View allAll Photos Tagged objets

Objets de la vie quotidienne

Budapest, Hongrie - 2017

 

Objetivo de contato e produção de molde com uma imagem, um desenho ou qualquer coisa que sua imaginação quiser, delineada por um corte em material rígido, formando uma máscara vazada – que com o uso de tinta pode ser aplicado várias vezes em vários lugares. 15 participantes. Traga a sua camiseta!

 

Daniela Vidueiros, Arte Educadora, Graduanda em Psicologia, Experiência com Estêncil Arte há 7 anos. Trabalha no Ateliê aberto JAMAC(Jardim Miriam Arte Clube), onde desenvolve oficinas de arte e cinema aberto a comunidade carente.

E-mail: danielavidueiros@yahoo.com.br

Facebook: www.facebook.com/danielavidueiros

Twitter: @danividu

Mariana Torres, Estudante e praticante do Estêncil Arte.

臨海産業道路の大野川大橋西側にあるオブジェ。

以前この付近には料金所があり、通過の為車の速度を落としていたので、よく見とれていた。

今は通常のスピードで通過するため、気づく人は少ない。

objets vendus lors du "Marché de Noël"

Vendredi 25 Février 2011, la salle des ablutions de la mosquée centrale de ''Saguidiba'' a été mis sens dessous dessus.

Título:

Catalogue des objets d'art de la renaissance : tableaux composant la collection de Feu M. Eugène Piot / et dont la vente aura lieu Hotel Drouot ... mai 1890 ; commissaire-priseur Paul Chevalier ; experts ... Rollin et Feuardent, Charles Mannheim, Eugène Féral.

Publicación:

Paris : [s.n.], 1890 (Imprimerie de l'art)

Descripción física:

183 p., [16] h. de grab. ; 31 cm.

Materia/género:

Obras de arte-Subastas.

Obras de arte-Catálogos.

Otros responsables:

Chevalier, Paul, col.

Lugar:

Francia - París

 

Enlace al catálogo fama:

tinyurl.com/yye68gdn

 

Arte 19-1-46

Foto: Fábio Silva/PMC

 

Neste sábado (25/09), duas regionais de Contagem promoveram em seus territórios a IV Pré-Conferência de Política Urbana que tem como objetivo debater o Plano Diretor da cidade e propor sua revisão. A prefeita Marilia Campos participou da abertura dos trabalhos na regional Vargem das Flores e ao final da manhã, esteve presente na Pré-Conferência da Regional Eldorado realizada na Secretaria de Educação Municipal, no bairro Santa Cruz Industrial.

 

Na Regional Vargem das Flores, a maior em termos territoriais, com 20 bairros, segundo informações da organização foram aproximadamente 130 participantes inscritos. Realizada na Escola Municipal Ana Guedes, estavam presentes o secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Isnard Monteiro Horta, que é também presidente da IV Conferência Municipal de Política Urbana, e o administrador Regional local, Wander Batista Silva.

 

Aos presentes, a prefeita falou sobre a importância da participação popular para melhorar o planejamento da cidade. “A expectativa é que vocês participem dando contribuições necessárias para que a gente possa dar um novo rumo para Contagem com desenvolvimento, mas garantindo também o respeito as questões ambientais que são muito caras para todos nós”.

 

As pré-conferências regionais são convocadas pelo Conselho Municipal de Política Urbana e realizadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Elas são espaços em que a população vai discutir as questões mais importantes para a cidade e para sua regional, além de eleger os delegados que votarão as propostas que vão compor o Novo Plano Diretor de Contagem durante a realização da Conferência Municipal de Política Urbana. Essa é prevista na legislação municipal e é definida como a principal instância participativa do processo de monitoramento da política urbana.

 

A Pré-Conferência da Regional Eldorado tinha aproximadamente 68 inscritos e contou com a presença da subsecretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Luciane Mitraud, e do administrador regional, Gil Martins.

 

“Quando fui prefeita nos dois mandatos nós fizemos duas revisões no Plano Diretor. Nós procuramos através da participação popular construir uma legislação com as propostas aprovadas na conferência que ordena o desenvolvimento, a ocupação do território. Foram legislações importantes que avançaram e respeitaram, havendo uma conciliação entre o desenvolvimento econômico com o meio ambiente e a qualidade de vida”, disse Marília no evento do Eldorado.

 

Ela destacou que em sua opinião a última revisão do Plano Diretor realizada no governo passado representou um retrocesso muito grande. “Retrocesso porque faz da cidade de Contagem uma cidade não apenas para atender as demandas da população de Contagem, mas de outras cidades. E o estímulo que este último Plano Diretor aprovado provocou foi a construção de moradias, um adensamento populacional, para atender demanda de outras cidades que não tem terras para construir. E o pior, autorizando construir em locais sem nenhuma infraestrutura. Isso faz com que a cidade fique mais cara, trazendo prejuízo ao meio ambiente. Foi isso que o último Plano Diretor fez”.

 

Segundo a chefe do Executivo, o trabalho das pré-conferência é grande. “Nossa tarefa é pensar uma cidade que tenha desenvolvimento e que seja sustentável e que através das propostas que vamos implementar ela garanta qualidade de vida à nossa população.”

 

Balanço

 

A prefeita terminou sua visita a pré-conferência da regional Eldorado fazendo um balanço das ações do governo em algumas áreas até o momento. “Nestes oitos meses de nosso governo minha equipe e eu, juntamente, com a Câmara estamos fazendo uma arrumação. Só de projetos enviados (para o Legislativo) pelo Executivo foram 21. Negociamos e retomamos obras.”

 

Ela também destacou a reestruturação das regionais para que possam estar mais perto da população. “Investimos nas administrações regionais, as reestruturando, trazendo-as para mais perto da população para acolher as demandas e ajudar no processo de planejamento e de intervenção do Executivo. As mudanças também estão sendo feitas nos Conselhos Municipais, que estão sendo retomados e organizados, pois estavam parados. Vamos fazer, inclusive, a formação de conselheiros para que as pessoas tenham condição de participar de fato”.

Le Musée d’art de Joliette (MAJ), inauguré en 1976, est une institution muséale d’art visuel située à Joliette dans la région de Lanaudière, au Québec. Sa collection comprend plus de 8 900 œuvres réparties en quatre axes : l’art canadien, l’art européen, l’art contemporain et l’archéologie. La mission du MAJ est d’acquérir, de conserver, de mettre en valeur et de diffuser des œuvres anciennes et contemporaines d'artistes québécois, canadiens et étrangers au moyen d’expositions et d’activités culturelles et éducatives.

Histoire

L'idée d'un musée à Joliette

C'est vers 1885 que naît à Joliette l'idée d'un musée. Elle prend forme au Séminaire de Joliette avec des « collections d'histoire naturelle » et un « musée de souvenirs et d'objets rares et curieux ».

Au Québec à cette époque, les collèges classiques deviennent, entre autres institutions, les foyers des premiers musées. Ils lient l'enseignement et le développement de la curiosité intellectuelle à l'accumulation et à la classification d'artefacts et de spécimens.

En 1925, le Musée compte pas moins de 10 000 objets. La présentation, tant spectaculaire qu'éducative, met en valeur les collections diverses : objets de curiosité, ossements, plantes, minéraux, pièces de monnaie, médailles et animaux naturalisés.

Un musée d'art

Parallèlement au musée d'histoire et de sciences naturelles, l'idée, cette fois, d'un musée d'art au Séminaire de Joliette se concrétise en 1943. À l'initiative du père Wilfrid Corbeil (1893-1979), un comité se forme afin d'acquérir des œuvres. La mission de l'organisme est alors d'éduquer les élèves et de sensibiliser le public de la région de Joliette à l'art et à l'histoire de l'art canadien.

À cette époque, l'enseignement des arts plastiques prend plusieurs formes. Dès 1931, le Séminaire organise des expositions de travaux des élèves de son Studio de dessin et de peinture. À partir de 1942, il ajoute la présentation d'expositions publiques de peinture « vivante » d'artistes contemporains de « chez nous ».

Enseignement des arts plastiques, présentation d'expositions d'art contemporain et productions artistiques issues du séminaire de Joliette, tissent les bases de la collection du musée d'art.

La genèse d'une collection

Le Séminaire de Joliette, une école fondée en 1847 par les clercs de Saint-Viateur1 est à l’origine du Musée d’art de Joliette. Dès 1931, le Séminaire établit sa vocation artistique exposant les travaux des élèves de son studio d’art.

À partir de 1942, le Séminaire présente des expositions publiques de peinture «vivante» d'artistes contemporains de «chez nous»2. La première d’entre elles, l’Exposition des maîtres de la peinture moderne, met en valeur des toiles d’artistes réputées tels que Paul-Émile Borduas, Marc-Aurèle Fortin, Louise Gadbois, John Lyman, Alfred Pellan et Goodridge Roberts. La couverture médiatique positive et le succès de l’événement encouragent les Clercs à se procurer plus d’œuvres et à organiser des expositions de manière récurrente.

C’est en 1943 que commence l’histoire du MAJ avec la fondation de la galerie d’art du Séminaire dirigé par le père Wilfrid Corbeil. Pour sensibiliser les élèves et la population à l’art canadien, l’homme de foi organisa une soirée-bénéfice où fut jouée une performance de Jean-François Regnard : Le légataire universel. À l’aide des fonds amassés, l’organisation établit un comité chargé d’acquérir et de diffuser des œuvres d’art visuel3.

Dans les années suivantes, des dons, dont l’imposante collection personnelle de 400 œuvres du chanoine Wilfrid Antony Tisdell (1890-1975), obligent les clercs de Saint-Viateur à confier la gestion de la collection. En 1966, un comité laïc dirigé par le père Wilfrid Corbeil et Serge Joyal prendra le nom du Musée d’art de Joliette pour remplir cette responsabilité4.

Le père Wilfrid Corbeil

La carrière religieuse de Wilfrid Corbeil est indissociable de sa passion pour l'art. Animateur culturel, fervent de théâtre et de musique, enseignant, collectionneur, peintre, architecte, restaurateur, le père Corbeil est un touche-à-tout passionné. En plus d'enseigner au Studio de dessin et de peinture, à partir de 1930, il organise des expositions des travaux d'élèves et, dès 1942, des expositions d'art contemporain. L'année suivante, il participe activement à la formation du premier comité d'acquisitions du Musée. En 1946, il fonde Le Retable, un regroupement d'artistes intéressés au renouveau de l'art sacré. Le développement de la collection du musée est intimement lié à son œuvre et à ses passions.

Le Père Corbeil naît à Saint-Lin-des-Laurentides, le 20 mars 1893. Il est ordonné prêtre en 1918 et meurt en 1979, à l'âge de 86 ans.

Présence de l'art religieux européen, la collection Tisdell

En mai 1960, le père Wilfrid Corbeil écrit dans L'Action Populaire que quelques œuvres de la collection d'art religieux européen de l'abbé Wilfrid Tisdell sont déjà arrivées au Séminaire. Plus de 150 œuvres et objets d'art du Moyen Âge et de la Renaissance, ainsi que des meubles anciens et des copies de grands maîtres, viennent enrichir et modifier le visage de la collection.

Le «nouveau» musée d'art du Séminaire de Joliette, inauguré le 18 mai 1961, rend la collection de plus en plus accessible. Le don de l'abbé Tisdell permet au père Corbeil de poursuivre sa cause pour un art religieux actuel, prenant comme modèle «la sévère beauté d'un art qui fut le moyen d'expression des plus grands siècles de la foi chrétienne».

Le chanoine Wilfrid Antony Tisdell

Wilfrid Antony Tisdell, né au Massachusetts en 1890, arrive à Joliette en 1915 pour faire des études de philosophie et de théologie. En 1920, il est ordonné prêtre par l'évêque de Joliette, Mgr Forbes. C'est à cette époque qu'il se lie d'amitié avec le père Wilfrid Corbeil. En 1922, l'abbé Tisdell devient vicaire, puis curé à Wichendon, Massachusetts, et ce, jusqu'en 1961.

Pendant ce temps, il s'occupe de l'Association des Anciens du Séminaire de Joliette de la Nouvelle Angleterre et constitue une imposante collection d'objets d'art. Voulant se départir de cette dernière, il choisit son alma mater, et le père Corbeil se charge de la mettre en valeur. En 1964, il est élevé au rang de chanoine d'honneur de la cathédrale de Joliette, consacrant ainsi les liens étroits qu'il a développés avec la région. Le chanoine Tisdell se retire à la résidence des Clercs de Saint-Viateur de Joliette, en 1971, où il meurt en 1975.

Une corporation laïque prend en charge le musée

En 1967, une corporation autonome est créée pour le Musée d'art de Joliette. La formation d'un conseil d'administration laïque vise à assurer le développement de l'institution. Au cours des années 1960, des réformes socioculturelles importantes, suscitées par la Révolution tranquille, entraînent la désaffection des membres du clergé et des communautés religieuses. Leurs dirigeants cherchent des solutions au problème de la protection du patrimoine des églises et des paroisses.

Les collections d'art religieux de plus en plus importantes posent des problèmes d'entreposage et de conservation aux Clercs de Saint-Viateur, qui déménagent alors le musée au scolasticat, l'actuel Centre de réflexion chrétienne. La création de centres culturels dans le cadre du centenaire de la Confédération canadienne invite à penser à la construction d'un bâtiment autonome pour le Musée.

À la défense du patrimoine religieux québécois[modifier | modifier le code]

Le Concile Vatican II (1962-1965), qui propose un rapprochement de l'Église catholique avec les autres religions, modifie les pratiques religieuses. Afin de s'adapter aux réformes liturgiques, plusieurs églises se départent des objets de culte et des œuvres décoratives qu'elles possèdent. Le Père Corbeil, qui avait milité en faveur du renouveau de l'art sacré au cours des années 1940 et 1950, se porte alors à la défense du patrimoine religieux et acquiert plusieurs œuvres pour le Musée.

Un nouveau bâtiment accueille le dépôt des Clercs de Saint-Viateur

Au cours des années 1970, Wilfrid Corbeil réalise l'une de ses ambitions : la construction du Musée d'art de Joliette qu'il conçoit et dont il supervise les travaux. Les plans de la nouvelle construction, dessinés par Jacques et Julien Perreault, et signés par Jean Dubeau, ont été réalisés à partir d’une maquette conçue par le père Corbeil lui-même. S’inspirant des travaux de Le Corbusier, le père Corbeil a choisi de créer, pour abriter la collection du Musée, un bâtiment de style international aux formes épurées qu’il qualifiait d’« abstraction architecturale ».

Ce rêve devenu réalité était conditionnel au dépôt, pour 99 ans, de la collection des Clercs de Saint-Viateur. Ainsi, en décembre 1975, la corporation accueille les collections du Séminaire de Joliette, et les collections Tisdell et Corbeil. Le nouveau musée ouvre ses portes au public le 25 janvier 1976.

En possession de plus de 700 œuvres, le musée se dote d'un équipement qui lui permet une visibilité accrue.

Après le décès du père Corbeil, en 1979, la direction de l'institution est assurée par des laïcs, qui poursuivent la mise en valeur de la collection et le travail de prospection qu'offrent les expositions temporaires d'artistes contemporains.

Le Musée grandit

Depuis 1977, la Loi fédérale de retours fiscaux pour les dons d'œuvres d'art a entraîné une expansion des dons au Musée, qui a ainsi enrichi sa collection. L'intérêt des donateurs a été croissant, comme le démontre le don, en 1995, de la collection d'art contemporain de maître Maurice Forget, évaluée à plus de 1,1 million de dollars. La collection du Musée a grandi, en s'ouvrant à l'art religieux européen et québécois, de même qu'à l'art européen ancien, sans toutefois oublier les principes qui ont inspiré sa fondation5.

Le musée a subi une rénovation en 1984 pour se conformer aux normes de conservation des musées6. Il a également été agrandi en 1992 en vue d’offrir de nouveaux services culturels et d’augmenter sa capacité de diffusion7.

En 2015, des travaux majeurs changent l’image du musée du tout au tout. La nouvelle architecture du bâtiment lui confère un aspect plus ouvert et invitant pour la collectivité. Le plan prévoit la dématérialisation de ses façades, le prolongement de son pavillon d’entrée vers la rivière L’Assomption et l'aménagement d'aires de détente. Les espaces ouverts mettent en lumière cette intention, invitant l’éclairage naturel, facilitant l’accès aux groupes. Les espaces de travail à aires ouvertes encouragent la créativité dans les locaux administratifs.

Le père Wilfrid Corbeil avait imaginé un musée qui puise aux sources des grandes traditions artistiques tout en favorisant l'art actuel. Le musée d'aujourd'hui poursuit ce rêve.

Direction

•1967-1976 Wilfrid Corbeil

•1976-1981 Jacques Toupin

•1981-1986 Bernard Schaller

•1987-1994 Michel Perron

•1994-2005 France Gascon

•2006-2012 Gaëtane Verna

•2012-2016 Annie Gauthier

•2016-auj. Jean-François Bélisle

Collection

Doté de huit salles d'exposition, le MAJ abrite de riches collections de peintures, de sculptures, d'estampes, de photographies et d'autres précieuses pièces du XIIe siècle à nos jours. L'art québécois, canadien, américain, européen et un important corpus d'art contemporain international sont les jalons de la collection au moyen desquels sont développées les expositions permanentes et temporaires ainsi que de nombreuses activités pédagogiques destinées à des publics de tous les âges. Depuis le début, l'un des axes de collectionnement du Musée s'articule autour de figures majeures de la scène artistique internationale, telles qu'Alighiero Boetti, Arman, Joseph Beuys, William Klein, Eadweard Muybridge, Auguste Rodin, Niki de Saint Phalle, Kiki Smith et Antoni Tàpies.

Art sacré

L'art sacré est l'un des plus prestigieux volets de la collection du musée. Il couvre la période du Moyen Âge au XXIe siècle et renferme certaines œuvres européennes datant même du XIIe siècle. Une telle collection est exceptionnelle et unique en son genre. Une présentation mêlant sculptures, tableaux, orfèvrerie et mobilier religieux met en parallèle les œuvres d'artistes européens et québécois.

Art canadien

La collection du Musée offre une vision complète de l'art québécois et canadien couvrant un vaste champ de disciplines artistiques, de la peinture à la sculpture, en passant par la photographie, l'installation et les nouveaux médias. On y retrouve de nombreuses œuvres d'artistes canadiens parmi les plus représentés dans les institutions muséales, notamment celles de Dominique Blain, Paul-Émile Borduas, Geneviève Cadieux, Emily Carr, Marc-Aurèle Fortin, Adrien Hébert, Alfred Laliberté, Alice Nolin, Jean-Paul Riopelle, Gabor Szilasi, Henry Wanton Jones, Michael Snow et Claude Tousignant.

Art européen

Depuis le début, l'un des axes d’acquisition du Musée s'articule autour de figures majeures de la scène artistique européenne, telles qu'Alighiero Boetti, Joseph Beuys, Eadweard Muybridge, Auguste Rodin, Niki de Saint Phalle, et Antoni Tàpies. Dès 1950, le père Wilfrid Corbeil des clercs de St-Viateur voyage en France et en Italie où il ajouta à sa collection un chapiteau en marbre des Pyrénées datant du XIIe siècle. De nombreux dons privés, dont celui du chanoine Wilfrid Anthony Tisdell de près de 200 œuvres européennes, s’ajoutent à cette collection représentative de l’art religieux européen.

Art contemporain

Avec sa première exposition dirigée par le père Wilfrid Corbeil, Exposition des maîtres de la peinture moderne, le Séminaire de Joliette démontrait déjà son ouverture au renouvellement de l’art. Par ailleurs, 35 % des œuvres de la collection actuelle du MAJ ont été réalisées après 1950. Elle comprend principalement des œuvres d’artistes québécois, dont celles des illustres Guido Molinari, Alfred Pellan et Armand Vaillancourt, mais aussi des œuvres d’artistes internationaux de Niki de Saint Phalle, Arman, Zao Wou-Ki, Antoni Tàpies, Joseph Beuys, Diane Arbus, Kiki Smith et Alighiero Boetti.

Archéologie

Vers les années 1885, le Séminaire de Joliette entame une collection d'histoire naturelle et fonde un musée de souvenirs et d'objets rares et curieux. Cette collection atteignit, en 1925, 10 000 spécimens dont des objets de curiosité, ossements, plantes, minéraux, monnaies, médailles, animaux naturalisés. En 1957, le Séminaire doit se départir de cette collection à cause d’un incendie. Seules certaines pièces ayant une valeur historique et artistique sont remises aux MAJ dont quelques figurines d’argile de la Perse antique, de terres cuites étrusques, d’une statuette romaine en marbre et divers objets utilitaires. Par la suite, plusieurs pièces antiques d’Europe et d’Asie offertes au Musée par M. Serge Joyal, le chanoine Wilfrid Tisdell et le père Paul Quesnel c.s.v., s’ajouteront à la collection.

Éducation

Programme éducatif

Le MAJ organise des activités éducatives destinées aux groupes scolaires, qui comprennent des visites guidées et des ateliers de création. Des visites commentées et des conférences sur l'histoire de l'art sont en outre proposées à tous les publics, en plus de la formation destinée aux guides bénévoles.

Expositions

La production d'expositions itinérantes assure au Musée une diffusion et un rayonnement de niveau national et international. Depuis de nombreuses années, le Musée a entre autres mis en circulation les expositions de Jérôme Fortin, Clara Gutsche, Raymonde April et Serge Murphy, qui ont voyagé au Canada, en Europe et en Asie.

Extrait de Wikipédia

 

Dans le cadre de l’exposition-atelier "Architectures en boite", Julien Rodriguez, artiste plasticien, propose aux enfants de porter un regard singulier sur les jeux de construction. Réemploi et détournement leur permettront, tels des designers, de relier des objets à partir d'un module d’assemblage inédit et ainsi de créer plus qu’un jeu, une sculpture d’architecture.

 

Chacun imaginera à partir d'éléments identiques une station spatiale dotée de satellites qui seront bientôt rattachés aux autres pour former une œuvre collective. Leur démarche de création sera documentée au cours de ces trois après-midis de manière à conserver la trace de cette expérience unique.

 

Stage qui s'est tenu à la Cité du 25 au 27 avril 2022

O objetivo do evento é promover a articulação entre o ensino, a pesquisa, a inovação e a extensão na perspectiva de garantir igual importância as três áreas no que diz respeito à produção, à difusão, à socialização e à sistematização do conhecimento para concretizar a função social do instituto.

 

O evento teve como público-alvo a comunidade e mobilizou estudantes e servidores com atividades integradoras sob a responsabilidade das pró-reitorias de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Con el objetivo de prevenir posibles casos de explotación laboral y sexual, el coordinador de enlace social del Comité Ejecutivo Nacional de la CROC, Mario Machuca Sánchez, en coordinación con la Secretaría de Seguridad Pública (SSP) federal, implementó en el Estado de Chiapas, un programa especial para combatir este problema.

 

El dirigente declaró que es importante erradicar la trata de personas centroamericanas que ingresan desde Chiapas y son víctimas de la explotación, tomando en cuenta que un gran porcentaje corresponde a mujeres que son abusadas también de forma sexual, por lo que ha iniciado un proceso de contribución mutua con la Comisión Nacional de Derechos Humanos (CNDH).

 

Señaló que esta problemática se genera principalmente en las ciudades turísticas de la frontera sur y península de Yucatán, así que la CROC elaboró un convenio de colaboración con la SSP, a fin de abrir espacios de capacitación abiertos para instruir a los trabajadores sobre qué hacer en caso de verse involucrado en estas actividades.

 

Mario Machuca comentó que la estrategia de trabajo también ha establecido un nexo con la empresa Microsoft que ha enviado especialistas para capacitar a los padres y tener la capacidad de detectar cuando sus hijos estén siendo vulnerables ante posibles redes de corrupción a menores.

 

En este mimo contexto, el miembro de la CROC informó que dicho organismo sindical estará aplicando en Chiapas un programa en conjunto con el Instituto Nacional de Educación para Adultos (INEA) con el objetivo de resarcir el legado educativo en buena parte del sector obrero nacional.

 

"Todos los talleres están abiertos a toda la población. No tienen que pertenecer a la CROC para poder ingresar a este tipo de capacitaciones implementadas en coordinación con Microsoft, INEA, la Secretaría de Seguridad Pública y la CNDH, por lo que se espera que en Chiapas sean al menos de tres mil agremiados participantes." Agregó.

  

Maison Objet 2014 Jan

La "manette !" et le "cube ?" du collectif L16 à Gamerz 4. Plus d'informations:

llllllllllllllll.org/objets-8bits/

Foto: Elias Ramos/PMC

 

Com o objetivo de dar uma formação mais específica sobre os projetos e ações que envolvem as políticas públicas para os idosos no município, o Conselho Municipal do Idoso de Contagem – Comic, realizou, em parceria com a Prefeitura de Contagem, nesta sexta-feira (11/3), um curso de capacitação para seus novos conselheiros.

 

Na abertura do evento, o secretário de Direitos Humanos e Cidadania, Marcelino Lino, falou sobre a necessidade de buscar a equidade de direitos para os idosos. “O nosso propósito é buscar conhecer a realidade do idoso em Contagem, para a partir disto pensarmos uma cidade com um envelhecimento saudável e ativo, mas atendendo também aqueles que precisam de cuidados especiais. Este é o nosso desafio,” afirmou.

 

Segundo a presidente do Comic, Maria Dalva da Silva Santana, o conselho é responsável pelas ações de controle social, por isso é fundamental que os novos conselheiros sejam capacitados para acompanhar e monitorar o cumprimento das políticas públicas para o idoso na cidade. “Os novos conselheiros precisam compreender bem qual a sua função, responsabilidades e despertar para as várias questões que envolvem trabalhar em prol da população idosa”, disse.

 

Ainda de acordo com a presidente, o conselho trabalha muito com parcerias de organizações sociais, instituições e empresas para levar adiante vários projetos para a população idosa. Para auxiliar os conselheiros, os temas da capacitação trataram desde a legislação referente ao Comic, como é o processo de captação de recursos, até a elaboração e formalização de projetos sociais. Eles também tiveram a oportunidade de conhecer a experiência do processo de trabalho do Conselho do Idoso de Belo Horizonte com o Fundo do Idoso.

 

Para a enfermeira do Distrito Sanitário Sede e conselheira Soraia Silva Coutinho, a capacitação foi muito enriquecedora. “O curso ajudou a entender e a identificar os parceiros e saber como funciona toda a estrutura do conselho. Como trabalho na saúde, eu pude compartilhar todas as dificuldades que temos com a questão do idoso e me senti bastante acolhida. A capacitação e a troca de experiências são fundamentais ”, disse.

 

O vice-presidente do Comic e superintendente de Políticas Públicas para a Pessoa Idosa, Eduardo Tadeu Sendon, falou sobre a importância de ter um diagnóstico das pessoas idosas em Contagem. “Estamos trabalhando neste projeto em parceria com o Comic, para sabermos quantas pessoas idosas na cidade têm necessidades especiais, estão em situação de rua e são LGBT. Assim, teremos dados melhores para elaborar políticas públicas mais adequadas”, explicou.

 

Segundo Sendon, estão em andamento vários projetos que vão beneficiar a população idosa de Contagem, como a criação de um Centro de Convivência Avançado e da “Olimpíada dos Idosos” e um projeto educativo, proposto pelo Comic, que visa trabalhar o Estatuto do Idoso nas escolas municipais. “Estamos trabalhando bastante e sempre em parceria com a Comic para que, em breve, possamos avançar nas políticas públicas para o idoso em Contagem.

 

Objetivo do projeto arquitetônico: criação, ambientação e ampliação dos espaços internos e externos e criação da área de esportes.

Colação de Grau - Colégio Objetivo Ubatuba

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Objets réticulés et hyperobjectivité

1 2 ••• 53 54 56 58 59 ••• 79 80