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Eu ando comprando esmaltes, sim ano passado comprei nas lojas SOS, desapegos, etc...
Esse ano resolvi focar em uma lista que tenho para ver se consigo realizar alguns desejos, esperar esse começo de ano passar onde o $ fica praticamente em impostos e material escolar para fazer isso.
Então aqui em minha cidade chegou no ano passado essa linha em gel da colorama, gostei de algumas cores, mas resolvi investir nessa cobertura, que para minha surpresa foi a melhor das nacionais que já testei, aprovo e recomendo.
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Compra e venda. Na loja, artigos de informática. Nas ruas, um pouco de tudo.
Camera: Motorolla Mobile Phone
Porto de Santos @ 10/2006
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una jirafa de mostacillas,una rana de peluche,una agenda que casi no se ve,estuche de pochaco,unos animalitos de;gatita,mariposa y un periquito verde,una goma,un correcaminos y una perrita negra
Eu sei que sou um chato! Se em alguns aspectos sou condescendente até à estupidez, noutros sou exigente até à última pinguinha!
Em geral, a minha indumentária cabe na primeira categoria. Visto o que visto e que tenho mais à mão, sem me preocupar nada se esta peça, com esta cor, joga ou não com aquela outra. Desde que me sinta confortável…
Mas se, na minha indumentária haverá aspecto em que sou exigente é no calçado. Não que o seu aspecto seja importante, mas no seu conforto. Afinal, é em cima deles, dos pés e dos sapatos, que estou, e muitas horas por dia. Calçado desconfortável é algo que recuso, liminarmente. Devo mesmo dizer que tenho aqui um par que, por o comprei como confortável e acabei por constatar o contrário, estão ali sem uso.
Pois está na altura de comprar sapatos. Não é pressa, que quando os sinto bem nos pés até me custa trocá-los, mas antes que tenha que ser uma decisão rápida, vou olhando para as montras. E, se vir um par que aparente o conforto de que gosto, trato de saber o preço e, só depois disso, pondero a eventualidade de os comprar. Experimentando-os muito bem, claro.
Foi o caso de hoje: vi um par que parecia mesmo ter sido feito para os meus pés. E, estando dentro de valores comportáveis, entrei e pedi para os ver e calçar.
Saiu-me na rifa uma menina que, toda simpática e bonitinha de se ver, tratou de ir lá dentro trazer o tamanho que me servia: o 42. Regressa, minutos depois, com um par reluzente na mão, dizendo-me:
“O 42 já não tenho. Mas trago-lhe aqui o 44, pode ser que lhe sirvam.”
Fiquei a olhar para ela, incrédulo. Foi daquelas situações, raras, em que me faltou de imediato a resposta adequada.
Ainda pensei em perguntar-lhe se ela estaria a fazer alguma comparação entre o tamanho que ela gostaria dos meus pés com qualquer outra parte da minha anatomia. Ou ainda sugerir-lhe que ela poderia dar-me uma eficiente e agradável massagem nos pés até que eles crescessem e se adaptassem àquela medida. Mas qualquer uma destas respostas seria, para além de inconveniente, poucos conforme com o meu próprio comportamento e linguajar.
Acabei por ficar com cara de parvo e limitar-se a responder-lhe que, muito obrigado, mas que não costumo usar os dois pés num sapato só. E saí, lamentando de mim para mim que era pena que atrás daquele palmito de cara bonito de ver existissem apenas dois neurónios, e que ambos estivessem de férias hoje.
Vou acabar por continuar a usar por uns tempos estes dois, já velhotes, mas que se me fazem aos pés como se pele se tratasse e em que não penso quando os uso. E que, garantidamente, não deixarei abandonados numa qualquer rua do bairro.
Texto e imagem: by me