View allAll Photos Tagged ASP

Common name: Hairy Fringe Lily

Clumping multi-stemmed plant with clumping hairy leaves to 20cm.

 

On Sandy gravel.

 

ID: Terry McFarland WAHerbarium

"This is Thysanotus asper, distinctive in the densely hairy leaves and six anthers (T. triandrus has similar leaves but with three anthers)."

Two Serpent Legion Asp's ambush a training drone.

Tuim-de-asa-amarela.

Canary-winged parakeetA.

Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).

geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.

Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.

Brotogeris versicolurus.

1. FICHA DO BICHO:

Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).

Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)

Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).

Ordem: Aves

Família: Psittacidae (Psitacídeos)

Sub-gamília: Psittacinae

Gênero: Brotogeris spp.

Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...

geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.

Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.

Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.

Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.

Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...

 

Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -

Pau D'Arco Bark.

Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.

Nomes populares:

Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.

Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

Identifique seu Ipê:

* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.

* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.

* Branco : Folhas arredondadas.

* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...

Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.

Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.

Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.

Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.

Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.

O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.

Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.

Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.

As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.

É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.

A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].

O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.

You can licence my photos through Folio.

 

facebook | Gustaf Emanuelsson

 

blog | www.gblog.se

 

instagram | gustaf_emanuelsson

Thanks to Creations for Charity the hallowed story of the Gypsy Queen squadron has another chapter...

  

What's the story you ask? It all started years ago when Stijn built the MATSF-5000E Superbanshee II SE which was gifted to none other than Keith, who in turn honoured Stijn's gift with an epic build - the Gypsy Queen, You are cleared for Launch.

  

Which, was in turn homaged by yours truly with Operation Oscar as my launch pad to try to bribe voters at every convention with my FrogPODs (it didn't work).

  

So I finally got to not only meet Mr. Goldman and partake in one of his epic layouts, he but gifted me one of the Gyspy Queens.

  

The last, would be donated to C4C - where it would be up for grabs by anyone.

  

... but what fun would that be? Plus it'd be a horrible way to end the story of the Gypsy Queens....

Instead, I seized the oppurtunity to dictate where the last Gyspy Queen would land...

  

So now I have two.

I don't really need two.

I just need one.

  

So where will the last one go?

  

Someone will get a nice Xmas present.

  

--

  

Why not make some kid's christmas better too? There are plenty of awesome mocs in Creations for Charity store, so why not make your holidays, and some kid's holiday that much brighter?

 

You can licence my photos through Folio.

 

facebook | Gustaf Emanuelsson

 

blog | www.gblog.se

 

instagram | gustaf_emanuelsson

A spectacular summer afternoon near Rathcoffey Castle in Co. Kildare. In the foreground you can see a field of Rape Seed flowers in full bloom, and in the left mid-ground, a ring fort. The castle itself is silhouetted against the hill.

 

This shot was generated by first tonemapping a single RAW image with Photomatix Pro, then running the output through Topaz Adjust 4 to give it a little more 'pop', and finally importing the image into Aperture to give a few final tweaks.

 

I also generated a monochrome version of this image.

 

This shot featured on my blog as Photo of the Week 122 & 123 - Summer in Rathcoffey.

Beetles

Coléoptères

 

Morime rugueux mâle, un coléoptère de la famille des longicornes en promenade dans mon jardin.

 

Morimus asper male, a species of beetle in family Cerambycidae found in my garden.

The jail department introduced a new transport kit and this dude was lucky to be the first inmate to get it on. What an excitement!

Terciopelo or Fer-de-lance, Bothrops asper, close-up of young individual.

 

Atlantic central Panama

 

All images © James A. Christensen/PrimevalNature.com

 

Read my profile before making any request for use.

Although this flight departed for the demo from the old SAR hardstanding out of sight behind the hangars, they were taxied back to the main ASP after the demo.

www.santpau.es/patr_presentacio.asp

 

L'Hospital de la Santa Creu i Sant Pau té els seus orígens l'any 1401 amb la fusió dels sis hospitals que hi havia aleshores a Barcelona. Així va néixer l'Hospital de la Santa Creu, clar exemple de gòtic civil català. A finals del segle XIX, degut al creixement de la ciutat i als avenços de la medicina, l'Hospital va quedar petit i es va plantejar la construcció d'un nou edifici. Gràcies al llegat del banquer Pau Gil, el 15 de gener de 1902 es va col·locar la primera pedra del nou hospital. A l'antic nom de la Santa Creu s'hi va afegir el de Sant Pau per respectar la voluntat del seu benefactor. D’aquest mode, el 1930 es va inaugurar l'Hospital de la Santa Creu i Sant Pau. L'arquitecte Lluís Domènech i Montaner (1850-1923) va ser l'encarregat d’aquest projecte, que es va convertir en l’edifici civil més rellevant del modernisme català.

 

El Hospital de la Santa Creu i Sant Pau tiene sus orígenes en el año 1401 con la fusión de los seis hospitales que había entonces en Barcelona. Así nace el Hospital de la Santa Creu, claro ejemplo de gótico civil catalán. A finales del siglo XIX, debido al crecimiento de la ciudad y a los avances de la medicina, el Hospital se quedó pequeño y se planteó la construcción de un nuevo edificio. Gracias al legado del banquero Pau Gil, el 15 de enero de 1902 se colocó la primera piedra del nuevo hospital. Al antiguo nombre de la Santa Creu se añadió el de Sant Pau para respetar la voluntad de su benefactor. De esta manera, en 1930 se inauguró el Hospital de la Santa Creu i Sant Pau. El arquitecto Lluís Domènech i Montaner (1850-1923) fue el encargado de este proyecto, que se convirtió en el edificio civil más relevante del modernismo catalán.

 

In 1401, six hospitals in the city of Barcelona merged to form the Hospital de la Santa Creu, a fine example of civilian gothic architecture. With the growth of the city and the advances in medicine in the 19th century, the centre was unable to meet the demands of the time and construction of a new building was proposed. Thanks to the legacy of Pau Gil, a banker, the first stone of the new building was laid on January 15th, 1902. "Sant Pau" was added to the old name of "la Santa Creu" to honour the wishes of its benefactor. The architect Lluís Domènech i Montaner was commissioned with the project. Over the years, the Hospital de la Santa Creu i Sant Pau became the most significant public building in Catalan modernisme.

 

L'Hôpital de la Santa Creu i Sant Pau a ses origines en 1401 avec la fusion des six hôpitaux qui étaient alors à Barcelone. Ainsi est née l'Hôpital de la Santa Creu, clair exemple de gothique catalan. Dans la fin du XIXe siècle, en raison de la croissance de la ville et le progrès de la médecine, l'hôpital est devenu trop petit et la construction d'un nouveau bâtiment a été soulevée. Merci à l'héritage de Pau Gil banquier, le Janvier 15, 1902, la première pierre du nouvel hôpital a été placée. L'ancien nom de la Sainte Croix a été ajouté Sant Pau de respecter la volonté de son bienfaiteur. Ainsi, en 1930, l'Hôpital de la Santa Creu i Sant Pau a été ouverte. L'architecte Lluis Domenech i Montaner (1850-1923) était responsable de ce projet, qui est devenu le bâtiment civil le plus important du modernisme catalan.

I had much luck in this picture. I was testing the Lomogon 32 mm lens and it wouldn't be easy to find a lens that would be more poorly suited to wildlife photography. If you don't know it, here it is: www.flickr.com/photos/pierre_et_nelly/49247633228/. But I had no other lens with me and this viper was very calm.

Terciopelo or Fer-de-lance, Bothrops asper, young individual.

 

Atlantic central Panama

 

All images © James A. Christensen/PrimevalNature.com

 

Read my profile before making any request for use.

Terciopelo or Fer-de-lance, Bothrops asper, young individual.

 

Atlantic central Panama

 

All images © James A. Christensen/PrimevalNature.com

 

Read my profile before making any request for use.

Sony A7II and Lomo 3.7X microscope lens on bellows.

 

View extra large 4000px (recommended)

 

97 images stacked

Douglas C-47B

Fundació Parc Aeronautic De Catalunya

Barcelona Sabadell 7/4/2022

1 2 4 6 7 ••• 79 80