Centro Ciência Viva
GUIMARÃES (Portugal): Centro Ciência Viva de Guimarães.
O Centro Ciência Viva de Guimarães – Curtir Ciência (uma alusão direta à tradição dos curtumes) ocupa o espaço da antiga Fábrica Âncora, em frente à Loja dos Registos, na Zona de Couros. Inaugurado a 17 de dezembro de 2015, o equipamento conta com uma exposição permanente com cerca de duas dezenas de módulos de sete áreas do conhecimento.
Edifício com história devolvido às pessoas
A antiga Fábrica Âncora apresenta-se como um ícone da tipologia construtiva de Couros, sendo um edifício de referência. Em 1269, foi constituída em Guimarães a Confraria de Sapataris, que terá estado na origem, em 1315, da Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano, fundada pelos mestres sapateiros João Baião e Pero Baião, que dotaram logo a instituição de uma fonte de rendimento ao legarem uma poça de curtumes na Rua de Couros, com sete pias de pedra.
A zona foi densamente povoada, tendo outrora faltado muitas vezes casas para as famílias operárias. A importância que então ostentava a atividade dos curtumes persiste ainda hoje em manifestações culturais vimaranenses. É o caso da Peregrinação Anual à Penha, uma das maiores celebrações religiosas do concelho que teve origem numa iniciativa de curtidores e surradores.
info: A inauguração – Centro Ciência Viva. ccvguimaraes.pt/a-inauguracao/. Acedido 7 de Dezembro de 2021.
Centro Ciência Viva
GUIMARÃES (Portugal): Centro Ciência Viva de Guimarães.
O Centro Ciência Viva de Guimarães – Curtir Ciência (uma alusão direta à tradição dos curtumes) ocupa o espaço da antiga Fábrica Âncora, em frente à Loja dos Registos, na Zona de Couros. Inaugurado a 17 de dezembro de 2015, o equipamento conta com uma exposição permanente com cerca de duas dezenas de módulos de sete áreas do conhecimento.
Edifício com história devolvido às pessoas
A antiga Fábrica Âncora apresenta-se como um ícone da tipologia construtiva de Couros, sendo um edifício de referência. Em 1269, foi constituída em Guimarães a Confraria de Sapataris, que terá estado na origem, em 1315, da Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano, fundada pelos mestres sapateiros João Baião e Pero Baião, que dotaram logo a instituição de uma fonte de rendimento ao legarem uma poça de curtumes na Rua de Couros, com sete pias de pedra.
A zona foi densamente povoada, tendo outrora faltado muitas vezes casas para as famílias operárias. A importância que então ostentava a atividade dos curtumes persiste ainda hoje em manifestações culturais vimaranenses. É o caso da Peregrinação Anual à Penha, uma das maiores celebrações religiosas do concelho que teve origem numa iniciativa de curtidores e surradores.
info: A inauguração – Centro Ciência Viva. ccvguimaraes.pt/a-inauguracao/. Acedido 7 de Dezembro de 2021.