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Assim como o piloto, nós fotógrafos não temos uma vida regular. A rotina é uma palavra que não existe no nosso vocabulário. É graças a esse estilo de vida que podemos lhes servir imagens para contemplar no conforto de sua casa.

 

Veja o álbum silhuetas em www.flickr.com/photos/johnsonbarros/sets/72157638427491406

Final de tarde de sábado; A lua já está no céu faz um tempão, resolvi fazer um click, só pra constar.

 

Desculpe o sumiço... mas tá td tão corrido...

 

abraço a todos

 

Wer den Start gewinnt, der hat in der Regel die besten Karten. Aber nicht immer. Die Regel bestätigt da die Ausnahme!

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: proíbe a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem prévia consulta e aprovação do autor.

Fim de tarde em SP, com a melhor vista de Congonhas na minha opinião.

 

Dia de trabalho terminado com a sensação de missão cumprida e a ansiedade de rever o aconchego do lar após 5 dias fora.

 

Que venha Agosto agora! Bom termino de semana a todos!!

Guaratuba - PR - Brasil

Registro feito em Itacaré-Ba em março/2008.

O sol na Bolívia era algo inexplicável! Um eterno sol do meio dia que dificultava bastante na hora de fotografar pessoas. Porém, quando se punha... incrível!

 

Em algum lugar do deserto boliviano.

 

REPRODUÇÃO PROIBIDA - ® Todos os direitos reservados.

Monsaraz - Alentejo - Portugal

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... ... olhando a chuva através do vidro ♪♫♩♬

   

beijo de Sampa!!!!

    

;o)*

        

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créditos pro meu amor :)

br.youtube.com/watch?v=5dAM5C3ZJRI

 

Naquele dia, aproveitei a suave brisa do fim de tarde e libertei a minha mente. Larguei-a, e rapidamente ela se foi afastando. Subindo, como que reclamando uma liberdade que à muito ansiava. Quanto mais eu soltava os fios, mais alto parecia ela querer voar. Serpenteando por entre os sopros do vento, eu podia vê-la, lá em cima. Parecia feliz. Tomara, estava livre. Pelo menos pensava ela que estava livre. O que é certo, é que nunca me passou sequer pela cabeça, soltar os fios completamente. O controlo final, esse, teria de estar sempre nas minhas mãos. Mas lá andava ela de um lado para o outro, como uma gaivota que esvoaça nas ultimas horas do dia. Eu, limitava-me a observar tamanho contentamento. O sol, já lá não estava. O mar deslizava com uma suavidade invulgar para um dia de inverno, mas o frio não deixava enganar. A noite aproximava-se rapidamente. Então, os seus voos começaram a ser mais baixos, e mais baixos, e cada vez mais baixos, até que de repente, o choque com a areia foi inevitável. A seguir, a imobilidade, a quietude. Então, num movimento uniforme, foi enrolando novamente os fios ao paço que me aproximava dela. Quando a alcancei, peguei-lhe com cuidado. Sacudi a réstia de areia que a sujava, guardeia no saco e voltei para casa. Foi bom que por breves momentos, ela pudesse voar livremente e à distância, mas agora, era hora de voltar ao seu lugar.

Uma caloroza quarta-feira a todos nós!

EXPLORE #51

Portinho da vila/Imbituba/SC

Estou de volta aos paninhos e aos trabalhos.

E muito trabalho me aguarda!

Beijos.

Figueira da Foz

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