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Fotografia e edição: Guilherme Santana
Beleza e Produção de moda: Carla Silva
Modelos: Ana Yoko, Luiz Guilherme e Gustavo Bicudo.
Modelos:
Israel Kempa - Mega Bauru
Davi Alexander
Produção João DiCarvalho
Fotografia Luis Paulo Ribeiro
Fotografia e edição: Guilherme Santana
Beleza e Produção de moda: Carla Silva
Modelos: Ana Yoko, Luiz Guilherme e Gustavo Bicudo.
capa da edição do GRUD zine, que escrevi o editorial:
O resultado final por si só não é o graffiti. Só o muro pintado não traduz. O graffiti é um acontecimento, momento, movimento. Sem a ação, sem intervenção que resulte em transform(ação), sem ser na rua, sem ter inter(ação) com o público espontâneo e democrático, não é graffiti. É outra coisa que usa a linguagem do graffiti, não é graffiti.
O mais importante do graffiti é o aqui agora, porque como arte que contém muito porâneo, ele tem como característica a curta duração.
A ação corporal, muitas vezes o desgaste físico, a criação se configurando e reconfigurando na mente a cada instante, a variação de dinâmica, o acontecimento, o estar vivx, a meditação, a paz interior, o silêncio interno, a entrega real, o deixar os problemas um pouco pra depois, a evolução, o enfrentamento de você por você mesmx, ...quando acontece isso, aí sim acontece graffiti. Esse é o trampo.
O atravessar de rua para ver de longe, o prazer, o suor, o cheiro de spray misturado com o da rua, a cerveja gelada, a cerveja quente, xs amigxs, o amor, a visão que quanto mais tempo se olha mas se afina e por fim se cansa, a sensação da textura da superfície na pele, o sol no corpo, o som, a maconha, a intolerância, os elogios, a repressão, a discussão, a aceitação, a improvisação, a negociação, o diálogo que se faz na rua e principalmente a moviment(ação) compõe essa abrangente manifest(ação).
E move o corpo todo: agarra no muro, fica de pé num apoio improvisado, ajoelha diante do "espelho", a boca assopra para que não escorra, os braços são compassos, o tronco e as pernas dão a base...tem muita energia envol(vida), muito tempo de nossas vidas. Os movimentos são grandes, são mínimos...são empolgados, cansados, com velocidade, vontade. O que fica é apenas conseqüência.
Para nós, mais uma edição de GRUD, com foco no processo, no estar fazendo, nas formas de fazer e não no feito, no cuidado do como se faz, foco no meio do caminho, nos meios, no caminho do meio (não de medíocre e sim de equilíbrio diante do caos)...até o fim.
Entre no [entre] da experiência, entre no seu corpo.
obs: x = o/a
yá!
emaildaya2001@yahoo.com.br
valeu pelo convite, Neco.
em breve nas lojas especialisadas.
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Photo Credit: Linda Carlsson
Editorial Layout Assignment - Cover
Brooks Institute
Frankie Magazine
model: Mikayla McCulloh
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Editorial department
Last day on top floor
2010
Roger, Ian and Roy
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