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Lisbon oceanarium
Nome Científico: Naso brevirostris Valenciennes, 1835)
Família: Acanthuridae
O unicórnio deve o seu nome ao prolongamento semelhante a um corno, que surge no rostro dos adultos. Outra particularidade deste peixe, é os dois espigões afiados, que possui de cada lado do corpo, junto à barbatana caudal. Estes são utilizados para se defender quando se sente ameaçado e podem provocar ferimentos profundos e dolorosos, mesmo quando é pescado e já está fora de água. Vive em águas tropicais de lagoas e recifes, até 45 m. Aqui, os juvenis alimentam-se de algas junto ao fundo, enquanto os adultos só se alimentam de zooplâncton.
The spotted unicornfish owes its name to the extension similar to a horn, which appears on the face of adults. Other particularities of this fish are the two sharp spines, which it has on each side of its body, next to the caudal fin. These are used to defend itself when it feels threatened and can inflict deep and painful injuries, even when it is caught and already out of the water. It lives in tropical waters of lagoons and reefs at depths up to 45 m. Here, the juveniles feed on algae close to the bottom, while the adults feed only on zooplankton.
Effective Barbaric Improvements.
Brazen vamale întunecate văi furtuni vânturi abandonate nopți aripi încântați inimă de durată favorizează poet sacrificare imperii țărmuri,
katasztrófák nagy hatalmas sírok őrjöngő könnyek implorálás vitorlák pánik városok félelmetes ígéretek remegő pofa nyögés vezetők,
under døde fiendish skygger beskidte regler forkerte fester groveling savages splattering guts oppustede sange frygtelige sten,
Sneaky aut commixtos dolis vestigia multarum disciplinam tonitruo levaret iter oraque primi ordines ebrius aliqua memoratu digna culinae ad non parcendum animarum,
Correndo miséria enegrecida maneiras perturbadoras zombando de torres lamentando ferimentos raiva inconstante aterroriza as necessidades da cidade,
勇敢なパイプテンペストマインド高い船が厚くなった港緑の喜び鉄の階段ガントレット勇気勝者スリムにチャンピオン無駄な賞品驚いた旅の報酬報酬.
Steve.D.Hammond.
Este local situado entre Recarei e Aguiar de Sousa, tem uma capela dedicada a
Nossa Senhora do Salto,reza a lenda um cavaleiro persseguindo um veado saltou do penhasco caindo no local da capela sem nenhum ferimento, no fundo de um caminho entre altas escarpas a paisagem é deslumbrante o rio Sousa com suas águas limpas serviam os moinhos no seu curso.
This place between Recarei and Aguiar de Sousa, has a chapel dedicated to
Nossa Senhora do Salto, according to legend a knight persecuted deer jumped a cliff fall at the site of the chapel with no injury, the bottom of a path between high cliffs, the landscape is gorgeous with the River Sousa clean waters served the mills in their course .
Não adianta. Se as pessoas não são boas e belas o tempo todo, porque eu haveria de ser? Meus monstros precisam fugir, precisam existir para deixarem de viver em mim.
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Francisco Aragão © 2014. All Rights Reserved.
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Portuguese
A Igreja de Santo Inácio de Loyola no Campo de Marte (em italiano: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio) é uma igreja de Roma, na Itália, dedicada ao fundador da ordem dos jesuítas.
Construída em estilo barroco entre 1626 e 1650, a igreja funcionou inicialmente como igreja paroquial adjacente ao Collegio Romano, que se mudou em 1584 para um novo prédio maior e tornou-se a Pontifícia Universidade Gregoriana.
Após a canonização de Santo Inácio de Loyola em 1622, o Papa Gregório XV sugeriu a seu sobrinho, o Cardeal Ludovico Ludovisi, que uma nova igreja deveria ser erigida para o fundador da Companhia de Jesus. O cardeal aceitou a idéia e pediu a vários arquitetos para desenhar planos, entre os quais Carlo Maderno. Ludovisi finalmente escolheu o do matemático jesuíta Orazio Grassi, professor no Collegio Romano. A pedra fundamental foi lançada apenas em 2 de agosto de 1626, quatro anos mais tarde, um atraso que foi causado pelo fato de que uma parte dos antigos edifícios pertencentes ao Collegio Romano tiveram de ser demolidos. Igreja de Santo Inácio foi aberta ao culto público apenas em 1650, por ocasião do Jubileu de 1650, e só foi concluída no final do século. A consagração solene da igreja foi celebrada apenas em 1722. A igreja tem uma planta em cruz latina, com numerosas capelas laterais. O edifício foi inspirado na igreja matriz dos Jesuítas, a Igreja de Jesus. As imponentes pilastras coríntias que estruturam todo o interior, a ênfase teatral sobre o altar na abside, mármores coloridos, vívidas esculturas em estuque e mármore ornamentando os altares, fartas douraduras, e ousadas pinturas em trompe-l'oeil no teto nave, produzem um efeito de conjunto festivo e suntuoso.
Andrea Pozzo, um irmão jesuíta, pintou após 1685 o grandioso afresco que se estende por todo o teto da nave. Ele celebra a obra de Santo Inácio e da Companhia de Jesus no mundo, apresentando o santo recebido no Paraíso por Cristo e a Virgem Maria e rodeado por representações alegóricas dos quatro continentes. Pozzo trabalhou de modo a dissolver ilusionisticamente a superfície real da abóbada da nave, criando uma projeção em perspectiva que faz o observador ver uma cúpula aberta para o céu brilhante e cheio de figuras voando. Um disco de mármore no meio do chão da nave marca o ponto ideal a partir do qual os observadores podem perceber melhor a ilusão. Pozzo também pintou os afrescos nos pendentes da cúpula, cada um com uma passagem do Antigo Testamento, figurando Judite, Davi, Sansão e Jael. Novamente por Pozzo, os afrescos da abside apresentam a vida e a apoteose de Santo Inácio. O cerco de Pamplona, no painel à esquerda, comemora o ferimento de Santo Inácio, que levou à convalescença e conversão que transformou sua vida. O painel sobre o altar-mor tem a Visão de Santo Inácio na Capela de La Storta, comemorando o lugar onde o santo recebeu o chamado divino. Santo Inácio recebendo Francisco Borgia recorda o recrutamento do nobre espanhol que se tornou o Geral da Companhia dos Jesuítas. Pozzo é também responsável pelo afresco na concha da abside representando Santo Inácio curando os pestilentos.
A capela do transepto direito, dedicada a São Luís Gonzaga, tem um mármore em alto-relevo representando São Luís Gonzaga na Glória (1697-1699), de Pierre Le Gros, o Jovem, e abaixo fica o caixão de vidro de São Roberto Bellarmino. Le Gros foi autor também da suntuosa tumba de Gregório XV e de seu sobrinho, em associação com Pierre-Étienne Monnot, que esculpiu duas figuras da Fama para o monumento. A capela do transepto esquerdo tem um altar em mármore da Anunciação de Filippo della Valle, com figuras alegóricas e os anjos (1649) por Pietro Bracci, e um teto com afrescos de Andrea Pozzo. A parede oeste da nave tem um grupo escultórico mostrando a Magnificência e a Religião (1650) por Alessandro Algardi. Algardi também ajudou a projetar os altos-relevos em estuque que existem em ambas as paredes laterais da nave logo acima das entradas das capelas e debaixo da grandiosa entablatura da nave.
English
The Church of Saint Ignatius of Loyola at Campus Martius (Italian: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio, Latin: S. Ignatius a Loyola in Campo Martio) is Roman Catholic titular church dedicated to Ignatius of Loyola, the founder of the Jesuit order, located in Rome, Italy. Built in Baroque style between 1626 and 1650, the church functioned originally as Rectory church to the adjacent Collegio Romano, that moved in 1584 to a new larger building and became the Pontifical Gregorian University. The Cardinal Priest of the Titulus S. Ignatii de Loyola in Campo Martio is Cardinal Roberto Tucci, S.J.
History
The Collegio Romano opened very humbly in 1551, with an inscription over the door summing up its simple purpose: "School of Grammar, Humanity, and Christian Doctrine. Free". Plagued by financial problems in the early years, the Collegio Romano had various provisional centres. In 1560, Vittoria della Tolfa, Marchesa della Valle, donated her family isola, an entire city block and its existing buildings, to the Society of Jesus in memory of her late husband the Marchese della Guardia Camillo Orsini, founding the Collegio Romano. She had intended to donate it previously to the Order of Poor Ladies to found a minor nunnery. This order had already started to build what had been intended to become the church of Santa Maria della Nunziata, erected on the spot where the Temple of Isis had stood in Imperial Rome.
Although the Jesuits got the Marchesa's land, they did not get any money from her for completing the church. Budgetary restraints compelled them to hire their own architect. Construction of the church was taken over by the Jesuit architect Giovanni Tristano. Built entirely by Jesuit labour, the church of the Most Holy Annunciation was first used for worship in 1567. A three-aisled church dedicated to the Most Holy Annunciation (Italian: Santissima Annunziata) was built in the Collegio Romano between 1562 and 1567 on the foundations of the pre-existing construction. Since the earlier church had already been built to the height of the ground floor in 1555, there was no way for the Jesuits to expand the structure to hold the increasing number of students attending the Collegio Romano. The facade was very similar to that of the contemporary Church of Sant'Andrea al Quirinale, which was also designed by Giovanni Tristano. In accordance with the wishes of the Marchesa, the façade proudly displayed the Orsini arms. The Church of the Most Holy Annunciation was enlarged in 1580 when Pope Gregory XIII expanded the Collegio Romano itself, especially the side chapels.
The old church became insufficient for over two thousand students of many nations who were attending the College at the beginning of the 17th century. Pope Gregory XV, who was an old pupil of the Collegio Romano, was strongly attached to the Church. Following the canonization Saint Ignatius of Loyola in 1622, he suggested to his nephew, Cardinal Ludovico Ludovisi, that a new church should be erected to the founder of the Society of Jesus, at the College itself. The young cardinal accepted the idea, asked several architects to draw plans, among which Carlo Maderno. Ludovisi finally chose that of the Jesuit mathematician Orazio Grassi, professor at the Collegio Romano itself.
The foundation stone was laid only on August 2, 1626, four years later, a delay which was caused by the fact that a section of the buildings belonging to the Roman College had to be dismantled. The old church was eventually demolished in 1650 to make way for the massive Church of Saint Ignatius of Loyola, which was begun in 1626 and finished only at the end of the century. In striking contrast to the Church of the Most Holy Annunciation, which occupied only a small section of the Collegio Romano, the Church of Saint Ignatius of Loyola took up a quarter of the entire block when it was completed.
The church was opened for public worship only in 1650, at the occasion of the Jubilee of 1650. The final solemn consecration of the church was celebrated only in 1722 by Cardinal Antonfelice Zondadari. The church's entrance now faces on to the Rococo Place of San Ignazio was planned by the architect Filippo Raguzzini.
Spanish
San Ignacio de Loyola es una iglesia barroca de Roma, construida en 1626 y dedicada a San Ignacio de Loyola, el fundador de la Compañía de Jesús.
Breve historia
El Colegio Romano contaba con la pequeña capilla de la Anunciación (del 1562) como espacio para las celebraciones litúrgicas, con unas pinturas de los Zuccari. En el primer cuarto del siglo XVII la capilla se había quedado pequeña y la familia Ludovisi, a la que pertenecía el pontífice de ese momento, Gregorio XV, se compromete a construir una nueva. Llevará el nombre del recién canonizado Ignacio de Loyola.
Inicio y desarrollo del proyecto
Ludovico, sobrino del papa Gregorio XV, se encargó del patrocinio de la nueva iglesia y de dirigir el proyecto después de la muerte del pontífice. Para ello se convoca un concurso entre los arquitectos jesuitas, para poder así economizar el proyecto. Primero se presentó el arquitecto Antonio Sasso pero después fue desbancado por el proyecto del jesuita Horazio Grassi que fue aceptado en 1627. En 1640, con motivo del centenario de la fundación de la Compañía de Jesús, se celebra una eucaristía en una iglesia a medio construir, con un techo provisional. En el proceso de construcción de la iglesia se plantean dos problemas que hacen modificar el proyecto original de Grassi. El primero será la fachada, cuyo segundo piso se modificará y se adaptará a la altura más baja de las naves laterales, empleando para ello unas elegantes volutas. Otro grave problema que se planteó fue la construcción de la cúpula. El espacio era excesivamente amplio y la comisión de arquitectos reunida para buscar una solución, no encuentra una adecuada, ni siquiera la propuesta por Grassi, y que además se adaptase al nuevo recorte de presupuesto por parte del competente Ludovisi, que marchó a Cerdeña y al poco tiempo murió. Grossi también fallece sin darle solución. La solución más sencilla y a la vez la más genial viene de la mano de otro jesuita, Andrea Pozzo en 1685, que realiza una falsa cúpula pintada sobre tela. Terminados todos los trabajos, la iglesia es inaugurada finalmente en 1722.
Wikipedia
Imbondeiro -
Baobad nome científico de uma das árvores seculares e carismáticas de África , particularmente em Angola. É uma árvore de caule cujo diâmetro pode ultrapassar os 5 metros. O seu fruto é parecido com uma cabaça gigante e comprida. Este fruto é considerado maduro quando está seco e, depois de partido, o envólucro solta-se facilmente e a sua polpa é agridoce e contém inúmeras sementes. Pode ser simplesmente mascado ou feito sumo. Tem efeitos medicinais para cicatrização de ferimentos e atenuante dos efeitos da Diabetes.
Baobar or Baobad Tree.
Angola
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Imbondeiro is the Angolan/Portuguese name for this tree and Baobab is the common name of a genus (adansonia) comprising eight species, six native to Madagascar, one to main land Africa and another one to Australia.
Symbolic of the continent itself, the Baobab is also known as the Tree of Life because mature trees can create their own ecosystem providing shelter, food and water for both animals and humans in the African savanna.
Many legends go along the Baobab tree. Among villages in the Zambezi Valley it is believed that when the world was young the Baobabs were upright and proud. However, for some unknown reason they lorded over the lesser growths. The Gods then became angry and uprooted the Baobabs, thrusting them back to the ground where they landed upside down but continued to grow. Evil spirits are now said to haunt the sweet white flowers and anyone who picks one will be eaten by a lion. Drink water in which the tree’s seeds have been soaked though, and you will be safe from a crocodile attack!
In other parts of Africa, the Baobab is known as "upside-down tree" and the legend claims that the devil pulled out the tree and planted it upside down. This is likely derived from older African lore. The story goes that after creation, each of the animals was given a tree to plant and the hyena planted the baobab upside-down.
Complesso del Lotte World Mall.
Nel 1987, il Lotte Group immaginò il secondo Lotte World che avrebbe preso la forma di un grattacielo proprio accanto al sito del Lotte World. Nel dicembre 1994, fu annunciato il secondo progetto del Lotte World, che all'epoca era previsto fosse un grattacielo alto 450 metri con 108 piani.
Sebbene la costruzione fosse pianificata per iniziare alla fine degli anni '90, il progetto fu ritardato a causa della crisi finanziaria in Corea del Sud e dei problemi di visibilità sulla pista dell'aeroporto di Seongnam Seoul.
Nel 2002, il piano per la Lotte World Tower fu aumentato dai suoi 108 piani originali a 123 piani (555 m).
Nel 2006, alla torre fu dato il nome di "Lotte Super Tower" durante la cerimonia di inaugurazione.
Nel 2009, iniziò la costruzione della torre, con l'aeroporto di Seoul che cambiò l'angolazione di una delle sue piste di tre gradi per farle spazio. Nel maggio di quell'anno, iniziò la costruzione del secondo Lotte World Complex, ufficialmente denominato "Lotte World Mall" nell'ottobre 2013.
Durante la costruzione del centro commerciale, si verificarono diversi incidenti, tra cui la morte di un operaio edile a causa dello scoppio di un tappo ad alta pressione e il ferimento di un passante a causa di una ringhiera in vetro caduta dal terzo piano.
Nel maggio 2014, il Lotte World Mall avrebbe dovuto essere aperto temporaneamente, ma il piano fu ritardato.
Il Lotte World Mall fu finalmente aperto nell'ottobre 2014, con Avenue L, Lotte Mart e Hi-Mart che aprirono il 14 ottobre e Lotte Cinema, Lotte Duty-Free Shop e Lotte World Aquarium che aprirono il 15 ottobre.
A dicembre, il cinema e l'acquario del Lotte World Mall furono chiusi rispettivamente a causa delle vibrazioni dello schermo e di una perdita del serbatoio.
Entrambi riaprirono dopo cinque mesi con l'approvazione del governo metropolitano di Seul.
Un incidente sul posto di lavoro ha ritardato la costruzione della sala concerti del Lotte World Mall, che è stata infine inaugurata il 18 agosto 2016.
Il 22 dicembre 2016 è terminata la costruzione della Lotte World Tower, con una cerimonia tenutasi per commemorare l'occasione.
La Lotte World Tower è stata ufficialmente inaugurata il 3 aprile.
(Wikipedia)
Lotte World Mall Complex.
In 1987, Lotte Group envisioned the second Lotte World that would take the form of a skyscraper right next to the Lotte World site. In December 1994, the second Lotte World project was announced, which at the time was planned to be a 450-meter-tall skyscraper with 108 floors.
Although construction was planned to begin in the late 1990s, the project was delayed due to the financial crisis in South Korea and runway visibility problems at Seoul Seongnam Airport.
In 2002, the plan for the Lotte World Tower was increased from its original 108 floors to 123 floors (555 m).
In 2006, the tower was given the name "Lotte Super Tower" during its groundbreaking ceremony.
In 2009, construction of the tower began, with Seoul Airport changing the angle of one of its runways by three degrees to accommodate it. In May of that year, construction began on the second Lotte World Complex, which was officially named "Lotte World Mall" in October 2013.
During the construction of the mall, several accidents occurred, including the death of a construction worker due to a burst high-pressure cap and the injury of a passerby due to a glass railing falling from the third floor.
In May 2014, Lotte World Mall was supposed to open temporarily, but the plan was delayed.
Lotte World Mall finally opened in October 2014, with Avenue L, Lotte Mart, and Hi-Mart opening on October 14, and Lotte Cinema, Lotte Duty-Free Shop, and Lotte World Aquarium opening on October 15.
In December, Lotte World Mall's cinema and aquarium were closed due to screen vibrations and a tank leak, respectively.
Both reopened after five months with the approval of the Seoul Metropolitan Government.
A workplace accident delayed the construction of the Lotte World Mall Concert Hall, which was finally opened on August 18, 2016.
The construction of the Lotte World Tower was completed on December 22, 2016, with a ceremony held to commemorate the occasion.
The Lotte World Tower was officially opened on April 3.
(Wikipedia)
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Lhama ou lama (Lama glama), da palavra quíchua llama, é um mamífero ruminante da América do Sul, da família dos camelídeos, género Llama. Este animal tem pelagem longa e lanosa, e é domesticado para a utilização no transporte de carga, produção de lã, carne e couro.
A lhama é relacionada com o guanaco, a vicunha e a alpaca. Foi domesticado pelo povo inca, tendo sido muito importante para os mesmos.
As lhamas vivem na Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são baixas. Assim, as pelagens servem para protegê-los do frio, além de proteger o seu corpo de arranhões e outros ferimentos. A lhama é conhecida pelo seu estilo calmo, muitas vezes andando devagar, porém pode se irritar facilmente: por este motivo, foi considerada o oitavo animal mais irritável do mundo segundo o canal Animal Planet. Quando irritada ou para chamar a atenção, espirra seu muco na direção do objeto de sua irritação.
A lhama alimenta-se de capim e mato. Estes animais medem de 1,40 a 2,40 metros de comprimento (contando com a cauda, adiciona-se mais 25 cm ao comprimento). Chega a pesar 150 quilogramas. Algumas raças de lhama são criadas para fins estéticos e de companhia, como a raça lhoodle, cujo comportamento se assemelha a cães da raça dos poodles.
Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Lhama
La llama (Lama glama) es un mamífero artiodáctilo doméstico de la familia Camelidae, abundante en la Puna o Altiplano de los Andes de Perú, Bolivia, Chile, Ecuador y Argentina. Fue creado por los pueblos andinos nativos mediante selección artificial a partir del guanaco salvaje que fue domesticado y del cual, por lo tanto, la llama deriva. Según recientes estudios de ADN,[cita requerida] esto ocurrió en principio de manera independiente en tiempo y espacio, en sectores del sur del Perú, norte de Chile, noreste de Bolivia y el noroeste de norte de Argentina.2 Fue aprovechado al máximo por el imperio Inca: era utilizado como animal para sacrificios, se obtenía carne y lana de él, y era aprovechado como animal de carga (el único antes de la llegada de los españoles a América, si se exceptúan los perros de los trineos inuit o «esquimales»).
Texto: es.wikipedia.org/wiki/Lama_glama
The llama (Lama glama') is a domesticated South American camelid, widely used as a meat and pack animal by Andean cultures since the Pre-Columbian era.
The height of a full-grown, full-size llama is 1.7 to 1.8 m (5.6 to 5.9 ft) tall at the top of the head, and can weigh between 130 and 200 kg (290 and 440 lb). At birth, a baby llama (called a cria) can weigh between 9 and 14 kg (20 and 31 lb). Llamas typically live for 15 to 25 years, with some individuals surviving 30 years or more.[1][2][3]
They are very social animals and live with other llamas as a herd. The wool produced by a llama is very soft and lanolin-free. Llamas are intelligent and can learn simple tasks after a few repetitions. When using a pack, they can carry about 25 to 30% of their body weight for 8 to 13 km (5–8 miles).
The name llama (in the past also spelled 'lama' or 'glama') was adopted by European settlers from native Peruvians.
Llamas appear to have originated from the central plains of North America about 40 million years ago. They migrated to South America about three million years ago. By the end of the last ice age (10,000–12,000 years ago), camelids were extinct in North America. As of 2007, there were over seven million llamas and alpacas in South America, and due to importation from South America in the late 20th century, there are now over 158,000 llamas and 100,000 alpacas in the United States and Canada
Text: en.wikipedia.org/wiki/Llama
Largo da Memória - Centro
São Paulo - SP
A árvore acorrentada foi liberta.
Em 2011, após mais de 20 anos acorrentada ao muro do largo da memória, a árvore centenária, com cerca de 15 metros de altura, foi liberta de seus grilhões, mas não sem sequelas. Parte da corrente, está eternamente atrelada ao seu tronco, expondo seu ferimento.
Na época em que a corrente foi cortada, a separando do muro, os técnicos da prefeitura não conseguiram identificar a espécie da árvore, nem o motivo pela qual ela foi acorrentada, no final da década de 90.
Por essas histórias, essa é uma das árvores mais emblemáticas da cidades. Juntamente com a centenária Figueira do Largo do Arouche, a Jequitibá-Rosa na Praça da República, árvore simbolo de São Paulo, de madeira rosada, ou a figueira plantada por Mário de Andrade, nos jardins da Biblioteca que leva seu nome, no centro da cidade.
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The chained tree is free.
In 2011, after more than 20 years chained to the wall of the "Memória Square", the century-old tree, about 15 meters tall, was freed from his chains, but not without sequels. Part of the chain, is forever linked to his torso, exposing his wound.
At that time the chain was cut, separating the tree from the wall, but the technicals Prefecture failed to identify the species of the tree, nor the reason why it was chained in the late 80s.
For these stories, this is one of the most iconic trees of the city. Along with the centennial Fig tree in Arouche Square, the Jequitibá Rosa in Republic Square, tree symbol of São Paulo, of pinkish wood, or fig tree planted by Mário de Andrade, in the gardens of the library that bears his name, in the center city.
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Blog: "Fotografando e Viajando"
Parkour
Foto tirada no estacionamento do Bloco A da SQS 308, em Brasília, Brasil.
The text, in english is from Wikipedia
en.wikipedia.org/wiki/Parkour:
(Le) Parkour (sometimes abbreviated to PK) or l'art du déplacement[1] (English: the art of movement) is a physical art of French origin, the aim of which is to move from point A to point B as efficiently and quickly as possible, using principally the abilities of the human body.[2] It is meant to help one overcome obstacles, which can be anything in the surrounding environment — from branches and rocks to rails and concrete walls — so parkour can be practiced in both rural and urban areas. Male parkour practitioners are recognized as traceurs and female as traceuses.[3]
The cultural phenomenon parkour is a physical activity which is difficult to categorize. It is definitely not an extreme sport,[4] but an art[5] that resembles self-defense in the martial arts. According to the founder David Belle, the spirit of parkour is guided in part by the notions of "escape" and "reach," that is, the idea of using quick thinking with dexterity to get out of difficult situations.[6] So having a hostile confrontation with a person, you will be able to speak, fight or flee. As martial arts are a form of training for the fight, parkour is a form of training for the flee. Because of its difficulty to categorize, it is often said that parkour is in its own category: "parkour is parkour."
An important characteristic of parkour is efficiency. The basic meaning of this is that a traceur must not merely move as fast as he can, but move in a way that is the least energy-consuming and simultaneously the most direct. In addition, since parkour's unofficial motto is être et durer (to be and to last), efficiency also involves avoiding injuries, short and long-term.
Parkour is also known to have an influence on practitioner's thought process. Traceurs and traceuses experience a change in their critical thinking skills to help them overcome obstacles in everyday life, whether they be physical or mental boundaries.[clarify]
The term parkour IPA: [/paʁ.'kuʁ/] was defined by David Belle and his friend, but not practitioner Hubert Koundé on 1998. It derives from parcours du combattant, the obstacle courses proposed by Georges Hébert method and a classic of French military training. Koundé took the word parcours, replaced the "c" with a "k" to suggest aggressiveness, and removed the silent "s" as it opposed parkour's philosophy about efficiency.[7][8][9]
# Traceur [tʁa.'sœʁ] is the substantive derived from the verb "tracer". Tracer normally means "to trace", or "to draw", but also translates as "to go fast".[10]
Inspiration for parkour came from many sources, the foremost being the 'Natural Method of Physical Culture' developed by Georges Hébert in the early twentieth century.[11] French soldiers in Vietnam were inspired by Hébert's work and created what is now known parcours du combattant.[12] David Belle was introduced to the obstacle course training as well as Hébert's methode naturelle by his father, Raymond Belle, a French soldier who practiced the two disciplines. David Belle had participated in activities such as martial arts and gymnastics, and sought to apply his athletic prowess in a manner that would have practical use in life.[12]
After moving to Lisses, David Belle continued his journey with others.[12] "From then on we developed," says Sébastien Foucan in Jump London, "And really the whole town was there for us; there for parkour. You just have to look, you just have to think, like children." This, as he describes, is "the vision of parkour."
Over the years as dedicated practitioners improved their skills, their moves continued to grow in magnitude, so that building-to-building jumps and drops of over a story became common in media portrayals, often leaving people with a slanted view on the nature of parkour. In fact, ground-based movement is much more common than anything involving rooftops.
The journey of parkour from the Parisian suburbs to its current status as a widely practiced activity outside of France created splits among the originators. The founders of parkour started out in a group named the Yamakasi, but later separated due to disagreements over what David Belle referred to as "prostitution of the art," the production of a feature film starring the Yamakasi in 2001. Sébastien Foucan, David Belle, were amongst those who split at this point. The name 'Yamakasi' is taken from Lingala, a language spoken in the Congo, and means strong spirit, strong body, strong man.
Origem deste texto e português: Wikipédia, a enciclopédia livre. pt.wikipedia.org/wiki/Parkour
Visão geral:
Parkour é um arte física difícil de ser categorizada. Definitivamente não é um esporte radical,[4] mas uma arte[5] que assemelha-se a auto-defesa nas artes marciais. De acordo com o fundador David Belle, o espírito nessa arte é guiado em partes pela noção de "escapar" e "chegar", isto é: ter raciocínio rápido com destreza para escapar de situações difíceis.[6] Assim havendo uma confrontação hostil com uma pessoa, você terá que conversar, lutar ou esquivar. Desde que as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a esquiva. Pela dificuldade em categoriza-la, os traceurs freqüentemente colocam-a em sua própria categoria: "parkour é parkour".
Uma importante característica nesta arte, está em sua eficiência. Um traceur não só move-se o mais rápido que ele pode, mas de maneira em que irá gastar menos energia evitando ferimentos a curto e longo prazo.
Terminologia:
* O nome parkour [/paʁ.'kuʁ/] foi uma idéia de Hubert Koundé, — um ator e amigo de David Belle, mas não-praticante — que deriva de parcours du combattant, o percurso de obstáculo proposto pelo método de Georges Hébert sendo um treinamento militar clássico da França. Kuondé pegou a palavra parcours, substituiu o "c" com o "k" para sugerir agressividade, e removeu o silencioso "s" como oposto à filosofia do parkour sobre eficiência (embora tenha mantido o "o" igualmente mudo).
No Brasil:
A história do parkour no Brasil tem seu início no começo de 2004, quando jovens de São Paulo e Brasília começaram a se aventurar nessa prática de origem francesa, e estudar sua filosofia. Em São Paulo, o grupo hoje conhecido como Le Parkour Brasil começava a imitar os videos de David Belle vistos na internet. Em Brasilia, aqueles que hoje são membros da Associação Brasileira de Parkour começavam quase que no mesmo período a estudar e praticar o que então parecia um esporte radical, porem praticado com disciplina e responsabilidade não possui grandes perigos.
Traceurs são praticantes de Parkour e costumam se reunir em locais com grande número de obstáculos, estudam cada um deles e fazem experimentos antes de executar movimentos e exercícios deste disciplina. A natureza dos exercícios exige que seus praticantes possuam um excelente preparo físico, saibam e respeitem sempre os seus limites, para buscar quebra-los no momento certo, assumindo e tendo consiência dos riscos e de suas limitações. Tudo isso tendo como base o pensamento "ser forte para ser útil", destacando que um verdadeiro Traceur está pronto para situações inesperadas e sempre disposto a ajudar.
Para se tornar um traceur e preciso que seja por volta dos quinze anos porque nessa altura o corpo humano encontra-se melhor preparado para possiveis acidentes e choques enquanto não chegas lá basta-te preparar a força muscular.
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Portuguese
A Igreja de Santo Inácio de Loyola no Campo de Marte (em italiano: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio) é uma igreja de Roma, na Itália, dedicada ao fundador da ordem dos jesuítas.
Construída em estilo barroco entre 1626 e 1650, a igreja funcionou inicialmente como igreja paroquial adjacente ao Collegio Romano, que se mudou em 1584 para um novo prédio maior e tornou-se a Pontifícia Universidade Gregoriana.
Após a canonização de Santo Inácio de Loyola em 1622, o Papa Gregório XV sugeriu a seu sobrinho, o Cardeal Ludovico Ludovisi, que uma nova igreja deveria ser erigida para o fundador da Companhia de Jesus. O cardeal aceitou a idéia e pediu a vários arquitetos para desenhar planos, entre os quais Carlo Maderno. Ludovisi finalmente escolheu o do matemático jesuíta Orazio Grassi, professor no Collegio Romano. A pedra fundamental foi lançada apenas em 2 de agosto de 1626, quatro anos mais tarde, um atraso que foi causado pelo fato de que uma parte dos antigos edifícios pertencentes ao Collegio Romano tiveram de ser demolidos. Igreja de Santo Inácio foi aberta ao culto público apenas em 1650, por ocasião do Jubileu de 1650, e só foi concluída no final do século. A consagração solene da igreja foi celebrada apenas em 1722. A igreja tem uma planta em cruz latina, com numerosas capelas laterais. O edifício foi inspirado na igreja matriz dos Jesuítas, a Igreja de Jesus. As imponentes pilastras coríntias que estruturam todo o interior, a ênfase teatral sobre o altar na abside, mármores coloridos, vívidas esculturas em estuque e mármore ornamentando os altares, fartas douraduras, e ousadas pinturas em trompe-l'oeil no teto nave, produzem um efeito de conjunto festivo e suntuoso.
Andrea Pozzo, um irmão jesuíta, pintou após 1685 o grandioso afresco que se estende por todo o teto da nave. Ele celebra a obra de Santo Inácio e da Companhia de Jesus no mundo, apresentando o santo recebido no Paraíso por Cristo e a Virgem Maria e rodeado por representações alegóricas dos quatro continentes. Pozzo trabalhou de modo a dissolver ilusionisticamente a superfície real da abóbada da nave, criando uma projeção em perspectiva que faz o observador ver uma cúpula aberta para o céu brilhante e cheio de figuras voando. Um disco de mármore no meio do chão da nave marca o ponto ideal a partir do qual os observadores podem perceber melhor a ilusão. Pozzo também pintou os afrescos nos pendentes da cúpula, cada um com uma passagem do Antigo Testamento, figurando Judite, Davi, Sansão e Jael. Novamente por Pozzo, os afrescos da abside apresentam a vida e a apoteose de Santo Inácio. O cerco de Pamplona, no painel à esquerda, comemora o ferimento de Santo Inácio, que levou à convalescença e conversão que transformou sua vida. O painel sobre o altar-mor tem a Visão de Santo Inácio na Capela de La Storta, comemorando o lugar onde o santo recebeu o chamado divino. Santo Inácio recebendo Francisco Borgia recorda o recrutamento do nobre espanhol que se tornou o Geral da Companhia dos Jesuítas. Pozzo é também responsável pelo afresco na concha da abside representando Santo Inácio curando os pestilentos.
A capela do transepto direito, dedicada a São Luís Gonzaga, tem um mármore em alto-relevo representando São Luís Gonzaga na Glória (1697-1699), de Pierre Le Gros, o Jovem, e abaixo fica o caixão de vidro de São Roberto Bellarmino. Le Gros foi autor também da suntuosa tumba de Gregório XV e de seu sobrinho, em associação com Pierre-Étienne Monnot, que esculpiu duas figuras da Fama para o monumento. A capela do transepto esquerdo tem um altar em mármore da Anunciação de Filippo della Valle, com figuras alegóricas e os anjos (1649) por Pietro Bracci, e um teto com afrescos de Andrea Pozzo. A parede oeste da nave tem um grupo escultórico mostrando a Magnificência e a Religião (1650) por Alessandro Algardi. Algardi também ajudou a projetar os altos-relevos em estuque que existem em ambas as paredes laterais da nave logo acima das entradas das capelas e debaixo da grandiosa entablatura da nave.
English
The Church of Saint Ignatius of Loyola at Campus Martius (Italian: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio, Latin: S. Ignatius a Loyola in Campo Martio) is Roman Catholic titular church dedicated to Ignatius of Loyola, the founder of the Jesuit order, located in Rome, Italy. Built in Baroque style between 1626 and 1650, the church functioned originally as Rectory church to the adjacent Collegio Romano, that moved in 1584 to a new larger building and became the Pontifical Gregorian University. The Cardinal Priest of the Titulus S. Ignatii de Loyola in Campo Martio is Cardinal Roberto Tucci, S.J.
History
The Collegio Romano opened very humbly in 1551, with an inscription over the door summing up its simple purpose: "School of Grammar, Humanity, and Christian Doctrine. Free". Plagued by financial problems in the early years, the Collegio Romano had various provisional centres. In 1560, Vittoria della Tolfa, Marchesa della Valle, donated her family isola, an entire city block and its existing buildings, to the Society of Jesus in memory of her late husband the Marchese della Guardia Camillo Orsini, founding the Collegio Romano. She had intended to donate it previously to the Order of Poor Ladies to found a minor nunnery. This order had already started to build what had been intended to become the church of Santa Maria della Nunziata, erected on the spot where the Temple of Isis had stood in Imperial Rome.
Although the Jesuits got the Marchesa's land, they did not get any money from her for completing the church. Budgetary restraints compelled them to hire their own architect. Construction of the church was taken over by the Jesuit architect Giovanni Tristano. Built entirely by Jesuit labour, the church of the Most Holy Annunciation was first used for worship in 1567. A three-aisled church dedicated to the Most Holy Annunciation (Italian: Santissima Annunziata) was built in the Collegio Romano between 1562 and 1567 on the foundations of the pre-existing construction. Since the earlier church had already been built to the height of the ground floor in 1555, there was no way for the Jesuits to expand the structure to hold the increasing number of students attending the Collegio Romano. The facade was very similar to that of the contemporary Church of Sant'Andrea al Quirinale, which was also designed by Giovanni Tristano. In accordance with the wishes of the Marchesa, the façade proudly displayed the Orsini arms. The Church of the Most Holy Annunciation was enlarged in 1580 when Pope Gregory XIII expanded the Collegio Romano itself, especially the side chapels.
The old church became insufficient for over two thousand students of many nations who were attending the College at the beginning of the 17th century. Pope Gregory XV, who was an old pupil of the Collegio Romano, was strongly attached to the Church. Following the canonization Saint Ignatius of Loyola in 1622, he suggested to his nephew, Cardinal Ludovico Ludovisi, that a new church should be erected to the founder of the Society of Jesus, at the College itself. The young cardinal accepted the idea, asked several architects to draw plans, among which Carlo Maderno. Ludovisi finally chose that of the Jesuit mathematician Orazio Grassi, professor at the Collegio Romano itself.
The foundation stone was laid only on August 2, 1626, four years later, a delay which was caused by the fact that a section of the buildings belonging to the Roman College had to be dismantled. The old church was eventually demolished in 1650 to make way for the massive Church of Saint Ignatius of Loyola, which was begun in 1626 and finished only at the end of the century. In striking contrast to the Church of the Most Holy Annunciation, which occupied only a small section of the Collegio Romano, the Church of Saint Ignatius of Loyola took up a quarter of the entire block when it was completed.
The church was opened for public worship only in 1650, at the occasion of the Jubilee of 1650. The final solemn consecration of the church was celebrated only in 1722 by Cardinal Antonfelice Zondadari. The church's entrance now faces on to the Rococo Place of San Ignazio was planned by the architect Filippo Raguzzini.
Spanish
San Ignacio de Loyola es una iglesia barroca de Roma, construida en 1626 y dedicada a San Ignacio de Loyola, el fundador de la Compañía de Jesús.
Breve historia
El Colegio Romano contaba con la pequeña capilla de la Anunciación (del 1562) como espacio para las celebraciones litúrgicas, con unas pinturas de los Zuccari. En el primer cuarto del siglo XVII la capilla se había quedado pequeña y la familia Ludovisi, a la que pertenecía el pontífice de ese momento, Gregorio XV, se compromete a construir una nueva. Llevará el nombre del recién canonizado Ignacio de Loyola.
Inicio y desarrollo del proyecto
Ludovico, sobrino del papa Gregorio XV, se encargó del patrocinio de la nueva iglesia y de dirigir el proyecto después de la muerte del pontífice. Para ello se convoca un concurso entre los arquitectos jesuitas, para poder así economizar el proyecto. Primero se presentó el arquitecto Antonio Sasso pero después fue desbancado por el proyecto del jesuita Horazio Grassi que fue aceptado en 1627. En 1640, con motivo del centenario de la fundación de la Compañía de Jesús, se celebra una eucaristía en una iglesia a medio construir, con un techo provisional. En el proceso de construcción de la iglesia se plantean dos problemas que hacen modificar el proyecto original de Grassi. El primero será la fachada, cuyo segundo piso se modificará y se adaptará a la altura más baja de las naves laterales, empleando para ello unas elegantes volutas. Otro grave problema que se planteó fue la construcción de la cúpula. El espacio era excesivamente amplio y la comisión de arquitectos reunida para buscar una solución, no encuentra una adecuada, ni siquiera la propuesta por Grassi, y que además se adaptase al nuevo recorte de presupuesto por parte del competente Ludovisi, que marchó a Cerdeña y al poco tiempo murió. Grossi también fallece sin darle solución. La solución más sencilla y a la vez la más genial viene de la mano de otro jesuita, Andrea Pozzo en 1685, que realiza una falsa cúpula pintada sobre tela. Terminados todos los trabajos, la iglesia es inaugurada finalmente en 1722.
Wikipedia
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Francisco Aragão © 2014. All Rights Reserved.
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Portuguese
A Igreja de Santo Inácio de Loyola no Campo de Marte (em italiano: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio) é uma igreja de Roma, na Itália, dedicada ao fundador da ordem dos jesuítas.
Construída em estilo barroco entre 1626 e 1650, a igreja funcionou inicialmente como igreja paroquial adjacente ao Collegio Romano, que se mudou em 1584 para um novo prédio maior e tornou-se a Pontifícia Universidade Gregoriana.
Após a canonização de Santo Inácio de Loyola em 1622, o Papa Gregório XV sugeriu a seu sobrinho, o Cardeal Ludovico Ludovisi, que uma nova igreja deveria ser erigida para o fundador da Companhia de Jesus. O cardeal aceitou a idéia e pediu a vários arquitetos para desenhar planos, entre os quais Carlo Maderno. Ludovisi finalmente escolheu o do matemático jesuíta Orazio Grassi, professor no Collegio Romano. A pedra fundamental foi lançada apenas em 2 de agosto de 1626, quatro anos mais tarde, um atraso que foi causado pelo fato de que uma parte dos antigos edifícios pertencentes ao Collegio Romano tiveram de ser demolidos. Igreja de Santo Inácio foi aberta ao culto público apenas em 1650, por ocasião do Jubileu de 1650, e só foi concluída no final do século. A consagração solene da igreja foi celebrada apenas em 1722. A igreja tem uma planta em cruz latina, com numerosas capelas laterais. O edifício foi inspirado na igreja matriz dos Jesuítas, a Igreja de Jesus. As imponentes pilastras coríntias que estruturam todo o interior, a ênfase teatral sobre o altar na abside, mármores coloridos, vívidas esculturas em estuque e mármore ornamentando os altares, fartas douraduras, e ousadas pinturas em trompe-l'oeil no teto nave, produzem um efeito de conjunto festivo e suntuoso.
Andrea Pozzo, um irmão jesuíta, pintou após 1685 o grandioso afresco que se estende por todo o teto da nave. Ele celebra a obra de Santo Inácio e da Companhia de Jesus no mundo, apresentando o santo recebido no Paraíso por Cristo e a Virgem Maria e rodeado por representações alegóricas dos quatro continentes. Pozzo trabalhou de modo a dissolver ilusionisticamente a superfície real da abóbada da nave, criando uma projeção em perspectiva que faz o observador ver uma cúpula aberta para o céu brilhante e cheio de figuras voando. Um disco de mármore no meio do chão da nave marca o ponto ideal a partir do qual os observadores podem perceber melhor a ilusão. Pozzo também pintou os afrescos nos pendentes da cúpula, cada um com uma passagem do Antigo Testamento, figurando Judite, Davi, Sansão e Jael. Novamente por Pozzo, os afrescos da abside apresentam a vida e a apoteose de Santo Inácio. O cerco de Pamplona, no painel à esquerda, comemora o ferimento de Santo Inácio, que levou à convalescença e conversão que transformou sua vida. O painel sobre o altar-mor tem a Visão de Santo Inácio na Capela de La Storta, comemorando o lugar onde o santo recebeu o chamado divino. Santo Inácio recebendo Francisco Borgia recorda o recrutamento do nobre espanhol que se tornou o Geral da Companhia dos Jesuítas. Pozzo é também responsável pelo afresco na concha da abside representando Santo Inácio curando os pestilentos.
A capela do transepto direito, dedicada a São Luís Gonzaga, tem um mármore em alto-relevo representando São Luís Gonzaga na Glória (1697-1699), de Pierre Le Gros, o Jovem, e abaixo fica o caixão de vidro de São Roberto Bellarmino. Le Gros foi autor também da suntuosa tumba de Gregório XV e de seu sobrinho, em associação com Pierre-Étienne Monnot, que esculpiu duas figuras da Fama para o monumento. A capela do transepto esquerdo tem um altar em mármore da Anunciação de Filippo della Valle, com figuras alegóricas e os anjos (1649) por Pietro Bracci, e um teto com afrescos de Andrea Pozzo. A parede oeste da nave tem um grupo escultórico mostrando a Magnificência e a Religião (1650) por Alessandro Algardi. Algardi também ajudou a projetar os altos-relevos em estuque que existem em ambas as paredes laterais da nave logo acima das entradas das capelas e debaixo da grandiosa entablatura da nave.
English
The Church of Saint Ignatius of Loyola at Campus Martius (Italian: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio, Latin: S. Ignatius a Loyola in Campo Martio) is Roman Catholic titular church dedicated to Ignatius of Loyola, the founder of the Jesuit order, located in Rome, Italy. Built in Baroque style between 1626 and 1650, the church functioned originally as Rectory church to the adjacent Collegio Romano, that moved in 1584 to a new larger building and became the Pontifical Gregorian University. The Cardinal Priest of the Titulus S. Ignatii de Loyola in Campo Martio is Cardinal Roberto Tucci, S.J.
History
The Collegio Romano opened very humbly in 1551, with an inscription over the door summing up its simple purpose: "School of Grammar, Humanity, and Christian Doctrine. Free". Plagued by financial problems in the early years, the Collegio Romano had various provisional centres. In 1560, Vittoria della Tolfa, Marchesa della Valle, donated her family isola, an entire city block and its existing buildings, to the Society of Jesus in memory of her late husband the Marchese della Guardia Camillo Orsini, founding the Collegio Romano. She had intended to donate it previously to the Order of Poor Ladies to found a minor nunnery. This order had already started to build what had been intended to become the church of Santa Maria della Nunziata, erected on the spot where the Temple of Isis had stood in Imperial Rome.
Although the Jesuits got the Marchesa's land, they did not get any money from her for completing the church. Budgetary restraints compelled them to hire their own architect. Construction of the church was taken over by the Jesuit architect Giovanni Tristano. Built entirely by Jesuit labour, the church of the Most Holy Annunciation was first used for worship in 1567. A three-aisled church dedicated to the Most Holy Annunciation (Italian: Santissima Annunziata) was built in the Collegio Romano between 1562 and 1567 on the foundations of the pre-existing construction. Since the earlier church had already been built to the height of the ground floor in 1555, there was no way for the Jesuits to expand the structure to hold the increasing number of students attending the Collegio Romano. The facade was very similar to that of the contemporary Church of Sant'Andrea al Quirinale, which was also designed by Giovanni Tristano. In accordance with the wishes of the Marchesa, the façade proudly displayed the Orsini arms. The Church of the Most Holy Annunciation was enlarged in 1580 when Pope Gregory XIII expanded the Collegio Romano itself, especially the side chapels.
The old church became insufficient for over two thousand students of many nations who were attending the College at the beginning of the 17th century. Pope Gregory XV, who was an old pupil of the Collegio Romano, was strongly attached to the Church. Following the canonization Saint Ignatius of Loyola in 1622, he suggested to his nephew, Cardinal Ludovico Ludovisi, that a new church should be erected to the founder of the Society of Jesus, at the College itself. The young cardinal accepted the idea, asked several architects to draw plans, among which Carlo Maderno. Ludovisi finally chose that of the Jesuit mathematician Orazio Grassi, professor at the Collegio Romano itself.
The foundation stone was laid only on August 2, 1626, four years later, a delay which was caused by the fact that a section of the buildings belonging to the Roman College had to be dismantled. The old church was eventually demolished in 1650 to make way for the massive Church of Saint Ignatius of Loyola, which was begun in 1626 and finished only at the end of the century. In striking contrast to the Church of the Most Holy Annunciation, which occupied only a small section of the Collegio Romano, the Church of Saint Ignatius of Loyola took up a quarter of the entire block when it was completed.
The church was opened for public worship only in 1650, at the occasion of the Jubilee of 1650. The final solemn consecration of the church was celebrated only in 1722 by Cardinal Antonfelice Zondadari. The church's entrance now faces on to the Rococo Place of San Ignazio was planned by the architect Filippo Raguzzini.
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Portuguese
A Igreja de Santo Inácio de Loyola no Campo de Marte (em italiano: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio) é uma igreja de Roma, na Itália, dedicada ao fundador da ordem dos jesuítas.
Construída em estilo barroco entre 1626 e 1650, a igreja funcionou inicialmente como igreja paroquial adjacente ao Collegio Romano, que se mudou em 1584 para um novo prédio maior e tornou-se a Pontifícia Universidade Gregoriana.
Após a canonização de Santo Inácio de Loyola em 1622, o Papa Gregório XV sugeriu a seu sobrinho, o Cardeal Ludovico Ludovisi, que uma nova igreja deveria ser erigida para o fundador da Companhia de Jesus. O cardeal aceitou a idéia e pediu a vários arquitetos para desenhar planos, entre os quais Carlo Maderno. Ludovisi finalmente escolheu o do matemático jesuíta Orazio Grassi, professor no Collegio Romano. A pedra fundamental foi lançada apenas em 2 de agosto de 1626, quatro anos mais tarde, um atraso que foi causado pelo fato de que uma parte dos antigos edifícios pertencentes ao Collegio Romano tiveram de ser demolidos. Igreja de Santo Inácio foi aberta ao culto público apenas em 1650, por ocasião do Jubileu de 1650, e só foi concluída no final do século. A consagração solene da igreja foi celebrada apenas em 1722. A igreja tem uma planta em cruz latina, com numerosas capelas laterais. O edifício foi inspirado na igreja matriz dos Jesuítas, a Igreja de Jesus. As imponentes pilastras coríntias que estruturam todo o interior, a ênfase teatral sobre o altar na abside, mármores coloridos, vívidas esculturas em estuque e mármore ornamentando os altares, fartas douraduras, e ousadas pinturas em trompe-l'oeil no teto nave, produzem um efeito de conjunto festivo e suntuoso.
Andrea Pozzo, um irmão jesuíta, pintou após 1685 o grandioso afresco que se estende por todo o teto da nave. Ele celebra a obra de Santo Inácio e da Companhia de Jesus no mundo, apresentando o santo recebido no Paraíso por Cristo e a Virgem Maria e rodeado por representações alegóricas dos quatro continentes. Pozzo trabalhou de modo a dissolver ilusionisticamente a superfície real da abóbada da nave, criando uma projeção em perspectiva que faz o observador ver uma cúpula aberta para o céu brilhante e cheio de figuras voando. Um disco de mármore no meio do chão da nave marca o ponto ideal a partir do qual os observadores podem perceber melhor a ilusão. Pozzo também pintou os afrescos nos pendentes da cúpula, cada um com uma passagem do Antigo Testamento, figurando Judite, Davi, Sansão e Jael. Novamente por Pozzo, os afrescos da abside apresentam a vida e a apoteose de Santo Inácio. O cerco de Pamplona, no painel à esquerda, comemora o ferimento de Santo Inácio, que levou à convalescença e conversão que transformou sua vida. O painel sobre o altar-mor tem a Visão de Santo Inácio na Capela de La Storta, comemorando o lugar onde o santo recebeu o chamado divino. Santo Inácio recebendo Francisco Borgia recorda o recrutamento do nobre espanhol que se tornou o Geral da Companhia dos Jesuítas. Pozzo é também responsável pelo afresco na concha da abside representando Santo Inácio curando os pestilentos.
A capela do transepto direito, dedicada a São Luís Gonzaga, tem um mármore em alto-relevo representando São Luís Gonzaga na Glória (1697-1699), de Pierre Le Gros, o Jovem, e abaixo fica o caixão de vidro de São Roberto Bellarmino. Le Gros foi autor também da suntuosa tumba de Gregório XV e de seu sobrinho, em associação com Pierre-Étienne Monnot, que esculpiu duas figuras da Fama para o monumento. A capela do transepto esquerdo tem um altar em mármore da Anunciação de Filippo della Valle, com figuras alegóricas e os anjos (1649) por Pietro Bracci, e um teto com afrescos de Andrea Pozzo. A parede oeste da nave tem um grupo escultórico mostrando a Magnificência e a Religião (1650) por Alessandro Algardi. Algardi também ajudou a projetar os altos-relevos em estuque que existem em ambas as paredes laterais da nave logo acima das entradas das capelas e debaixo da grandiosa entablatura da nave.
English
The Church of Saint Ignatius of Loyola at Campus Martius (Italian: Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola a Campo Marzio, Latin: S. Ignatius a Loyola in Campo Martio) is Roman Catholic titular church dedicated to Ignatius of Loyola, the founder of the Jesuit order, located in Rome, Italy. Built in Baroque style between 1626 and 1650, the church functioned originally as Rectory church to the adjacent Collegio Romano, that moved in 1584 to a new larger building and became the Pontifical Gregorian University. The Cardinal Priest of the Titulus S. Ignatii de Loyola in Campo Martio is Cardinal Roberto Tucci, S.J.
History
The Collegio Romano opened very humbly in 1551, with an inscription over the door summing up its simple purpose: "School of Grammar, Humanity, and Christian Doctrine. Free". Plagued by financial problems in the early years, the Collegio Romano had various provisional centres. In 1560, Vittoria della Tolfa, Marchesa della Valle, donated her family isola, an entire city block and its existing buildings, to the Society of Jesus in memory of her late husband the Marchese della Guardia Camillo Orsini, founding the Collegio Romano. She had intended to donate it previously to the Order of Poor Ladies to found a minor nunnery. This order had already started to build what had been intended to become the church of Santa Maria della Nunziata, erected on the spot where the Temple of Isis had stood in Imperial Rome.
Although the Jesuits got the Marchesa's land, they did not get any money from her for completing the church. Budgetary restraints compelled them to hire their own architect. Construction of the church was taken over by the Jesuit architect Giovanni Tristano. Built entirely by Jesuit labour, the church of the Most Holy Annunciation was first used for worship in 1567. A three-aisled church dedicated to the Most Holy Annunciation (Italian: Santissima Annunziata) was built in the Collegio Romano between 1562 and 1567 on the foundations of the pre-existing construction. Since the earlier church had already been built to the height of the ground floor in 1555, there was no way for the Jesuits to expand the structure to hold the increasing number of students attending the Collegio Romano. The facade was very similar to that of the contemporary Church of Sant'Andrea al Quirinale, which was also designed by Giovanni Tristano. In accordance with the wishes of the Marchesa, the façade proudly displayed the Orsini arms. The Church of the Most Holy Annunciation was enlarged in 1580 when Pope Gregory XIII expanded the Collegio Romano itself, especially the side chapels.
The old church became insufficient for over two thousand students of many nations who were attending the College at the beginning of the 17th century. Pope Gregory XV, who was an old pupil of the Collegio Romano, was strongly attached to the Church. Following the canonization Saint Ignatius of Loyola in 1622, he suggested to his nephew, Cardinal Ludovico Ludovisi, that a new church should be erected to the founder of the Society of Jesus, at the College itself. The young cardinal accepted the idea, asked several architects to draw plans, among which Carlo Maderno. Ludovisi finally chose that of the Jesuit mathematician Orazio Grassi, professor at the Collegio Romano itself.
The foundation stone was laid only on August 2, 1626, four years later, a delay which was caused by the fact that a section of the buildings belonging to the Roman College had to be dismantled. The old church was eventually demolished in 1650 to make way for the massive Church of Saint Ignatius of Loyola, which was begun in 1626 and finished only at the end of the century. In striking contrast to the Church of the Most Holy Annunciation, which occupied only a small section of the Collegio Romano, the Church of Saint Ignatius of Loyola took up a quarter of the entire block when it was completed.
The church was opened for public worship only in 1650, at the occasion of the Jubilee of 1650. The final solemn consecration of the church was celebrated only in 1722 by Cardinal Antonfelice Zondadari. The church's entrance now faces on to the Rococo Place of San Ignazio was planned by the architect Filippo Raguzzini.
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A text in english from www.uni-graz.at/~katzer/engl/Bixa_ore.html
Annatto (Bixa orellana L.)
View the names of this plant in 33 languages
Synonyms
Bixa orellana: Sterile achiote plant
Sterile annatto plant
Bixa orellana: Anatto plant
Annatto shrub with red capsules
Arabicآتشيوت
Atshyut
BengaliLatka
BulgarianАчиоте
Achiote
Chinese
(Cantonese)胭脂樹 [yīn jī syuh]
Yin ju syuh
Chinese
(Mandarin)胭脂樹 [yān zhī shù]
Yan zhi shu
CzechAnnata
DutchAnatto, Rocou, Annotto, Achiote, Orleaan
EnglishAchiote, Lipstick tree
EstonianVärvibiksa, Annatopõõsa
FinnishAnnatto, Annattopuu, Orleaani
GermanAnnatto, Orleanstrauch
HindiSindhuri
HungarianOrleánfa, Ruku, Bjoul
IndonesianKesumba
ItalianAnnatto, Anotto
FrenchRocou, Roucou, Achiote, Rocouyer
Japaneseベニノキ
Beninoki
KhmerCham-puu, Chraluek
Korean아치오테, 아나토
Achiote, Anato
LaotianSa ti, Dok kham, Kham, Satii, Somz phuu
MalayJarak belanda
PolishArnota
PortugueseAnato, Urucú, Açafroa-do-Brasil, Urucum
RussianАннато, Бикса, Помадное дерево
Annato, Biksa, Pomadnoe derevo
SerbianОрлеан-дрво
Orlean-drvo
SlovakAnatto
SpanishAchote, Annato, Achiote
TagalogAchuete, Achwete, Atsuete, Echuete
Tamilசப்பிரா, கொங்காரம்
Kongaram, Sappira
Thaiคำแสด, สะตี, คำไท
Kam tai, Kam saed, Sati
TurkishArnatto
VietnameseHột điều màu, Điều nhuộm
Hot dieu mau, Dieu nhuom
Yiddishאָרלעאַן
Orlean
Bixa orellana: Anatto seeds
Annatto seeds
Used plant part
Dark red seeds (about 3 mm diameter). Pictures of both the seeds and the fruits are given by Ortiz.
Plant family
Bixaceae (a family with only two representatives in South America).
Sensory quality
Annatto has a weak, perfumed odour.
Main constituents
The flowery scent of the seeds is caused by a tricyclic sesquiterpene hydrocarbon, ishwarane.
The red colour is due to several apocarotenoids located in the seed epidermis, of which bixin (9'Z-6,6'-diapocarotene-6,6'-dioate) is the most important. Several more carotenoids and apocarotenoids have been identified, e.g., norbixin. Their total amount varies strongly: Common values are 2 to 5%, but the content may reach up to 7% of the dry seeds' mass. (Phytochemistry, 41, 1201, 1996)
Bixa orellana: Annatto flower
Annatto flower
Origin: South America; Brazil is the main producer and exporter. Today, annatto is also grown on the Philippines (introduced by the Spanish).
Etymology
The scientific species name orellana is derived from the name of Francisco de Orellana, a Spanish explorer of the 16.th century. Together with Francisco Pizarro, Orellana had been involved in the destruction of the Inca Empire; in 1540, he participated in another expedition led by Gonzalo Pizarro. Following false rumours about gold and cinnamon trees, about 2000 Spaniards entered the Peruvian and Brazilian jungles, where most of them perished. Orellana abandoned the party and made his way eastward, where he (more or less by chance) discovered the Amazon River and earned scientific fame quite undeservedly.
By confusion of the Spanish name with the French town Orleans, the German name Orleanstrauch, literally meaning “shrub of Orleans” emerged.
Other names of this plant all stem from Indio tongues in Central and South America: urucul from Tupi-Guarani in the Amazon region, (thence French rocou), annatto from the Carib and achiote from Náhuatl in México. The scientific genus name, Bixa, comes from another Carib plant name usually transcribed as bija or biché.
English lipstick tree refers to the cosmetic use of the plant.
A Pinch of Annatto (www.apinchof.com) The Epicentre: Annatto Pacific Islands Ecosystems at Risk: Annatto Recipe: Cochinita Pibil (Pork Dish Maya Style) (dianaskitchen.com) Recipe: Traditional achiote recado (thesmokering.com) Receta: Pescado Pibil (tikinxic) (cocinadelmundo.com) Recipe: Mayan Chicken With Spicy Orange Paste (www.pepperfool.com) Recipe: Vietnamese Roasted Chicken (tcbs.com) Rain Tree: Annatto
Bixa orellana: Annato shrub
Annatto shrub with flowers and fruits
www.botany.hawaii.edu © Gerald Carr
Annatto is native to South America, and is currently mostly in use as a flavouring and food colouring in Central and Northern South America. In the Caribbean, the seeds are usually fried in (animal or vegetable) fat; after discarding the seeds, the then golden-yellow fat is used to fry vegetables or meat. By this procedure, a golden yellow to golden brown colour is achieved. Mexican cooks often use a paste (achiote) of annatto seeds with some preservatives (acetic acid) that dissolves completely in hot fat; it is easy to use and can also be added to marinades and sauces to improve the colour. Similar use is found in South America, namely, Perú and Bolivia.
The original Aztec drinking chocolate (see also vanilla) is reported to have contained annatto seeds as well; given their high fat content, this is entirely plausible, even more since red colour bears associations with blood and thus had religious connotations in Aztec society. Using annatto to deepen the colour of chocolate was common in Europe until the 17.th century; today, the spice has little if any significance and is used occasionally to give butter and cheese a deep yellow colour (see also blue fenugreek).
In South México (Yucatán), meat is often marinated with a spice mixture called recado that derives its vibrantly yellow colour from liberal addition of annatto. The annatto seeds may be used ground (often after soaking in hot water to soften them) or in form of annatto oil. Recado is made from annatto, dried oregano, ground spices (black pepper, allspice and cumin), garlic and fiery Yucatecan chiles. They key flavour is the juice of bitter oranges (also known as sour oranges or Seville oranges) which adds a distinct, acidic fruitiness.
Recado-marinated meats are wrapped in banana leaves and baked in a hot stone pit. Baking in a hot oven, pan-frying or grilling is also possible. The technique can be applied to poultry and fish, but is most popular for pork, especially suckling pig. Food prepared this way is generally referred to as pibil.
y Spanish influence, annatto also has made its way to South East Asia. On the Philippines, the seeds are often ground to a powder and added to soups and stews; meat is often marinated with annatto-coloured seasonings. The colour obtained hereby is brownish-yellow, less vibrant than the colour resulting from usage of annatto oil in the Caribbean.
Besides Philippino cooking, the cuisines of South East Asia make little use of annatto seeds. In Vietnam, batters are often prepared with annatto oil to achieve a more attractive colour; annatto oil is also common for improving the colour of coconut-based curries (ca ri [cà ri], see rice paddy herb). Lastly, there are Vietnamese varieties of Beijing duck (ga quay mat ong [gà quay mật ong], can be prepared with either duck or chicken) that use annatto oil to colour the bird's skin; Chinese cooks produce a similar colour by treating the duck with malt solutions, which caramelizes during baking. In China, annatto seeds are occasionally contained in seasonings or marinades for grilled or fried meats (predominantly pork), resulting in a bright orange meat surface.
Although some books state that annatto imparts its specific flavour to the food stained therewith, I cannot myself agree with this opinion. It is true that pure annatto seeds have same very faint fragrance, but this aroma is not transmitted to the food.
Bixa orellana: Annato fruits
pharm1.pharmazie.uni-greifswald.de
Orange or yellow hues can also be obtained with several other plants. A chemically similar dye is contained in saffron, and the colour may become quite similar; yet saffron with its incomparable fragrance is much more than just a colouring agent. Safflower, in contrast, does not have any taste at all and can, therefore, be used whenever colour is desired but no aroma wanted; but its staining capability is low. Lastly, turmeric has a strong, earthy aroma and stains food bright yellow.
Both turmeric and saffron can even be used to dye textiles; both are, however, not lightproof (and saffron is very expensive, though this usage is mentioned in the Bible; see pomegranate).
Leaves can also be used to colour food, but, in general, they will give only a modestly green colour (see pandanus leaves or mugwort for examples in Asian sweetmeats). In the wild, leaf colours other than green are rare, but gardeners have succeeded in breeding cultivars with red or otherwise coloured leaves from many herbs and other plants (e.g., basil, sage or, most spectacularly, chameleon plant). In Japan, a purple-leaved variety of perilla is used to colour pickled ginger.
The green leaf pigment chlorophyll is also responsible for the greenish colour of some vegetable oils, namely olive oil and pumpkin seed oil. Although the former is usually too pale, the latter can be used to give both flavour and colour to a variety of mostly cold foods.
There are no easy ways to achieve other colours with spices; several vegetables, however, fortunately can fill this hole. Spinach is common for a bright green (because it is more colourful than most other leaves), tomatoes for red, carrots for orange and aubergines for purple. Italian cooks sometimes use the dark “ink” of squids to give their noodles (pasta) or rice dishes (risotto) an exotic black colour. Another, very unusual colouring agent is the dried cochenille bug, which gives a bright and appealing pink (appalling though the culinary use of an insect may seem). For those loathing beetles, the red beet is a viable and efficient alternative.
Blue is the colour most difficult to achieve by natural dyes; people have tried their luck with several flowers (e.g., borage), but apart from being only seasonally available, none has proved sufficient colouring capability. The best results are obtained with a plant from South East Asia called butterfly pea (Clitoria ternatea, Fabaceae), whose deep blue coloured flowers have been used to colour desserts, particularly in Thailand; but in our days, synthetic food dyes have become much more popular.
Urucum (Bixa orellana L)
Mais conhecido por suas propriedades como corante, o urucum é um poderoso remédio natural, eficaz contra vômitos e para auxiliar a digestão. De acordo com pesquisas recentes, ele atua também contra a hipertensão arterial. O chá das sementes maduras (1 colher das de sopa em 1 xícara de água) pode ser utilizado em compressas para auxiliar na cicatrização de ferimentos. O urucum também funciona como repelente de insetos e bronzeador, mas, atenção, ele não protege a pele contra os raios solares. O corante é muito empregado na indústria de laticínios. Além disso, é uma bela planta ornamental.
Nome científico: Bixa orellana L.
Família: Bixaceae.
Sinônimo botânico: Bixa acuminata Bojer, Bixa americana Poiret in Lam., Bixa odorata Ruiz & Pav. Ex G. Don, Bixa orellana var. Leiocarpa (Kuntze) Standl. & L.O Williams, Bixa platycarpa Ruiz & Pav. Ex G. Don, Bixa tinctoria Salisb., Bixa upatensis Ram. Goyena, Bixa urucurana Willd., Orellana americana Kuntze, Orellana orellana (L.) Kuntze.
Outros nomes populares: açafrão-da-terra, açafroa, açafroeira-da-terra, achicote, achiote, achote, bija, bixa, colorau, orucu, tintória, urucu, urucu-ola-mata, urucuuba, urucuzeiro, uru-uva, orleanstrauch (alemão), onoto (espanhol), noyer d'Amerique (francês), annatto (inglês).
Obs.: a bixina é avermelhada e insolúvel em água e a nor-bixina é solúvel em água.
Propriedades medicinais: adstringente, afrodisíaco (sementes trituradas), antiasmática, antibiótica, antidiabética (sementes), antidiarréica, antidisentérica, antídoto do ácido cianídrico, anti-hemorrágica, antiinflamatória, antioxidante, antipirética, bactericida, béquica, cardiotônico, cicatrizante (raiz), corante, depurativa, digestivo (sementes), diurética, emoliente, estimulante, estomáquica, expectorante (sementes), hemostática, hipotensor, laxante, peitoral, protetor da pele, refrigerante (polpa), repelente, vulnerária (folhas).
O urucum, Urucu, do tupi uru-ku (vermelho), ou açafroa é uma árvore originária da América Tropical, também chamado de annatto (inglês), onoto ou achiote (espanhol), rocou (francês) e orleansstrauch (alemão). São arvoretas nativas na América tropical com grandes folhas de cor verde-claro. Produzem flores rosadas, com muitos estames. Os frutos são cápsulas armadas por espinhos maleáveis, que tornam-se vermelhas quando maduras. Então, abrem-se revelando pequenas sementes dispostas em série, envolvidas por arilo vermelho. Pode atingir até 6 metros de altura e suas sementes de cor avermelhada são comumente usadas como corante natural.
O urucu era, e ainda é, utilizado tradicionalmente pelos índios brasileiros (juntamente com o jenipapo, de coloração preta) e peruanos como fonte de matéria prima para tinturas vermelhas, usadas para os mais diversos fins, entre eles, protetor da pele contra o sol e contra picadas de insetos; há também o simbolismo de agradecimento aos deuses pelas colheitas, pesca ou saúde do povo. No Brasil, a tintura de urucu em pó é conhecida como colorau, e usada na culinária para realçar a cor dos alimentos. Esta espécie vegetal ainda é cultivada por suas belas flores e frutos atrativos. Ao passar urucu na pele ele penetra nos poros, e ao longo do tempo a pele passa a ter uma tonalidade avermelhada constante e definitiva. Isso acontece pois os poros se entopem de urucu e não conseguem mais eliminá-lo.
Levado para Europa pelos primeiros colonizadores da América, é mundialmente empregado como corante de diversos fins, principalmente na indústria alimentícia. Com o banimento do uso de corantes alimentícios artificiais na União Européia, por prováveis efeitos cancerígenos, por exemplo a anilina, é intensamente importado da América Tropical e África, além de não ter sabor.
O termo cigarra é a designação comum aos insetos homópteros da família dos cicadídeos, que reúne os maiores representantes da ordem. Existem mais de 1.500 espécies conhecidas deste insetos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo brasileira). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insetos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo cada espécie som característico.
As cigarras também são reconhecidas pela forma característica e pelo tamanho grande, que varia cerca de 15 milímetros até pouco mais de 65 milímetros de comprimento e atingindo até 10 cm de envergadura. Possuem um "bico" comprido para se alimentar da seiva de árvores e plantas onde normalmente vivem.
A importância da cigarra no ecossistema é positiva, por um lado, por servir de alimento para os predadores e, negativa, por outro, porque constitui-se em pragas de algumas culturas. As suas ninfas vivem alimentando-se da seiva das raízes das plantas, causando sensíveis prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que retiram e pelos ferimentos causados às raízes, facilitando a penetração de fungos e bactérias.
Muitas espécies de cigarra têm períodos diferentes de amadurecimento, com ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero Magicicada têm uma característica adicional: elas são sincronizadas, ou seja, saem do chão todas ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos.
Existem mais de 3000 tipos diferentes de cigarra e já foram detectados com 20mm a até 130 mm e normalmente são encontrados em regiões de florestas tropicais, mas também podem ser encontrados em outros tipos de vegetações.
No compartimento interno da barriga do macho desenvolve-se os musculos e os elementos que soltam o som do canto da cigarra que serve para atrair a femea. Alem disso, ele tambem canta quando é atacado ou capturado por inimigos naturais.
De outro lado, o compartimento da barriga da femea fica lotado de ovos e a parte traseira desenvolve-se como ovulador.
A cigarra é um inseto de fases incompletas. Ovo→Ninfa→Inseto adulto
Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem.
Os insetos jovens (ou “ninfas”) caem no chão e entram na terra.
As ninfas vivem na terra por 4 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes.
Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.
O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica.
As cigarras masculinas começam a cantar com um ruído zumbindo agudo, alto para atrair fêmeas. As fêmeas tambem fazem um pequeno som mas bem baixo. As cigarras masculinas cantam vibrando as membranas no lado de baixo do primeiro segmento abdominal. As cigarras masculinas são também capazes de fazer um grito alto quando perturbadas. Acredita-se que tal gritar pode ser eficaz em determinados predadores.
No caso do Japão, normalmente as cigarras adultas aparecem no verao, mas também existem tipos de cigarra que aparecem na primavera como o Haru Zemi - Terpnosia, e os que aparecem no Outono como a cigarra Coreana Suisha coreana. Com o aquecimento global avancando nestes anos, já está até comum encontrar cigarras cantando nos meses de Outubro. O normal é a forma adulta viver entre 1 a 2 semanas, mas isso era devido a dirficuldade natural de maturação mas nos campos, diz-se que as cigarras sobrevivem por quase 1 mes [1]。
Alem disso, o periodo como Ninfa vivendo dentro da terra é entre 3 a 17 anos e no caso do ABURA ZEMI (Graptopsaltria nigrofuscataé de 6 anos) e ao contrario do que se pensa de ter uma sobrevivencia curta, é na realidade uma das mais longas entre os insetos.
O "canto" da Cigarra
Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas das espécies maiores conseguem atingir os 120 decibéis com facilidade,[2] enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cachorros e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele.
Diferente de outros insetos, como os grilos, o barulho não é feito pela fricção das asas. As cigarras possuem um aparelho estridulatório, que fica dentro do abdômen e o som é feito com movimentos de contração.
Após o acasalamento, as fêmeas depositam os ovos em rachaduras nos caules de plantas hospedeiras. Depois que os ovos eclodem, as ninfas, fase jovem da cigarra, descem por fios de seda até o solo, onde elas ficam a maior parte da vida. No Brasil, o ciclo de vida desses insetos dura um ou dois anos, sendo apenas dois ou três meses fora do solo. Em outros países, como os Estados Unidos, o ciclo de vida das cigarras pode chegar até 17 anos.
Até mesmo as cigarras se protegem contra o volume intenso de seu próprio canto. Tanto o macho como a fêmea dessa espécie de insetos possuem um par de grandes membranas que funcionam como orelhas. Elas são os tímpanos, conectados ao órgão auditivo por um pequeno tendão que reage quando o macho canta, dobrando-os para que o som alto não lhes provoque danos. A crença de que as cigarras "explodem" quando cantam não é verdadeira. A "casca" da cigarra que encontramos presas as árvores são o exoesqueleto do inseto que realizou a última muda ou ecdise, concluindo sua forma adulta. A população antiga acredita que o canto da cigarra é o sinal que ela está chamando chuva, por isso seus cantos em dias quentes.
As cigarras não se alimentam de moscas, vermes ou grãos. Enquanto jovens, elas sugam a seiva das plantas pela raiz e injetam toxinas. Na fase adulta elas também se alimentam da seiva, mas, desta vez, sugada pelo caule e folhas das plantas. Para algumas culturas, as cigarras são pragas de grande importância. Segundo o professor do Departamento de Entomologia Agrícola, Marcelo Picanço, em alguns casos as plantas morrem ou ficam depauperadas, podendo ser encontradas milhares de ninfas nas raízes. A ingazeira, os eucaliptos e abacateiros são exemplos de plantas hospedeiras prejudicadas pelas cigarras, mas é na cultura de café que as cigarras causam maiores danos. Em Minas, o ataque das cigarras aos cafezais é mais freqüente na região sul do estado. A depauperação da planta causa descoloramento e queda precoce das folhas, sendo mais preocupantes nas épocas de seca. As conseqüências são quebra significante da produção e até mesmo perda total da lavoura se não for controlada a tempo.
Para controlar a praga são utilizados inseticidas aplicados na fase chuvosa para melhor absorção das raízes e para que as ninfas sejam combatidas logo que furam os solos. Também é possível fazer o controle com o fungo metarhizium. Mas o controle biológico é mais eficaz quando associado ao uso de inseticidas, porque o fungo tem mais facilidade de penetrar nas ninfas debilitadas.
Também é possível o controle cultural, eliminando os pés de café infectados e plantando outros no local após três anos e evitando o plantio de outras plantas hospedeiras do inseto próximo às plantações.
As cigarras estão presentes em quase todas as regiões do mundo, tanto em climas quentes como frios, e têm poucos predadores. Na fase adulta, são alimento para pássaros e enquanto ninfas são atacadas por besouros, alguns mamíferos, como o tatu, e quem diria, por formigas predadoras que vivem nos solos.
[editar]O mijo da cigarra
Quando falhamos ao tentar pegar uma cigarra, na hora que ela foge, ela costuma "mijar". No ditado popular, dis-se que ela 「dá o troco pela tentativa」, entretanto, muitos dizem que na realidade, na hora que ela levanta voo, ela elimina o excesso de liquidos para deixar o corpo mais leve e facilitar a fuga, outros dizem que seu ventre é fraco e o impulso do voo, faz com que elimine o que está armazenado. Na realidade ela esta eliminando a seiva retirada da arvore e nao necessariamente pondo em alvo quem a ataca e por isso, não só acontece na hora do voo, mas mesmo durante a extracao da seiva isso vem a ocorrer.
Mesmo assim, após analises, foi verificado que o que sai como sendo o 「mijo da cigarra」 praticamente so tem água, não sendo constatada praticamente quase nenhum residuo tóxico.
She woke up of the coma, but she's very weak. She's still in the ICU (UTI).
She lost 40% of her blood. She had 4 surgeries, two to stop the hemorrhage, one for the blood clot in her brain and one for her heart.
The doctors are waiting for her gets a little strong to do another heart surgery this Friday.
She has so much pain, but she doesn't complain. The nurses said that never saw someone to resist so much pain like her.
She woke up smiling .
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Aqui o email que recebi:
Oi Luiza ela esta tranquila
E bem ainda nada de concerto
Continua na UTI , no accident
No accident ela ficou presa e Teve
Varios ferimentos internos. E tambem
Um um coagulo no celebro. !! Mas no
Momento 2 cirurgias foram para
Reter as h emorragias 1 retirar o coagulo
Do celebro. , uma foi no coracao que ainda esta
Muito inchado ,se ela resistir ate sexta , eles
Irao fazer mais uma cirurgia no coracao. Eles Estao
Apenas aguardando m pouco , pois ela nao resistira
A outra cirurgia agora , ela precisa recuperar um pouco
Pois perdeu 40 do sangue , no accident !!
Sabemos que esta sentindo muitas dores
Por informacao medica , mas ela nunca demonstra
Isto, e nem para as enfermeiras elas dizem ( tsuyoi, tsuyoi suguiru )
Dizem que nunca tinha visto alguem resistir tanta dor
Sem gemer ou gritar .
lA ZANZARA CHE VEDETE A DESTRA E' UNA ZANZARA TIGRE CHE HO FOTOGRAFATO MENTRE MI PUNGEVA AD UNA GAMBBA , MENTRE I 2 CALABRONI A DESTRA LI HO FOTOGRAFATI ATTRAVERSO IL VETRO DELLA MIA FINESTRA. COME VEDETE LE IMMAGINI NON SONO BUONE MA PROVATE VOI A FOTOGRAFARE UNA ZANZARA NELL'ISTANTE IN CUI AFFONDA IL SUO LUNGHISSIMO PUNGIGLIONE NELLA VOSTRA CARNE. UN PUNGIGLIONE CHE FACILMENTE TRAPASSA ANCHE IL TESSUTO DEI VOSTRI JEANS. lA PICCOLA PUNTINA ROSSA CHE SI VEDE E' IL MO SANGUE.
CURIOSITA':
I CALABRONI
Come gli altri vespidi, i calabroni sono abbastanza aggressivi, sebbene non attacchino senza essere stati disturbati. Il loro pungiglione, contrariamente a quello delle api, non è dentellato, e rimane solo raramente nella ferita, ma la puntura è molto dolorosa e spesso causa un notevole gonfiore: una puntura alla gola può portare al soffocamento. Al contrario di quella delle api, la puntura del calabrone non ha come bersaglio i vertebrati: le api devono difendere il nettare raccolto nell'alveare dagli animali che se ne vogliono cibare e insieme al pungiglione lasciano nella pelle dell'animale la ghiandola che continua a rilasciare il veleno (perdendo così la vita); i calabroni invece usano la puntura sulle predi più difficili, che sono comunque insetti. Per questo la quantità di veleno iniettato è inferiore rispetto a quella rilasciata dall'ape.
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ENGLISH
On the right is a mosquito tiger. I photographed her as she pricks me in the leg. Hornet to have phptographed them right throgh the glass of my window. How to see the images are not good , but just you try taking photographs of mosquitoes !
The instant that the Mosquito plunges its sting in your flesh, a sting that can easily pierce the fabric of your jeans...Then you see the little red dot of blood. Hornets, like most other Wasps, are aggressive creatures, though they only attack if disturbed. Their sting, contrary to that of bees, is not notched, and rarely remains in the wound, but the sting is very painful and often causes a significant swelling - a Hornet sting in the throat can lead to suffocation. In contrast to the Hornet,
Bees must defend the hive and their precious nectar. Animals that may try to eat their honey will be stung. Their sting is attached to a poison sack that continues to pump poison in to their victim. This process of detaching the sting and poison sack ultimately kills the Bee. The Hornet instead may bite on it's prey like many other insects. The Hornets venom is much less due to the absence of the poison sack found on a Bee.
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PORTUGUESE
As vespas e os mosquitos / tigres chegaram
O mosquito que estão vendo à direita é um mosquito/tigre, que eu fotografei enquanto me picava uma perna. As 2 vespas à esquerda eu fotografei através do vidro da minha janela. Como podem ver, as imagens não são boas ,mas experimentem vocês fotografar um mosquito no instante em que afunda o seu longuíssimo ferrão na sua carne... Um ferrão que facilmente trespassa até mesmo o tecido do seu jeans. O pequeníssimo ponto vermelho que se pode ver é o meu sangue.
CURIOSIDADE:
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As vespas, como outros da sua espécie, são bastante agressivas , se bem que não atacam sem serem perturbadas.O seu ferrão, contrariamente ao das abelhas, não é denteado e raramente permanece no ferimento.A picada, no entanto, é muita dolorosa e muitas vezes provoca inchaço considerável: uma picada na garganta pode levar à asfixia. Ao contrário daquela das abelhas, a picada da vespa não tem como alvo os vertebrados:as abelhas devem defender a colméia e o néctar coletado do ataque de outros animais que disputam o mesmo alimento.Junto ao ferrão,deixam na pele do animal a glândula que continua a liberar o veneno, provocando sua morte.
As vespas,ao contrário, usam o ferrão contra as presas mais difíceis , que são os insetos.Por esta razão,a quantidade de veneno injetado é inferior em relação àquela deixada pela abelha.
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ESPANOL
El mosquito que veis a la derecha es un MOSQUITO TIGRE que he fotografiado mientras me pinchaba en una pierna, mientras tengo dos avispones (Vespa crabro) fotografiados a través DEL CRISTAL DE MI VENTANA. COMO PODEIS VER LAS IMÁGENES NO SON BUENAS, PERO intentad vosotos fotografiar un mosquito en el instante que hunde su aguijón en vuestra carne. Una picadura que fácilmente también puede perforar la tela de vuestros pantalones vaqueros. El pequeño punto rojo que se puede ver es MI SANGRE.
Lhama ou lama (Lama glama), da palavra quíchua llama, é um mamífero ruminante da América do Sul, da família dos camelídeos, género Llama. Este animal tem pelagem longa e lanosa, e é domesticado para a utilização no transporte de carga, produção de lã, carne e couro.
A lhama é relacionada com o guanaco, a vicunha e a alpaca. Foi domesticado pelo povo inca, tendo sido muito importante para os mesmos.
As lhamas vivem na Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são baixas. Assim, as pelagens servem para protegê-los do frio, além de proteger o seu corpo de arranhões e outros ferimentos. A lhama é conhecida pelo seu estilo calmo, muitas vezes andando devagar, porém pode se irritar facilmente: por este motivo, foi considerada o oitavo animal mais irritável do mundo segundo o canal Animal Planet. Quando irritada ou para chamar a atenção, espirra seu muco na direção do objeto de sua irritação.
A lhama alimenta-se de capim e mato. Estes animais medem de 1,40 a 2,40 metros de comprimento (contando com a cauda, adiciona-se mais 25 cm ao comprimento). Chega a pesar 150 quilogramas. Algumas raças de lhama são criadas para fins estéticos e de companhia, como a raça lhoodle, cujo comportamento se assemelha a cães da raça dos poodles
Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Lhama
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La llama (Lama glama) es un mamífero artiodáctilo doméstico de la familia Camelidae, abundante en la Puna o Altiplano de los Andes de Perú, Bolivia, Chile, Ecuador y Argentina. Fue creado por los pueblos andinos nativos mediante selección artificial a partir del guanaco salvaje que fue domesticado y del cual, por lo tanto, la llama deriva. Según recientes estudios de ADN,[cita requerida] esto ocurrió en principio de manera independiente en tiempo y espacio, en sectores del sur del Perú, norte de Chile, noreste de Bolivia y el noroeste de norte de Argentina.2 Fue aprovechado al máximo por el imperio Inca: era utilizado como animal para sacrificios, se obtenía carne y lana de él, y era aprovechado como animal de carga (el único antes de la llegada de los españoles a América, si se exceptúan los perros de los trineos inuit o «esquimales»).
Texto: es.wikipedia.org/wiki/Lama_glama
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The llama (Lama glama') is a domesticated South American camelid, widely used as a meat and pack animal by Andean cultures since the Pre-Columbian era.
The height of a full-grown, full-size llama is 1.7 to 1.8 m (5.6 to 5.9 ft) tall at the top of the head, and can weigh between 130 and 200 kg (290 and 440 lb). At birth, a baby llama (called a cria) can weigh between 9 and 14 kg (20 and 31 lb). Llamas typically live for 15 to 25 years, with some individuals surviving 30 years or more.[1][2][3]
They are very social animals and live with other llamas as a herd. The wool produced by a llama is very soft and lanolin-free. Llamas are intelligent and can learn simple tasks after a few repetitions. When using a pack, they can carry about 25 to 30% of their body weight for 8 to 13 km (5–8 miles).
The name llama (in the past also spelled 'lama' or 'glama') was adopted by European settlers from native Peruvians.
Llamas appear to have originated from the central plains of North America about 40 million years ago. They migrated to South America about three million years ago. By the end of the last ice age (10,000–12,000 years ago), camelids were extinct in North America. As of 2007, there were over seven million llamas and alpacas in South America, and due to importation from South America in the late 20th century, there are now over 158,000 llamas and 100,000 alpacas in the United States and Canada
Poi Costa Europa - Costa Crociere,
ora Thomson Dream di Thomson Cruises
MS Thomson Dream
From Wikipedia, the free encyclopedia
Career
Name:1986—1988: Homeric
1988—2002: Westerdam
2002—2010: Costa Europa
2010 onwards: Thomson Dream[1][2]
Owner:1986—1988: Home Lines
1988—2002: Holland America Line
2002—present: Costa Crociere[3][4]
Operator:1986—1988: Home Lines
1988—2002: Holland America Line
2002—2010: Costa Croisiere[3]
2010 onwards: Thomson Cruises[1]
Port of registry:1986—1988: Panama City, Panama
1988—1996: Nassau, Bahamas
1996—2002:Rotterdam, The Netherlands
2002—2010: Genoa, Italy[3]
2010 onwards: Valletta, Malta
Builder:Meyer Werft, Papenburg, West Germany
Cost:$150 million[5]
Yard number:610[3]
Launched:28 September 1985[3]
Acquired:6 May 1986[3]
In service:1986[3]
Identification:IMO 8407735[3]
Status:In service
General characteristics (as built)[3]
Type:cruise ship
Tonnage:42,092 GT
5,157 DWT
Length:204.00 m (669 ft 3 in)
Beam:29.73 m (97 ft 6 in)
Installed power:2 × 10-cyl, B&W-MAN diesels
combined 23800 kW
Propulsion:Two propellers[5]
Speed:22.5 knots (41.7 km/h; 25.9 mph) service speed[6]
Capacity:1,132 passengers
General characteristics (as Thomson Dream)[4]
Type:cruise ship
Tonnage:54,763 GT[7]
5,340 DWT
Length:243.23 m (798 ft)
Beam:29.73 m (97 ft 6 in)[3]
Draught:6.50 m (21 ft 4 in)
Decks:12 (9 passenger accessible)[7]
Speed:19 knots (35 km/h; 22 mph) service speed
20 knots (37 km/h; 23 mph) maximum speed[7]
Capacity:1,506 passengers
Crew:600[7]
MS Thomson Dream is a cruise ship owned by TUI UK Ltd. and operated under charter by Thomson Cruises.[4] She was built in 1986 at the Meyer Werft shipyard in Papenburg, West Germany as MS Homeric for Home Lines. In 1988 she was sold to Holland America Line and renamed MS Westerdam. In 1990 she was lengthened by 36.9 m (121 ft 1 in) at Meyer Werft. In 2002 she was transferred to the fleet of Costa Cruises and renamed MS Costa Europa.[3][8] In April 2010 she left the fleet of Costa Cruises on a ten-year charter to Thomson Cruises.[1]
Contents [hide]
1 Concept and construction
2 Service history
2.1 1986—1988: Homeric
2.2 1988—2002: Westerdam
2.3 2002—April 2010: Costa Europa
2.3.1 2010 dock collision
2.4 April 2010 onwards
2.4.1 Current and future cruises
3 Design
3.1 Exterior design
3.2 Interior design
3.3 Decks and facilities
4 Media appearances
5 References
6 External links
Concept and construction[edit]
The Homeric was planned during the first half of the 1980s as a replacement for the aging SS Oceanic in the Home Lines' fleet.[9] Meyer Werft in Papenburg, West Germany was chosen as the shipyard to build her.[3][8] The ship was named in honour of the company's earlier SS Homeric, a popular ship that had been destroyed by a fire in 1973.[9][10] The new Homeric was launched on 28 September 1985. She performed her sea trials between 26 December and 30 December 1985, but was not delivered to Home Lines until 6 May 1986.[3]
Following the sale of the ship to Holland America Line (and the sale of HAL itself to the Carnival Corporation), the ex-Homeric, now named Westerdam, returned to Meyer Werft on 30 October 1989 for a $84 million refit. The ship was lengthened by36.9 m (121 ft 1 in) and many of her interiors were rebuilt. The refit was completed on 12 March 1990.[3][5][8]
In 2002, prior to entering service as Costa Europa for Costa Cruises, the ship received a £5 million refit, with some of the public rooms redecorated and six balcony suites added.[5][8][10]
A model of the Homeric as built.
Service history[edit]
1986—1988: Homeric[edit]
During her service with Home Lines the Homeric was used for cruises from New York to Bermuda during the northern hemisphere summer season and cruises in the Caribbean during the rest of the year.[8] The success of the Homeric in service with Home Lines has been questioned, with one author describing her as the "giant swan song" of the company.[10] Whether the fault of the ship or something else, Home Lines was purchased by the Holland America Line in 1988.[8]
1988—2002: Westerdam[edit]
Westerdam at Ft. Lauderdale, Fl
In November 1988 the Homeric joined the fleet of Holland America Line and was renamed Westerdam (different sites state different dates for her transfer to the HAL fleet). In service with her new owners, the Westerdam cruised to Alaska during the summer season, returning to the Caribbean for the winter. Soon after Home Lines had been purchased by Holland America, HAL itself was purchased by the Carnival Corporation. HAL's new owners decided to invest heavily in the fairly new Westerdam, and between October 1989 and March 1990 she was extensively rebuilt and enlarged at Meyer Werft.[3][8] When the Westerdam entered service for HAL, she was registered in The Bahamas, but in 1996 she was re-registered to the Netherlands.[3]
In 2002, following the delivery of several newbuilds for Holland America Line, the Westerdam was transferred to the fleet of Costa Cruises.
A model of Costa Europa on display in Izmir, Turkey.
2002—April 2010: Costa Europa[edit]
Following the transfer to Costa Cruises in April 2002, the Westerdam was renamed Costa Europa and re-registered in Italy. On 27 April 2002 she started on her first cruise for her new owners from Genoa, subsequently being used for cruises around Europe.[3][8]
In February 2009, Costa Europa had engine trouble on an Indian Ocean cruise and passengers mutinied after scheduled stops were cancelled.[11]
2010 dock collision[edit]
On February 26, 2010, Costa Europa collided with a dock at Sharm al-Sheikh in Egypt, after attempting to dock in bad weather. The collision killed three crew members and injured at least four other people, three of them passengers. The incident tore a 2 metres (6 ft 7 in) wide hole in the hull, and the ship was listed to port to lift the damaged area clear of the water.[12][13] The report into the incident, to be handled by the Italian maritime authorities based in Genoa, had still not been handed to the IMO in January 2012.[14]
April 2010 onwards[edit]
Costa Europa left the fleet of Costa Cruises in April 2010, being Bareboat chartered to the United Kingdom-based Thomson Cruises for ten years. The charter agreement also includes an option for Thomson Cruises to buy the ship after five years.[1] The ship was renamed Thomson Dream for her service with Thomson.[2] Thomson Dream will receive a refurbishment at the end of 2012 and be introduced into the new Platinum collection of cruises.[15]
Current and future cruises[edit]
After Thomson Dream finished her summer 2012 Western Mediterranean cruises, she was to sail to Morocco & the Canary Islands till her drydock for her platinum upgrades, she will then sail to the Caribbean for the 2013 winter season, and she will sail back to the Mediterranean for her 2013 summer season.
Design[edit]
Exterior design[edit]
The Homeric was built with a terraced forward and rear superstructure, with lifeboats placed fairly high. She had a relatively large funnel, with a large arch behind it to deflect some soot away from the rear decks. In original Home Lines livery she had a white hull and superstructure, with a blue decorative riband separating them. Her funnel and radar mast, the structures immediately below them and the cranes on her forward deck were painted yellow. The ship's name was painted in tall letters on the side of the superstructure below the radar mast.[3][8]
On entering service with Holland America Line, the Westerdam received HAL's dark blue hull colours, with her funnel and radar mast painted white. The 1989-1990 lengthening altered her exterior appearance somewhat. The windows of the added section are larger than those forward and aft.[5]
As Costa Europa, the ship was painted all-white, with a yellow funnel and a small flag of the EU painted on the side of the superstructure.
As Thomson Dream the ship retains an all-white livery, but with a blue funnel bearing the TUI/Thomson group logo.[citation needed]
Interior design[edit]
Unusually for a cruise ship of her time, the Homeric was built with a somewhat ocean liner-like layout, with her dining room in particular reflecting liner-like design, being located on a lower deck.[8] She was also built with a sizeable promenade deck and a one-deck-high theatre. She was built with two swimming pools, one to the rear of the ship and another amidship which was covered with a magrodome.[5][8]
During the 1989-1990 refit, two lounges in the forward section of the ship were combined to create a large two-level theatre, with the original theatre retained as a cinema.[8] In HAL service, she was decorated with artworks drawing on the history of the Dutch Empire.[10] On entering service with Costa Cruises, the ship was refurbished, with some of the interior decorations changed to brighter and more European style.[5] The original theatre was built in with six balcony suites, and a new ballroom with a hardwood dance floor replaced an earlier lounge.[5][8] Despite the refit, most of the ship's decorations have been retained from the HAL days, resulting in the Costa Europa having somewhat different interior decorations from her "Italian-style" fleetmates.[5][10]
Decks and facilities[edit]
Premium Cabin aboard the Thomson Dream
A Deluxe Cabin aboard Thomson Dream
Tank Top - Laundry, engine room.
C - Crew cabins, engine room, stores.
B - Crew cabins, hospital, tender embarkation area, engine room, garbage area, stores.
Orion deck - Orion restaurant (main dining room), inside and outside cabins, main galley, crew messrooms.
Pegasus deck - Inside and outside cabins.
Perseus deck - Inside and outside cabins.
Auriga deck - Suites, inside and outside cabins.
Hercules deck - Theatre (lower level), Medusa ballroom, Ocean bar, Argo lounge, lecture room, card room, library, shops, games arcade, beauty salon, casino, discothèque, Kidzone.
Andromeda deck - Theatre (upper level), buffet restaurant, outside cabins, sun deck, swimming pool. The two muster stations (A and B) are located on this deck.
Cassiopea deck - Bridge, fitness center, outside cabins, officers' cabins, sun deck.
Sirens deck - A la carte and buffet restaurants, sun deck, magrodome covered swimming pool, suites.
Centaurus deck - Tennis courts, crew sunbathing deck, funnel, pool deck upper level open top sun deck[7][10][16]
Media appearances[edit]
MS Westerdam was featured in the 1997 comedy film "Out to Sea" with Jack Lemmon and Walter Matthau.
The ship appeared on BBC One Watchdog during an investigation into customer complaints: the report found broken airconditioning units and sewage and plumbing problems during the first few voyages with Thomson. The company were also criticised for broadcasting "misleading" advertisements, claiming the ship was "luxury, brand new and 5*" when in fact it is over 24 years old.[17]
References[edit]
^ Jump up to: a b c d Niemelä, Teijo (6 July 2009). "Costa charters Costa Europa for Thomson Cruises". Cruise Business Review. Retrieved 6 July 2009.
^ Jump up to: a b Niemelä, Teijo (6 July 2009). "Thomson to name its latest addition as Thomson Dream". Cruise Business Review. Retrieved 8 July 2009.
^ Jump up to: a b c d e f g h i j k l m n o p q r Asklander, Micke. "M/S Homeric (1986)". Fakta om Fartyg (in in Swedish). Retrieved 2008-03-25.
^ Jump up to: a b c "Fleets - Costa Europa". Cruise Community. Seatrade Communications Limited. Archived from the original on 2008-01-08. Retrieved 2008-03-25.
^ Jump up to: a b c d e f g h i Ward, Douglas (2006). Complete Guide to Cruising & Cruise Ships. Singapore: Berlitz. pp. 260–261. ISBN 981-246-739-4.
Jump up ^ Miller, William H. Jr. (1995). The Pictorial Encycpedia of Ocean Liners, 1860-1994. Mineola: Dover Publications. p. 59. ISBN 0-486-28137-X.
^ Jump up to: a b c d e "Our Fleet - Costa Europa". Costa Cruises. Retrieved 2008-03-25.
^ Jump up to: a b c d e f g h i j k l m Boyle, Ian. "Homeric". Simplon Postcards. Retrieved 2008-03-25.
^ Jump up to: a b Boyle, Ian. "Home Lines". Simplon Postcards. Retrieved 2008-03-25.
^ Jump up to: a b c d e f Degrandi, Paolo. "Ship profile — MS Costa Europa". Cruisepage.com. Interactive Travel Guides, Inc. Retrieved 2008-03-25.
Jump up ^ Oliver Smith, "Costa Europa cruise ends in 'mutiny'", Daily Telegraph 5 March 2009, accessed 14 March 2010.
Jump up ^ "Egypt cruise ship crash kills three sailors". BBC. 26 February 2010. Retrieved 26 February 2010.
Jump up ^ Sloan, Gene. "Three people killed as Costa cruise ship slams into pier in Egypt". USA Today. Retrieved 26 February 2010.
Jump up ^ "Costa cruise Egypt accident report is 'strictly confidential'". BBC News. 2 February 2012.
Jump up ^ "Multi-million pound investment sees Thomson Cruises go platinum". Retrieved 4 April 2012.
Jump up ^ Meyer Werft, MS Westerdam GA Plans,1989
Jump up ^ Farin BBC web assistant prod. "Watchdog: A Thomson Dream come true?". BBC. Retrieved 2012-08-17.
External links[edit]
Portal iconNautical portal
Wikimedia Commons has media related to IMO 8407735.
Costa Cruises official website for Costa Europa
A video clip of Costa Europa arriving in Rhodos
Expose about the MS Thomson Dream by the BBC
Thomson Dream
Da Wikipedia, l'enciclopedia libera.
Homeric (1986-1988)
Westerdam (1988-2002)
Costa Europa (2002-2010)
Thomson Dream (2010-presente)
La Thomson Dream
La Thomson Dream
Descrizione generale
Civil Ensign of Italy.svg
TipoNave da crociera
ProprietàGrand Cruise Investments Unipessoal
CostruttoriJos. L. Meyer Gmbh & CO
CantierePapenburgo, Germania
Varata28 settembre 1995
Entrata in servizio6 maggio 1996
RadiataStato in servizio
Destino finaleUrto contro Banchina (Thomson dream In Servizio)
Caratteristiche generali
Stazza lorda54.763 tsl
Lunghezza243 m m
Larghezza32 m m
Pescaggio6,50 m
Velocità19 nodi
Equipaggio636
Passeggeri1.773 (occupazione massima)
Note
Porto di registrazione La Valletta
[senza fonte]
voci di navi passeggeri presenti su Wikipedia
Thomson Dream è una nave da crociera della compagnia Thomson Holidays.
Indice [nascondi]
1 Storia
2 Caratteristiche
3 Incidenti
3.1 2010
4 Note
5 Altri progetti
6 Collegamenti esterni
Storia[modifica | modifica wikitesto]
La nave fu costruita nel 1986 per la compagnia di navigazione Home Lines con il nome Homeric. Nel 1988 fu venduta alla Holland America Line dove fu sottoposta a lavori di allungamento, venne rinominata Westerdam. Nel 2002 subì un totale rinnovamento e venne ceduta a Costa Crociere. Il 29 giugno 2009 Costa Europa è stata venduta, la nave è quindi passata nell'aprile 2010 alla Grand Cruise Investments Unipessoal che la noleggerà alla Thomson Holidays per 10 anni[1][2]; contestualmente il nome è stato cambiato in MS Thomson Dream.
Caratteristiche[modifica | modifica wikitesto]
Ha un totale di 12 ponti e i nove ponti passeggeri sono dedicati ai miti e alle leggende della Grecia antica: Ercole, Auriga, Cassiopea, Orione, Perseo, Andromeda, Pegaso, Sirene e Centauri.
È dotata di 742 cabine e 11 suite (di cui 6 con balcone privato), 4 ristoranti di cui uno, di sera, può diventare à la carte su prenotazione, 6 bar, 3 piscine di cui una con copertura semovente, 2 vasche idromassaggio, un campo polisportivo, un percorso jogging esterno, un centro benessere dotato di palestra, piscina e sauna, un teatro su due piani da 750 posti, un casinò, una discoteca, un internet point una biblioteca, un shopping center, uno squok club (squok è la mascotte di Costa Crociere) con piscina cosiddetta "baby" (per bambini).
Per il salvataggio, è dotata di 20 scialuppe (2+6+4+2+4+2).
Incidenti[modifica | modifica wikitesto]
2010[modifica | modifica wikitesto]
Il 26 febbraio 2010 alle 4.45 ora locale, durante la manovra di ormeggio alla banchina del porto di Sharm el-Sheikh[3], a causa di una improvvisa e violenta raffica di vento la nave ha urtato un fianco su uno spigolo della banchina. L'urto ha provocato una falla sul lato di dritta. L'incidente provocò la morte di tre membri dell'equipaggio (un indiano, un onduregno, e un brasiliano[4]) e il ferimento lieve di tre passeggeri (un italiano e tre donne inglesi)[4][5] e un primo ufficiale il quale lavorando in apnea nei locali oramai invasi dall'acqua è riuscito a portare in salvo altri due membri dell'equipaggio. In occasione della Worldwide Conference (conferenza alla quale partecipa il top management mondiale di Costa Crociere) l'a.d. Pierluigi Foschi ha voluto personalmente premiare l'ufficiale per l'atto eroico ( il 4 settembre 2013, lo stesso ufficiale, divenuto nel frattempo Comandante, è stato premiato con la massima onorificenza civile dal Presidente della Repubblica Albanese Bujar Nishani per il salvataggio in mare di due naufraghi dispersi da giorni ).[senza fonte]
La Costa Europa rimorchiata
Note[modifica | modifica wikitesto]
^ www.wikio.it/article/114622426
^ www.travelquotidiano.com/content/pdf/9973
^ Costa Crociere la BBC e il misterioso incidente in Egitto della Costa Europa e il registro navale italiano :: VIP
^ a b Egitto: Incidente Nave; Ambasciata, Italiano Ferito Lieve Costa Europa :: Vip
^ Sharm, nave Costa contro il molo - Tre marinai morti, turista italiano ferito, genova.repubblica.it. URL consultato il 26-02-2010.
Altri progetti[modifica | modifica wikitesto]
Collabora a Commons Commons contiene immagini o altri file su Costa Europa
Collegamenti esterni[modifica | modifica wikitesto]
Foto nave
Costa Europa video clip
Fragaria (play /frəˈɡɛəriə/) is a genus of flowering plants in the rose family, Rosaceae, commonly known as strawberries for their edible fruits. Originally straw was used as a mulch in cultivating the plants.[citation needed] There are more than 20 described species and many hybrids and cultivars. The most common strawberries grown commercially are cultivars of the garden strawberry, a hybrid known as Fragaria × ananassa. Strawberries have a taste that varies by cultivar, and ranges from quite sweet to rather tart. Strawberries are an important commercial fruit crop, widely grown in all temperate regions of the world.
Strawberries are not true berries. The fleshy and edible part of the fruit is a receptacle, and the parts that are sometimes mistakenly called "seeds" are achenes.
There are more than 20 different Fragaria species worldwide. Numbers of other species have been proposed, some of which are now recognized as subspecies. Key to the classification of strawberry species is recognizing that they vary in the number of chromosomes. There are seven basic types of chromosomes that they all have in common. However, they exhibit different polyploidy. Some species are diploid, having two sets of the seven chromosomes (14 chromosomes total). Others are tetraploid (four sets, 28 chromosomes total), hexaploid (six sets, 42 chromosomes total), octoploid (eight sets, 56 chromosomes total), or decaploid (ten sets, 70 chromosomes total).
As a rough rule (with exceptions), strawberry species with more chromosomes tend to be more robust and produce larger plants with larger berries.
en.wikipedia.org/wiki/Strawberry
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Morangueiro é o nome comum de um conjunto de espécies, com seus híbridos e cultivares, do género Fragaria L., que produz o morango, incluindo um conjunto alargado de espécies e variedades silvestres.
Existem mais de 20 espécies do género Fragaria que recebem a designação comum de morangueiro, com ampla distribuição nas zonas temperadas e sub-tropicais.
Apesar de algumas diferenças anatómicas típicas, a classificação das espécies assenta essencialmente sobre o número de cromossomas, sendo que existem sete tipos básicos de cromossomas que todas as espécies e seus híbridos possuem em comum. A grande distinção resulta do grau de poliploidia que as espécies exibem.
Algumas espécies são diploides, isto é têm dois conjuntos dos sete cromossomas básicos (14 cromossomas no total), outras são tetraploides (quatro conjuntos, 28 cromossomas), hexaploides (seis conjuntos, 42 cromossomas), octoploides (oito conjuntos, 56 cromossomas) ou decaploides (dez conjuntos, 70 cromossomas).
Como regra geral, embora com algumas excepções notáveis, as espécies de morangueiro com mais cromossomas tendem a ser mais robustas e maiores, produzindo também em geral morangos maiores.
O morango é rico em vitamina C e, por isso, o consumo da fruta evita a fragilidade dos ossos e a má formação dos dentes. Ele também dá resistência aos tecidos, age contra infecções, ajuda a cicatrizar ferimentos e evita hemorragias. O morango também possui, em menor quantidade, vitamina B5, conhecida como niacina. Ela tem a função de evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso. Na fruta, também é encontrado ferro, que faz parte da formação do sangue.
É um pseudofruto, pois na verdade, o verdadeiro fruto são os "pontos pretos" ao redor do morango, porém, todo o útero do morango se torna carnoso e suculento.
20070922_400D_IMG_6465_Lagoa
EXPLORE!!! Jun 18, 2010 #374
Este pequeno pásaro foi recolhido por meu irmão e minha mãe, quando achado caído no chão, com um ferimento no peito, foi tratado com muito carinho, e até recebeu o nome de Chico, mas, alguns dias depois morreu...deixou saudades...
This small pasar was taken by my brother and my mother when she found lying on the ground with a chest wound, was treated with great care, and even received the name of Chico, but then died a few days left ... missed. ..
Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais suavidade que qualquer outra criatura sobre a terra.
A partir do momento em que deixa o ninho,começa a procurar um espinheiro-alvar, e só descansa quando o encontra.
Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e mais compreido.
E, morrendo, sublima a própria agonia e despede um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol.
Um canto superlativo, cujo preço é a existência.
Mas o mundo inteiro pára para ouvi-lo, e Deus sorri no céu.
Pois o melhor só se adquire 'a custa de um grande sofrimento........
Pelo menos é o que diz a lenda.
Do livro: Pássaros feridos
Colleen McCullough
CURIOSITA'
Per individuare le proprie prede, questi uccelli utilizzano principalmente la vista che è estremamente sviluppata: gli occhi sono in grado di polarizzare la luce riducendo così gli effetti della riflessione. I martin pescatore, inoltre, imparano con l'esperienza a compensare il fenomeno della rifrazione, rendendo così la pesca più efficiente. Quando l'animale si immerge, gli occhi sono chiusi da una membrana nittitante, che consente all'animale di vedere anche in immersione. In ambiente subacqueo il martin pescatore presenta visione binoculare, che sebbene meno acuta rispetto alla visione monoculare che questo animale presenta fuori dall'acqua è molto più importante in questo frangente per valutare le distanze.
Dopo aver catturato la preda, il martin pescatore fa ritorno al proprio punto d'osservazione per poterla consumare con calma. Se si tratta di un grosso animale (come un girino, un gambero od un pesce), esso procede a sbatterlo ripetutamente contro il ramo, in modo tale da stordirlo od ucciderlo: questo è particolarmente importante quando la preda presenta chele, spine o raggi delle pinne appuntiti, che potrebbero ferirlo. Nella foto si nota la membrana nittitante chiusa per evitare un accidentale ferimento degli occhi durante questa operazione.
Lische, esoscheletri e scaglie vengono rigurgitati in boli.
To locate their prey , these birds primarily use the view that it is extremely developed : the eyes are able to polarize light thus reducing the effects of reflection. The kingfisher also learn by experience to compensate the phenomenon of refraction, thus making the most efficient fishing .
When the animal dives , the eyes are closed by a nictitating membrane , which allows the animal to see underwater. In the kingfisher underwater environment presents binocular vision , which although less acute than the monocular vision that this animal is out of the water is much more important at this juncture to judge distances .
After capturing the prey , kingfishers return to their point of observation to be able to consume your time. If it is a large animal (like a tadpole , a fish or a shrimp ) , it proceeds to slam repeatedly against the branch , so as to stun or kill : this is particularly important when the prey has claws , pins or spokes of sharp fins , which could hurt him. In the picture you can see the nictitating membrane closed to prevent accidental injury to the eyes during this operation.
Bones , scales and exoskeletons are regurgitated bolus .
Uryu Ishida é um Jovem Quincy, residente na cidade de Karakura.
Ele é um estudante na Alto Escola de Karakura, onde ele é um colega e amigo de Ichigo Kurosaki.
Ele é um membro da Wandenreich com a designação "A", bem como um futuro sucessor de Yhwach.
APARÊNCIA:
Uryu Ishida é um adolescente de óculos de estatura média e esbelto. Ele tem em linha reta, na altura do queixo cabelos negros de cor enquadrar ambos os lados de seu rosto, e é de pele clara com olhos azuis. Na escola, Uryu usa o respectivo uniforme da escola, juntamente com um empate. Ao confrontar Hollows, ele normalmente veste roupas Quincy brancos, com listras azuis representam a cruz Quincy, e um manto.
Dezessete meses após a derrota de Aizen, bangs de Uryu pendurar principalmente no lado direito do rosto, eo resto pendurar atrás da orelha esquerda, devido a seus óculos. [5] Após a adesão à Wandenreich , Uryū veste um branco, trincheira trespassado casaco debaixo de uma longa capa branca. A pelagem é preso por três botões estampadas com o Quincy Zeichen em ambos os lados e uma faixa branca com uma fivela de prata ao redor da cintura. Seus ombros estão entrelaçadas ao seu pescoço, e o interior do colar apresenta um sigilo rectangular em ambos os lados. Uryū também usa um pin em forma de uma estrela voada circundada por um halo em seu seio direito.
Personalidade
Uryū é geralmente calmo e solitário, mas tenta mais difícil agir de forma legal quando outras pessoas estão ao redor. Uryū é um membro do clube de artesanato em Karakura High School, e é altamente qualificados em costura. Enquanto Uryū não se importa com as coisas de costura para os seus amigos, o seu senso de design obriga-o a adicionar projetos inesperados. Por exemplo, quando ele faz a roupa nova para Chad e Orihime, ele substitui a linha vermelha único da camisa original de Chad com uma cruz vermelha, dizendo que era melhor, e como não podia copiar os três pontos brancos na camisa de Orihime, ele em vez acrescenta rendas babados e dois botões de flores-como na parte inferior. [7] Uryū tem pressão arterial baixa e odeia procrastinação. [8] As outras coisas que ele odeia são bastante estranho: botões (apesar de ser um especialista em costura) [8] e a palavra "aleatória". Sua comida favorita é caseiro cavala miso ensopado. [8] Ele gosta Don Kanonji programa de televisão 's "Bura-Rei", tanto que ele assiste a transmissão ao vivo das filmagens em Karakura Town. [9]
Ele adora vestindo um manto, mesmo que não serve para nada a não ser para fazer ele se sentir mais frio, apesar do fato de que ele impede o seu movimento, mesmo mantendo um sobressalente com ele finalidade. Ele tem uma tendência a dizer coisas em tom melodramático. Uryū provou ser ingênuo, às vezes. Durante uma omake, ele começa a ficar irritado com o fato de que uma arma (a Zanpakutō neste caso) tem vontade própria; Truques Ichigo-lo em pensar que Ginrei Kōjaku tem realmente materializado, a que Uryū derrama uma lágrima feliz. [10] Uryū opera sobre uma ética moral conhecido como o "Pride of the Quincy" e tem um forte senso de justiça. Ele é muito cavalheiro, afirmando que ele encena justiça sobre os homens que abusam ou tratam mal as mulheres, levando-o a tentar defender Rukia Kuchiki de Renji Abarai , quando ele e Byakuya Kuchiki veio ao mundo humano para prendê-la, e protege Orihime Inoue durante a sua vez na Soul Society . Uryū tem uma tendência a não usar força letal em combate, especialmente se ele pode ganhar sem fazê-lo. Em vez disso, ele vai simplesmente incapacitar seu oponente.
História
Uryū nasceu depois Ryuken Ishida casado Kanae Katagiri que aconteceu após a infecção de Masaki Kurosaki , a quem a mãe de Ryuken originalmente destinado a ele para se casar. Seis anos antes ele fez amizade com Ichigo Kurosaki , sua mãe perdeu a consciência no mesmo dia Masaki morreu, 17 de junho, e morreu-se três meses mais tarde como Yhwach realizada sua técnica auswählen e tomou seus poderes. [11]
Como uma criança, Uryū principalmente interagiram e treinou com o avô, Soken Ishida. Seu pai, Ryuken Ishida, foi menor do que entusiasmado sobre ser um Quincy, alegando que não era uma ocupação rentável. Eles não parecem estar em condições muito boas, como resultado, dado o uso ocasional de Uryū de determinado nome de seu pai. Soken entende o raciocínio de Ryuken, uma vez que sendo um Quincy é mais sobre a justiça do que as recompensas materiais, e Ryuken tem uma família para sustentar. Soken disse Uryū que ele um dia iria entender os motivos de seu pai, mas, até agora, este não é o caso.
Em uma idade bastante jovem, o avô de Uryū foi morto por Hollows bem na frente dele, e Uryū foi incapaz de fazer uma coisa para protegê-lo. [12] Esta é uma das razões por que ele odeia o Shinigami, que não veio para resgatar Soken no tempo. [12] É mais tarde revelou que o atual capitão da Divisão 12, Mayuri Kurotsuchi , dispostos a demora para que a alma de Soken poderia ser coletado para estudo.
Enredo
Agente do arco Shinigami:
Uryū assiste à transmissão ao vivo do programa de TV de Don Kanonji em Karakura Town. Quando Kanonji tenta exorcizar uma terra ligados Além disso , colocando sua equipe dentro do buraco parcialmente aberta em seu peito, Uryū está prestes a intervir quando Ichigo salta sobre a barreira. [9] [13] Uryū é visto mais tarde andando por uma rua e olhando para Ichigo Kurosaki em sua forma Shinigami. [14] Ele salva um Plus a partir de um Hollow, e vai para um local onde ele possa ver o Plus. Ele então viu Ichigo novamente como Ichigo realiza uma Burial Alma no Plus. [15] Mais tarde, na escola, ele é novamente visto perto de Ichigo, que é arrastado por Rukia Kuchiki para derrotar um Hollow. No entanto, Uryū derrota deste oco, antes deles, e quando Rukia e Ichigo chegar lá eles começam a discutir uns com os outros. Uryū se aproxima deles e afirma que em um Hollow é aqui - pouco antes de Rukia recebe uma mensagem sinalizando que um oco chegou. Depois de Ichigo Rukia pede o caminho que o oco é, Uryū zomba dele por não ser capaz de sentir algo tão simples como isso, e diz que ele não deve mesmo chamar-se um Shinigami. Uryū então usa seu arco Quincy, Kojaku, e dispara uma flecha a partir dele, matando o Hollow. Ichigo pergunta o que ele é, e Uryū apresenta-se, afirmando que ele é um Quincy e que ele odeia Shinigami. [16] Ichigo é confundido por esta declaração, e Uryū diz que ele o odeia por ser um Shinigami.
Uryū é visto mais tarde em sua sala de aula, e como ele tenta sair, uma garota chamada Michiru Ogawa entrega-lhe uma boneca rasgada para corrigir. Ele então toma uma costura estabelecido e facilmente (mas com grande drama) repara a boneca quebrada. Como ele vai para casa, ele vê Ichigo segui-lo. Ele zomba de Ichigo por não ser capaz de esconder sua pressão espiritual, e por sua incapacidade de sentir os outros com alta pressão espiritual. Ele diz a Ichigo que, desde o dia em que ele entrou na escola, ele sabia de sua alta pressão espiritual, quando ele se tornou um Shinigami, e até mesmo a verdadeira identidade de Rukia. Uryū seguida, destaca-se a algo chamado Reiraku, e afirma que é algo que se comprime e visualiza a aura espiritual na atmosfera. Mais uma vez ele zomba ignorância de Ichigo, e, agarrando Reiraku de Ichigo, aponta que o Reiraku de Shinigami são de cor vermelha. Ele então diz que ele é um Quincy, e que ele tem o poder de matar Hollows. Ele pede Ichigo para lutar com ele para mostrar a diferença em sua força. [18] Ichigo diz-lhe a idéia de competir contra ele é estúpido, já que ele não tem nada a ver com o seu rancor contra o Shinigami. No entanto, Uryū provoca-lo, afirmando que ele é apenas um Shinigami temporário que não pode mesmo fazer nada sem Rukia ao redor. [19] Ichigo diz que ele vai dar a esta competição um tiro e entra em sua forma Shinigami, com Kon entrar em seu corpo humano . Ele pede Uryū para as regras desta luta. Uryū leva algum isca escavar e afirma que ele vai trazer Hollows para a cidade. Ele declara que quem mata a maioria dos Hollows dentro de 24 horas é o vencedor. No entanto, os protestos Ichigo contra essa idéia, como as pessoas da cidade será posta em perigo, mas Uryū diz a ele que cuidar dos outros é desnecessário, e que ele deve ser confiante o suficiente para salvá-los todos.
Como ele está fazendo isso, Ichigo o agarra e diz a ele para trazer a cidade de volta ao normal. No entanto, Uryū afirma que é tarde demais, e que, em vez de se concentrar nele, ele deve estar centrada no Hollows que ele possa salvar o maior número possível de pessoas. Ele diz-lhe que Hollows têm uma tendência a ir atrás de pessoas com alta pressão espiritual, e Ichigo percebe que sua família está em perigo. Ele imediatamente foge para salvar sua família, o que falta Uryū tenta dizer-lhe como ele sai. [21] Uryū começa a ser rodado Hollows do ponto de vista alto de uma ponte, chegando a onze mortes. [22] Depois de matar muitos Hollows, tiros de Uryu começam a ficar mais fraco, e ele percebe que os números não devem ser este alto. Ele decide não reclamar e se lembra de seu mentor, dizendo que ele não cometeu nenhum erro e que ele vai vingar. [23]
Uryū seguida, encontra Rukia e Kon após Kon resgata Rukia de um oco fraco. Comentários Uryu sobre sua localização atual ser segura, o que leva Kon a interrogá-lo, dizendo que é por causa de Uryū começando a luta que a cidade é o perigo. Uryū aborda Kon, admitindo que, enquanto ele fez começar a luta, ele não permitirá que ninguém na cidade a morrer, mesmo se Ichigo morre. De repente, o fraco oco retorna para atacar. Uryū se prepara para filmar o Hollow, apenas para que possa ser rapidamente morto por Ichigo que ele chega na cena do crime. [24]
Ichigo começa a discutir com Kon enquanto Uryū observa. Irritado que eles não vão parar de discutir, Uryū dispara uma flecha contra Ichigo, que a bloqueia. Ichigo então insiste que é uma batalha entre ele e Uryū, e que a quantidade de Hollows bateram é irrelevante. Antes Uryū pode responder, Kon assinala uma grande fenda formando no céu, e Uryū observa que os Hollows estão convergindo em cima dele. Uryū começa a disparar flechas para o grupo de Hollows e encargos em relação a ele, gritando que o último Quincy será o seu adversário.
Ichigo aprende sobre a queda do Quincy nas mãos do Shinigami. [26] Ele corre atrás Uryū, e ataca várias Hollows ao seu redor. Ichigo diz que ele não sabe nem quer saber se o Shinigami ou Quincy estava certo, e manifesta a sua frustração com os métodos de Uryu, mas é interrompida por ele. Uryū diz a ele que ele pensou que o Shinigami estavam corretas, até que seu sensei foi morto em frente a ele. [27] Uryū diz Ichigo de tentativas de seu sensei para convencer o Shinigami para trabalhar em conjunto com os restantes Quincy, mas ele morreu lutando contra um grupo de Hollows enormes sem alcançar esse objetivo. Uryū diz que ele precisa provar a força do Quincy ao Shinigami. Ichigo aponta que o desejo de seu sensei estava a trabalhar juntos, não para provar a força do Quincy, e pergunta se ele vai fazer isso agora, dizendo que a luta contra back-to-back é a melhor maneira de lidar com a situação.
Como Uryū descarta a idéia como um disparate, Ichigo ataca um oco que tinha vindo atrás Uryū, que mata outro Hollow. Uryū insiste que ele não está a cooperar, mas que ele simplesmente tinha que matá-lo, ou então ele teria sido morto. Ichigo diz a ele que é bom o suficiente. Ichigo afirma sua própria relutância em trabalhar com Uryū, e pergunta se ele vai cooperar. Uryū mata outro oco em resposta. A dupla concorda em bater uns nos outros após os Hollows foram tratados, mas como eles estão prestes a atacar a horda de Hollows, um Menos Grande rasga o céu. Depois eles discutem sobre como lidar com o Hollows eo Menos, Ururu Tsumugiya , Tessai Tsukabishi , Jinta Hanakari e Urahara Kisuke chegam para lutar contra os Hollows. [29] a atenção de Uryū está ligado ao surgimento Menos Grande. Ichigo diz Uryū que não há nenhuma maneira que eles podem descobrir como lutar contra um monstro, e que eles terão de simplesmente cortá-lo repetidamente até que ele sucumbe a seus ferimentos. Ele cobra para a Menos, pedindo Uryū para acompanhá-lo, apesar do pedido de Uryū para ele esperar. [30] Uryū dispara uma flecha no pescoço a Menos ", mas faz pouco dano, confirmando seus pensamentos sobre como ele não será capaz de fazer muito dano. Em seguida, ele verifica no status de Ichigo, e pergunta o que ele estava pensando. Em resposta às perguntas de Uryu, Ichigo diz que ele está bem, e que ele pensou que poderia cortar seus pés fora e trabalhar seu caminho até a cabeça, matando-lo dessa forma. Uryū reclama sobre o seu modo de pensar e coloca a mão no Zanpakutō de Ichigo. [31] Os avisos Uryu que o poder de Ichigo está fluindo em seu arco. Pensar sobre as diferenças entre os estilos de luta do Quincy e Shinigami, Uryū surge com uma idéia de fazer uso de grande quantidade de Ichigo de poder. Ichigo fica chocada ao ver o aumento do tamanho do arco de Uryū, e como ele pergunta o que aconteceu com ele, Uryū diz-lhe a sua ideia.
Com Zanpakutō de Ichigo amarrado à cabeça, Uryū instrui um Ichigo duvidosa para aumentar o seu poder para o seu máximo para que Uryū pode atirar uma flecha extremamente grande na Menos Grande. Ichigo aponta que ele nunca controla sua produção de energia, e que, se as pessoas dizem que o seu poder é grande, então ele deve ser no máximo o tempo todo. Quando o Menos começa a cobrar um Cero , Uryū pede Ichigo para conectar sua Zanpakutou ao seu corpo novamente, mas é surpreendido ao descobrir Ichigo correndo em direção a Menos. Blocos Ichigo o Cero com sua Zanpakutou, e Uryu observa o poder de Ichigo aumentando à medida que ele resistiu ao Cero. Ichigo repele o ataque, ferindo o Menos no processo. [33] Como o Menos retiros do mundo humano, Ichigo grita "Victory", e pede Uryū se ele vai lhe agradecer por sua ajuda antes de desmaiar. Uryū percebe Zanpakutō de Ichigo começando a perder sua forma. A energia liberada a partir de Ichigo e sua Zanpakutou faz com que o arco de Uryū a crescer novamente. Notando que ele vai explodir, Uryū começa a disparar flechas para o céu para liberar o excesso de energia e estabilizar Ichigo, ferindo-se. Ichigo diz a ele para não exagerar, já que ele vai perder o braço. Uryū diz-lhe para se certificar de que ele vive para que ele possa vencê-lo mais tarde. Uryū percebe seu erro de mal-entendido seu sensei e ser tão inútil, pedindo para ser perdoado por seu erro.
Quando Uryū retorna à escola no dia seguinte, seus ferimentos atrai a atenção de seus colegas de classe. Mais tarde, Ichigo convida Uryū se juntar ao seu grupo para o almoço. Inicialmente, ele se recusa, mas muda de idéia ao ouvir que Keigo Asano vai tratá-los. A atmosfera acaba por ser muito tensa. Uryū pergunta porque Ichigo convidou-o, questionando os motivos de Ichigo. Os dois então começam a discutir uns com os outros. [35] Mais tarde, Uryū intervém quando Rukia é confrontado por Renji Abarai e Byakuya Kuchiki da Soul Society . [36] Uryū é surpreendido por Renji, que pergunta quem ele é. Uryū decide dar seu nome para Renji pode saber que o derrotou. [37] Infelizmente, Uryū falhar, e é gravemente ferido por Renji. Renji então dá o seu nome, enquanto se prepara para matar Uryū, apenas para ser parado por Ichigo. [38] Depois eles retornam para a Soul Society com Rukia, Uryū é tratada no local por Urahara. Antes de sair, ele expressa sua preocupação com Ichigo, e pede Urahara para curá-lo. Ele percebe que ele não é tão forte como ele pensou que era, e passa a acreditar que a única pessoa que pode salvar Rukia é Ichigo.
Soul Society arc:
Querendo ir e salvar Rukia, Uryū treina para melhor equipar-se para a próxima vez que ele luta contra um Shinigami. Ele vai para um lugar isolado por uma cachoeira de fazê-lo. No entanto, ele é encontrado por Yasutora Sado , Orihime Inoue , e Yoruichi Shihōin . Ele aprende com Orihime que tanto ela quanto Sado vão ter aulas para ir para a Soul Society, e pergunta se ele quer se juntar a eles. Ele pede que seu mestre seria. Uryū é totalmente surpreso ao descobrir que seu mestre é um gato falante. Ele recupera a compostura, pedindo desculpas por sua grosseria. Yoruichi aceita suas desculpas, insultar Uryū para fazer um alarido sobre um gato falante. Orihime reforça como um gato falante não é um grande negócio, e novamente incentiva Uryū a ter aulas de Yoruichi, acreditando que ele também quer resgatar Rukia. No entanto, Uryū declina sua oferta. Orihime se pergunta por que, apontando que ela e Sado só foram capazes de encontrar Uryū devido à capacidade de Yoruichi a sentir Reiatsu . Uryū explica que a questão não é que ele não tem fé nas habilidades de Yoruichi, mas que ele tem que treinar sozinho. Ele, então, encontra-se, dizendo que ele nunca tinha pensado realmente resgatar Rukia, mas era apenas um treinamento, porque ele não podia perdoar a si mesmo por perder para um Shinigami. Pensando que não há nenhum ponto em lidar com alguém sem vontade de ir para a Soul Society, Yoruichi acena tanto Sado e Orihime para sair, e os três se despedem. Uryū silenciosamente murmura um pedido de desculpas para Orihime, afirmando que a sua formação não pode ser visto por qualquer pessoa. Em seguida, ele abre a caixa que trouxera, que continha a Sanrei Glove.
Em uma semana, ele domina o Sanrei Glove . [41] Ele se junta Ichigo eo resto de uma equipe de resgate em ir para a Soul Society. Ao ouvir o comentário de Sado em como ele pensa Uryū não pôde vir, ele retruca que ele precisava treinar por causa de sua derrota contra o Shinigami, e ir a qualquer lugar para ganhar. Ele também aborda Ichigo, dizendo que ele quer que ele veja o quão forte ele se tornou. Ichigo, no entanto, simplesmente observa que ele é surpreendido Uryū viria todo o caminho em um equipamento como "estranho", o que leva Uryū ofensa a. Urahara traz-los todos em explicar como chegar a Soul Society. [42] Depois de ouvir a explicação de Urahara, eles seguem Yoruichi, e apressar o Senkaimon . [43] Enquanto no Dangai , Uryū é quase arrastado pelo Koryu antes de ser salvos por Sado, e todo mundo está quase pego por Kōtotsu. Eles são capazes de passar ao Soul Society intacta ao redor do Rukongai , mas com uma aterrissagem difícil. Uryū está decepcionado por ter que usar sua capa de backup tão cedo. À medida que o levantamento seus arredores, Ichigo tolamente corre para Seireitei . Ele é logo interrompido por ativação da entrada de Sekkiseki paredes e com a chegada de Jidanbō Ikkanzaka . [44]
Uryu perguntas que o grande guardião é, que respostas Yoruichi. [45] Ele está surpreso com o quão poderoso Jidanbō é quando ele balança o machado para baixo e cria uma parede do chão, parando ambos Sado e Orihime. Ele então começa a discutir com Ichigo sobre a decisão de Ichigo para lutar Jidanbō one-on-one. [46] Uryū relógios luta de Ichigo contra Jidanbō, e fica surpreso quando este é derrotado. Jidanbō concede Ichigo e seus amigos permissão para passar pelo portão. Uryu perguntas Isso, para que Jidanbō tranquiliza-lo, dizendo que ele vai deixá-los passar, porque "patrão" da Uryū derrotou. Uryu rapidamente fica agitado pelo comentário de Jidanbō, ressaltando que Ichigo não é o seu líder. Embora Jidanbō abre o portão, Uryū e os outros não podem avançar, devido à chegada de Gin Ichimaru . [47] Eles logo decidir para tentar obter de outra maneira. Yoruichi decide que eles deveriam ir para Kūkaku Shiba . O grupo encontra Ganju Shiba , que escolhe uma luta com Ichigo.
Sua luta é inconclusiva, como Ganju sai rapidamente. Ichigo desabafa sua frustração, e Uryū diz para ele se acalmar, pensando que Ichigo compartilha sua mesma surpresa com a gangue de Ganju. No dia seguinte, Uryū sustenta com um Ichigo teimosa, que se recusa a sair, porque ele quer esperar e terminar sua luta com Ganju. Ao chegar no Kūkaku Shiba home 's, tanto ele como Ichigo são totalmente chocado com a forma como a casa de Kūkaku se destaca. Ele e os outros são ainda mais surpreso ao saber que Kūkaku é uma mulher. [49] Kūkaku revela que ela é especializada em fogos de artifício, e que o plano é lançar-los na Seireitei através de um canhão de espírito. [50] Quando Uryū questiona a segurança de tal plano, Kūkaku explica que com uma esfera espiritual especial, eles vão criar uma Reiatsu shell ao seu redor, o que lhes permite quebrar a barreira e paredes de Sekkiseki que proteger o Seireitei, e envia-los para a sala de treinamento. [51] O treinamento vai relativamente bem, com Uryū formando com sucesso uma esfera elipsóide. [52] . Depois, eles se preparam para lançar-se. [53] Eles conseguem invadir Seireitei, [54] mas o grupo é separado como a bala de canhão dispersa. Uryū é arremessado para longe com Orihime após Sado, de repente ele se move para Orihime, antes do influxo envia Sado voando para fora. Orihime pára sua queda usando Santen Kesshun.
Arc Arrancar:
Back in Karakura Town, Uryū é atacado por um Menos Grande . Ele tenta usar alguns equipamentos Quincy para derrotá-lo, mas é, em última análise sem sucesso. [103] Não é, até a chegada de seu pai, Ryuken Ishida, que o oco é vencido. Decepcionado com a fraqueza de Uryū, Ryuken oferece para restaurar seus poderes Quincy, na condição de que Uryū nunca associar Shinigami novamente. [104] Uryū concorda, e treina com seu pai em campo de treinamento secreto de Karakura Hospital enquanto Arrancar continuar a atacar a cidade de Karakura. Antes da terceira Arrancar Invasion começa, Uryū recupera seus poderes, terminando a sua formação.
Hueco Mundo arc:
Como Uryū está descansando de seu treinamento, ele é visitado por Urahara, e descobre que Orihime foi capturado pela Arrancar. Em seguida, ele aceita a oferta de Urahara para ajudar Ichigo resgatá-la. [106] Antes de deixar o hospital, Uryū leva alguns Seele Schneider de armazém de seu pai. [107] Mais tarde naquele dia, ele se junta a Ichigo e os outros para organizar uma equipe de resgate para salvar -la. [108] Porque Soul Society abandonou Orihime, Ichigo tecnicamente não está atuando como um Shinigami, dando Uryū uma brecha com a qual a acompanhá-los. [109] Como Ichigo, Chad, e Uryū entrar Hueco Mundo , eles são imediatamente detectadas por Aizen e atacado por dois Arrancar, demoura Zodd e Aisslinger Wernarr . Ichigo é dito para ficar para trás, e simplesmente observa como Chad e Uryū envolver os dois Arrancar por si mesmos. Uma vez que eles são vitoriosos, o quarto e passagem colapso em torno deles, forçando o trio para correr lá fora, onde eles vêem o seu destino, um castelo no meio de um deserto estéril.
Eles encontram um Arrancar infantil chamado Nel Tu acompanhado por Dondochakka Birstanne , Pesche Guatiche , e seu animal de estimação Bawabawa , que decidem se juntar a eles. [113] O grupo é então atacado por um à base de areia Hollow, Runuganga . The Hollow é imune a seus ataques, mas o grupo é salvo por Renji e Rukia, o último dos quais congela Runuganga em um círculo de gelo.
Uma vez que eles conseguem obter no interior da fortaleza, seu grupo se divide, e Uryū é acompanhado por Pesche Guatiche . [115] Como Uryū passa por Las Noches, ele é atacado por Cirucci Sanderwicci . [116] Vendo Uryū está em uma situação ruim, Pesche tenta ajudá-lo, mas rapidamente percebe que ele vai ser páreo para Cirucci. Cirucci percebe Pesche como ela está prestes a lançar um golpe final no Uryū e, posteriormente, lança o ataque contra ele. [117] Apesar de Pesche continua a irritar Uryū, ele prova inestimável em derrotar Cirucci com Uryū, que ativa sua Seele Schneider. [118 ] O Privaron Espada é facilmente derrotado, mas Uryū decide poupá-la.
Como eles continuam no seu caminho, eles encontram Renji Abarai como ele está prestes a ser morto pela oitava Espada , Szayelaporro Granz . [120] Uryū intervém, dirigindo brevemente Szayelaporro off com a ajuda de Renji usando sua Sprenger técnica, mas Szayelaporro logo retorna completamente ileso . [121] [122] Eventualmente, eles são derrotados pela técnica boneca Voodoo da Espada, [123] e depois de Pesche e Dondochakka Cero Sincrético falhar, os quatro são deixados à mercê de Szayelaporro.
Assim como sua última esperança de ganhar fades, Mayuri chega para lutar Szayelaporro. [127] Ele revela que, durante a sua permanência na Soul Society, ele plantou bactérias sobre a pessoa de Uryū para monitorar sua ação, para grande desgosto de Uryū. Uryū e Renji assistir à batalha entre os dois cientistas e vitória final testemunho de Mayuri sobre Szayelaporro. Ele então pede Mayuri se ele está bem, como sua Zanpakutou foi quebrado, para que Mayuri responde que é um castigo adequado para desafiar seu mestre.
Quando Mayuri abre espécime vault do Szayelaporro, um Uryū chocado vê dois corpos pendurados no teto. [129] Pouco tempo depois, Uryū se opõe fortemente método de curá-lo através da injeção de um líquido verde para ele (embora seja impedida por Nemu) de Mayuri. Nemu silencia-lo, diminuindo os seios em seu rosto, fazendo-o desmaiar.
Falso arco cidade de Karakura
Uryū chega à quinta torre, onde Ichigo e Ulquiorra Cifer estão lutando, mesmo a tempo de proteger Orihime de Yammy Llargo e derrubá-lo com uma de suas flechas, embora ele observa que a flecha não perfurar ele. Quando Yammy tenta retaliar, uma mina terrestre Uryū usos (que foi desenvolvido por Mayuri, projetado especificamente para Arrancar) explode, ferindo-o fortemente. [140] No entanto, Yammy ainda não está morto, e é mal pendurado para o chão desmoronando. Uryū diz-lhe que é muito ruim a Espada correu para ele, como ele poderia ter lutado um pouco mais. Ele, então, diz que " Mala Suerte "(má sorte), como ele atira uma flecha no Yammy, fazendo-o cair através de cada andar de Las Noches desde Uryū quebrou todos os pilares no caminho para cima. Uryū assume proteger Orihime como Ichigo continua a lutar contra Ulquiorra. [141] Em outros lugares, Uryū salva Loly Aivirrne , atirando-a para o lado da torre.
Pouco depois Ulquiorra ataca Ichigo com sua Cero Oscuras , Orihime pede Uryū para levá-la acima cúpula Las Noches ", que Uryū relutantemente concorda em fazer. [143] Ele toma Orihime até o topo da cúpula, usando o mesmo método de Hirenkyaku como ele fez ao passar pela Garganta . Ele comenta que o Reiatsu cima da cúpula (Ulquiorra do) é tão vasta e densa que não se sente como Reiatsu normal a todos, mais como um oceano acima do céu. [144] Eles chegam bem a tempo de ver Ulquiorra enviar um ponto em branco Cero Oscuras no peito de Ichigo, aparentemente matando-o. [145] A fim de comprar Orihime tempo para curar Ichigo, Uryū enfrenta fora contra Ulquiorra, usando seu Licht Regen técnica, que não tem efeito. Ulquiorra comenta como ele pensou Uryū era o mais calmo dos amigos de Ichigo. Uryū afirma que ele está lutando contra ele, porque ele é calmo. Durante sua luta com a Espada ele sofre grandes lesões, perdendo a mão esquerda no processo. No entanto, Uryū já havia anestesia aplicada, e pára o sangramento de sua lesão. Dizendo Orihime se concentrar em Ichigo, Uryū tira uma Seele Schneider e continua a lutar. Ulquiorra atira nele com uma variação do Cero para nocauteá-lo, e pânicos Orihime. O que ambos não conseguem perceber é que o Ichigo aparentemente morta está em movimento, com seu cabelo que se estende para uma juba.
Durante a batalha, Uryū, Orihime, e Ulquiorra notar Ichigo subiu e tomou uma nova forma. [147] Ulquiorra volta sua atenção para Ichigo e começa a lutar com ele. Quando Ichigo vai acabar Ulquiorra off depois de sobreviver a uma estreita faixa Cero , Uryū pára-lo, dizendo que não há necessidade de esculpir o seu corpo, tendo já vencido. interior oco de Ichigo apunhala-lo no abdômen com Zangetsu, revelando que ele estava disposto para atacar até o seu amigo neste estado. Ele prepara um Cero para atacar Uryū. [148] Ulquiorra aparece, tendo ligeiramente regenerado, e corta-se um dos chifres de Ichigo. Uma grande explosão ocorre sobre a cabeça de Ichigo, poupando Uryū e restauração de Ichigo ao seu estado normal. Quando Ichigo volta a si, ele fica horrorizado ao ver a sua espada apresentado no abdômen de Uryū. Embora Uryū está gravemente ferido, ele é claramente o prazer de ver seu amigo voltou ao normal, mesmo sorrindo através de sua dor. [149] Ulquiorra foi mortalmente ferido na luta, e desaparece em pó. Com a batalha contra Ulquiorra sobre, Ichigo sai para ajudar seus amigos, enquanto Uryū fica para trás com Orihime para que ela possa curar seus ferimentos.
Uryū é visto mais tarde com o Chade, Rukia, Renji e Orihime em Karakura Town, a mão esquerda restaurado, mas em ligaduras. Quando Ichigo de repente entra em colapso, Uryū é visto correndo em direção a ele com o resto do grupo. [151] Mais tarde, Uryū está no quarto de Ichigo junto com o resto de seus amigos como ele acorda. Como explica Rukia Ichigo tem sido inconsciente durante um mês e perdeu seus poderes espirituais, Uryū, junto com Orihime e Chad, testemunhas Rukia e despedida de Ichigo antes que ela desapareça de sua vista.
Dezessete meses depois, Uryū assume a posição de ser o principal protetor da cidade de Karakura contra ocas incursões, devido a Zennosuke Kurumadani unreliability 's. Um dia, em sala de aula, ele corre para fora da sala de aula. Como um cover, ele diz ao professor que ele está no caminho para o escritório da enfermeira. [177] Quando uma gangue de Miyakou procura de blocos Ichigo o portão para Karakura Grau, Uryū diz-lhes para parar o que estão fazendo e sair. Quando um deles pergunta se ele é Kurosaki, Uryū socos que pessoa com raiva, perguntando como ele se assemelha a Ichigo em tudo. Ele, então, diz que não vai permitir-lhes sair mais, acreditando nem um único deles será capaz de fazer. [178] Após a luta cessa, Ichigo é seqüestrado. Uryū, tentando descobrir o que aconteceu, corre para Orihime. Eles falam sobre Ichigo, tendo sentido estranha energia em torno dele. Uryū diz a ela para não se preocupar, pois é provavelmente nada, mas em sua mente, ele pensa Ichigo está emitindo Reiatsu, algo que ele não fez em quase um ano e meio.
Mais tarde naquele dia, Uryū vai à casa de Ichigo, onde ele observa que Orihime chegou primeiro e está tentando descobrir se Ichigo sabe alguma coisa sobre a estranha sensação de que o rodeia, assim como ele tinha planejado fazer. Ele decide verificar se alguma coisa estranha está acontecendo na cidade, mas sente uma presença acima. Ele olha para cima e vê um homem andando sobre o telhado . Antes que ele possa verificar quem é este estranho, ele desaparece rapidamente. Uryū persegue depois dele, notando que o estranho é rápido e está usando a velocidade para além de um ser humano. Uryū também observa que ele não pode sentir todas as partículas espirituais ao redor do estranho, então ele não pode determinar qual técnica o estrangeiro está usando para acelerar-se. O estranho desaparece instantaneamente devido a uma estranha luz. Antes que ele possa reagir, o estranho se aproxima de Uryū, e ele está ferido gravemente. [180] Uryū fica deitado na rua, com o braço direito gravemente ferido, sangrando muito, como os paramédicos aproximar sua localização.
Uryū é levado para Karakura Hospital , onde ele é operado por seu pai. Após a cirurgia, Orihime chega para vê-lo. Quando Ichigo chega algum tempo depois ela, muito preocupado, Uryū repreende bastante severidade por ter vindo, tentando impedi-lo de se envolver. Ryuken entra no quarto pouco depois, comentando que Uryū fala demais. Uryū pergunta se ele tem permissão para ter visitantes, como eles podem ter um efeito negativo sobre seus ferimentos. Ryuken lembra que ele próprio fez a cirurgia, e que suas feridas não vai piorar. Ele ainda comenta que Uryū, que foi cortada, não devem ser pedidos em torno de seu médico. Ao ouvir as palavras de Ryuken, Ichigo pergunta Uryū o que tinha acontecido com ele, e se ele não poderia lidar com isso, então ele deveria ter recebido ajuda. Uryū não diz nada em resposta, o que levou Ryuken afirmar que a partilha de informação é importante, e ele não deve deixar sua bondade ir para o lixo. Uryū diz Ryuken para ficar quieto, e pede Orihime para ir para casa. Orihime obedece e sai da sala, juntamente com Ichigo e Ryuken.
Mais tarde, Uryū é visitado no hospital por Orihime. Ele pede desculpas para a chamada repentina e agradece a ela por ter vindo. Ela pergunta se ele está bem para que ele seja, e ele diz que é bom para isso. Ela se oferece para curar suas feridas, dizendo que ele será, em nenhum momento, se ela faz. Ele responde que ele sabe, e que ele estava fora de si quando ele inicialmente se recusou. Ele queria ir para longe se ele era o verdadeiro alvo, mas a situação mudou, e agora ele quer que ela curá-lo. Orihime pergunta o que ele quer dizer, e Uryū responde que Ichigo tenha entrado em contato com o seu agressor, o que choca Orihime. Ele diz que tem havido uma mudança em seu Reiatsu, mas é definitivamente Ichigo, Orihime e pergunta se ela sentiu isso também. Orihime confirma isso, dizendo que Ichigo optou por não dizer nada até agora. Ela afirma que quem atacou Uryū e Ichigo é a mesma pessoa que a atacou, chocando Uryū. Uryū tenta pensar sobre a natureza deste, mas vem acima do short. Orihime diz que o atacante chamou sua capacidade Fullbring , e pede Uryū se era o mesmo para ele. Uryū diz que ele não teve tempo de perguntar, e que ele pensou que era um Zanpakutō até que ela disse a ele.Depois Uryū está totalmente recuperado, ele deixa o hospital.
Enquanto Ichigo está lutando contra os Hollows que atacaram Ryūnosuke Yuki e Shino , Uryū chega com Orihime e Sado, e eles ajudá-lo na luta. Uryū comenta que o ataque de Ichigo era perigoso. Dois dias depois, eles chegam na casa de Ichigo, Uryū observando que Ichigo não tem etiqueta. Quando Ichigo pergunta como ele entrou, ele responde que Yuzu Kurosaki deixá-lo entrar, e pede-lhe para obter as placas para a Orihime pão trazido. Ele e Ichigo brigam sobre ele ordenando Ichigo ao redor. Mais tarde, eles começam a comer o pão trouxe Orihime, e ele deixa o pão que ele não quer para Ryūnosuke. [194] Uryu perguntas se Asguiaro Ebern é um Arrancar, já que parecia que ele teve parte de uma máscara Hollow on seu face. [195] . Depois de Akon informa Ryūnosuke de Chojiro Sasakibe morte "s, ele observa que a Soul Society, provavelmente, deu Ryūnosuke essa informação para deixar Ichigo sabe o que está acontecendo. [196]
Orihime, Sado e Uryū retornar à casa de Ichigo, a seu pedido de ouvir de Nel Tu e Pesche sobre o Wandenreich conquista 's de Hueco Mundo e captura de vários Arrancar, incluindo Dondochakka . Uryū afirma que ele não pode acompanhá-los, fazendo com que Ichigo para dizer que ele sabia disso, mas chamou-o de qualquer maneira para evitar o mau humor.
Algum tempo depois, Haschwalth traz Uryū para Yhwach , que o recebe para o seu palácio, e propõe que os dois lutam juntos. [198] Ele, posteriormente é recebido por Yhwach, em frente do outro Sternritter , que expressar o choque que ele é mesmo na mesmo pódio como o próprio Yhwach. Uryū é então declarado sucessor de Yhwach, ao alvoroço da Sternritter. Após o anúncio, ele é levado para câmaras de Yhwach, que declara Uryū breve despertar seus poderes e que lhe confere um Schrift , a mesma letra que o do próprio Yhwach, "A". [199] Comentando sobre a discórdia provocada pela decisão de Yhwach para nomeá-lo seu sucessor, Uryū pergunta por que o líder Wandenreich o fez. Respondendo que ele estava feliz em ouvir os seus seguidores não eram tão dependentes que eles seguem suas decisões às cegas, Yhwach passa a explicar que é porque deve haver uma razão Uryū ainda estava vivo, apesar de sua auswählen matando todos a Gemischt Quincy nove anos antes. Supondo que ele deve ser porque Uryū possui algo que ultrapassa o seu próprio poder, Yhwach afirma que ele não deve excesso de analisar as coisas e ao invés de apenas seguir sua liderança.
Pouco depois da Seireitei desaparece, Uryū emerge em um dos novos edifícios ao lado Yhwach e Haschwalth. Yhwach então pergunta se ele está familiarizado com a música, "Kaiser Gesang", para o qual Uryū confirma recitando-lo. O líder Wandenreich então revela que a música tem um verso adicional, em que o rei adquire o mundo depois de nove dias. [201]
Uryū e Yhwach, como eles observam Cang Du e BG9 ser derrotado, discutir a viragem dos acontecimentos. Uryū pergunta se Yhwach previu os capitães recuperando sua Bankai, que Yhwach confirma. [202]
Mais tarde, como Yhwach está dormindo, Uryū tenta ir até o quarto de Yhwach. No entanto, ele é interrompido por Haschwalth antes que ele possa entrar. Uryū, sendo questionada por Haschwalth quanto a suas intenções, afirma que ele não precisa dizer a ele sobre o que ele vai pedir Yhwach. Uryū então passa a notar que Haschwalth é diferente de como ele foi durante o dia, levando o Sternritter Grandmaster afirmar que ele e Yhwach são lados diferentes da mesma escala, e que quando Yhwach torna-se o pai do Quincy, Haschwalth é dada a mascarar do governante.
Após Haschwalth diz a ele que tudo Quincy estão ligados a Yhwach e explica poder único de Yhwach e do jeito que ele pode esculpir uma inicial diretamente para a alma de uma pessoa, perguntas Uryu como isso é possível, levando Haschwalth dizer que Yhwach já tem esculpido uma inicial em Uryū de alma por ter-lhe de beber o cálice com o sangue dele. A Uryū chocado está preso à parede por Haschwalth que afirma que não há nenhuma maneira de sair desta para Uryū, e que, embora ele só se juntou ao Wandenreich para vingar sua mãe não teve qualquer maneira fora desde o início. Uryū então ouve Haschwalth como ele explica a necessidade do Yhwach para a batalha e da morte e que todos Sternritter viver e morrer por seu imperador. [203] Mais tarde, quando Ichigo chega na Seireitei, Yhwach observa sua aparência e informa Haschwalth e Uryū que começarão . [204] Como Uryū observa enquanto Haschwalth convoca " a chave ", Yhwach diz que eles deveriam ser gratos a quem os trouxe para a luz. [205]
Quando Ichigo se aproxima da torre, Uryū avança e dispara um Heilig Pfeil para ele, o que levou Ichigo para desviá-la antes de perceber que disparou ele. Como Ichigo expressa choque para a sua aparência, Uryū diz-lhe para ir para casa e diz Ichigo não pode derrotar Yhwach. Quando Ichigo exige saber por que ele está aqui, Uryū desencadeia Licht Regen sobre ele, mas a barragem está bloqueada por Santen Kesshun como Orihime e Sado emergir de uma Garganta . Yhwach informa Uryū que este adeus será permanente, levando Uryū afirmar que ele sabe isso como ele, Yhwach e Haschwalth subir para o ar antes de desaparecer em um flash de luz. [206] Logo depois, Yhwach, Haschwalth e Uryū chegar Alma King Palace. [207] Depois de chegar, Uryū relógios como Haschwalth convoca vários Soldat para invadir, e depois é tragado por Tenjirō Kirinji água 's primavera quente.
Logo depois, enquanto Yhwach está lutando Ichibe Hyōsube , Uryū escuta como Haschwalth explica de Yhwach O Todo-Poderoso para ele.
Equipamento:
Quincy Cruz, Kuinshī Kurosu ; japonês para " Destruição Cruz "): A cruz Quincy é a fonte do poder de um Quincy. Como o poder de Uryū cresce, faz assim a sua cruz. Originalmente uma cruz simples, [210] que mais tarde se tornou um pentagrama depois de recuperar seus poderes.
Seele Schneider : Uryū é altamente capaz de usar a espada de corte de alma com grande proficiência, facilmente derrotando Cirucci Sanderwicci com ele, apesar de sua falta de prática de antemão (Uryū tinha acabado recentemente roubado as armas de arrecadação de seu pai).
Bait oco (, Tai-Horōyou não Makie ; aceso " Scatter-Bait para uso contra Hollows "): Normalmente usado por Quincy para ajudar no extermínio de Hollows de baixo nível. Ele atrai-los quando o tablet plana, redondo é esmagado e dispersas. Uryū usa-lo para convocar Hollows para a cidade de Karakura durante seu duelo com Ichigo Kurosaki.
Silber Draht (ズィルバー·ドラート, Zirubā DORATO ; em alemão para " fio de prata "): [213] Um fio de prata que Uryū esconde em torno de seu braço direito, depois de perder seus poderes para o Quincy: Letzt Stil . Uryū usa-lo para lutar contra um Menos Grande , que o ataca. [214]
Anti-Arrancar Mina (破面専用の地雷, Arankaru Senyo não Jirai ; lit. " Arrancar Mina Dedicado "): Após resgatar Uryū de Szayelaporro, Mayuri Kurotsuchi dá Uryū uma mina terrestre que ele criou, que é projetado para uso contra Arrancar . Uma vez que seus sensores pegar Reiatsu de um Arrancar, ele detona violentamente. Uryū posteriormente utiliza-lo na Espada Yammy Llargo , ferindo o Arrancar em seu estado selado; a explosão foi muito poderosa. [215] [216]
Sanrei Glove (Ex) : A fim de coincidir com adversários mais poderosos que enfrentaria na Soul Society, Uryū treinado usando de seu avô dom: o Sanrei Glove. Após completar a semana de treinamento de resistência necessário colocar a luva, o seu poder aumentou drasticamente. Ele manifestou uma curva diferente e aumentou todos os seus atributos, mid facilmente avassalador para baixo-tier Shinigami. A luva dissipado após a remoção.
Quincy Bangle (Ex) : Durante a invasão Bount, Uryū recebe este artefato Quincy de Nemu, a fim de recuperar seus antigos poderes. Depois de uma batalha onde Uryū foi empurrado para o seu limite, ele descobriu como usar esse acessório sem o risco de auto-destruição. Ele foi capaz de dominar o seu uso em um período muito curto de tempo, surpreendente e impressionando Ran'Tao. O artefato foi destruído em sua luta contra Jin Kariya .
Hakumen Kudashi (白面くだし, Fair Cara Purge ): [217] Colocar o Minas Anti-Arrancar desenvolvido por Mayuri para uso prático, Uryū detona a mina terrestre em uma forma tal que não só inflige danos significativos a um oponente, mas também destrói o solo sob eles. [215] Quando usado contra Yammy Llargo , a fim de maximizar os danos e prolongar subsequente queda da Espada, Uryū enfraqueceu os níveis mais baixos da estrutura que eles estavam. [216]
Poderes e Habilidades
Manipulação Reishi :. Como Quincy ele absorve principalmente a energia espiritual da atmosfera, e combina com sua própria energia espiritual para formar armas [218] Ele tem um tempo mais fácil coletar essa energia em ambientes com altas concentrações de Reishi como em Soul Society ou Hueco Mundo . [219] Ele pode manipular a energia espiritual para fins ofensivos. Uryū comumente remodela partículas espirituais em vários tipos de arco e flechas, mas também pode concentrar a energia espiritual em forma de espadas (Seele Schneider) ou Ginto.
Hirenkyaku Especialista : Uryū é altamente qualificados no uso da técnica, mantendo-se com o capitão Mayuri Kurotsuchi , que elogiou sua habilidade, afirmando que era uma habilidade que foi difícil de dominar, especialmente em uma idade tão jovem. [220] Uryū tem também aprendi uma variação da técnica, o que cria uma plataforma de Reishi sob os pés do usuário. Originalmente usado quando se deslocar de Hueco Mundo, ele tem encontrado uso para ele fora da Garganta , e pode levar outros com ele na plataforma. [221]
Ransōtengai (乱装天傀, Heavenly Selvagem Puppet Suit ; Viz " Disheveled Paraíso Puppet "): Uma técnica de alto nível que é bastante raro entre os Quincy. Uryū é bem versado no uso dessa habilidade, o que não estava possuído por uma boa maioria da antiga Quincy vivo. Ele permite que o usuário utilize a energia espiritual para manipular o seu próprio corpo, no caso de paralisia. [64]
Ginto especialista : Ele é capaz de utilizar a energia espiritual armazenado nos tubos de prata para criar efeitos semelhantes aos Kido ; Uryū ainda pode usar sua própria energia, em vez de a energia armazenada no tubo de prata. Ginto era sua principal arma de escolha, embora apenas, contra um Arrancar incompleta durante a invasão Arrancar. Ele só foi capaz de prejudicá-lo antes de seu pai o salvou, mas este feito só foi excelente, como ele não podia usar qualquer de suas habilidades Quincy na época. [103]
Mestre Archer : Quando um Quincy se torna mais hábil usando seu arco e Heilig Pfeil, eles ganham mais força e precisão com suas flechas. Isto é semelhante à forma como uma habilidade ganhos atirador e atinge o alvo com mais freqüência. Uryuu Ishida tem aumentado consideravelmente o seu poder e habilidade ao longo de sua associação com Ichigo Kurosaki , e é um excelente exemplo desse crescimento. Ele tem grande precisão, capaz de matar instantaneamente Hollows com uma seta. Durante a invasão Ryoka , ele luta Jirobo Ikkanzaka , outro usuário do tipo projétil, e facilmente o derrota. Após derrotá-lo, Uryū dispara duas setas através de sua cadeia de alma e alma do sono, impedindo-o de nunca prejudicar ninguém novamente (ele tentou atacar Orihime Inoue). [222]
Controle Path : Quando Uryū lutou Cirucci Sanderwicci em Las Noches, ele foi capaz de curva do caminho de seus setas depois de demiti-los, colocando pressão sobre o ex-Espada. Isso efetivamente faz do Quincy Heilig Pfeil semelhante a mísseis guiados por calor em miniatura, mas em vez de se ligar a calor, o que quer que eles têm como alvo inimigo que eles têm. Não se sabe quanto tempo Uryū pode controlar o caminho da seta, ou se existe um limite de quantos podem estar sob seu controle. Até agora, ele só foi acionado 3 simultaneamente, utilizando este método. [223]
Negação de Ataque : Uryū pode disparar suas flechas com uma precisão cirúrgica para o ponto onde eles nega outro ataque com o impacto. Para fazer isso, ele cobra as setas com uma quantidade suficiente de energia e dispara-los a atingir um projétil de entrada. Ele usou sua Heilig Pfeil desta forma duas vezes: uma contra Aisslinger Wernarr 's Uña Tirotear ataque, e uma segunda vez contra do Cirucci Golondrina . Foi especialmente útil contra Aisslinger, uma vez que o Arrancar só poderia fogo 108 projéteis de uma só vez, quase 1 / 12th a quantidade de setas Uryū pode disparar. [224]
Especialista Espadachim : Durante sua luta com Cirucci Sanderwicci, Uryū usa Seele Schneider como uma espada habilmente, e facilmente derrota-la com ele. Mesmo que seja realmente uma flecha, e seu principal talento está nas técnicas de tiro com arco e Quincy, é claro que Uryū tem alguma habilidade com a espada. [118] Ele também usa seu Seele Schneider contra Senbonzakura , e mantém com sucesso seu terreno para uma curto espaço de tempo. [154]
Especialista Mão-de-mão Combatente : Embora prefira lutar no médio a longo prazo para fazer pleno uso dos seus poderes Quincy, Uryū também é altamente capaz de curto alcance e lutador bare-handed. Quando uma gangue de rua veio para Karakura High School de causar problemas, Uryū calmamente se aproximou deles, e mostrou sua habilidade de facilmente subjugar-los (ainda que com alguma ajuda de Ichigo). Tal como o seu estilo de arma, estilo bare-handed de Uryū é mais sobre ataques precisos do que força bruta. [225]
Consciência Espiritual : Como um Quincy, Uryū pode sentir Hollows a uma distância significativa. Ele sentiu uma nova oco em uma área antes de qualquer Rukia Kuchiki e Ichigo Kurosaki sentiu sua chegada. Ele também sabia que direção ele estava. [226]
High Power Espiritual :. Uryū tem apresentado uma elevada quantidade de energia espiritual [227] Ele tem, obviamente, domina a capacidade de absorção de Quincy Reiryoku, levando-se em partículas de espírito ea energia espírito iguais. Este, em cima de seus próprios energia reservas, empresta-lhe muita força em combate. Quando seu pai restaurado seus poderes, a força espiritual de Uryū prova tão grande que levou uma semana ou mais para terminar, e seu pai ainda precisava desenhar uma seta mais forte (em oposição a atirar nele, sozinho) para restaurar seus poderes e esgotar-lo completamente. Sua Reiatsu é azul-claro. [228]
Excelente Intellect & Atletismo : Além de seus poderes Quincy, Uryū é bem treinado no corpo e na mente, ter habilidades atléticas substanciais e um intelecto gênio. Ele usa sua inteligência para encontrar pontos fracos em seus adversários, até mesmo superando as desvantagens que ele tem através de pensar em seus pés. [229] Devido a manter as suas capacidades físicas em seu pico, Uryū pode facilmente resistir contra todos, mas os adversários mais resilientes durante uma batalha. Ele é capaz de deduzir nível espiritual de Ichigo, que Ichigo adquiriu seus poderes de Shinigami em meados de maio, e a verdadeira identidade de Rukia Kuchiki. [230]
Multilingual : Ele possui algum conhecimento de espanhol , como ele entende os termos espanhóis utilizados pelo Arrancar. Uryū disse Yammy em cima de sua derrota, " Mala Suerte ", que significa azar, antes que este caiu por Las Noches. [231] Ele é visto lendo um livro alemão.
Espírito Arma:
Ginrei Kojaku (銀嶺弧雀, Arc Sparrow da Silver Peak ): Depois Uryū recupera seus poderes com a ajuda de seu pai; ele usa essa nova cruz Quincy, este se assemelha a um pentagrama, e uma variante de seu arco de origem. Este arco é usado pela primeira vez durante a sua batalha com o Arrancar Aisslinger Wernarr [233] , e várias de suas habilidades especiais foram usados mais tarde em sua luta contra o Cirucci Sanderwicci . Ao contrário de seu arco original, este arco tem a forma de uma teia de aranha.
Heilig Pfeil (神聖滅矢(ハイリッヒ·ブファイル), Hairihhi Bufairu ; em alemão para " Holy Arrow ", japonês para" Destruir Seta de Santidade "): Uryū pode reunir Reishi de seus arredores e moldá-la em setas. Com Ginrei Kojaku, Uryū pode disparar até 1.200 tiros consecutivos. [234] Ele pode disparar centenas de setas de uma só vez, o que Ichigo Kurosaki se refere como " spray "depois que ele usa-lo em um enxame de Hollows . [235]
Seta Ricochet : Uryū pode ricochetear tiros individuais fora das paredes para disparar em torno dos cantos, fazem a direção de seus ataques imprevisíveis, e mudar o rumo de seus tiros durante o vôo.
Licht Regen (光の雨(リヒト·レーゲン), Rihito Regen ; alemão / holandês para " Chuva de Luz ", japonês para" Chuva de Luz "): Uryū usado pela primeira vez esta técnica em conjunto com seu espírito novo arco Ginrei Kojaku. Uma grande quantidade de Reiryoku se reuniram no ombro esquerdo de Uryū, bem como quando ele usou a Quincy: Letzt Stil . Em seguida, ele dispara uma saraivada de flechas em um alvo único. [236]
Biliyaminu Escudo : Embora não se destina a ser utilizado desta maneira, URYU é capaz de utilizar Ginrei Kojaku como um escudo temporário para bloquear alguns ataques.
Bow Sem nome : 17 meses após a derrota de Aizen, Uryū tem um novo arco. É menor em tamanho, assemelhando-se de seu pai. Uma seta para baixo faz o meio de cada lado do arco, com uma linha que atravessa perto do centro. [238]
Heilig Pfeil : Assim como seus arcos anteriores, Uryū pode reunir Reishi de seus arredores e moldá-la em setas. De acordo com Quilge Opie , de Uryū Heilig Pfeil não deve ser mais fraco do que o seu próprio.
Bow Sem nome : Depois de ingressar na Wandenreich, Uryū empunha um arco novo, de cor clara. É mais ou menos tão alto quanto ele é e tem braços semi-retas redução gradual em pontos, com o punho sendo significativamente menos espessa do que o resto do arco é. [240]
Heilig Pfeil : Tal como acontece com os seus arcos anteriores, Uryū pode desenhar Reishi da área e formar setas circundantes com ele. No entanto, sua Heilig Pfeil são significativamente diferentes; eles têm setas visíveis, e as suas extremidades são em forma de um Zeichen Quincy com os braços dobrados para trás. [241]
Aprimorado Licht Regen : Uryū já não precisa coletar visivelmente Reishi ao longo de seu ombro esquerdo, em preparação para o uso dessa técnica, e pode desencadear uma enxurrada de Heilig Pfeil em cima de seu alvo quase instantaneamente.
Uryū aparece como um personagem jogável em Bleach: Soul Resurrección , onde ele luta com seus Seeleschneider, arco e ataques Ginto. Uryū aparece nas Bleach filmes Memórias de Ninguém , O diamonddust Rebellion , e The Hell Verso . Neste último, URYU utiliza uma técnica chamada de Gert Sprenger . Isso envolve Uryū disparar um único Seele Schneider para o alvo a que se destina, o que, em seguida, pára no meio do ar, em torno do adversário com uma barreira de alta densidade de Reishi. Cortes minúsculos criados por Seele Schneider causar Reishi a fluir para fora do corpo do alvo. Uryū lança um Ginto no Seele Schneider, fazendo com que a barreira a implodir, culminando em uma enorme explosão.
O ataque de Ulquiorra em Uryū foi atenuada significativamente para baixo no anime. No mangá, Ulquiorra consegue cortar a mão esquerda de Uryū, enquanto que no anime, a mão esquerda de Uryū estava gravemente ferido e queimado. Apesar dos danos anime mostrando nenhum sangramento em tudo, Uryū ainda afirma linhas semelhantes sobre ter parado o fluxo de sangue para a Orihime preocupado, e ele perde o uso de seu braço esquerdo, em ambas as versões.
Trivialidades
Uryū classificada como 5 na mais recente pesquisa de caráter popularidade . [251] Em pesquisas anteriores, ele colocou muito: no primeiro, ele ficou em 3º, na segunda, ele veio 8, e, no terceiro, 15.
Suas armas foram altamente classificado na enquete Zanpakutō, com sua Ginrei Kojaku ficou em 11º, o 21º Seele Schneider e sua Kojaku colocando 22.
Sua música-tema, escolhido por Tite Kubo, é " Idioteque "por Radiohead.
No Bleach melhor enquete luta, a luta de Uryū com Mayuri chegou em oitavo lugar. [252]
Cotações
(Para Jirobo Ikkanzaka ) " Você quer um ataque cheio de "matar intenção"? Então venha me pegar. O meu arco é cheio de si. " [253]
(Para Soken Ishida ) " Sensei, eu quero ficar mais forte. Eu vou tornar-se um Quincy muito forte e, em seguida, proteger a todos de Hollows. Então o pai vai certamente concordar com o caminho do Quincy. " [254]
(Para Mayuri Kurotsuchi ) " Juro sobre o orgulho do Quincy, eu vou te matar. " [255]
(Para Mayuri Kurotsuchi) " pedir desculpas a todos e nunca aparecer na frente de mim de novo, então eu vou poupar sua vida. Se não, eu vou atirar em você de novo com três vezes mais potência que o último tiro. " [256 ]
(Pensando durante a luta entre Ichigo e Byakuya) " Ela sabe que se ela tenta ajudar, ela vai ser apenas no caminho. Além disso, mesmo se ela é capaz de ajudar Kurosaki não gostaria que ela. Ela sabe tudo de isso, mas ela ainda está apertando seu corpo inteiro, como se estivesse tentando impedi-lo de agir. Inoue está esperando, rezando para que você estará seguro, acreditando que você vai voltar. Não perca Kurosaki. Se você perder, eu nunca vou perdoá-lo! " [257]
(Para Ichigo Kurosaki ) " Você está perguntando se este é um arco? Claro que é. Você acha que eu iria usar qualquer outra coisa? " [258]
(Para Aisslinger Wernarr ) " Eu não exterminados você para que você possa passar uma mensagem para Aizen. Diga-lhe que o Quincy estão aqui, e que, na realidade, não é o Shinigami ele deve temer, mas sim a Quincy! " [259]
(Para Pesche Guatiche sobre Cirucci Sanderwicci ) " O direito de escolher a vida ou a morte encontra-se com o vencedor, eo vencedor desta batalha é me. Na sua perspectiva, a minha deixando-a viva aqui pode parecer um insulto, mas eu não tenho nenhuma intenção de fazer as coisas à sua maneira. " [260]
(Para Ulquiorra Cifer sobre Uryū sendo lúcida) " eu sou. É por isso que eu estou pronto para fazer a batalha com você! "
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Portuguese
O Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, em Goiás , Mato Grosso e norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano.
Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas e no palato. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares. Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.
Ocorrência
Símbolo da cultura do estado brasileiro de Goiás, o pequi pode também ser encontrado em toda a região Centro-Oeste (considerada a capital da fruta) e nos estados de Rondônia (ao leste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste), Ceará (sul), e nos cerrados de São Paulo e Paraná. Em Goiás podem ser encontradas todas as variedades, cuja frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro. Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo.
É encontrado também na Bolívia
No estado do Tocantins há uma cidade com o nome de Pequizeiro em homenagem à árvore, onde se celebra a festa do pequi todos os anos.
Usos
Nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa, ainda no início do século XVIII, o pequi começa a ser utilizado na culinária de Goiás. Na região que circunda a cidade industrial de Catalão, o pequi era utilizado tão somente para a fabricação do Sabão de Pequi, de propriedades terapêuticas.
O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.
Sua polpa macia e saborosa deve ser comida com bastante cuidado, uma vez que a mesma recobre uma camada de finos espinhos que, se mordidos, fincam-se na língua e no céu da boca, provocando dores intensas, risco este que deixa de existir, uma vez assimilada a técnica de degustação que é de fácil aprendizado. Deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres. Deve ser levado a boca para então ser "raspado" - cuidadosamente - com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada e parar antes que os espinhos possam ser vistos.
O fruto do pequizeiro, por ser rico em óleo já foi muito utilizado na fabricação de sabão caseiro pelos moradores rurais do Tocantins, que não tinham fácil acesso ao produto industrializado. Na fabricação do sabão, a massa do fruto era misturada a um líquido retirado das cinzas de uma árvore conhecida popularmente por "Mamoninha", essa mistura era levada ao fogo e produzia um sabão vegetal de cor preta brilhante, bastante macio, que era usado para lavar roupas,utensilios e principalmente para a higiene pessoal,pois segundo as pessoas que o fabricavam o produto fazia bem para a pele e cabelo.
Propriedades do pequi
Recentemente, foi descoberta uma propriedade do óleo de pequi que, antes mesmo de poder ser explorada pelo Brasil, já foi patenteada por japoneses. Ela foi recentemente batizada de CSL (chemical strengthener layer). Segundo as pesquisas, basta adicionar cinquenta mililitros de óleo de pequi a 4l de óleo mineral para que se consiga o efeito da superdureza em qualquer material metálico, aumentando, inclusive, a carga de molas se for aplicado uniformemente. Existem testes em motores com cabeçotes totalmente originais girando mais de 10 000 rotações por minuto sem indícios de fadiga ou quebra.
English
Caryocar brasiliense, known as Pequi or "souari nut", like its congeners, is an edible fruit popular in some areas of Brazil, especially in Brazil's center-west region.
Ripening fruits
The pequi tree grows up to 10 m (30 ft) tall. It is common in central Brazilian cerrado habitat from southern Pará to Paraná and northern Paraguay. Its leaves are large, tough, hairy and palmate, with three leaflets each. Unlike most other cerrado trees, it bears flowers in the dry winter months, approximately July to September. The yellowish-white flowers are hermaphroditic and bear many stamens; they somewhat resemble a huge pale St John's Wort flower (a distant relative among the Malpighiales). There are often two dozen or more flowers per inflorescence.
Pollination is mainly by bats, and as usual in such cases the flowers do not have a pleasant smell but produce copious thin nectar. Flowers open in the evening and produce nectar throughout the night, ceasing in the early morning. As it seems, each night's last nectar, produced around dawn, is richer in sugars than that produced in the night, though it is much less in quantity already. Moths, nocturnal wasps and ants also visit the flowers at night; the former two might also do some pollinating but they are not known to be of major importance. During the day, the flowers are visited by bees and wasps which feed on remaining pollen. From dusk to the cessation of nectar production, hummingbirds may visit the flowers. While most of them only do this opportunistically, some species – e.g. the Fork-tailed Woodnymph (Thalurania furcata) and in particular the Glittering-throated Emerald (Amazilia fimbriata) – appear to visit pequi tree flowers on a regular base. More significantly, visits by small "tanagers" of the Thraupidae and Cardinalidae around dusk are noted. In particular species like the Guira Tanager (Hemithraupis guira), White-lined Tanager (Tachyphonus rufus) and the Palm (Thraupis palmarum) and Sayaca Tanagers (T. sayaca) seem to be quite fond of pequi flower nectar and spend considerable time feeding on it when available. But even Curl-crested Jays (Cyanocorax cristatellus) have been observed to hang about flowering pequi trees at daybreak, though perhaps not just for the nectar, considering many insects attracted by it earlier would still be around on the tree. As the stigmata dry out at daybreak, it is not clear whether birds, particularly "tanagers", play a role in pollination also or are merely making use of an easy early-morning snack, particularly considering that during the flowering season of C. brasiliense, little such food is available.
Fruits start off dark purple, turning olive green and finally buffy green as they ripen, taking about 5–6 months[verification needed]. Ripe fruits are about the size of an orange. They resemble a mangosteen (another distantly related member of the Malpighiales) in having a few (usually 1-4) segments of pulpy pericarp inside the skin, yellow and with a typical strong taste and smell mixing sweet, fruity and cheesy aromas; this is derived mainly from volatile ethyl esters. Embedded in the mesocarp is a light-colored seed enclosed in a blackish shell covered with thin and tough woody spines, though spineless individuals exist in the wild. Both the mesocarp and the seed are edible for humans as well as many animals, including usually carnivorous species like the Yellow-headed Caracara (Milvago chimachima).
Use by humans and status
Pequi pulp is a very popular food in Goiás and Minas Gerais, eaten by itself raw or prepared or used as an ingredient in cooking or to flavor beverages. Pequi with rice and chicken is especially popular among locals; tourists often find the unique rich flavor of pequi too strong and the dish too filling for their taste[citation needed]. Pequi pulp will tarnish silver cutlery and if eaten raw the fruit is best enjoyed out of hand. Care must be taken to gently scrape the pulp off the pit using one's teeth: The spines can detach and hurt the mouth, causing considerable pain and being difficult to remove.
The pits with spines and remaining pulp can be left to dry in the sun for two days or so. Afterwards, the spines can be scraped off with a knife or stick, and the pit can be cracked open to extract the seed. From the latter, the edible pequi oil is extracted commercially. They can also be roasted like peanuts and eaten with salt as a rich snack; in fact, if anything they are more popular than Brazil nuts locally.
Nearly every part of the tree is usable for food, medical or construction purposes. Pequi occupies an important role in the culture of indigenous people in Brazil's Cerrado region. Traditionally, rural Brazilians plant pequi trees around villages; the seed take a long time to germinate so that new trees must be planted ever so often for the supply not to cease. Demand for the fruit has risen in recent decades while habitat has been destroyed, putting the stocks under strain. One report writes:
"The pequi is the main symbol of this de-structuring of the economy. The pequi is habitually consumed by the population in the Cerrado zone and is deeply rooted in the regional culture and cooking. For the Mineiros, the Cerrado inhabitants of Minas Gerais, the pequi does not belong to anyone, because it belongs to all. Therefore, they maintain their ancestral right to take it wherever it is, in public or private land, fenced in land or unfenced land, etc., wherever it is, the pequi was always "accessible" to the regional society. Since the sixties, due to logging and installation on a wide scale of eucalyptus plantations, the pequi and all that it represents are under a serious threat. So much so, that at the market in Curvelo we did not find any pequis for sale. Some trades people commented on the difficulty they have in obtaining this fruit, which was previously so accessible."
Also, given the importance of bats and perhaps birds for pollination, removal of native woodland is liable to have long-term negative impacts on fruit yield even if no C. brasiliense trees are physically harmed. Conserving pollinator habitat is probably crucial for rich yields of the valuable fruits and other produce.
Wikipedia
O Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, em Goiás , Mato Grosso e norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano.
Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas e no palato. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares. Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.
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The Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) is a tree native to the Brazilian Cerrado, the fruit of which, though widely used in the cuisine of the Northeast, in Goiás, Mato Grosso and northern Minas Gerais, Goiás is typically considered.
It is extracted an oil called oil Pequi. Its fruits are also eaten cooked, alone or along with rice and chicken. Its core is endowed with many thorns, and no need to very careful when biting the fruit, avoiding spike it teeth, which can cause serious injury to the gums and palate. The flavor and aroma of the fruit are very striking and peculiar. Can be stored both in essence and preserved.
Carlos Levistrauss © All Rights Reserved
Foto: Tatu
Mortes nas Estradas da Amazônia
Esta foto foi tirada na BR 364 Próximo a Terra Indígena Paresí, no Mato Grosso, já chegando em Rondônia.
O grande problema é que nas APA's, RESEX's e Reservas Ambientais cortadas por rodovias não há corredores de trânsito para os animais. São forçados a atravessar as rodovias.
Em algumas rodovias já temos túneis de passagem para evitar atropelamentos dos animais.
Falta placas de sinalização. "Se bem que basta observar ao redor para vermos que há animais e, que temos de maneirar na velocidade". Deveria ter uma parceria entre o DENIT e o IBAMA para reduzir as mortes destes animais, que são muitos, muitos... não estou colocando aqui as fotos mais fortes. Apenas algumas para vocês perceberem este descuido, tanto dos motoristas quanto dos órgãos governamentais.
A text in english from www.uni-graz.at/~katzer/engl/Bixa_ore.html
Annatto (Bixa orellana L.)
View the names of this plant in 33 languages
Synonyms
Bixa orellana: Sterile achiote plant
Sterile annatto plant
Bixa orellana: Anatto plant
Annatto shrub with red capsules
Arabicآتشيوت
Atshyut
BengaliLatka
BulgarianАчиоте
Achiote
Chinese
(Cantonese)胭脂樹 [yīn jī syuh]
Yin ju syuh
Chinese
(Mandarin)胭脂樹 [yān zhī shù]
Yan zhi shu
CzechAnnata
DutchAnatto, Rocou, Annotto, Achiote, Orleaan
EnglishAchiote, Lipstick tree
EstonianVärvibiksa, Annatopõõsa
FinnishAnnatto, Annattopuu, Orleaani
GermanAnnatto, Orleanstrauch
HindiSindhuri
HungarianOrleánfa, Ruku, Bjoul
IndonesianKesumba
ItalianAnnatto, Anotto
FrenchRocou, Roucou, Achiote, Rocouyer
Japaneseベニノキ
Beninoki
KhmerCham-puu, Chraluek
Korean아치오테, 아나토
Achiote, Anato
LaotianSa ti, Dok kham, Kham, Satii, Somz phuu
MalayJarak belanda
PolishArnota
PortugueseAnato, Urucú, Açafroa-do-Brasil, Urucum
RussianАннато, Бикса, Помадное дерево
Annato, Biksa, Pomadnoe derevo
SerbianОрлеан-дрво
Orlean-drvo
SlovakAnatto
SpanishAchote, Annato, Achiote
TagalogAchuete, Achwete, Atsuete, Echuete
Tamilசப்பிரா, கொங்காரம்
Kongaram, Sappira
Thaiคำแสด, สะตี, คำไท
Kam tai, Kam saed, Sati
TurkishArnatto
VietnameseHột điều màu, Điều nhuộm
Hot dieu mau, Dieu nhuom
Yiddishאָרלעאַן
Orlean
Bixa orellana: Anatto seeds
Annatto seeds
Used plant part
Dark red seeds (about 3 mm diameter). Pictures of both the seeds and the fruits are given by Ortiz.
Plant family
Bixaceae (a family with only two representatives in South America).
Sensory quality
Annatto has a weak, perfumed odour.
Main constituents
The flowery scent of the seeds is caused by a tricyclic sesquiterpene hydrocarbon, ishwarane.
The red colour is due to several apocarotenoids located in the seed epidermis, of which bixin (9'Z-6,6'-diapocarotene-6,6'-dioate) is the most important. Several more carotenoids and apocarotenoids have been identified, e.g., norbixin. Their total amount varies strongly: Common values are 2 to 5%, but the content may reach up to 7% of the dry seeds' mass. (Phytochemistry, 41, 1201, 1996)
Bixa orellana: Annatto flower
Annatto flower
Origin: South America; Brazil is the main producer and exporter. Today, annatto is also grown on the Philippines (introduced by the Spanish).
Etymology
The scientific species name orellana is derived from the name of Francisco de Orellana, a Spanish explorer of the 16.th century. Together with Francisco Pizarro, Orellana had been involved in the destruction of the Inca Empire; in 1540, he participated in another expedition led by Gonzalo Pizarro. Following false rumours about gold and cinnamon trees, about 2000 Spaniards entered the Peruvian and Brazilian jungles, where most of them perished. Orellana abandoned the party and made his way eastward, where he (more or less by chance) discovered the Amazon River and earned scientific fame quite undeservedly.
By confusion of the Spanish name with the French town Orleans, the German name Orleanstrauch, literally meaning “shrub of Orleans” emerged.
Other names of this plant all stem from Indio tongues in Central and South America: urucul from Tupi-Guarani in the Amazon region, (thence French rocou), annatto from the Carib and achiote from Náhuatl in México. The scientific genus name, Bixa, comes from another Carib plant name usually transcribed as bija or biché.
English lipstick tree refers to the cosmetic use of the plant.
A Pinch of Annatto (www.apinchof.com) The Epicentre: Annatto Pacific Islands Ecosystems at Risk: Annatto Recipe: Cochinita Pibil (Pork Dish Maya Style) (dianaskitchen.com) Recipe: Traditional achiote recado (thesmokering.com) Receta: Pescado Pibil (tikinxic) (cocinadelmundo.com) Recipe: Mayan Chicken With Spicy Orange Paste (www.pepperfool.com) Recipe: Vietnamese Roasted Chicken (tcbs.com) Rain Tree: Annatto
Bixa orellana: Annato shrub
Annatto shrub with flowers and fruits
www.botany.hawaii.edu © Gerald Carr
Annatto is native to South America, and is currently mostly in use as a flavouring and food colouring in Central and Northern South America. In the Caribbean, the seeds are usually fried in (animal or vegetable) fat; after discarding the seeds, the then golden-yellow fat is used to fry vegetables or meat. By this procedure, a golden yellow to golden brown colour is achieved. Mexican cooks often use a paste (achiote) of annatto seeds with some preservatives (acetic acid) that dissolves completely in hot fat; it is easy to use and can also be added to marinades and sauces to improve the colour. Similar use is found in South America, namely, Perú and Bolivia.
The original Aztec drinking chocolate (see also vanilla) is reported to have contained annatto seeds as well; given their high fat content, this is entirely plausible, even more since red colour bears associations with blood and thus had religious connotations in Aztec society. Using annatto to deepen the colour of chocolate was common in Europe until the 17.th century; today, the spice has little if any significance and is used occasionally to give butter and cheese a deep yellow colour (see also blue fenugreek).
In South México (Yucatán), meat is often marinated with a spice mixture called recado that derives its vibrantly yellow colour from liberal addition of annatto. The annatto seeds may be used ground (often after soaking in hot water to soften them) or in form of annatto oil. Recado is made from annatto, dried oregano, ground spices (black pepper, allspice and cumin), garlic and fiery Yucatecan chiles. They key flavour is the juice of bitter oranges (also known as sour oranges or Seville oranges) which adds a distinct, acidic fruitiness.
Recado-marinated meats are wrapped in banana leaves and baked in a hot stone pit. Baking in a hot oven, pan-frying or grilling is also possible. The technique can be applied to poultry and fish, but is most popular for pork, especially suckling pig. Food prepared this way is generally referred to as pibil.
y Spanish influence, annatto also has made its way to South East Asia. On the Philippines, the seeds are often ground to a powder and added to soups and stews; meat is often marinated with annatto-coloured seasonings. The colour obtained hereby is brownish-yellow, less vibrant than the colour resulting from usage of annatto oil in the Caribbean.
Besides Philippino cooking, the cuisines of South East Asia make little use of annatto seeds. In Vietnam, batters are often prepared with annatto oil to achieve a more attractive colour; annatto oil is also common for improving the colour of coconut-based curries (ca ri [cà ri], see rice paddy herb). Lastly, there are Vietnamese varieties of Beijing duck (ga quay mat ong [gà quay mật ong], can be prepared with either duck or chicken) that use annatto oil to colour the bird's skin; Chinese cooks produce a similar colour by treating the duck with malt solutions, which caramelizes during baking. In China, annatto seeds are occasionally contained in seasonings or marinades for grilled or fried meats (predominantly pork), resulting in a bright orange meat surface.
Although some books state that annatto imparts its specific flavour to the food stained therewith, I cannot myself agree with this opinion. It is true that pure annatto seeds have same very faint fragrance, but this aroma is not transmitted to the food.
Bixa orellana: Annato fruits
pharm1.pharmazie.uni-greifswald.de
Orange or yellow hues can also be obtained with several other plants. A chemically similar dye is contained in saffron, and the colour may become quite similar; yet saffron with its incomparable fragrance is much more than just a colouring agent. Safflower, in contrast, does not have any taste at all and can, therefore, be used whenever colour is desired but no aroma wanted; but its staining capability is low. Lastly, turmeric has a strong, earthy aroma and stains food bright yellow.
Both turmeric and saffron can even be used to dye textiles; both are, however, not lightproof (and saffron is very expensive, though this usage is mentioned in the Bible; see pomegranate).
Leaves can also be used to colour food, but, in general, they will give only a modestly green colour (see pandanus leaves or mugwort for examples in Asian sweetmeats). In the wild, leaf colours other than green are rare, but gardeners have succeeded in breeding cultivars with red or otherwise coloured leaves from many herbs and other plants (e.g., basil, sage or, most spectacularly, chameleon plant). In Japan, a purple-leaved variety of perilla is used to colour pickled ginger.
The green leaf pigment chlorophyll is also responsible for the greenish colour of some vegetable oils, namely olive oil and pumpkin seed oil. Although the former is usually too pale, the latter can be used to give both flavour and colour to a variety of mostly cold foods.
There are no easy ways to achieve other colours with spices; several vegetables, however, fortunately can fill this hole. Spinach is common for a bright green (because it is more colourful than most other leaves), tomatoes for red, carrots for orange and aubergines for purple. Italian cooks sometimes use the dark “ink” of squids to give their noodles (pasta) or rice dishes (risotto) an exotic black colour. Another, very unusual colouring agent is the dried cochenille bug, which gives a bright and appealing pink (appalling though the culinary use of an insect may seem). For those loathing beetles, the red beet is a viable and efficient alternative.
Blue is the colour most difficult to achieve by natural dyes; people have tried their luck with several flowers (e.g., borage), but apart from being only seasonally available, none has proved sufficient colouring capability. The best results are obtained with a plant from South East Asia called butterfly pea (Clitoria ternatea, Fabaceae), whose deep blue coloured flowers have been used to colour desserts, particularly in Thailand; but in our days, synthetic food dyes have become much more popular.
Urucum (Bixa orellana L)
Mais conhecido por suas propriedades como corante, o urucum é um poderoso remédio natural, eficaz contra vômitos e para auxiliar a digestão. De acordo com pesquisas recentes, ele atua também contra a hipertensão arterial. O chá das sementes maduras (1 colher das de sopa em 1 xícara de água) pode ser utilizado em compressas para auxiliar na cicatrização de ferimentos. O urucum também funciona como repelente de insetos e bronzeador, mas, atenção, ele não protege a pele contra os raios solares. O corante é muito empregado na indústria de laticínios. Além disso, é uma bela planta ornamental.
Nome científico: Bixa orellana L.
Família: Bixaceae.
Sinônimo botânico: Bixa acuminata Bojer, Bixa americana Poiret in Lam., Bixa odorata Ruiz & Pav. Ex G. Don, Bixa orellana var. Leiocarpa (Kuntze) Standl. & L.O Williams, Bixa platycarpa Ruiz & Pav. Ex G. Don, Bixa tinctoria Salisb., Bixa upatensis Ram. Goyena, Bixa urucurana Willd., Orellana americana Kuntze, Orellana orellana (L.) Kuntze.
Outros nomes populares: açafrão-da-terra, açafroa, açafroeira-da-terra, achicote, achiote, achote, bija, bixa, colorau, orucu, tintória, urucu, urucu-ola-mata, urucuuba, urucuzeiro, uru-uva, orleanstrauch (alemão), onoto (espanhol), noyer d'Amerique (francês), annatto (inglês).
Obs.: a bixina é avermelhada e insolúvel em água e a nor-bixina é solúvel em água.
Propriedades medicinais: adstringente, afrodisíaco (sementes trituradas), antiasmática, antibiótica, antidiabética (sementes), antidiarréica, antidisentérica, antídoto do ácido cianídrico, anti-hemorrágica, antiinflamatória, antioxidante, antipirética, bactericida, béquica, cardiotônico, cicatrizante (raiz), corante, depurativa, digestivo (sementes), diurética, emoliente, estimulante, estomáquica, expectorante (sementes), hemostática, hipotensor, laxante, peitoral, protetor da pele, refrigerante (polpa), repelente, vulnerária (folhas).
O urucum, Urucu, do tupi uru-ku (vermelho), ou açafroa é uma árvore originária da América Tropical, também chamado de annatto (inglês), onoto ou achiote (espanhol), rocou (francês) e orleansstrauch (alemão). São arvoretas nativas na América tropical com grandes folhas de cor verde-claro. Produzem flores rosadas, com muitos estames. Os frutos são cápsulas armadas por espinhos maleáveis, que tornam-se vermelhas quando maduras. Então, abrem-se revelando pequenas sementes dispostas em série, envolvidas por arilo vermelho. Pode atingir até 6 metros de altura e suas sementes de cor avermelhada são comumente usadas como corante natural.
O urucu era, e ainda é, utilizado tradicionalmente pelos índios brasileiros (juntamente com o jenipapo, de coloração preta) e peruanos como fonte de matéria prima para tinturas vermelhas, usadas para os mais diversos fins, entre eles, protetor da pele contra o sol e contra picadas de insetos; há também o simbolismo de agradecimento aos deuses pelas colheitas, pesca ou saúde do povo. No Brasil, a tintura de urucu em pó é conhecida como colorau, e usada na culinária para realçar a cor dos alimentos. Esta espécie vegetal ainda é cultivada por suas belas flores e frutos atrativos. Ao passar urucu na pele ele penetra nos poros, e ao longo do tempo a pele passa a ter uma tonalidade avermelhada constante e definitiva. Isso acontece pois os poros se entopem de urucu e não conseguem mais eliminá-lo.
Levado para Europa pelos primeiros colonizadores da América, é mundialmente empregado como corante de diversos fins, principalmente na indústria alimentícia. Com o banimento do uso de corantes alimentícios artificiais na União Européia, por prováveis efeitos cancerígenos, por exemplo a anilina, é intensamente importado da América Tropical e África, além de não ter sabor.
Lhama ou lama (Lama glama), da palavra quíchua llama, é um mamífero ruminante da América do Sul, da família dos camelídeos, género Llama. Este animal tem pelagem longa e lanosa, e é domesticado para a utilização no transporte de carga, produção de lã, carne e couro.
A lhama é relacionada com o guanaco, a vicunha e a alpaca. Foi domesticado pelo povo inca, tendo sido muito importante para os mesmos.
As lhamas vivem na Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são baixas. Assim, as pelagens servem para protegê-los do frio, além de proteger o seu corpo de arranhões e outros ferimentos. A lhama é conhecida pelo seu estilo calmo, muitas vezes andando devagar, porém pode se irritar facilmente: por este motivo, foi considerada o oitavo animal mais irritável do mundo segundo o canal Animal Planet. Quando irritada ou para chamar a atenção, espirra seu muco na direção do objeto de sua irritação.
A lhama alimenta-se de capim e mato. Estes animais medem de 1,40 a 2,40 metros de comprimento (contando com a cauda, adiciona-se mais 25 cm ao comprimento). Chega a pesar 150 quilogramas. Algumas raças de lhama são criadas para fins estéticos e de companhia, como a raça lhoodle, cujo comportamento se assemelha a cães da raça dos poodles
Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Lhama
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La llama (Lama glama) es un mamífero artiodáctilo doméstico de la familia Camelidae, abundante en la Puna o Altiplano de los Andes de Perú, Bolivia, Chile, Ecuador y Argentina. Fue creado por los pueblos andinos nativos mediante selección artificial a partir del guanaco salvaje que fue domesticado y del cual, por lo tanto, la llama deriva. Según recientes estudios de ADN,[cita requerida] esto ocurrió en principio de manera independiente en tiempo y espacio, en sectores del sur del Perú, norte de Chile, noreste de Bolivia y el noroeste de norte de Argentina.2 Fue aprovechado al máximo por el imperio Inca: era utilizado como animal para sacrificios, se obtenía carne y lana de él, y era aprovechado como animal de carga (el único antes de la llegada de los españoles a América, si se exceptúan los perros de los trineos inuit o «esquimales»).
Texto: es.wikipedia.org/wiki/Lama_glama
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The llama (Lama glama') is a domesticated South American camelid, widely used as a meat and pack animal by Andean cultures since the Pre-Columbian era.
The height of a full-grown, full-size llama is 1.7 to 1.8 m (5.6 to 5.9 ft) tall at the top of the head, and can weigh between 130 and 200 kg (290 and 440 lb). At birth, a baby llama (called a cria) can weigh between 9 and 14 kg (20 and 31 lb). Llamas typically live for 15 to 25 years, with some individuals surviving 30 years or more.[1][2][3]
They are very social animals and live with other llamas as a herd. The wool produced by a llama is very soft and lanolin-free. Llamas are intelligent and can learn simple tasks after a few repetitions. When using a pack, they can carry about 25 to 30% of their body weight for 8 to 13 km (5–8 miles).
The name llama (in the past also spelled 'lama' or 'glama') was adopted by European settlers from native Peruvians.
Llamas appear to have originated from the central plains of North America about 40 million years ago. They migrated to South America about three million years ago. By the end of the last ice age (10,000–12,000 years ago), camelids were extinct in North America. As of 2007, there were over seven million llamas and alpacas in South America, and due to importation from South America in the late 20th century, there are now over 158,000 llamas and 100,000 alpacas in the United States and Canada
O termo cigarra é a designação comum aos insetos da família dos cicadídeos, que reúne os maiores representantes da ordem. Existem mais de 1.500 espécies conhecidas deste insetos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo brasileira). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insetos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo cada espécie som característico.
As cigarras também são reconhecidas pela forma característica e pelo tamanho grande, que varia cerca de 15 milímetros até pouco mais de 65 milímetros de comprimento e atingindo até 10 cm de envergadura. Possuem um "bico" comprido para se alimentar da seiva de árvores e plantas onde normalmente vivem.
A importância da cigarra no ecossistema é positiva, por um lado, por servir de alimento para os predadores e, negativa, por outro, porque constitui-se em pragas de algumas culturas. As suas ninfas vivem alimentando-se da seiva das raízes das plantas, causando sensíveis prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que retiram e pelos ferimentos causados às raízes, facilitando a penetração de fungos e bactérias.
Muitas espécies de cigarra têm períodos diferentes de amadurecimento, com ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero Magicicada têm uma característica adicional: elas são sincronizadas, ou seja, saem do chão todas ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos.
Índice [esconder]
1 Etimologia
2 Características
3 Ciclo de vida
3.1 Hábitos
3.1.1 O "canto" da cigarra
3.1.2 Alimentação
3.1.3 A "urina da cigarra"
3.2 Fases do ciclo de vida
4 Classificação científica
4.1 Família Cicadidae
4.1.1 Subfamília Cicadinae
4.1.2 Tibicininae
4.2 Tettigarctidae
5 Gêneros - lista geral
6 Principais tipos
6.1 Japão
6.2 Outros países
7 Benefícios e perdas
7.1 Benefícios
7.2 Perdas
8 Cultura
9 Uso culinário
10 Obras de arte
10.1 Literatura
11 Referências
Etimologia[editar | editar código-fonte]
"Cigarra" origina-se do termo latino cigada1 .
Características[editar | editar código-fonte]
Existem mais de 1 500 tipos diferentes de cigarra. Já foram detectados exemplares desde vinte milímetros até 130 milímetros de comprimento. Normalmente, são encontrados em regiões de florestas tropicais, mas também podem ser encontrados em outros tipos de vegetações.
No compartimento interno da barriga do macho, desenvolvem-se os músculos e os elementos que soltam o som do canto da cigarra, que serve para atrair a fêmea. Além disso, ele também canta quando é atacado ou capturado por inimigos naturais.
De outro lado, o compartimento da barriga da fêmea fica lotado de ovos e a parte traseira desenvolve-se como ovulador.
Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]
Uma cigarra em processo de ecdise.
A cigarra é um inseto de metamorfose incompleta (Hemimetabolismo). Ovo→Ninfa→Inseto adulto
Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem.
Os insetos jovens (ou “ninfas”) caem no chão e entram na terra.
As ninfas vivem na terra por 1 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes.
Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.
O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica.
As cigarras masculinas começam a cantar com um ruído zumbindo agudo, alto para atrair fêmeas. As fêmeas também fazem um pequeno som mas bem baixo. As cigarras masculinas cantam vibrando as membranas no lado de baixo do primeiro segmento abdominal. As cigarras masculinas são também capazes de fazer um grito alto quando perturbadas. Acredita-se que tal gritar pode ser eficaz em determinados predadores.
No caso do Japão, normalmente as cigarras adultas aparecem no verão, mas também existem tipos de cigarra que aparecem na primavera como o Haru Zemi - Terpnosia, e os que aparecem no Outono como a cigarra Coreana Suisha coreana. Com o aquecimento global avançando nestes anos, já está até comum encontrar cigarras cantando nos meses de Outubro. O normal é a forma adulta viver entre 1 a 2 semanas, mas isso era devido à dificuldade natural de maturação mas nos campos, diz-se que as cigarras sobrevivem por quase 1 mês.2
Alem disso, o período como ninfa vivendo dentro da terra é entre 3 a 17 anos e no caso do ABURA ZEMI (Graptopsaltria nigrofuscataé de 6 anos) e ao contrário do que se pensa de ter uma sobrevivência curta, é na realidade uma das mais longas entre os insetos.
Hábitos[editar | editar código-fonte]
O "canto" da cigarra[editar | editar código-fonte]
Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas das espécies maiores conseguem atingir os 120 decibéis com facilidade,3 enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cães e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele.
Após o acasalamento, as fêmeas depositam os ovos em rachaduras nos caules de plantas hospedeiras. Depois que os ovos eclodem, as ninfas, fase jovem da cigarra, descem por fios de seda até o solo, onde elas ficam a maior parte da vida. No Brasil, o ciclo de vida desses insetos dura um ou dois anos, sendo apenas dois ou três meses fora do solo. Em outros países, como os Estados Unidos, o ciclo de vida das cigarras pode chegar até 17 anos.
Até mesmo as cigarras se protegem contra o volume intenso de seu próprio canto. Tanto o macho como a fêmea dessa espécie de insetos possuem um par de grandes membranas que funcionam como orelhas. Elas são os tímpanos, conectados ao órgão auditivo por um pequeno tendão que reage quando o macho canta, dobrando-os para que o som alto não lhes provoque danos.
A crença de que as cigarras "explodem" quando cantam não é verdadeira. A "casca" da cigarra que encontramos presas as árvores são o exoesqueleto do inseto que realizou a última muda ou ecdise, concluindo sua forma adulta. A população antiga acredita que o canto da cigarra é o sinal que ela está chamando chuva, por isso seus cantos em dias quentes.
Alimentação[editar | editar código-fonte]
As cigarras não se alimentam de moscas, vermes ou grãos. Enquanto jovens, elas sugam a seiva das plantas pela raiz e injetam toxinas. Na fase adulta elas também se alimentam da seiva, mas, desta vez, sugada pelo caule e folhas das plantas. Para algumas culturas, as cigarras são pragas de grande importância. Segundo o professor do Departamento de Entomologia Agrícola, Marcelo Picanço, em alguns casos as plantas morrem ou ficam depauperadas, podendo ser encontradas milhares de ninfas nas raízes. A ingazeira, os eucaliptos e abacateiros são exemplos de plantas hospedeiras prejudicadas pelas cigarras, mas é na cultura de café que as cigarras causam maiores danos. Em Minas, o ataque das cigarras aos cafezais é mais freqüente na região sul do estado. A depauperação da planta causa descoloração e queda precoce das folhas, sendo mais preocupantes nas épocas de seca. As conseqüências são quebra significante da produção e até mesmo perda total da lavoura se não for controlada a tempo.
Para controlar a praga são utilizados inseticidas aplicados na fase chuvosa para melhor absorção das raízes e para que as ninfas sejam combatidas logo que furam os solos. Também é possível fazer o controle com o fungo metarhizium. Mas o controle biológico é mais eficaz quando associado ao uso de inseticidas, porque o fungo tem mais facilidade de penetrar nas ninfas debilitadas.
Também é possível o controle cultural, eliminando os pés de café infectados e plantando outros no local após três anos e evitando o plantio de outras plantas hospedeiras do inseto próximo às plantações.
As cigarras estão presentes em quase todas as regiões do mundo, tanto em climas quentes como frios, e têm poucos predadores. Na fase adulta, são alimento para pássaros e enquanto ninfas são atacadas por besouros, alguns mamíferos, como o tatu, e quem diria, por formigas predadoras que vivem nos solos.
A "urina da cigarra"[editar | editar código-fonte]
Quando falhamos ao tentar pegar uma cigarra, na hora que ela foge, ela costuma "urinar". No ditado popular, diz-se que ela "dá o troco pela tentativa"; entretanto, muitos dizem que na realidade, na hora que ela levanta voo, ela elimina o excesso de líquidos para deixar o corpo mais leve e facilitar a fuga, outros dizem que seu ventre é fraco e o impulso do voo, faz com que elimine o que está armazenado. Na realidade ela esta eliminando a seiva retirada da árvore e não necessariamente pondo em alvo quem a ataca e por isso, não só acontece na hora do voo, mas mesmo durante a extracção da seiva isso vem a ocorrer.
Mesmo assim, após analises, foi verificado que a substância excretada (a popular "urina da cigarra") praticamente só possui água, não sendo constatada praticamente quase nenhum resíduo tóxico.
Fases do ciclo de vida[editar | editar código-fonte]
Sequência de fotos de uma cigarra realizando ecdise em Ohio, EUA.
Após o acasalamento, a fêmea faz cortes na casca de um galho para depositar os seus ovos. Ela pode fazer isso repetidamente, até que ela colocou várias centenas de ovos. Quando os ovos eclodem, as ninfas recém-nascidas caem no chão. A maioria das cigarras passa por um ciclo de vida que dura de dois a cinco anos. Algumas espécies têm ciclos de vida muito mais longo, como o gênero norte-americano, Magicicada, que tem um número distinto de "crias" que passam por qualquer um de 17 anos ou, no Sul dos EUA, um ciclo de vida de 13 anos. Estes ciclos de vida longos, talvez, desenvolvidos como uma resposta a predadores, como a vespa assassina de cigarras e louva-deus. Um predador com um menor ciclo de vida de pelo menos dois anos não pode de forma confiável depredar as cigarras. As cigarras vivem no subsolo como ninfas a maior parte da sua vida, em profundidades que variam de cerca de 30 cm até 2,5 m. A alimentação das ninfas é o suco da raiz e têm fortes patas dianteiras para cavar. No final ínstar ninfal, elas constroem um túnel de saída para a superfície e emergem. Elas, então, mudam (trocam de pele), em uma planta por perto para a última hora e emergem como adultos. As peles permanecem abandonadas, continuam agarradas à casca das árvores.
Ovos depositados nos cortes dessa árvore
Período de transformação desde ninfa até adulto
Saindo da casca rachada
Sai totalmente
Pendurada pelas patas e esticando as asas
A casca permanece presa
Classificação científica[editar | editar código-fonte]
Família Cicadidae[editar | editar código-fonte]
Subfamília Cicadinae[editar | editar código-fonte]
Família Platypleurini
Gênero Platypleura
Platypleura kaempferi
Platypleura kuroiwae
Platypleura miyakona
Platypleura yayeyamana
Platypleura albivannata
Gênero Suisha
Suisha coreana
Família Tibicenini
Gênero Tibicen
Tibicen auletes
Tibicen aurifera
Tibicen bihamatus
Tibicen bifida
Tibicen canicularis
Tibicen chiricahua
Tibicen chisosensis
Tibicen chloromera
Tibicen cultriformis
Tibicen davisi
Tibicen dealbata
Tibicen dorsata
Tibicen duryi
Tibicen figurata
Tibicen inauditus
Tibicen linnei
Tibicen longiopercula
Tibicen lyricen
Tibicen montezuma
Tibicen ochreoptera
Tibicen parallela
Tibicen pruinosa
Tibicen resh
Tibicen resonans
Tibicen robinsoniana
Tibicen similaris
Tibicen superba
Tibicen texanus
Tibicen townsendii
Tibicen variegata
Tibicen walkeri
Gênero Cryptotympana
Cryptotympana facialis
Cryptotympana yayeyamana
Cryptotympana atrata
Gênero Chremistica
Chremistica biloba
Chremistica bimaculata
Chremistica borneensis
Chremistica brooksi
Chremistica echinaria
Chremistica guamusangensis
Chremistica hollowayi
Chremistica kecil
Chremistica malayensis
Chremistica minor
Chremistica nesiotes
Chremistica niasica
Chremistica pontianaka
Chremistica sumatrana
Chremistica tagalica
Chremistica tridentigera
Chremistica umbrosa
Família Polyneurini
Gênero Graptopsaltria
Graptopsaltria nigrofuscata
Graptopsaltria bimaculata
Gênero Formotosena
Família Cicadini
Gênero Leptosemia
Gênero Terpnosia
Terpnosia vacua
Terpnosia nigricosta
Gênero Euterpnosia
Euterpnosia chibensis
Gênero Tanna
Tanna japonensis
Tanna japonensis ishigakiana
Gênero Pomponia
Semia
Purana
Taiwanosemia
Formocicada
Família Oncotympanini
Gênero Oncotympana
Oncotympana maculaticollis
Gênero Dundubiini
Gênero Meimuna
Meimuna opalifera
Platylomia
Platylomia constanti
Platylomia maxima
Macrosemia
Família Moganniini
Gênero Nipponosemia
Gênero Mogannia
Tibicininae[editar | editar código-fonte]
Família Cicadettini
Gênero Cicadetta
Família Mudini
Gênero Muda
Huechysini
Scieroptera
Huechys
Tettigarctidae[editar | editar código-fonte]
Gênero Tettigarcta
Gêneros - lista geral[editar | editar código-fonte]
Abagazara
Abricta
Abroma
Adeniana
Aestuansella
Afzeliada
Ahomana
Akamba
Albanycada
Aleeta
Ambragaeana
Amphipsalta
Anapsaltodea
Angamiana
Arcystasia
Arenopsaltria
Arfaka
Arunta
Auta
Ayuthia
Azanicada
Babras
Baeturia
Balinta
Bavea
Beameria
Becquartina
Bijaurana
Birrima
Brevisiana
Burbunga
Buyisa
Cacama
Calopsaltria
Calyria
Capcicada
Carineta
Chinaria
Chlorocysta
Chonosia
Chremistica
Chrysocicada
Cicada
Cicadatra
Cicadetta
Cicadivetta
Cigarra
Clidophleps
Coata
Conibosa
Cornuplura
Cosmopsaltria
Crassisternata
Cryptotympana
Cyclochila
Cystopsaltria
Cystosoma
Daza
Decebalus
Derotettix
Diceroprocta
Diceropyga
Diemeniana
Dilobopyga
Dinarobia
Dorachosa
Dulderana
Dundubia
Durangona
Elachysoma
Euryphara
Euterpnosia
Fidicina
Formotosena
Fractuosella
Froggattoides
Gaeana
Gazuma
Gerodi
Glaucopsaltria
Graptotettix
Guaranisaria
Gudanga
Guineapsaltria
Gymnotympana
Hemidictya
Henicopsaltria
Henicotettix
Herrera
Higurashi
Hilaphura
Hovana
Huechys
Hylora
Illyria
Imbabura
Inyamana
Ioba
Iruana
Jacatra
Jafuna
Jassopsaltria
Jiraiya
Kanakia
Karenia
Katoa
Kikihia
Klapperichicen
Kobonga
Koma
Kongota
Koranna
Kumanga
Lacetas
Lembeja
Lemuriana
Leptopsalta
Leptopsaltria
Ligymolpa
Lisu
Luangwana
Lycurgus
Lyristes
Macrosemia
Macrotristria
Magicicada
Malagasia
Malgachialna
Malgotilia
Maoricicada
Mapondera
Mardalana
Marteena
Masupha
Maua
Mauricia
Megapomponia
Meimuna
Melampsalta
Mendozana
Mogannia
Monomatapa
Mouia
Muda
Musimoia
Musoda
Munza
Nabalua
Nablistes
Nelcynadana
Neocicada
Neomuda
Neoplatypedia
Nosola
Notopsalta
Novemcella
Okanagana
Okanagodes
Orapa
Orientopsaltria
Oudeboschia
Owra
Oxypleura
Pacarina
Paectira
Pagiphora
Paharia
Panka
Paragudanga
Paranistria
Parnisa
Parnkalla
Parvittya
Pauropsalta
Pinheya
Platylomia
Platypedia
Platypleura
Plautilia
Pomponia
Prasia
Procollina
Prosotettix
Prunasis
Psallodia
Psaltoda
Psilotympana
Purana
Puranoides
Pycna
Quesada
Quintilia
Rhinopsalta
Rhodopsalta
Rustia
Salvazana
Sapantanga
Saticula
Scieroptera
Selymbria
Severiana
Sinosena
Sinotympana
Soudaniella
Spoerryana
Stagea
Stagina
Stellenboschia
Subpsaltr
Systophlochius
Tacua
Taipinga
Takapsalta
Talainga
Tamasa
Taphura
Tanna
Terengganua
Terpnosia
Tettigades
Tettigarcta
Tettigetta
Tettigomyia
Tettigotoma
Thaumastopsaltria
Thopha
Tibicen
Tibicina
Tibicinoides
Tosena
Toxopeusella
Trismarcha
Tryella
Tugelana
Tympanistalna
Ueana
Urabunana
Venustria
Viettealna
Xosopsaltria
Xossarella
Zammara
Zouga
Principais tipos[editar | editar código-fonte]
Japão[editar | editar código-fonte]
No total, existem aproximadamente 30 tipos conhecidos, entretanto os 3 tipos Cicadetta radiator, Cicadetta yezoensis, Baeturia kuroiwae são Tibicininae e todos os demais estão classificados como Cicadoidae.
Quanto ao canto da cigarra, por ser complexa a forma de expressar a sua onomatopéia escrita, mesmo sendo da mesma espécie, pode ter formas diferentes de expressão.
Terpnosia vacua
Euterpnosia chibensis
Mogannia minuta
Platypleura kaempferi
Tanna japonensis
Meimuna opalifera
Oncotympana maculaticollis
Tibicen japonicus
Graptopsaltria nigrofuscata
Cryptotympana fucialis
エゾハルゼミ T.nigricosta.JPG
エゾハルゼミ
Euterpnosia chibensis
Mogannia minuta
W niiniizemi4071.jpg
Platypleura kaempferi
Tanna japonensis
Meimuna opalifera
Oncotympana maculaticollis
コエゾゼミ
Graptopsaltria nigrofuscata
Cryptotympana fucialis
Outros países[editar | editar código-fonte]
Brasil
Carineta fasciculata Cigarra do cafeeiro
Cigarinha do milho (Dalbulus maidis ) Cigarra carineta (Carineta fasciculata ) Cigarra do cafeeiro (Fidicina spp) Cigarra do cafeeiro (Quesada gigas) Cigarra fidicina (Ficidina pullata, F. drewseni e F. mannifera ) Cigarra quesada (Quesada gigas e quesada sodalis ) Cigarrinha (Oncometopia facialis) Cigarrinha (Mahanarva fimbriolata) Cigarrinha (Agallia albidula ) Cigarrinha (Deois flavopicta) Cigarrinha (Deois incompleta) Cigarrinha (Zulia entreriana) Cigarrinha (Acrogonia terminalis ) Cigarrinha verde (Empoasca kraemeri) Cigarrinha da folha (M. rubicunda identata) Cigarrinha das raízes (Mahanarva fimbriolata) Cigarrinha das cruciferas (Aethalion reticulatum ) Cigarrinha das folhas (Mahanarva posticata) Cigarrinha do CVC (Dilobopterus costalimai) Cigarrinhas das pastagens (Decis flavopicta) Cigarrinhas das pastagens (Deois schach) Cigarrinhas das pastagens (Tomaspia sp)
Sudeste Asiático
Pomponia imperatoria
Periodical cicada
Pomponia imperatoria
Comprimento 80 mm, com as asas 130 mm, abertura 200 mm, é considerada a maior cigarra do mundo. A cor do corpo é avermelhada e as asas transparentes.
Comummente encontrada no Sudeste Asiático. À noite, canta com um som parecido com o do Sapo Boi. É uma espécie próxima da Tanna japonensis.
Voam para dentro do fogo.
América do Norte
Magicicada sp.
Não é uma espécie em específico, M. decim, M. cassini, M. decula mas o resumo de 3 espécies. Mede de 30 a 40 mm e é considerada pequena. Comum na região central e Leste da América do Norte, e na região norte aparece uma vez a cada 17 anos, na região Sul em 13 anos.
Existem pessoas que comem esta cigarra quando adulta e quando dão como praga, são fáceis de apanhar, tanto que os seus predadores naturais ficam empanturrados de tanto comer. Conhecida como Periodical cicada.
Benefícios e perdas[editar | editar código-fonte]
Benefícios[editar | editar código-fonte]
Perdas[editar | editar código-fonte]
As cigarras normalmente botam seus ovos nos vãos das árvores, mas já foram detectados casos no Japão em que elas ovularam por engano em fios eléctricos e em cabos de fibra óptica, causando interferências nas telecomunicações. Em específico na região Oeste do Japao, uma fêmea do Cryptotympana facialis ovulou numa fibra óptica e o cabo acabou sendo danificado.
No Norte dos Estados Unidos, houve uma grande infestação de cigarras e elas sugaram toda a seiva da árvore, acabando com a vida do vegetal.
Cultura[editar | editar código-fonte]
A era EdoCapitulo Final, de autoria de Masuyama Yuki.
Com um canto especial, a cigarra que sai para o mundo morre bem rapidamente, é motivo de emoção e interpretação do belo desde os remotos tempos no Japão representando a sensibilidade pelas coisas óbvias da natureza. Os restos da cigarra se diz UTSU-SEMI (transferir a cigarra) e deu nome a uma técnica Ninja de desaparecimento UTSU-SEMI no JUTSU deixando um pedaço de tora (tronco de árvore) em seu lugar.
Uso culinário[editar | editar código-fonte]
As cigarras têm sido comidas por humanos na China, Malásia, Birmânia, América Latina, no Congo e nos Estados Unidos. No Norte da China, as cigarras são assadas ou fritas como guloseima.
Obras de arte[editar | editar código-fonte]
Literatura[editar | editar código-fonte]
Genshi Monogatari, cap. "Cigarra Vazia"
Haiku e Universo
Tranquilidade, entrando profundo na rocha pela voz da cigarra (Matsuo Basho)
O canto da cigarra não envergonha o calor do casal (Ihara Seisaku)
A cigarra já foi dormir, enquanto dobrava o quimono (Yosa Buson)
O canto da cigarra no pinheiro visto pelas pessoas lá de casa (Mukai Kyorai)
Haikus:
"No por do sol, a cigarra voa reto" (Masaoka Shiki)
"A cigarra canta na curva do pinheiro, atrás o Rio Chikuma" (Terada Torahiko)
Referências
Ir para cima ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.404
Ir para cima ↑ Yomiuri TV Scramble 「Este ano deu a louca nas cigarras!? Descobrindo os misterios das cigarras」(2007/8/3)
www.ytv.co.jp/ns/special/bn/2007/08/asx/sp070803.asx
Ir para cima ↑ How Stuff Works - Cigarra
Ferimento de Rosilene da Silva Gomes, que esperava atendimento na UPA da Imbiribeira após acidente entre dois ônibus na Avenida Mascarenhas de Morais, no Recife. Foto: Mariana Ferraz / NE10 (09-05-2011).
They named me Fred, from Frederico.
As you all know here lives an assistant of Saint Francis of Assis, Marianne!...
She saw me on the streets, I had an injury in my back leg, but I was too afraid of people. She tamed me, day after day, giving me food and milk. A few days ago I finally let her get me and take me to her home! They took me to the vet right away, she gave me a shot with anthibiotic (ouch!) and some medicine for my injury.
I feel much better now and I'm not afraid of people any longer.
The only problem is with Sofia... the other cat that was found almost drowining...she thinks she's the queen around and doesn't accept me...
Does anybody want to adopt me??
Eles me deram o nome de Fred, de Frederico.
Como todos sabem, aqui mora uma assistente de São Francisco de Assis, Marianne!...
Ela me viu na rua, com um ferimento muito feio na perninha, mas eu tinha muito medo das pessoas. Ela então começou a me cativar, dia após dia, me dando ração e leite. Alguns dias atrás eu finalmente deixei que ela me pegasse e me levasse para casa. Eles me levaram imediatamente à veterinária, que me deu uma injeção de antibiótico (ai!!) e uma pomada para a ferida.
Já estou muito melhor agora e não tenho mais medo das pessoas.
O único problema é com a Sofia, a outra gatinha que foi encontrada afogando, ela pensa que é a rainha da casa e não quer me aceitar...
Alguém gostaria de me adotar?? Eu já iria até castrado!
O termo cigarra é a designação comum aos insetos da família dos cicadídeos, que reúne os maiores representantes da ordem. Existem mais de 1.500 espécies conhecidas deste insetos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo brasileira). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insetos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo cada espécie som característico.
As cigarras também são reconhecidas pela forma característica e pelo tamanho grande, que varia cerca de 15 milímetros até pouco mais de 65 milímetros de comprimento e atingindo até 10 cm de envergadura. Possuem um "bico" comprido para se alimentar da seiva de árvores e plantas onde normalmente vivem.
A importância da cigarra no ecossistema é positiva, por um lado, por servir de alimento para os predadores e, negativa, por outro, porque constitui-se em pragas de algumas culturas. As suas ninfas vivem alimentando-se da seiva das raízes das plantas, causando sensíveis prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que retiram e pelos ferimentos causados às raízes, facilitando a penetração de fungos e bactérias.
Muitas espécies de cigarra têm períodos diferentes de amadurecimento, com ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero Magicicada têm uma característica adicional: elas são sincronizadas, ou seja, saem do chão todas ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos.
Índice [esconder]
1 Etimologia
2 Características
3 Ciclo de vida
3.1 Hábitos
3.1.1 O "canto" da cigarra
3.1.2 Alimentação
3.1.3 A "urina da cigarra"
3.2 Fases do ciclo de vida
4 Classificação científica
4.1 Família Cicadidae
4.1.1 Subfamília Cicadinae
4.1.2 Tibicininae
4.2 Tettigarctidae
5 Gêneros - lista geral
6 Principais tipos
6.1 Japão
6.2 Outros países
7 Benefícios e perdas
7.1 Benefícios
7.2 Perdas
8 Cultura
9 Uso culinário
10 Obras de arte
10.1 Literatura
11 Referências
Etimologia[editar | editar código-fonte]
"Cigarra" origina-se do termo latino cigada1 .
Características[editar | editar código-fonte]
Existem mais de 1 500 tipos diferentes de cigarra. Já foram detectados exemplares desde vinte milímetros até 130 milímetros de comprimento. Normalmente, são encontrados em regiões de florestas tropicais, mas também podem ser encontrados em outros tipos de vegetações.
No compartimento interno da barriga do macho, desenvolvem-se os músculos e os elementos que soltam o som do canto da cigarra, que serve para atrair a fêmea. Além disso, ele também canta quando é atacado ou capturado por inimigos naturais.
De outro lado, o compartimento da barriga da fêmea fica lotado de ovos e a parte traseira desenvolve-se como ovulador.
Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]
Uma cigarra em processo de ecdise.
A cigarra é um inseto de metamorfose incompleta (Hemimetabolismo). Ovo→Ninfa→Inseto adulto
Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem.
Os insetos jovens (ou “ninfas”) caem no chão e entram na terra.
As ninfas vivem na terra por 1 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes.
Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.
O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica.
As cigarras masculinas começam a cantar com um ruído zumbindo agudo, alto para atrair fêmeas. As fêmeas também fazem um pequeno som mas bem baixo. As cigarras masculinas cantam vibrando as membranas no lado de baixo do primeiro segmento abdominal. As cigarras masculinas são também capazes de fazer um grito alto quando perturbadas. Acredita-se que tal gritar pode ser eficaz em determinados predadores.
No caso do Japão, normalmente as cigarras adultas aparecem no verão, mas também existem tipos de cigarra que aparecem na primavera como o Haru Zemi - Terpnosia, e os que aparecem no Outono como a cigarra Coreana Suisha coreana. Com o aquecimento global avançando nestes anos, já está até comum encontrar cigarras cantando nos meses de Outubro. O normal é a forma adulta viver entre 1 a 2 semanas, mas isso era devido à dificuldade natural de maturação mas nos campos, diz-se que as cigarras sobrevivem por quase 1 mês.2
Alem disso, o período como ninfa vivendo dentro da terra é entre 3 a 17 anos e no caso do ABURA ZEMI (Graptopsaltria nigrofuscataé de 6 anos) e ao contrário do que se pensa de ter uma sobrevivência curta, é na realidade uma das mais longas entre os insetos.
Hábitos[editar | editar código-fonte]
O "canto" da cigarra[editar | editar código-fonte]
Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas das espécies maiores conseguem atingir os 120 decibéis com facilidade,3 enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cães e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele.
Após o acasalamento, as fêmeas depositam os ovos em rachaduras nos caules de plantas hospedeiras. Depois que os ovos eclodem, as ninfas, fase jovem da cigarra, descem por fios de seda até o solo, onde elas ficam a maior parte da vida. No Brasil, o ciclo de vida desses insetos dura um ou dois anos, sendo apenas dois ou três meses fora do solo. Em outros países, como os Estados Unidos, o ciclo de vida das cigarras pode chegar até 17 anos.
Até mesmo as cigarras se protegem contra o volume intenso de seu próprio canto. Tanto o macho como a fêmea dessa espécie de insetos possuem um par de grandes membranas que funcionam como orelhas. Elas são os tímpanos, conectados ao órgão auditivo por um pequeno tendão que reage quando o macho canta, dobrando-os para que o som alto não lhes provoque danos.
A crença de que as cigarras "explodem" quando cantam não é verdadeira. A "casca" da cigarra que encontramos presas as árvores são o exoesqueleto do inseto que realizou a última muda ou ecdise, concluindo sua forma adulta. A população antiga acredita que o canto da cigarra é o sinal que ela está chamando chuva, por isso seus cantos em dias quentes.
Alimentação[editar | editar código-fonte]
As cigarras não se alimentam de moscas, vermes ou grãos. Enquanto jovens, elas sugam a seiva das plantas pela raiz e injetam toxinas. Na fase adulta elas também se alimentam da seiva, mas, desta vez, sugada pelo caule e folhas das plantas. Para algumas culturas, as cigarras são pragas de grande importância. Segundo o professor do Departamento de Entomologia Agrícola, Marcelo Picanço, em alguns casos as plantas morrem ou ficam depauperadas, podendo ser encontradas milhares de ninfas nas raízes. A ingazeira, os eucaliptos e abacateiros são exemplos de plantas hospedeiras prejudicadas pelas cigarras, mas é na cultura de café que as cigarras causam maiores danos. Em Minas, o ataque das cigarras aos cafezais é mais freqüente na região sul do estado. A depauperação da planta causa descoloração e queda precoce das folhas, sendo mais preocupantes nas épocas de seca. As conseqüências são quebra significante da produção e até mesmo perda total da lavoura se não for controlada a tempo.
Para controlar a praga são utilizados inseticidas aplicados na fase chuvosa para melhor absorção das raízes e para que as ninfas sejam combatidas logo que furam os solos. Também é possível fazer o controle com o fungo metarhizium. Mas o controle biológico é mais eficaz quando associado ao uso de inseticidas, porque o fungo tem mais facilidade de penetrar nas ninfas debilitadas.
Também é possível o controle cultural, eliminando os pés de café infectados e plantando outros no local após três anos e evitando o plantio de outras plantas hospedeiras do inseto próximo às plantações.
As cigarras estão presentes em quase todas as regiões do mundo, tanto em climas quentes como frios, e têm poucos predadores. Na fase adulta, são alimento para pássaros e enquanto ninfas são atacadas por besouros, alguns mamíferos, como o tatu, e quem diria, por formigas predadoras que vivem nos solos.
A "urina da cigarra"[editar | editar código-fonte]
Quando falhamos ao tentar pegar uma cigarra, na hora que ela foge, ela costuma "urinar". No ditado popular, diz-se que ela "dá o troco pela tentativa"; entretanto, muitos dizem que na realidade, na hora que ela levanta voo, ela elimina o excesso de líquidos para deixar o corpo mais leve e facilitar a fuga, outros dizem que seu ventre é fraco e o impulso do voo, faz com que elimine o que está armazenado. Na realidade ela esta eliminando a seiva retirada da árvore e não necessariamente pondo em alvo quem a ataca e por isso, não só acontece na hora do voo, mas mesmo durante a extracção da seiva isso vem a ocorrer.
Mesmo assim, após analises, foi verificado que a substância excretada (a popular "urina da cigarra") praticamente só possui água, não sendo constatada praticamente quase nenhum resíduo tóxico.
Fases do ciclo de vida[editar | editar código-fonte]
Sequência de fotos de uma cigarra realizando ecdise em Ohio, EUA.
Após o acasalamento, a fêmea faz cortes na casca de um galho para depositar os seus ovos. Ela pode fazer isso repetidamente, até que ela colocou várias centenas de ovos. Quando os ovos eclodem, as ninfas recém-nascidas caem no chão. A maioria das cigarras passa por um ciclo de vida que dura de dois a cinco anos. Algumas espécies têm ciclos de vida muito mais longo, como o gênero norte-americano, Magicicada, que tem um número distinto de "crias" que passam por qualquer um de 17 anos ou, no Sul dos EUA, um ciclo de vida de 13 anos. Estes ciclos de vida longos, talvez, desenvolvidos como uma resposta a predadores, como a vespa assassina de cigarras e louva-deus. Um predador com um menor ciclo de vida de pelo menos dois anos não pode de forma confiável depredar as cigarras. As cigarras vivem no subsolo como ninfas a maior parte da sua vida, em profundidades que variam de cerca de 30 cm até 2,5 m. A alimentação das ninfas é o suco da raiz e têm fortes patas dianteiras para cavar. No final ínstar ninfal, elas constroem um túnel de saída para a superfície e emergem. Elas, então, mudam (trocam de pele), em uma planta por perto para a última hora e emergem como adultos. As peles permanecem abandonadas, continuam agarradas à casca das árvores.
Ovos depositados nos cortes dessa árvore
Período de transformação desde ninfa até adulto
Saindo da casca rachada
Sai totalmente
Pendurada pelas patas e esticando as asas
A casca permanece presa
Classificação científica[editar | editar código-fonte]
Família Cicadidae[editar | editar código-fonte]
Subfamília Cicadinae[editar | editar código-fonte]
Família Platypleurini
Gênero Platypleura
Platypleura kaempferi
Platypleura kuroiwae
Platypleura miyakona
Platypleura yayeyamana
Platypleura albivannata
Gênero Suisha
Suisha coreana
Família Tibicenini
Gênero Tibicen
Tibicen auletes
Tibicen aurifera
Tibicen bihamatus
Tibicen bifida
Tibicen canicularis
Tibicen chiricahua
Tibicen chisosensis
Tibicen chloromera
Tibicen cultriformis
Tibicen davisi
Tibicen dealbata
Tibicen dorsata
Tibicen duryi
Tibicen figurata
Tibicen inauditus
Tibicen linnei
Tibicen longiopercula
Tibicen lyricen
Tibicen montezuma
Tibicen ochreoptera
Tibicen parallela
Tibicen pruinosa
Tibicen resh
Tibicen resonans
Tibicen robinsoniana
Tibicen similaris
Tibicen superba
Tibicen texanus
Tibicen townsendii
Tibicen variegata
Tibicen walkeri
Gênero Cryptotympana
Cryptotympana facialis
Cryptotympana yayeyamana
Cryptotympana atrata
Gênero Chremistica
Chremistica biloba
Chremistica bimaculata
Chremistica borneensis
Chremistica brooksi
Chremistica echinaria
Chremistica guamusangensis
Chremistica hollowayi
Chremistica kecil
Chremistica malayensis
Chremistica minor
Chremistica nesiotes
Chremistica niasica
Chremistica pontianaka
Chremistica sumatrana
Chremistica tagalica
Chremistica tridentigera
Chremistica umbrosa
Família Polyneurini
Gênero Graptopsaltria
Graptopsaltria nigrofuscata
Graptopsaltria bimaculata
Gênero Formotosena
Família Cicadini
Gênero Leptosemia
Gênero Terpnosia
Terpnosia vacua
Terpnosia nigricosta
Gênero Euterpnosia
Euterpnosia chibensis
Gênero Tanna
Tanna japonensis
Tanna japonensis ishigakiana
Gênero Pomponia
Semia
Purana
Taiwanosemia
Formocicada
Família Oncotympanini
Gênero Oncotympana
Oncotympana maculaticollis
Gênero Dundubiini
Gênero Meimuna
Meimuna opalifera
Platylomia
Platylomia constanti
Platylomia maxima
Macrosemia
Família Moganniini
Gênero Nipponosemia
Gênero Mogannia
Tibicininae[editar | editar código-fonte]
Família Cicadettini
Gênero Cicadetta
Família Mudini
Gênero Muda
Huechysini
Scieroptera
Huechys
Tettigarctidae[editar | editar código-fonte]
Gênero Tettigarcta
Gêneros - lista geral[editar | editar código-fonte]
Abagazara
Abricta
Abroma
Adeniana
Aestuansella
Afzeliada
Ahomana
Akamba
Albanycada
Aleeta
Ambragaeana
Amphipsalta
Anapsaltodea
Angamiana
Arcystasia
Arenopsaltria
Arfaka
Arunta
Auta
Ayuthia
Azanicada
Babras
Baeturia
Balinta
Bavea
Beameria
Becquartina
Bijaurana
Birrima
Brevisiana
Burbunga
Buyisa
Cacama
Calopsaltria
Calyria
Capcicada
Carineta
Chinaria
Chlorocysta
Chonosia
Chremistica
Chrysocicada
Cicada
Cicadatra
Cicadetta
Cicadivetta
Cigarra
Clidophleps
Coata
Conibosa
Cornuplura
Cosmopsaltria
Crassisternata
Cryptotympana
Cyclochila
Cystopsaltria
Cystosoma
Daza
Decebalus
Derotettix
Diceroprocta
Diceropyga
Diemeniana
Dilobopyga
Dinarobia
Dorachosa
Dulderana
Dundubia
Durangona
Elachysoma
Euryphara
Euterpnosia
Fidicina
Formotosena
Fractuosella
Froggattoides
Gaeana
Gazuma
Gerodi
Glaucopsaltria
Graptotettix
Guaranisaria
Gudanga
Guineapsaltria
Gymnotympana
Hemidictya
Henicopsaltria
Henicotettix
Herrera
Higurashi
Hilaphura
Hovana
Huechys
Hylora
Illyria
Imbabura
Inyamana
Ioba
Iruana
Jacatra
Jafuna
Jassopsaltria
Jiraiya
Kanakia
Karenia
Katoa
Kikihia
Klapperichicen
Kobonga
Koma
Kongota
Koranna
Kumanga
Lacetas
Lembeja
Lemuriana
Leptopsalta
Leptopsaltria
Ligymolpa
Lisu
Luangwana
Lycurgus
Lyristes
Macrosemia
Macrotristria
Magicicada
Malagasia
Malgachialna
Malgotilia
Maoricicada
Mapondera
Mardalana
Marteena
Masupha
Maua
Mauricia
Megapomponia
Meimuna
Melampsalta
Mendozana
Mogannia
Monomatapa
Mouia
Muda
Musimoia
Musoda
Munza
Nabalua
Nablistes
Nelcynadana
Neocicada
Neomuda
Neoplatypedia
Nosola
Notopsalta
Novemcella
Okanagana
Okanagodes
Orapa
Orientopsaltria
Oudeboschia
Owra
Oxypleura
Pacarina
Paectira
Pagiphora
Paharia
Panka
Paragudanga
Paranistria
Parnisa
Parnkalla
Parvittya
Pauropsalta
Pinheya
Platylomia
Platypedia
Platypleura
Plautilia
Pomponia
Prasia
Procollina
Prosotettix
Prunasis
Psallodia
Psaltoda
Psilotympana
Purana
Puranoides
Pycna
Quesada
Quintilia
Rhinopsalta
Rhodopsalta
Rustia
Salvazana
Sapantanga
Saticula
Scieroptera
Selymbria
Severiana
Sinosena
Sinotympana
Soudaniella
Spoerryana
Stagea
Stagina
Stellenboschia
Subpsaltr
Systophlochius
Tacua
Taipinga
Takapsalta
Talainga
Tamasa
Taphura
Tanna
Terengganua
Terpnosia
Tettigades
Tettigarcta
Tettigetta
Tettigomyia
Tettigotoma
Thaumastopsaltria
Thopha
Tibicen
Tibicina
Tibicinoides
Tosena
Toxopeusella
Trismarcha
Tryella
Tugelana
Tympanistalna
Ueana
Urabunana
Venustria
Viettealna
Xosopsaltria
Xossarella
Zammara
Zouga
Principais tipos[editar | editar código-fonte]
Japão[editar | editar código-fonte]
No total, existem aproximadamente 30 tipos conhecidos, entretanto os 3 tipos Cicadetta radiator, Cicadetta yezoensis, Baeturia kuroiwae são Tibicininae e todos os demais estão classificados como Cicadoidae.
Quanto ao canto da cigarra, por ser complexa a forma de expressar a sua onomatopéia escrita, mesmo sendo da mesma espécie, pode ter formas diferentes de expressão.
Terpnosia vacua
Euterpnosia chibensis
Mogannia minuta
Platypleura kaempferi
Tanna japonensis
Meimuna opalifera
Oncotympana maculaticollis
Tibicen japonicus
Graptopsaltria nigrofuscata
Cryptotympana fucialis
エゾハルゼミ T.nigricosta.JPG
エゾハルゼミ
Euterpnosia chibensis
Mogannia minuta
W niiniizemi4071.jpg
Platypleura kaempferi
Tanna japonensis
Meimuna opalifera
Oncotympana maculaticollis
コエゾゼミ
Graptopsaltria nigrofuscata
Cryptotympana fucialis
Outros países[editar | editar código-fonte]
Brasil
Carineta fasciculata Cigarra do cafeeiro
Cigarinha do milho (Dalbulus maidis ) Cigarra carineta (Carineta fasciculata ) Cigarra do cafeeiro (Fidicina spp) Cigarra do cafeeiro (Quesada gigas) Cigarra fidicina (Ficidina pullata, F. drewseni e F. mannifera ) Cigarra quesada (Quesada gigas e quesada sodalis ) Cigarrinha (Oncometopia facialis) Cigarrinha (Mahanarva fimbriolata) Cigarrinha (Agallia albidula ) Cigarrinha (Deois flavopicta) Cigarrinha (Deois incompleta) Cigarrinha (Zulia entreriana) Cigarrinha (Acrogonia terminalis ) Cigarrinha verde (Empoasca kraemeri) Cigarrinha da folha (M. rubicunda identata) Cigarrinha das raízes (Mahanarva fimbriolata) Cigarrinha das cruciferas (Aethalion reticulatum ) Cigarrinha das folhas (Mahanarva posticata) Cigarrinha do CVC (Dilobopterus costalimai) Cigarrinhas das pastagens (Decis flavopicta) Cigarrinhas das pastagens (Deois schach) Cigarrinhas das pastagens (Tomaspia sp)
Sudeste Asiático
Pomponia imperatoria
Periodical cicada
Pomponia imperatoria
Comprimento 80 mm, com as asas 130 mm, abertura 200 mm, é considerada a maior cigarra do mundo. A cor do corpo é avermelhada e as asas transparentes.
Comummente encontrada no Sudeste Asiático. À noite, canta com um som parecido com o do Sapo Boi. É uma espécie próxima da Tanna japonensis.
Voam para dentro do fogo.
América do Norte
Magicicada sp.
Não é uma espécie em específico, M. decim, M. cassini, M. decula mas o resumo de 3 espécies. Mede de 30 a 40 mm e é considerada pequena. Comum na região central e Leste da América do Norte, e na região norte aparece uma vez a cada 17 anos, na região Sul em 13 anos.
Existem pessoas que comem esta cigarra quando adulta e quando dão como praga, são fáceis de apanhar, tanto que os seus predadores naturais ficam empanturrados de tanto comer. Conhecida como Periodical cicada.
Benefícios e perdas[editar | editar código-fonte]
Benefícios[editar | editar código-fonte]
Perdas[editar | editar código-fonte]
As cigarras normalmente botam seus ovos nos vãos das árvores, mas já foram detectados casos no Japão em que elas ovularam por engano em fios eléctricos e em cabos de fibra óptica, causando interferências nas telecomunicações. Em específico na região Oeste do Japao, uma fêmea do Cryptotympana facialis ovulou numa fibra óptica e o cabo acabou sendo danificado.
No Norte dos Estados Unidos, houve uma grande infestação de cigarras e elas sugaram toda a seiva da árvore, acabando com a vida do vegetal.
Cultura[editar | editar código-fonte]
A era EdoCapitulo Final, de autoria de Masuyama Yuki.
Com um canto especial, a cigarra que sai para o mundo morre bem rapidamente, é motivo de emoção e interpretação do belo desde os remotos tempos no Japão representando a sensibilidade pelas coisas óbvias da natureza. Os restos da cigarra se diz UTSU-SEMI (transferir a cigarra) e deu nome a uma técnica Ninja de desaparecimento UTSU-SEMI no JUTSU deixando um pedaço de tora (tronco de árvore) em seu lugar.
Uso culinário[editar | editar código-fonte]
As cigarras têm sido comidas por humanos na China, Malásia, Birmânia, América Latina, no Congo e nos Estados Unidos. No Norte da China, as cigarras são assadas ou fritas como guloseima.
Obras de arte[editar | editar código-fonte]
Literatura[editar | editar código-fonte]
Genshi Monogatari, cap. "Cigarra Vazia"
Haiku e Universo
Tranquilidade, entrando profundo na rocha pela voz da cigarra (Matsuo Basho)
O canto da cigarra não envergonha o calor do casal (Ihara Seisaku)
A cigarra já foi dormir, enquanto dobrava o quimono (Yosa Buson)
O canto da cigarra no pinheiro visto pelas pessoas lá de casa (Mukai Kyorai)
Haikus:
"No por do sol, a cigarra voa reto" (Masaoka Shiki)
"A cigarra canta na curva do pinheiro, atrás o Rio Chikuma" (Terada Torahiko)
Referências
Ir para cima ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.404
Ir para cima ↑ Yomiuri TV Scramble 「Este ano deu a louca nas cigarras!? Descobrindo os misterios das cigarras」(2007/8/3)
www.ytv.co.jp/ns/special/bn/2007/08/asx/sp070803.asx
Ir para cima ↑ How Stuff Works - Cigarra
Parkour
Foto tirada no estacionamento do Bloco A da SQS 308, em Brasília, Brasil.
The text, in english is from Wikipedia
en.wikipedia.org/wiki/Parkour:
(Le) Parkour (sometimes abbreviated to PK) or l'art du déplacement[1] (English: the art of movement) is a physical art of French origin, the aim of which is to move from point A to point B as efficiently and quickly as possible, using principally the abilities of the human body.[2] It is meant to help one overcome obstacles, which can be anything in the surrounding environment — from branches and rocks to rails and concrete walls — so parkour can be practiced in both rural and urban areas. Male parkour practitioners are recognized as traceurs and female as traceuses.[3]
The cultural phenomenon parkour is a physical activity which is difficult to categorize. It is definitely not an extreme sport,[4] but an art[5] that resembles self-defense in the martial arts. According to the founder David Belle, the spirit of parkour is guided in part by the notions of "escape" and "reach," that is, the idea of using quick thinking with dexterity to get out of difficult situations.[6] So having a hostile confrontation with a person, you will be able to speak, fight or flee. As martial arts are a form of training for the fight, parkour is a form of training for the flee. Because of its difficulty to categorize, it is often said that parkour is in its own category: "parkour is parkour."
An important characteristic of parkour is efficiency. The basic meaning of this is that a traceur must not merely move as fast as he can, but move in a way that is the least energy-consuming and simultaneously the most direct. In addition, since parkour's unofficial motto is être et durer (to be and to last), efficiency also involves avoiding injuries, short and long-term.
Parkour is also known to have an influence on practitioner's thought process. Traceurs and traceuses experience a change in their critical thinking skills to help them overcome obstacles in everyday life, whether they be physical or mental boundaries.[clarify]
The term parkour IPA: [/paʁ.'kuʁ/] was defined by David Belle and his friend, but not practitioner Hubert Koundé on 1998. It derives from parcours du combattant, the obstacle courses proposed by Georges Hébert method and a classic of French military training. Koundé took the word parcours, replaced the "c" with a "k" to suggest aggressiveness, and removed the silent "s" as it opposed parkour's philosophy about efficiency.[7][8][9]
# Traceur [tʁa.'sœʁ] is the substantive derived from the verb "tracer". Tracer normally means "to trace", or "to draw", but also translates as "to go fast".[10]
Inspiration for parkour came from many sources, the foremost being the 'Natural Method of Physical Culture' developed by Georges Hébert in the early twentieth century.[11] French soldiers in Vietnam were inspired by Hébert's work and created what is now known parcours du combattant.[12] David Belle was introduced to the obstacle course training as well as Hébert's methode naturelle by his father, Raymond Belle, a French soldier who practiced the two disciplines. David Belle had participated in activities such as martial arts and gymnastics, and sought to apply his athletic prowess in a manner that would have practical use in life.[12]
After moving to Lisses, David Belle continued his journey with others.[12] "From then on we developed," says Sébastien Foucan in Jump London, "And really the whole town was there for us; there for parkour. You just have to look, you just have to think, like children." This, as he describes, is "the vision of parkour."
Over the years as dedicated practitioners improved their skills, their moves continued to grow in magnitude, so that building-to-building jumps and drops of over a story became common in media portrayals, often leaving people with a slanted view on the nature of parkour. In fact, ground-based movement is much more common than anything involving rooftops.
The journey of parkour from the Parisian suburbs to its current status as a widely practiced activity outside of France created splits among the originators. The founders of parkour started out in a group named the Yamakasi, but later separated due to disagreements over what David Belle referred to as "prostitution of the art," the production of a feature film starring the Yamakasi in 2001. Sébastien Foucan, David Belle, were amongst those who split at this point. The name 'Yamakasi' is taken from Lingala, a language spoken in the Congo, and means strong spirit, strong body, strong man.
Origem deste texto e português: Wikipédia, a enciclopédia livre. pt.wikipedia.org/wiki/Parkour
Visão geral:
Parkour é um arte física difícil de ser categorizada. Definitivamente não é um esporte radical,[4] mas uma arte[5] que assemelha-se a auto-defesa nas artes marciais. De acordo com o fundador David Belle, o espírito nessa arte é guiado em partes pela noção de "escapar" e "chegar", isto é: ter raciocínio rápido com destreza para escapar de situações difíceis.[6] Assim havendo uma confrontação hostil com uma pessoa, você terá que conversar, lutar ou esquivar. Desde que as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a esquiva. Pela dificuldade em categoriza-la, os traceurs freqüentemente colocam-a em sua própria categoria: "parkour é parkour".
Uma importante característica nesta arte, está em sua eficiência. Um traceur não só move-se o mais rápido que ele pode, mas de maneira em que irá gastar menos energia evitando ferimentos a curto e longo prazo.
Terminologia:
* O nome parkour [/paʁ.'kuʁ/] foi uma idéia de Hubert Koundé, — um ator e amigo de David Belle, mas não-praticante — que deriva de parcours du combattant, o percurso de obstáculo proposto pelo método de Georges Hébert sendo um treinamento militar clássico da França. Kuondé pegou a palavra parcours, substituiu o "c" com o "k" para sugerir agressividade, e removeu o silencioso "s" como oposto à filosofia do parkour sobre eficiência (embora tenha mantido o "o" igualmente mudo).
No Brasil:
A história do parkour no Brasil tem seu início no começo de 2004, quando jovens de São Paulo e Brasília começaram a se aventurar nessa prática de origem francesa, e estudar sua filosofia. Em São Paulo, o grupo hoje conhecido como Le Parkour Brasil começava a imitar os videos de David Belle vistos na internet. Em Brasilia, aqueles que hoje são membros da Associação Brasileira de Parkour começavam quase que no mesmo período a estudar e praticar o que então parecia um esporte radical, porem praticado com disciplina e responsabilidade não possui grandes perigos.
Traceurs são praticantes de Parkour e costumam se reunir em locais com grande número de obstáculos, estudam cada um deles e fazem experimentos antes de executar movimentos e exercícios deste disciplina. A natureza dos exercícios exige que seus praticantes possuam um excelente preparo físico, saibam e respeitem sempre os seus limites, para buscar quebra-los no momento certo, assumindo e tendo consiência dos riscos e de suas limitações. Tudo isso tendo como base o pensamento "ser forte para ser útil", destacando que um verdadeiro Traceur está pronto para situações inesperadas e sempre disposto a ajudar.
Para se tornar um traceur e preciso que seja por volta dos quinze anos porque nessa altura o corpo humano encontra-se melhor preparado para possiveis acidentes e choques enquanto não chegas lá basta-te preparar a força muscular.
O Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, muito utilizada na cozinha nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais. Dela é extraido um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares.
Símbolo máximo da goianidade, o Pequi, árvore da família das cariocáceas pode também ser encontrada nos Estados de Rondônia (ao leste), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (no nordeste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste), Ceará (Sul) e também no Distrito Federal.
A despeito de ser encontrado em todos esses lugares, é apenas em Goiás que podem ser encontradas todas as espécies, cuja frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.
Dada a sua grande importância para a grande maioria dos goianos, ele pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva. Sua história de amor com a culinária goiana começou há séculos, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (Cidade de Goiás), ainda no início do século XVIII. Na região que cercunda a cidade industrial de Catalão, o Pequi era utilizado tão somente para a fabricação do lendário Sabão de Pequi, de reconhecidas propriedades terapêuticas.
O fruto pode ser degustado das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás.
Comer pequi além de saudável e agradável, é uma ciência, quase uma arte: sua polpa macia e saborosa deve ser comida com cuidado, uma vez que a mesma recobre uma camada de terríveis espinhos, que, se mordidos fincam-se na língua e no céu da boca, provocando dores. O sabor, contudo, vale o risco. Risco este que deixa de existir, uma vez assimilada a técnica de degustação que é de fácil aprendizado (wikipedia.org)
Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) it is a native fruit of the Brazilian savannah, very used at the Northeastern kitchen, of the center-west and north of Minas Gerais. Of her an olive-oil denominated pequi olive-oil is extracted. Your fruits are also consumed cooked, pure or together with rice and chicken. Your pit is endowed with many thorns, and there is need of very care when gnawing the fruit, avoiding to nail in him bites them, what can cause serious wounds in the gums. The flavor and the aroma of the fruits are very outstanding and peculiar.
Maximum symbol of the goianidade, Pequi, tree of the family of the cariocáceas can also be found in States of Rondônia (to the east), Mato Grosso, Mato Grosso of the South (in the northeast), Minas Gerais (north and west), Pará (Southwest), Tocantins, Maranhão (south end), Piauí (south end), Bahia (west), Ceará (South) and also in Distrito Federal.
In spite of being found in all those places, it is just in Goiás that can be found all the species, whose frutificação happens between the months of September and February.
Given your great importance for the great majority of the goianos, he can be conserved in essence and in preserve. Your love history with the cookery goiana began there are centuries, in the old villas of Meia Ponte (today Pirenópolis), and Good Villa (City of Goiás), still in the beginning of the century XVIII. In the area that cercunda Catalan's industrial city, Pequi was so only used for the production of the lendário Soap of Pequi, of having recognized therapeutic properties.
The fruit can be tasted in the most varied ways: cooked, in the rice, in the chicken, with pasta, with fish, with meats, in the milk, and in the form of one of the more appreciated liqueurs of Goiás.
To eat pequi besides healthy and pleasant, it is a science, almost an art: your soft and tasty pulp should be eaten carefully, once the same recovers a layer of terrible thorns, that, if bitten they are fixed in the language and in the roof of the mouth, provoking pains. The flavor, however, it is worth the risk. I scratch out this that stops existing, once assimilated the tasting technique that is of easy learning (wikpedia) transleted globalink.
Parkour
Foto tirada no estacionamento do Bloco A da SQS 308, em Brasília, Brasil.
The text, in english is from Wikipedia
en.wikipedia.org/wiki/Parkour:
(Le) Parkour (sometimes abbreviated to PK) or l'art du déplacement[1] (English: the art of movement) is a physical art of French origin, the aim of which is to move from point A to point B as efficiently and quickly as possible, using principally the abilities of the human body.[2] It is meant to help one overcome obstacles, which can be anything in the surrounding environment — from branches and rocks to rails and concrete walls — so parkour can be practiced in both rural and urban areas. Male parkour practitioners are recognized as traceurs and female as traceuses.[3]
The cultural phenomenon parkour is a physical activity which is difficult to categorize. It is definitely not an extreme sport,[4] but an art[5] that resembles self-defense in the martial arts. According to the founder David Belle, the spirit of parkour is guided in part by the notions of "escape" and "reach," that is, the idea of using quick thinking with dexterity to get out of difficult situations.[6] So having a hostile confrontation with a person, you will be able to speak, fight or flee. As martial arts are a form of training for the fight, parkour is a form of training for the flee. Because of its difficulty to categorize, it is often said that parkour is in its own category: "parkour is parkour."
An important characteristic of parkour is efficiency. The basic meaning of this is that a traceur must not merely move as fast as he can, but move in a way that is the least energy-consuming and simultaneously the most direct. In addition, since parkour's unofficial motto is être et durer (to be and to last), efficiency also involves avoiding injuries, short and long-term.
Parkour is also known to have an influence on practitioner's thought process. Traceurs and traceuses experience a change in their critical thinking skills to help them overcome obstacles in everyday life, whether they be physical or mental boundaries.[clarify]
The term parkour IPA: [/paʁ.'kuʁ/] was defined by David Belle and his friend, but not practitioner Hubert Koundé on 1998. It derives from parcours du combattant, the obstacle courses proposed by Georges Hébert method and a classic of French military training. Koundé took the word parcours, replaced the "c" with a "k" to suggest aggressiveness, and removed the silent "s" as it opposed parkour's philosophy about efficiency.[7][8][9]
# Traceur [tʁa.'sœʁ] is the substantive derived from the verb "tracer". Tracer normally means "to trace", or "to draw", but also translates as "to go fast".[10]
Inspiration for parkour came from many sources, the foremost being the 'Natural Method of Physical Culture' developed by Georges Hébert in the early twentieth century.[11] French soldiers in Vietnam were inspired by Hébert's work and created what is now known parcours du combattant.[12] David Belle was introduced to the obstacle course training as well as Hébert's methode naturelle by his father, Raymond Belle, a French soldier who practiced the two disciplines. David Belle had participated in activities such as martial arts and gymnastics, and sought to apply his athletic prowess in a manner that would have practical use in life.[12]
After moving to Lisses, David Belle continued his journey with others.[12] "From then on we developed," says Sébastien Foucan in Jump London, "And really the whole town was there for us; there for parkour. You just have to look, you just have to think, like children." This, as he describes, is "the vision of parkour."
Over the years as dedicated practitioners improved their skills, their moves continued to grow in magnitude, so that building-to-building jumps and drops of over a story became common in media portrayals, often leaving people with a slanted view on the nature of parkour. In fact, ground-based movement is much more common than anything involving rooftops.
The journey of parkour from the Parisian suburbs to its current status as a widely practiced activity outside of France created splits among the originators. The founders of parkour started out in a group named the Yamakasi, but later separated due to disagreements over what David Belle referred to as "prostitution of the art," the production of a feature film starring the Yamakasi in 2001. Sébastien Foucan, David Belle, were amongst those who split at this point. The name 'Yamakasi' is taken from Lingala, a language spoken in the Congo, and means strong spirit, strong body, strong man.
Origem deste texto e português: Wikipédia, a enciclopédia livre. pt.wikipedia.org/wiki/Parkour
Visão geral:
Parkour é um arte física difícil de ser categorizada. Definitivamente não é um esporte radical,[4] mas uma arte[5] que assemelha-se a auto-defesa nas artes marciais. De acordo com o fundador David Belle, o espírito nessa arte é guiado em partes pela noção de "escapar" e "chegar", isto é: ter raciocínio rápido com destreza para escapar de situações difíceis.[6] Assim havendo uma confrontação hostil com uma pessoa, você terá que conversar, lutar ou esquivar. Desde que as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a esquiva. Pela dificuldade em categoriza-la, os traceurs freqüentemente colocam-a em sua própria categoria: "parkour é parkour".
Uma importante característica nesta arte, está em sua eficiência. Um traceur não só move-se o mais rápido que ele pode, mas de maneira em que irá gastar menos energia evitando ferimentos a curto e longo prazo.
Terminologia:
* O nome parkour [/paʁ.'kuʁ/] foi uma idéia de Hubert Koundé, — um ator e amigo de David Belle, mas não-praticante — que deriva de parcours du combattant, o percurso de obstáculo proposto pelo método de Georges Hébert sendo um treinamento militar clássico da França. Kuondé pegou a palavra parcours, substituiu o "c" com o "k" para sugerir agressividade, e removeu o silencioso "s" como oposto à filosofia do parkour sobre eficiência (embora tenha mantido o "o" igualmente mudo).
No Brasil:
A história do parkour no Brasil tem seu início no começo de 2004, quando jovens de São Paulo e Brasília começaram a se aventurar nessa prática de origem francesa, e estudar sua filosofia. Em São Paulo, o grupo hoje conhecido como Le Parkour Brasil começava a imitar os videos de David Belle vistos na internet. Em Brasilia, aqueles que hoje são membros da Associação Brasileira de Parkour começavam quase que no mesmo período a estudar e praticar o que então parecia um esporte radical, porem praticado com disciplina e responsabilidade não possui grandes perigos.
Traceurs são praticantes de Parkour e costumam se reunir em locais com grande número de obstáculos, estudam cada um deles e fazem experimentos antes de executar movimentos e exercícios deste disciplina. A natureza dos exercícios exige que seus praticantes possuam um excelente preparo físico, saibam e respeitem sempre os seus limites, para buscar quebra-los no momento certo, assumindo e tendo consiência dos riscos e de suas limitações. Tudo isso tendo como base o pensamento "ser forte para ser útil", destacando que um verdadeiro Traceur está pronto para situações inesperadas e sempre disposto a ajudar.
Para se tornar um traceur e preciso que seja por volta dos quinze anos porque nessa altura o corpo humano encontra-se melhor preparado para possiveis acidentes e choques enquanto não chegas lá basta-te preparar a força muscular.
Lhama ou lama (Lama glama), da palavra quíchua llama, é um mamífero ruminante da América do Sul, da família dos camelídeos, género Llama. Este animal tem pelagem longa e lanosa, e é domesticado para a utilização no transporte de carga, produção de lã, carne e couro.
A lhama é relacionada com o guanaco, a vicunha e a alpaca. Foi domesticado pelo povo inca, tendo sido muito importante para os mesmos.
As lhamas vivem na Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são baixas. Assim, as pelagens servem para protegê-los do frio, além de proteger o seu corpo de arranhões e outros ferimentos. A lhama é conhecida pelo seu estilo calmo, muitas vezes andando devagar, porém pode se irritar facilmente: por este motivo, foi considerada o oitavo animal mais irritável do mundo segundo o canal Animal Planet. Quando irritada ou para chamar a atenção, espirra seu muco na direção do objeto de sua irritação.
A lhama alimenta-se de capim e mato. Estes animais medem de 1,40 a 2,40 metros de comprimento (contando com a cauda, adiciona-se mais 25 cm ao comprimento). Chega a pesar 150 quilogramas. Algumas raças de lhama são criadas para fins estéticos e de companhia, como a raça lhoodle, cujo comportamento se assemelha a cães da raça dos poodles
Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Lhama
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La llama (Lama glama) es un mamífero artiodáctilo doméstico de la familia Camelidae, abundante en la Puna o Altiplano de los Andes de Perú, Bolivia, Chile, Ecuador y Argentina. Fue creado por los pueblos andinos nativos mediante selección artificial a partir del guanaco salvaje que fue domesticado y del cual, por lo tanto, la llama deriva. Según recientes estudios de ADN,[cita requerida] esto ocurrió en principio de manera independiente en tiempo y espacio, en sectores del sur del Perú, norte de Chile, noreste de Bolivia y el noroeste de norte de Argentina.2 Fue aprovechado al máximo por el imperio Inca: era utilizado como animal para sacrificios, se obtenía carne y lana de él, y era aprovechado como animal de carga (el único antes de la llegada de los españoles a América, si se exceptúan los perros de los trineos inuit o «esquimales»).
Texto: es.wikipedia.org/wiki/Lama_glama
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The llama (Lama glama') is a domesticated South American camelid, widely used as a meat and pack animal by Andean cultures since the Pre-Columbian era.
The height of a full-grown, full-size llama is 1.7 to 1.8 m (5.6 to 5.9 ft) tall at the top of the head, and can weigh between 130 and 200 kg (290 and 440 lb). At birth, a baby llama (called a cria) can weigh between 9 and 14 kg (20 and 31 lb). Llamas typically live for 15 to 25 years, with some individuals surviving 30 years or more.[1][2][3]
They are very social animals and live with other llamas as a herd. The wool produced by a llama is very soft and lanolin-free. Llamas are intelligent and can learn simple tasks after a few repetitions. When using a pack, they can carry about 25 to 30% of their body weight for 8 to 13 km (5–8 miles).
The name llama (in the past also spelled 'lama' or 'glama') was adopted by European settlers from native Peruvians.
Llamas appear to have originated from the central plains of North America about 40 million years ago. They migrated to South America about three million years ago. By the end of the last ice age (10,000–12,000 years ago), camelids were extinct in North America. As of 2007, there were over seven million llamas and alpacas in South America, and due to importation from South America in the late 20th century, there are now over 158,000 llamas and 100,000 alpacas in the United States and Canada
O termo cigarra é a designação comum aos insetos homópteros da família dos cicadídeos, que reúne os maiores representantes da ordem. Existem mais de 1.500 espécies conhecidas deste insetos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo brasileira). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insetos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo cada espécie som característico.
As cigarras também são reconhecidas pela forma característica e pelo tamanho grande, que varia cerca de 15 milímetros até pouco mais de 65 milímetros de comprimento e atingindo até 10 cm de envergadura. Possuem um "bico" comprido para se alimentar da seiva de árvores e plantas onde normalmente vivem.
A importância da cigarra no ecossistema é positiva, por um lado, por servir de alimento para os predadores e, negativa, por outro, porque constitui-se em pragas de algumas culturas. As suas ninfas vivem alimentando-se da seiva das raízes das plantas, causando sensíveis prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que retiram e pelos ferimentos causados às raízes, facilitando a penetração de fungos e bactérias.
Muitas espécies de cigarra têm períodos diferentes de amadurecimento, com ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero Magicicada têm uma característica adicional: elas são sincronizadas, ou seja, saem do chão todas ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos.
Características
Existem mais de 1 500 tipos diferentes de cigarra. Já foram detectados exemplares desde vinte milímetros até 130 milímetros de comprimento. Normalmente, são encontrados em regiões de florestas tropicais, mas também podem ser encontrados em outros tipos de vegetações.
No compartimento interno da barriga do macho, desenvolvem-se os músculos e os elementos que soltam o som do canto da cigarra, que serve para atrair a fêmea. Além disso, ele também canta quando é atacado ou capturado por inimigos naturais.
De outro lado, o compartimento da barriga da fêmea fica lotado de ovos e a parte traseira desenvolve-se como ovulador.
Ciclo de vida
Uma cigarra em processo de ecdise.
A cigarra é um inseto de fases incompletas. Ovo→Ninfa→Inseto adulto
Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem.
Os insetos jovens (ou “ninfas”) caem no chão e entram na terra.
As ninfas vivem na terra por 1 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes.
Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.
O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica.
As cigarras masculinas começam a cantar com um ruído zumbindo agudo, alto para atrair fêmeas. As fêmeas também fazem um pequeno som mas bem baixo. As cigarras masculinas cantam vibrando as membranas no lado de baixo do primeiro segmento abdominal. As cigarras masculinas são também capazes de fazer um grito alto quando perturbadas. Acredita-se que tal gritar pode ser eficaz em determinados predadores.
No caso do Japão, normalmente as cigarras adultas aparecem no verao, mas também existem tipos de cigarra que aparecem na primavera como o Haru Zemi - Terpnosia, e os que aparecem no Outono como a cigarra Coreana Suisha coreana. Com o aquecimento global avancando nestes anos, já está até comum encontrar cigarras cantando nos meses de Outubro. O normal é a forma adulta viver entre 1 a 2 semanas, mas isso era devido à dificuldade natural de maturação mas nos campos, diz-se que as cigarras sobrevivem por quase 1 mes [2]。
Alem disso, o período como Ninfa vivendo dentro da terra é entre 3 a 17 anos e no caso do ABURA ZEMI (Graptopsaltria nigrofuscataé de 6 anos) e ao contrario do que se pensa de ter uma sobrevivencia curta, é na realidade uma das mais longas entre os insetos.
[editar] Habitos
[editar] O "canto" da cigarra
Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas das espécies maiores conseguem atingir os 120 decibéis com facilidade,[3] enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cachorros e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele.
Após o acasalamento, as fêmeas depositam os ovos em rachaduras nos caules de plantas hospedeiras. Depois que os ovos eclodem, as ninfas, fase jovem da cigarra, descem por fios de seda até o solo, onde elas ficam a maior parte da vida. No Brasil, o ciclo de vida desses insetos dura um ou dois anos, sendo apenas dois ou três meses fora do solo. Em outros países, como os Estados Unidos, o ciclo de vida das cigarras pode chegar até 17 anos.
Até mesmo as cigarras se protegem contra o volume intenso de seu próprio canto. Tanto o macho como a fêmea dessa espécie de insetos possuem um par de grandes membranas que funcionam como orelhas. Elas são os tímpanos, conectados ao órgão auditivo por um pequeno tendão que reage quando o macho canta, dobrando-os para que o som alto não lhes provoque danos. A crença de que as cigarras "explodem" quando cantam não é verdadeira. A "casca" da cigarra que encontramos presas as árvores são o exoesqueleto do inseto que realizou a última muda ou ecdise, concluindo sua forma adulta. A população antiga acredita que o canto da cigarra é o sinal que ela está chamando chuva, por isso seus cantos em dias quentes.
As cigarras não se alimentam de moscas, vermes ou grãos. Enquanto jovens, elas sugam a seiva das plantas pela raiz e injetam toxinas. Na fase adulta elas também se alimentam da seiva, mas, desta vez, sugada pelo caule e folhas das plantas. Para algumas culturas, as cigarras são pragas de grande importância. Segundo o professor do Departamento de Entomologia Agrícola, Marcelo Picanço, em alguns casos as plantas morrem ou ficam depauperadas, podendo ser encontradas milhares de ninfas nas raízes. A ingazeira, os eucaliptos e abacateiros são exemplos de plantas hospedeiras prejudicadas pelas cigarras, mas é na cultura de café que as cigarras causam maiores danos. Em Minas, o ataque das cigarras aos cafezais é mais freqüente na região sul do estado. A depauperação da planta causa descoloramento e queda precoce das folhas, sendo mais preocupantes nas épocas de seca. As conseqüências são quebra significante da produção e até mesmo perda total da lavoura se não for controlada a tempo.
Para controlar a praga são utilizados inseticidas aplicados na fase chuvosa para melhor absorção das raízes e para que as ninfas sejam combatidas logo que furam os solos. Também é possível fazer o controle com o fungo metarhizium. Mas o controle biológico é mais eficaz quando associado ao uso de inseticidas, porque o fungo tem mais facilidade de penetrar nas ninfas debilitadas.
Também é possível o controle cultural, eliminando os pés de café infectados e plantando outros no local após três anos e evitando o plantio de outras plantas hospedeiras do inseto próximo às plantações.
As cigarras estão presentes em quase todas as regiões do mundo, tanto em climas quentes como frios, e têm poucos predadores. Na fase adulta, são alimento para pássaros e enquanto ninfas são atacadas por besouros, alguns mamíferos, como o tatu, e quem diria, por formigas predadoras que vivem nos solos.
[editar] A "urina da cigarra"
Quando falhamos ao tentar pegar uma cigarra, na hora que ela foge, ela costuma "urinar". No ditado popular, dis-se que ela "dá o troco pela tentativa"; entretanto, muitos dizem que na realidade, na hora que ela levanta voo, ela elimina o excesso de liquidos para deixar o corpo mais leve e facilitar a fuga, outros dizem que seu ventre é fraco e o impulso do voo, faz com que elimine o que está armazenado. Na realidade ela esta eliminando a seiva retirada da arvore e nao necessariamente pondo em alvo quem a ataca e por isso, não só acontece na hora do voo, mas mesmo durante a extracao da seiva isso vem a ocorrer.
Mesmo assim, após analises, foi verificado que a substância excretada (a popular "urina da cigarra") praticamente só possuiágua, não sendo constatada praticamente quase nenhum resíduo tóxico.
Fases do ciclo de vida
Sequência de fotos de uma cigarra realizando ecdise em Ohio, EUA.
Após o acasalamento, a fêmea faz cortes na casca de um galho para depositar os seus ovos. Ela pode fazer isso repetidamente, até que ela colocou várias centenas de ovos. Quando os ovos eclodem, as ninfas recém-nascidas caem no chão. A maioria das cigarras passa por um ciclo de vida que dura de dois a cinco anos. Algumas espécies têm ciclos de vida muito mais longo, como o gênero norte-americano, Magicicada, que tem um número distinto de "crias" que passam por qualquer um de 17 anos ou, no Sul dos EUA, um ciclo de vida de 13 anos. Estes ciclos de vida longos, talvez, desenvolvidos como uma resposta a predadores, como a vespa assassina de cigarras e louva-deus. Um predador com um menor ciclo de vida de pelo menos dois anos não pode de forma confiável depredam as cigarras. As cigarras vivem no subsolo como ninfas para a maioria de suas vidas, em profundidades que variam de cerca de 30 cm até 2,5 m. A alimentação de ninfas é o suco da raiz e tem fortes patas dianteiras para cavar. No final ínstar ninfal, elas constroem um túnel de saída para a superfície e emergem. Elas, então, mudam (trocam de pele), em uma planta por perto para a última hora e emergem como adultos. As peles permanecem abandonadas, continuam agarradas à casca das árvores.
fonte:wikipédia
The Pedrocchi Café is a café founded in the 18th century in central Padua, Italy. It has architectural prominence because its rooms were decorated in diverse styles, arranged in an eclectic ensemble by the architect Giuseppe Jappelli. The café has historical prominence because of its role in the 1848 riots against the Habsburg monarchy, as well as for being an attraction for artists over the last century from the French novelist Stendhal to Lord Byron to the Italian writer Dario Fo.Between 18 and 19th century, coffee consumption by the expanding bourgeoisie of Europe at public establishments expanded. In 1772 the Francesco Pedrocchi of Bergamo founded a successful "coffee shop" here, near the University, town hall, markets, post office and the square of the Noli (now Piazza Garibaldi), from were coaches left to nearby cities.His son Antonio expanded the premises to cover the entire block. In 1826 Antonio Pedrocchi presents to the municipal authorities a project for the construction of a plant, including premises used for roasting coffee, and ice-making. He also asked Giuseppe Jappelli, engineer and architect already to redesign the premises. Jappelli had to integrate different buildings and facades into a single unit, creating an eclectic exterior of diverse facade. The interior has neoclassical elements.The ground floor was completed in 1831, while in 1839, the Gothic pastry shop called "Pedrocchino" was built. During the "Fourth Congress of Italian Scientists" in 1842, the rooms of the upper floor were inaugurated. Japelli collaborated with the engineer Bartolommeo Franceschini and the architect Giuseppe Petrelli, to whom we owe the merger of the balustrades of the terraces with the griffins. The painter Giovanni De Min, helped decorate the Greek room; Ippolito Caffi, the Roman room; Pietro Paoletti, the Pompeian room (or "Ercolana"); Vincenzo Gazzotto, painted the ceiling in the Renaissance Room.Antonio Pedrocchi died on January 22, 1852, and left the enterprise to the son of an apprentice, Domenico Cappellato. On the death of Cappellato in 1891, the cafe was willed to the city of Padua. Cappellato spelled out that:
It is the solemn obligation and enduring to the city of Padua to preserve in perpetuity over the property, the use of the plant as is found today, seeking to promote and develop all those improvements that will be brought by the progress of time putting
Il Caffè Pedrocchi è un caffè storico di fama internazionale, situato nel pieno centro di Padova, in via VIII febbraio nº 15.
Aperto giorno e notte fino al 1916 e perciò noto anche come il "Caffè senza porte", per oltre un secolo è stato un prestigioso punto d'incontro frequentato da intellettuali, studenti, accademici e uomini politici.L'8 febbraio 1848, il ferimento al suo interno di uno studente universitario diede il via ad alcuni dei moti caratterizzanti il Risorgimento italiano e che sono ancora oggi ricordati nell'inno ufficiale universitario, Di canti di gioia.
Following, a text, in english, from Wikipedia, from the site Gardenology
(http://www.gardenology.org/wiki/Caryocar_brasiliense):
Pequi or Souari Nut (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) is a Brazilian fruit. It is yellow coloured, and has a strong taste and smell. It is a very popular meal in Goiás and Minas Gerais, and may be eaten by itself or with other food. The Pequi with rice and chicken is specially popular. An oil extracted from the seeds of the pequi is also used as an edible oil. The pequi occupies an important role in the culture of indigenous people in Brazil's Cerrado region. One report writes:
The pequi is the main symbol of this de-structuring of the economy. The pequi is habitually consumed by the population in the Cerrado zone and is deeply rooted in the regional culture and cooking. For the Mineiros, the Cerrado inhabitants of Minas Gerais, the pequi does not belong to anyone, because it belongs to all. Therefore, they maintain their ancestral right to take it wherever it is, in public or private land, fenced in land or unfenced land, etc., wherever it is, the pequi was always "accessible" to the regional society. Since the sixties, due to logging and installation on a wide scale of eucalyptus plantations, the pequi and all that it represents are under a serious threat. So much so, that at the market in Curvelo we did not find any pequis for sale. Some trades people commented on the difficulty they have in obtaining this fruit, which was previously so accessible.
Hints:
The pequi has many thorns in its interior, and therefore it must not be bitten. These thorns can cause strong pain if released in the mouth or tongue. It is necessary to eat this fruit with extremely caution, eating only the yellow thin creamy "skin" of the pequi. When the yellow color of the fruit starts to get white it is necessary to stop eating the fruit.
The Pequi needs to be eaten using bare hands. Knife, fork and spoon are not to be used.
Deep inside the pequi there is a delicious nut. It is just needed to let the inner part of the pequi drying into the sunlight during two or more days and then fry it with a little bit salt.
Following, a text, in english, from Wikipedia, from the Free Encyclopedia(http://en.wikipedia.org/wiki/Caryocar_brasiliense):
Caryocar brasiliense
Pequi, also called "souari nut" like its congeners, is an edible fruit popular in some areas of Brazil, especially in Brazil's center-west region. It is produced by the tree Caryocar brasiliense, one of the species in the order Malpighiales that was formerly placed in the paraphyletic Theales.
The pequi tree grows up to 10 m (30 ft) tall. It is common in central Brazilian cerrado habitat[1] from southern Pará to Paraná and northern Paraguay. Its leaves are large, tough, hairy and palmate, with three leaflets each. Unlike most other cerrado trees, it bears flowers in the dry summer months, approximately July to September[1]. The yellowish-white flowers are hermaphroditic and bear many stamens; they somewhat resemble a huge pale St John's Wort flower (a distant relative among the Malpighiales). There are often two dozen or more flowers per inflorescence[1].
Pollination is mainly by bats, and as usual in such cases the flowers do not have a pleasant smell but produce copious thin nectar. Flowers open in the evening and produce nectar throughout the night, ceasing in the early morning. As it seems, each night's last nectar, produced around dawn, is richer in sugars than that produced in the night, though it is much less in quantity already. Moths, nocturnal wasps and ants also visit the flowers at night; the former two might also do some pollinating but they are not known to be of major importance. During the day, the flowers are visited by bees and wasps which feed on remaining pollen. From dusk to the cessation of nectar production, hummingbirds may visit the flowers. While most of them only do this opportunistically, some species – e.g. the Fork-tailed Woodnymph (Thalurania furcata) and in particular the Glittering-throated Emerald (Amazilia fimbriata) – appear to visit pequi tree flowers on a regular base. More significantly, visits by small "tanagers" of the Thraupidae and Cardinalidae around dusk are noted. In particular species like the Guira Tanager (Hemithraupis guira), White-lined Tanager (Tachyphonus rufus) and the Palm (Thraupis palmarum) and Sayaca Tanagers (T. sayaca) seem to be quite fond of pequi flower nectar and spend considerable time feeding on it when available. But even Curl-crested Jays (Cyanocorax cristatellus) have been observed to hang about flowering pequi trees at daybreak, though perhaps not just for the nectar, considering many insects attracted by it earlier would still be around on the tree. As the stigmata dry out at daybreak, it is not clear whether birds, particularly "tanagers", play a role in pollination also or are merely making use of an easy early-morning snack, particularly considering that during the flowering season of C. brasiliense, little such food is available.[1]
Fruits start off dark purple, turning olive green and finally buffy green as they ripen, taking about 5–6 months[verification needed]. Ripe fruits are about the size of an orange. They resemble a mangosteen (another distantly related member of the Malpighiales) in having a few (usually 1-4) segments of pulpy pericarp inside the skin, yellow and with a typical strong taste and smell mixing sweet, fruity and cheesy aromas; this is derived mainly from volatile ethyl esters. Embedded in the mesocarp is a light-colored seed enclosed in a blackish shell covered with thin and tough woody spines, though spineless individuals exist in the wild. Both the mesocarp and the seed are edible for humans as well as many animals, including usually carnivorous species like the Yellow-headed Caracara (Milvago chimachima)
Use by humans and status:
Pequi pulp is a very popular food in Goiás and Minas Gerais, eaten by itself raw or prepared or used as an ingredient in cooking or to flavor beverages. Pequi with rice and chicken is especially popular among locals; tourists often find the unique rich flavor of pequi too strong and the dish too filling for their taste[citation needed]. Pequi pulp will tarnish silver cutlery and if eaten raw the fruit is best enjoyed out of hand. Care must be taken to gently scrape the pulp off the pit using one's teeth: The spines easily detach and when stuck in the gums can be highly painful and difficult to remove.
The pits with spines and remaining pulp can be left to dry in the sun for two days or so. Afterwards, the spines can be scraped off with a knife or stick, and the pit can be cracked open to extract the seed. From the latter, the edible pequi oil is extracted commercially. They can also be roasted like peanuts and eaten with salt as a rich snack; in fact, if anything they are more popular than Brazil nuts locally.
Nearly every part of the tree is usable for food, medical or construction purposes. Pequi occupies an important role in the culture of indigenous people in Brazil's Cerrado region. Traditionally, rural Brazilians plant pequi trees around villages; the seed take a long time to germinate so that new trees must be planted ever so often for the supply not to cease. Demand for the fruit has risen in recent decades while habitat has been destroyed, putting the stocks under strain. One report writes:
"The pequi is the main symbol of this de-structuring of the economy. The pequi is habitually consumed by the population in the Cerrado zone and is deeply rooted in the regional culture and cooking. For the Mineiros, the Cerrado inhabitants of Minas Gerais, the pequi does not belong to anyone, because it belongs to all. Therefore, they maintain their ancestral right to take it wherever it is, in public or private land, fenced in land or unfenced land, etc., wherever it is, the pequi was always "accessible" to the regional society. Since the sixties, due to logging and installation on a wide scale of eucalyptus plantations, the pequi and all that it represents are under a serious threat. So much so, that at the market in Curvelo we did not find any pequis for sale. Some trades people commented on the difficulty they have in obtaining this fruit, which was previously so accessible."
Also, given the importance of bats and perhaps birds for pollination, removal of native woodland is liable to have long-term negative impacts on fruit yield even if no C. brasiliense trees are physically harmed. Conserving pollinator habitat is probably crucial for rich yields of the valuable fruits and other produce.
A seguir, um texto, em português, retirado do site "Caliandra do Cerrado", no endereço caliandradocerradogo.blogspot.com/2010/03/cerrado-flor-do...:
O pequizeiro é uma árvore que habita cerrados, cerradões e matas secas ao longo de todo o bioma do Cerrado.
Não há comprovação cientítifica da origem dos pequizeiros, mas sabe-se que estão as margens do rio Araguaia e nas regiões gerais da Bahia, Goiás e Minas Gerais. O pequizeiro tem aproximadamente 8 metros de altura e sua copa pode chegar a 8 metros de diâmetro, parecendo um grande guarda-chuva, sendo que queimadas recorrentes podem manter o pequizeiro na forma de subarbusto, em campos sujos. Assim como outras árvores do Cerrado, o pequi possui tronco e galhos tortuosos. Seus frutos, quando maduros, chegam a 14 centímetros de comprimento por 20 centímetros de diâmetro, podendo pesar até 300 gramas.
Infelizmente, várias espécies nativas do Cerrado, entre elas e pequizeiro, estão sendo queimados em fornos clandestinos com o objetivo de produzir carvão para indústrias siderúrgicas da região.
A flor - exuberância e beleza:
A flor do pequi é exótica, extremamante delicada e frágil e tem um cheiro particularmente curioso. As flores são amarelas e se desgrudam a qualquer vento para longe do caule. Neste desgrudar, soltam uma nódua e deixam no ar um cheiro de esperma. Suas flores são hermafroditas, compostas por cinco pétalas esbranquiçadas, livres entre si, com numerosos e vistosos estames (masculinos).
O pequizeiro floresce durante os meses de agosto a novembro, com frutos madurando a partir de setembro (normalmente novembro) até o início de fevereiro.
Flor do Pequi
Uma estrela assim formosa
Que nasce aqui no cerrado
Do pequizeiro é a rosa
E seu fruto é afamado.
Esta flor é bem sensível,
Não se pode apertar não
Sua reação é incrível,
Ela murcha e cai ao chão.
O seu fruto é saboroso
Quem o come não esquece.
Sem espinhos é gostoso,
Vem provar, se não conhece.
(Hull de La Fuente)
Pequi (Caryocar brasiliense).
A seguir, um texto em português, retirado do site Wikipédia a Enciclopédia livre:
Pequi
O pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano.
Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares. Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.
Ocorrência:
Símbolo da cultura do estado brasileiro de Goiás, o pequi pode também ser encontrado em toda a região Centro-Oeste (considerada a capital da fruta) e nos estados de Rondônia (ao leste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste), Ceará (sul), e nos cerrados de São Paulo e Paraná. Em Goiás podem ser encontradas todas as variedades, cuja frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro. Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo.
É encontrado também na Bolívia.
No estado do Tocantins há uma cidade com o nome de Pequizeiro em homenagem à árvore, onde se celebra a festa do pequi todos os anos.
Usos:
Nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa, ainda no início do século XVIII, o pequi começa a ser utilizado na culinária de Goiás. Na região que circunda a cidade industrial de Catalão, o pequi era utilizado tão somente para a fabricação do Sabão de Pequi, de propriedades terapêuticas.
O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.
Sua polpa macia e saborosa deve ser comida com bastante cuidado, uma vez que a mesma recobre uma camada de finos espinhos que, se mordidos, fincam-se na língua e no céu da boca, provocando dores intensas, risco este que deixa de existir, uma vez assimilada a técnica de degustação que é de fácil aprendizado. Deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres. Deve ser levado a boca para então ser "raspado" - cuidadosamente - com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada e parar antes que os espinhos possam ser vistos.
O fruto do pequizeiro, por ser rico em óleo já foi muito utilizado na fabricação de sabão caseiro pelos moradores rurais do Tocantins, que não tinham fácil acesso ao produto industrializado. Na fabricação do sabão, a massa do fruto era misturada a um líquido retirado das cinzas de uma árvore conhecida popularmente por "Mamoninha", essa mistura era levada ao fogo e produzia um sabão vegetal de cor preta brilhante, bastante macio, que era usado para lavar roupas,utensilios e principalmente para a higiene pessoal,pois segundo as pessoas que o fabricavam o produto fazia bem para a pele e cabelo.
Propriedades do pequi:
Recentemente, foi descoberta uma propriedade incrível do óleo de pequi, que antes mesmo de poder ser explorada pelo Brasil, já foi patenteada pelos japoneses. Ela foi recentemente batizada de CSL, ou "Chemical strengthener layer". Segundo as pesquisas, basta adicionar 50ml de óleo de pequi para cara 4l de óleo mineral, para que se consiga o efeito da super dureza em qualquer material metálico, e ele inclusive aumenta a carga de molas se for aplicado uniformemente. Existem testes em motores com cabeçotes totalmente originais, girando mais de 10.000 rotações por minuto, sem indícios de fadiga ou quebra.
Oceanário de Lisboa, Parque das Nações
Lisboa, Portugal
Nome: Barracuda-gigante
Nome Científico: Sphyraena barracuda (Walbaum, 1792)
Família: Sphyraenidae
Grupo: Peixes Ósseos
Classe: Peixes
Tamanho: 101-200 cm.
Enquanto juvenis, estes peixes formam cardumes que se refugiam em águas pouco profundas e resguardadas, de estuários ou mangais. Conforme crescem, mudam-se para zonas mais expostas, mas continuam a viver em cardume até atingirem cerca de 60 cm. Nesta altura, dispersam-se e tornam-se animais solitários, que nadam em águas mais afastadas da costa. Os exemplares maiores são potencialmente perigosos e podem infligir ferimentos muito graves, por vezes fatais. A sua carne é comestível, mas pode provocar ciguatera, pois acumula as toxinas dos animais de que se alimenta.
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The great barracuda (Sphyraena barracuda) is a species of barracuda. Great barracudas often grow over 6 feet (1.8 m) long and are a type of ray-finned fish.
Barracudas are elongated fish with powerful jaws. The lower jaw of the large mouth guts out beyond the upper. Barracudas possess strong, fang-like teeth that are unequal in size and set in sockets in the jaws and on the roof of the mouth. The head is quite large and is pointed and pike-like in appearance. The gill-covers do not have spines and are covered with small scales. The two dorsal fins are widely separated, with the first having five spines and the second having one spine and nine soft rays. The second dorsal fin equals the anal fin in size and is situated more or less above it. The lateral line is prominent and extends straight from head to tail. The spinous dorsal fin is situated above the pelvis. The hind end of the caudal fin is forked or concave, and it is set at the end of a stout peduncle. The pectoral fins are placed low down on the sides. The barracuda has a large swim bladder.
In general, the barracuda's coloration is dark green or a blue type coloration or grey above chalky-white below. This varies somewhat. Sometimes there is a row of darker cross-bars or black spots on each side. The fins may be yellowish or dark.
en.wikipedia.org/wiki/Sphyraena_barracuda
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Picture taken at the "Maker Faire 2008" (San Mateo, CA) - a collection of creative, weird, and sometimes useless (but always interesting) inventions, exhibits and art performances. Check out the other pictures in this set.
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Sinceramente, não faço idéia!
Foto tirada na "Maker Faire 2008" (em San Mateo, Califórnia) - uma feira repleta de criativas, supreendentes, e algumas vezes inúteis (mas sempre interessantes) invenções, mostras e exibições de arte. Confira as outras fotos deste álbum.
The Pedrocchi Café is a café founded in the 18th century in central Padua, Italy. It has architectural prominence because its rooms were decorated in diverse styles, arranged in an eclectic ensemble by the architect Giuseppe Jappelli. The café has historical prominence because of its role in the 1848 riots against the Habsburg monarchy, as well as for being an attraction for artists over the last century from the French novelist Stendhal to Lord Byron to the Italian writer Dario Fo.Between 18 and 19th century, coffee consumption by the expanding bourgeoisie of Europe at public establishments expanded. In 1772 the Francesco Pedrocchi of Bergamo founded a successful "coffee shop" here, near the University, town hall, markets, post office and the square of the Noli (now Piazza Garibaldi), from were coaches left to nearby cities.His son Antonio expanded the premises to cover the entire block. In 1826 Antonio Pedrocchi presents to the municipal authorities a project for the construction of a plant, including premises used for roasting coffee, and ice-making. He also asked Giuseppe Jappelli, engineer and architect already to redesign the premises. Jappelli had to integrate different buildings and facades into a single unit, creating an eclectic exterior of diverse facade. The interior has neoclassical elements.The ground floor was completed in 1831, while in 1839, the Gothic pastry shop called "Pedrocchino" was built. During the "Fourth Congress of Italian Scientists" in 1842, the rooms of the upper floor were inaugurated. Japelli collaborated with the engineer Bartolommeo Franceschini and the architect Giuseppe Petrelli, to whom we owe the merger of the balustrades of the terraces with the griffins. The painter Giovanni De Min, helped decorate the Greek room; Ippolito Caffi, the Roman room; Pietro Paoletti, the Pompeian room (or "Ercolana"); Vincenzo Gazzotto, painted the ceiling in the Renaissance Room.Antonio Pedrocchi died on January 22, 1852, and left the enterprise to the son of an apprentice, Domenico Cappellato. On the death of Cappellato in 1891, the cafe was willed to the city of Padua. Cappellato spelled out that:
It is the solemn obligation and enduring to the city of Padua to preserve in perpetuity over the property, the use of the plant as is found today, seeking to promote and develop all those improvements that will be brought by the progress of time putting
Il Caffè Pedrocchi è un caffè storico di fama internazionale, situato nel pieno centro di Padova, in via VIII febbraio nº 15.
Aperto giorno e notte fino al 1916 e perciò noto anche come il "Caffè senza porte", per oltre un secolo è stato un prestigioso punto d'incontro frequentato da intellettuali, studenti, accademici e uomini politici.L'8 febbraio 1848, il ferimento al suo interno di uno studente universitario diede il via ad alcuni dei moti caratterizzanti il Risorgimento italiano e che sono ancora oggi ricordati nell'inno ufficiale universitario, Di canti di gioia.
The Pedrocchi Café is a café founded in the 18th century in central Padua, Italy. It has architectural prominence because its rooms were decorated in diverse styles, arranged in an eclectic ensemble by the architect Giuseppe Jappelli. The café has historical prominence because of its role in the 1848 riots against the Habsburg monarchy, as well as for being an attraction for artists over the last century from the French novelist Stendhal to Lord Byron to the Italian writer Dario Fo.Between 18 and 19th century, coffee consumption by the expanding bourgeoisie of Europe at public establishments expanded. In 1772 the Francesco Pedrocchi of Bergamo founded a successful "coffee shop" here, near the University, town hall, markets, post office and the square of the Noli (now Piazza Garibaldi), from were coaches left to nearby cities.His son Antonio expanded the premises to cover the entire block. In 1826 Antonio Pedrocchi presents to the municipal authorities a project for the construction of a plant, including premises used for roasting coffee, and ice-making. He also asked Giuseppe Jappelli, engineer and architect already to redesign the premises. Jappelli had to integrate different buildings and facades into a single unit, creating an eclectic exterior of diverse facade. The interior has neoclassical elements.The ground floor was completed in 1831, while in 1839, the Gothic pastry shop called "Pedrocchino" was built. During the "Fourth Congress of Italian Scientists" in 1842, the rooms of the upper floor were inaugurated. Japelli collaborated with the engineer Bartolommeo Franceschini and the architect Giuseppe Petrelli, to whom we owe the merger of the balustrades of the terraces with the griffins. The painter Giovanni De Min, helped decorate the Greek room; Ippolito Caffi, the Roman room; Pietro Paoletti, the Pompeian room (or "Ercolana"); Vincenzo Gazzotto, painted the ceiling in the Renaissance Room.Antonio Pedrocchi died on January 22, 1852, and left the enterprise to the son of an apprentice, Domenico Cappellato. On the death of Cappellato in 1891, the cafe was willed to the city of Padua. Cappellato spelled out that:
It is the solemn obligation and enduring to the city of Padua to preserve in perpetuity over the property, the use of the plant as is found today, seeking to promote and develop all those improvements that will be brought by the progress of time putting
Il Caffè Pedrocchi è un caffè storico di fama internazionale, situato nel pieno centro di Padova, in via VIII febbraio nº 15.
Aperto giorno e notte fino al 1916 e perciò noto anche come il "Caffè senza porte", per oltre un secolo è stato un prestigioso punto d'incontro frequentato da intellettuali, studenti, accademici e uomini politici.L'8 febbraio 1848, il ferimento al suo interno di uno studente universitario diede il via ad alcuni dei moti caratterizzanti il Risorgimento italiano e che sono ancora oggi ricordati nell'inno ufficiale universitario, Di canti di gioia.
The Pedrocchi Café is a café founded in the 18th century in central Padua, Italy. It has architectural prominence because its rooms were decorated in diverse styles, arranged in an eclectic ensemble by the architect Giuseppe Jappelli. The café has historical prominence because of its role in the 1848 riots against the Habsburg monarchy, as well as for being an attraction for artists over the last century from the French novelist Stendhal to Lord Byron to the Italian writer Dario Fo.Between 18 and 19th century, coffee consumption by the expanding bourgeoisie of Europe at public establishments expanded. In 1772 the Francesco Pedrocchi of Bergamo founded a successful "coffee shop" here, near the University, town hall, markets, post office and the square of the Noli (now Piazza Garibaldi), from were coaches left to nearby cities.His son Antonio expanded the premises to cover the entire block. In 1826 Antonio Pedrocchi presents to the municipal authorities a project for the construction of a plant, including premises used for roasting coffee, and ice-making. He also asked Giuseppe Jappelli, engineer and architect already to redesign the premises. Jappelli had to integrate different buildings and facades into a single unit, creating an eclectic exterior of diverse facade. The interior has neoclassical elements.The ground floor was completed in 1831, while in 1839, the Gothic pastry shop called "Pedrocchino" was built. During the "Fourth Congress of Italian Scientists" in 1842, the rooms of the upper floor were inaugurated. Japelli collaborated with the engineer Bartolommeo Franceschini and the architect Giuseppe Petrelli, to whom we owe the merger of the balustrades of the terraces with the griffins. The painter Giovanni De Min, helped decorate the Greek room; Ippolito Caffi, the Roman room; Pietro Paoletti, the Pompeian room (or "Ercolana"); Vincenzo Gazzotto, painted the ceiling in the Renaissance Room.Antonio Pedrocchi died on January 22, 1852, and left the enterprise to the son of an apprentice, Domenico Cappellato. On the death of Cappellato in 1891, the cafe was willed to the city of Padua. Cappellato spelled out that:
It is the solemn obligation and enduring to the city of Padua to preserve in perpetuity over the property, the use of the plant as is found today, seeking to promote and develop all those improvements that will be brought by the progress of time putting
Il Caffè Pedrocchi è un caffè storico di fama internazionale, situato nel pieno centro di Padova, in via VIII febbraio nº 15.
Aperto giorno e notte fino al 1916 e perciò noto anche come il "Caffè senza porte", per oltre un secolo è stato un prestigioso punto d'incontro frequentato da intellettuali, studenti, accademici e uomini politici.L'8 febbraio 1848, il ferimento al suo interno di uno studente universitario diede il via ad alcuni dei moti caratterizzanti il Risorgimento italiano e che sono ancora oggi ricordati nell'inno ufficiale universitario, Di canti di gioia.
Ordem (Order): Carnivora
Família (Family): Felidae
Nome popular (Popular Name): Leão (Lion)
Nome científico (Scientific Name): Panthera leo
Distribuição geográfica (Geographical Distribution): África e Ásia (Africa and Asia)
Habitat: savanas, matas e planícies (savannas, forests and lowlands)
Hábitos alimentares (Food habits): Carnívoro (Carnivorous)
Período de vida (Lifetime): aproximadamente 20 anos (about 20 years)
Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduz sua longevidade. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba.
Lions live around 10-14 years in nature, while in captivity they can live more than twenty years. In nature, males rarely live more than ten years, whereas wounds suffered in fighting with rival males continuously reduces their longevity. These felines have variable color, from yellow-light and dark brown, with the lower parts of the body lighter, tip of tail with a tuft of black hair (that cover a horny spur, to drive away flies) and males with long mane.
Photo Equipment: Sony DSC-H7 / Sony VF-74CP Circular PL Filter