessoas na defesa dos animais e procura conscientizar a população sobre o direito dos animais e o dever dos homens para com eles )
Rua Espírito Santo 935/803 - Cep: 30160-031 - Belo Horizonte - MG Tel: (031) 224-4735
SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais):
Fundada em 1943, mantém um abrigo com animais que foram abandonados, atropelados e são largados pelas ruas por pessoas que ainda não se conscientizaram de que os animais sentem como nós, muitos deles morrendo de tristeza porque seus donos "se cansaram"deles. A SUIPA luta contra rodeios, brigas de cães e de galo, venda e tráfico de animais silvestres. São contra a eutanásia ( sacrifício ) nos animais por serem filhotes, velhos ou terem doenças curáveis.(Adote um animal da SUIPA, há muitos deles precisando de um lar e carinho)
Av. Suburbana 1801- Benfica - Cep: 29973-010 - Rio de Janeiro - RJ
Tels: (0**21)501-1529 / 501-9954 / 261-4405 - Fax: (0**21)501-7896
Fala Bicho ( Sociedade Educacional ):
Trabalha na educação de novas gerações, promove palestras, eventos nacionais e internacionais, distribui informativos, fiscaliza quando solicitada o descumprimento das leis referentes ao uso de animais em laboratórios, feiras, hospitais e matadouros; orienta e faz cumprir as leis de proteção animal; etc...
Caixa Postal nº 31047 - Cep: 20732-970 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (021) 593-2341 falabicho@zipmail.com.br
Kurupira ( Rede Internacional de Proteção à Biodiversidade):
Luta pela introdução de leis que protejam os animais usados em pesquisas médicas, tenta a aprovação de uma legislação proibindo o uso de animais na fabricação de cosméticos, entre outras coisas.Rua Julieta Niemeyer 201 - São Conrado - Cep: 22610-190 - Rio de Janeiro - RJ - Tel: ( 021 ) 322-3705 / Fax: (021 ) 322-3726
U.I.P.A. ( União Internacional Protetora dos Animais ):
A UIPA já completou seu 1º centenário: 100 anos de luta pelos animais. A UIPA se empenha em dar abrigo e tratamento aos animais abandonados e doentes no seu hospital zoófilo do Canindé. Combate maus tratos, exploração, trabalhos forçados, rodeios, farra do boi, a caça, o tráfico, o abate cruel, etc...
End. da sede: Rua Álvaro de Carvalho nº 238 - São Paulo - SP - Cep: 01050-070 - Tel: (011) 259-0448
End. do Hospital: Av. Presidente Castelo Branco nº 3200 - São Paulo - SP - Cep: 03036-000 - Tel: (011) 227-9513
Ibamos a matarnos, a dejarlo todo, eramos nosotras y nosotros, allá tan lejos...
Y si, yo amo mi país, porque pude sentirlo de verdad.
Mogno extraído ilegalmente é fotografado em Altamira, no Pará, durante fiscalização do Ibama. 19/02/2002. Foto: Dida Sampaio/AE
Mientras íbamos por el Parque Central de Tegucigalpa, en busca de fotografías, la novia de uno de los miembros del Club KALEIDOSCOPIO hizo la pregunta: ¿Y ustedes tienen un amigo para cuando estén viejos se puedan sentar a platicar así?
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No os afanéis por el día de mañana, porque el día de mañana traerá su afán.
ROMA ARCHEOLOGIA, ARCHITETTURA e BENI CULTURALI: Prof.ssa C. Panella, ROMA – VALLE DEL COLOSSEO – PALATINO NORD-ORIENTALE, La Sapienza – Universita`di Roma (2013-14) | IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
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-- Roma, Ex Vetreria Sciarra. Prof.ssa Clementina Panella, docente di Metodologie della ricerca archeologica presso l'Università "La Sapienza" di Roma; Daniele Malfitana, direttore IBAM-CNR ed il dott. Antonio F. Ferrandes | Roma 20-22 gennaio 2014; in: IBAM CNR - Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali | FACEBOOK (27|01|2014).
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-- Foto 1 di 333, in: Prof.ssa Clementina Panella, Roma-Piazza del Colosseo, area della Meta Sudans; pendici nord-orientali del Palatino. Dipartimento Di Scienze Dell' Antichita, La Sapienza (2002-2012) [aggiornato 2014].
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/sets/72157594...
-- MATERIALI E CONTESTI 1. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 1 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Panella Clementina, Saguì Lucia (a cura di) (2013).
-- MATERIALI E CONTESTI 2. VALLE DEL COLOSSEO E PENDICI NORD-ORIENTALI DEL PALATINO - Dopo lo scavo 2 | Dopo lo scavo (Collana) Archeologia - Clementina Panella, Lucia Saguì (a cura di) 2013).
Corumbá (MS), 29/06/2024 - Com o auxílio de aviões, brigadistas do Prevfogo/Ibama combatem incêndios florestais no Pantanal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião com 8 itens. Entre eles o PL 3.475/2021, que parcela dívidas de pequenos produtores rurais junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Mesa:
presidente eventual da CAE, senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR).
Bancada:
relator do PL 3526/2019, senador Otto Alencar (PSD-BA), em prounciamento;
senador Zequinha Marinho (PL-PA);
senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Íbamos andando por la calle Fuencarral cuando nos ha sorprendido oir sonido de banda. Por la calle Colón venía un aroma a incienso inconfundible: ¡una procesión! Me ha costado entender qué se estaba celebrando hasta ver la carroza con el Santísimo expuesto. Eso quiere decir que hoy es el Corpus; cuando yo era niño y estaba más al tanto de estas cosas, el Corpus sólo podía ser un jueves, pero hace ya tiempo que la iglesia lo cambió de día.
Después me he enterado que esta procesión es la del Corpus Chico que celebra la iglesia de San Ildefonso. Era muy chiquita y me ha parecido bastante simpática, además al final la banda era magnífica.