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Ele apareceu pela primeira vez na Balcãs em cerca de 4500 aC e era muito comum na Grécia antiga , Trácia e Roma . It first appeared in the Balkans at about 4500 BC and was very common in ancient Greece, Thrace and Rome.
Cartum para a exposição coletiva Humores do Vinho – A graça gaúcha na Fenavinho
A convite da Fenavinho, 30 cartunistas da Grafar – Grafistas Associados do RS – criaram uma mostra de cartuns inspirada pelo vinho.
A exposição, no Pavilhão de Eventos, será um dos destaques entre as dezenas de atrações da Fenavinho 2007. Os cartunistas, abordam aspectos críticos e bem humorados das relações do homem com a bebida dos deuses.
A exposição Humores do Vinho vai de 26 de janeiro, até 20 de fevereiro.
Os horários de visitação: Sextas, das 14h30 às 22h30/Sábados e Domingos, das 10 às 22h30/Segunda e Terça-feira de Carnaval (19/20 de fevereiro), das 10 às 22h30.
Hummmm, tava uma diliça e me fez ir pra cama, bem mais cedo que de costume, huahauahaua.
Nunca bebe, né? qdo toma um golinho...quase morre!!! rs
mas...vez em qdo, é bom!!!!rs
Corretivo Rimmel 1
Base em mousse 3 Maybelline
Corretivo Nw20 MAC
Po Duda Molinos 1
Base para sombras Artdeco
Paint Nice Vice no canto interno
Sombra Ultra Pearl Charcoal NYX canto externo e delineando os cilios inferiores
Fluidline Blacktrack como delineador
Lapis preto Prestige dentro dos olhos
Volumissime Loreal
Blush Well Dressed
Pink Glow Enhancer The Body Shop em cima do blush
Dazzleglass Funtabulous
P.F.F.G.`s Flashmob Porto
R i C A r d O JorGe F i d A L G o © | 2 o 1 1 | a l l rights r e s e r v e d
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Primeiro a serra semeada terra a terra
Nas vertentes da promessa, Nas vertentes da promessa
Depois o verde que se ganha ou que se perde
Quando a chuva cai depressa, Quando a chuva cai depressa
E nasce o fruto quantas vezes diminuto
Como as uvas da alegria, Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima
Com o pão de cada dia, Com o pão de cada dia
Suor do rosto pra pisar e ver o mosto
Nos lagares do bom caminho, Nos lagares do bom caminho
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado
Generoso como o vinho, Generoso como o vinho
E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida, Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida, De uma gente envaidecida
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira mar
À beira Porto
À vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o nosso mar
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira mar
À beira Porto
À vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o desconforto
Para o que anda torto
Neste navegar
Por isso há festa não há gente como esta
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão
Vem a fanfarra e os miúdos, a algazarra
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão
E são atletas, corredores de bicicletas
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz
E as barracas mais os cortes nas casacas
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz
Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice
Alicerce da amizade em Portugal
É o conforto de um amor tomado aos tragos
Que trazemos por vontade em Portugal
Se nós quisermos entornar a pequenez
Se nós soubermos ser amigos desta vez
Não há champanhe que nos ganhe
Nem ninguém que nos apanhe
Porque o vinho é português
Carlos Paião | Vinho do Porto