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Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,
E assim será possível; mas hoje não...
Não, hoje nada; hoje não posso. (Álvaro de Campos - heterônimo de Fernando Pessoa)
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Em discurso, à tribuna, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebe o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso no gabinete da presidência.
(E/D):
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
Promulgada em sessão do Congresso Nacional a Emenda Constitucional 107/2020, que adia, por conta da pandemia de covid-19, o primeiro turno das eleições municipais deste ano para 15 de novembro e o segundo para 29 de novembro.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Em discurso, à tribuna, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Em discurso, à tribuna, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Em discurso, à tribuna, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Mesa:
1ª secretária da Mesa da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos (PL-RJ);
vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, concede entrevista após promulgação em sessão do Congresso Nacional da Emenda Constitucional 107/2020, que adia, por conta da pandemia de covid-19, o primeiro turno das eleições municipais deste ano para 15 de novembro e o segundo para 29 de novembro.
Participam:
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA);
2º secretário da Mesa Diretora do Congresso Nacional e líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão solene (remota) do Congresso Nacional destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 107 de 2020, que "Adia, em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as eleições Municipais de outubro de 2020 e os prazos eleitorais respectivos".
A Emenda Constitucional 107/2020, decorrente da PEC 18/2020, adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano.
Em destaque, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), deixa dependências da Casa após promulgação em sessão do Congresso Nacional da Emenda Constitucional 107/2020, que adia, por conta da pandemia de covid-19, o primeiro turno das eleições municipais deste ano para 15 de novembro e o segundo para 29 de novembro.
Participam:
presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso;
2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA).
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,
E assim será possível; mas hoje não...
Não, hoje nada; hoje não posso.
A persistência confusa da minha subjetividade objetiva,
O sono da minha vida real, intercalado,
O cansaço antecipado e infinito,
Um cansaço de mundos para apanhar um elétrico...
Esta espécie de alma...
Só depois de amanhã...
Hoje quero preparar-me,
Quero preparar-me para pensar amanhã no dia seguinte...
Ele é que é decisivo.
Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos...
Amanhã é o dia dos planos.
Amanhã, sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo;
Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã...
Tenho vontade de chorar,
Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...
Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo.
Só depois de amanhã...
Quando era criança o circo de domingo divertia-me toda a semana.
Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância...
Depois de amanhã serei outro,
A minha vida triunfar-se-á,
Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático,
Serão convocadas por um edital...
Mas por um edital de amanhã...
Hoje quero dormir, redigirei amanhã...
Por hoje, qual é o espetáculo que me repetiria à infância?
Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,
Que depois de amanhã é que está bem o espetáculo...
Antes, não...
Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei. Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.
Só depois de amanhã...
Tenho sono como o frio de um cão vadio.
Tenho muito sono.
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...
Sim, talvez só depois de amanhã...
O porvir...
Sim, o porvir...
Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)
Postponement
After tomorrow, yes, only after tomorrow . . .
I'll take tomorrow to think about after tomorrow,
And that way it shall be possible; but today no . . .
No, today nothing; today I cannot.
The confused persistence of my objective subjectivity,
The sleep of my real life, intercalary,
The anticipated and infinite exhaustion,
An exhaustion of worlds to take an electric . . .
This species of soul . . .
Only after tomorrow . . .
Today I want to prepare myself,
I want to prepare myself to think tomorrow about the following day . . .
That is the one that is decisive.
I already have the plan traced out; but no, today I don't trace out plans . . .
Tomorrow is the day of plans.
Tomorrow I'll sit myself down at the work desk to conquer the world;
But I'll only conquer the world after tomorrow . . .
I have the urge to cry,
I have the urge to cry all of a sudden, from within . . .
No, they don't want to know anything else, it's secret, I don't tell.
Only after tomorrow . . .
When I was a child the Sunday circus filled me with joy all the week.
Today only the Sunday circus of all the week of my childhood fills me with joy . . .
After tomorrow I'll be somebody else,
My life shall be victorious,
All my real qualities of intelligent, reader, and pragmatist
Will be summoned for a notice . . .
But for a notice of tomorrow . . .
Today I want to sleep, I'll rewrite tomorrow . . .
For today what is the spectacle that'll repeat my childhood?
Just so that I can buy the tickets tomorrow,
Cause after tomorrow is when the spectacle is good . . .
Before, no . . .
After tomorrow I'll have the public pose that tomorrow I'll study.
After tomorrow I'll finally be what today I cannot be.
Only after tomorrow . . .
I'm drowsy like the coldness of a stray dog.
I'm very drowsy.
Tomorrow I'll tell you the words, or after tomorrow . . .
Yes, perhaps only after tomorrow . . .
The future . . .
Yes, the future . . .
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
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O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST, Levante Popular, MLB, Eliana Silva e greve dos Servidores Públicos promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,
E assim será possível; mas hoje não...
Não, hoje nada; hoje não posso.
A persistência confusa da minha subjetividade objetiva,
O sono da minha vida real, intercalado,
O cansaço antecipado e infinito,
Um cansaço de mundos para apanhar um elétrico...
Esta espécie de alma...
Só depois de amanhã...
Hoje quero preparar-me,
Quero preparar-rne para pensar amanhã no dia seguinte...
Ele é que é decisivo.
Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos...
Amanhã é o dia dos planos.
Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo;
Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã...
Tenho vontade de chorar,
Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...
Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo.
Só depois de amanhã...
Quando era criança o circo de domingo divertia-rne toda a semana.
Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância...
Depois de amanhã serei outro,
A minha vida triunfar-se-á,
Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático
Serão convocadas por um edital...
Mas por um edital de amanhã...
Hoje quero dormir, redigirei amanhã...
Por hoje, qual é o espetáculo que me repetiria a infância?
Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,
Que depois de amanhã é que está bem o espetáculo...
Antes, não...
Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei. Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.
Só depois de amanhã...
Tenho sono como o frio de um cão vadio.
Tenho muito sono.
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...
Sim, talvez só depois de amanhã...
O porvir...
Sim, o porvir...
Álvaro de Campos
Tumulto na saída do advogado Lucio Adolfo da Silva, o novo defensor de Bruno apos o adiamento do julgamento.
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
Tumulto na saída do advogado Lucio Adolfo da Silva, o novo defensor de Bruno apos o adiamento do julgamento.
(E/D) Senadores Pedro Taques (PDT-MT), Cyro Miranda (PSDB-GO), Eduardo Braga (PMDB-AM), Ruben Figueiró (PSDB-MS), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Jayme Campos (DEM-MT) após adiamento da discussão do projeto (PLS 499/13) que tipifica os atos de terrorismo
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva
Integrantes do MST marcham na esplanada dos Ministérios acompanhando a Marcha Nacional contra Homofobia e pautando principalmente o adiamento do julgamento do Massacre de Felisburgo. (CC BY SA) Fora do Eixo
O assassino confesso Adriano Chafik, responsável pelo Massacre de Felisburgo no acampamento Terra Prometida, seria julgado no dia 15 de maio de 2013, depois de 8 anos da execução do crime, entretanto o julgamento foi adiado pela 3ª vez.
Manifestantes do MST promoveram um ato em revolta ao adiamento que percorreu as ruas de Belo Horizonte.
14/04/2013
(CC BY-SA) Maria Objetiva