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One of those evenings when you think the sunset will be dull but the sky opens to let the sun spread beams of light dying the landscape in beautiful colours
Una de esas tardes en las que crees que la puesta de sol será sosa y aburrida pero el cielo se abre justo para dejar que los rayos del sol tiñan de color el paisaje
Cala Conta, always amazing
Originariamente si trattava di un modesto villino sito al centro di una vigna di proprietà del giurista conte Ludovico Thesauro di Meano. Villino e vigna furono acquistati nel 1622 dalla consorte di Vittorio Amedeo I di Savoia, Cristina di Borbone-Francia, nota come "Madama Reale". Verso la fine degli anni 1640 Cristina commissionò all'architetto carmelitano padre Andrea Costaguta la costruzione di un nuovo palazzo. Il villino venne demolito e padre Costaguta, cui subentrò successivamente Amedeo di Castellamonte, fece erigere su suo progetto fra il 1648 ed il 1653 un vero e proprio palazzo costituito da un corpo centrale e due ali laterali, intorno al quale la vigna venne sostituita da uno splendido parco con giardino, viale alberato, peschiere e pergolati. Alla progettazione della decorazione degli ambienti aveva collaborato anche il favorito di Cristina, conte Filippo San Martino di Agliè. Cristina lo elesse a sua dimora dal 1653 fino alla sua morte, avvenuta dieci anni dopo. Dopo la morte di Cristina, la villa divenne residenza delle amanti del figlio, Carlo Emanuele II di Savoia, la marchesa di Cavour Maria Giovanna di Trecesson e Gabriella di Mesmes de Marolles, contessa delle Lanze. Morto Carlo Emanuele, la vedova Maria Giovanna Battista di Savoia Nemours, madre di Vittorio Amedeo II (futuro re di Sicilia e poi re di Sardegna, oltre che duca di Savoia), detta anch'essa "Madama Reale", vendette la villa nel 1679 all'Ospedale di Carità, dal quale fu riacquistata solo cinque anni dopo dal figlio Vittorio Amedeo. Vi s'installò allora la "Contessa di Verrua" (Jeanne Baptiste d'Albert de Luynes), amante di Vittorio Amedeo, cui aveva dato già due figli illegittimi, che vi rimase fino al 1703, allorché venne occupata da un grosso contingente militare. Utilizzata come palazzo di rappresentanza fino verso il 1707, venne acquistata nuovamente dall'Ospedale di Carità, che nel 1724 la vendette ad un certo Buscaglione, segretario della ex amante di Carlo Emanuele II, Gabriella di Mesmes de Marolles, che la rivendette presto ai Missionari della Congregazione di San Vincenzo de' Paoli. Nel 1797 la villa venne riacquistata da Carlo Emanuele IV ma poco dopo, con l'occupazione francese del Piemonte e la cacciata in Sardegna di Carlo Emanuele, la villa venne confiscata come bene nazionale e fu abitata per un paio di anni scarsi da Paolina Borghese, sorella di Napoleone Bonaparte e moglie del principe Camillo Borghese, nominato da Napoleone Governatore del Piemonte. Lasciata da Paolina, la villa si vide amputare le due ali. Utilizzata come ricovero per feriti delle campagne di Napoleone, con la restaurazione del 1814 la villa tornò di proprietà dei Savoia e Vittorio Emanuele I la vendette a certa signora Morelli in Rosso; passò quindi alla famiglia Prever, che la tenne a lungo per poi rivenderla ad altri privati finché, nel 1932, fu acquistata da Werner Abegg, dirigente d'azienda e mecenate di origine svizzera. La villa è citata un'operetta del 1667, scritta sotto pseudonimo da Filippo d'Agliè, e da C. M. Audiberti nella sua opera 'Regiae Villae' del 1711. Oggi la villa è proprietà del Comune di Torino e vi ha sede l'Archivio storico della Compagnia di San Paolo. Fonte: Wikipedia.
Para mim, apesar de não ser Bracarense, falar desta cidade implica uma enorme responsabilidade, não só pela sua história mas também pelo apreço pessoal que tenho por esta magnifica cidade. Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos no decurso do século II a.C. Toda esta região foi por eles tomada e aqui edificaram a cidade no ano 16 a.C., com a designação de Bracara Augusta que já conta com mais de 2000 anos de História como cidade, em homenagem ao Imperador César Augusto e que a partir dai nunca mais deixou a sua importância como grande cidade cair no esquecimento, como infelizmente aconteceu com muitas outras grandes cidades da época, tornando-se mesmo na capital da região da Gallaecia. Após a conquista do império romano, Bracara Augusta tornou-se na capital política e intelectual do reino dos Suevos, que abarcava a Galiza e se prolongava até ao Rio Tejo aonde por ordem do rei Ariamiro se realizou o concílio de Braga.
No ano de 716, os Mouros alcançam a cidade e provocam dentro de portas uma grande destruição, dada a sua importância religiosa. Na época, foi também palco de várias guerras, roubos e destruição. Mais tarde, foi reconquistada por Afonso III, Rei das Astúrias. No século XI a cidade é reorganizada, provavelmente com a nova designação de "Braga". É iniciada a construção da muralha citadina e da Sé, por ordem do bispo D. Pedro de Braga, sobre restos de um antigo templo romano dedicado à Deusa Ísis, que teria mais tarde sido convertida numa igreja Cristã. A cidade desenvolve-se em torno da Sé, ficando restringida ao perímetro amuralhado, que embora parecesse um castelo nunca terá passado de uma fortificação para impedir que a história se voltasse a repetir por falta de meios de defesa.
Braga foi nessa altura oferecida como dote, por Afonso VI de Castela, à sua filha D. Teresa, no seu casamento com D. Henrique de Borgonha, Conde de Portugal. Estes últimos foram senhores da cidade entre 1096 a 1112, nesse mesmo ano doam a cidade aos Arcebispos. Com a elevação do bispado bracarense a arcebispado, a cidade readquire uma enorme importância a nível Ibérico.
Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), a muralha citadina é requalificada, é ainda construída a torre de menagem. Mais tarde, foram adicionadas nove torres, de planta quadrangular, à muralha existente, concluindo-se também o Castelo de Braga em torno da torre de menagem existente. Infelizmente muita dessa sua beleza hoje não passa de uma ilusão, pois quase nada resta de todo esse património que possa testemunhar a grandeza que outrora terá glorificado toda esta região. No século XVI, o Arcebispo de Braga D. Diogo de Sousa modifica a cidade profundamente, introduzindo-lhe ruas, praças e novos edifícios provocando assim o crescimento para além do perímetro amuralhado. Do século XVI ao século XVIII, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios de traça medieval vão sendo apagados e substituídos por edifícios de Arquitetura religiosa da época. No século XVIII, Braga por imposição da inspiração artística de André Soares (Arquiteto 1720-69) transforma-se no Ex-Libris do Barroco em Portugal. Mais uma vez, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios religiosos são novamente alterados com a introdução do Barroco e o Neoclássico. Nos cem anos que se seguem, irrompem conflitos devido às invasões francesas e lutas liberais. A cidade é palco de violentas batalhas e vítima de vários saques realizados pelas tropas napoleónicas. Em 1834, com o fim das lutas liberais, são expulsas várias ordens religiosas da cidade, deixando ai o seu espólio que em muito contribuiu para a riqueza e grandeza de Braga. Em consequência da Revolta da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso, área sob jurisdição do quartel militar de Braga, a cidade é palco de importantes confrontos entre o povo e as autoridades.
No final do século XIX, o centro da cidade deixa a área da Sé de Braga e passa para a Avenida Central. Em 1875, é inaugurada pelo Rei D. Luís a linha e estação dos caminhos-de-ferro de Braga. No século XX, dá-se a revolução dos transportes e das infraestruturas básicas, reformula-se a Avenida da Liberdade, de onde se destaca o Teatro Circo e os edifícios do lado nascente. O general Gomes da Costa inicia nesta cidade a Revolução de 28 de Maio de 1926. Por fim, no final deste século, Braga sofre um grande desenvolvimento e converte-se na terceira cidade do País, estatuto que mantém nos nossos dias. E também conhecida de muitos por Capital do Minho.
Um dos edifícios mais antigos ainda em funcionamento está voltado para o Jardim de Santa Bárbara, sendo conhecido como Paço Medieval de Braga (na foto acima). Foi erguido nos finais da Idade Média por iniciativa dos arcebispos D. Gonçalo Pereira e D. Fernando da Guerra, nos séculos XIV e XV. Constitui-se numa edificação sóbria com a aparência de uma fortificação ou castelo, de características e épocas distintas, sendo que a ala nascente voltada para o Jardim de Sta. Bárbara em estilo Gótico se destaca pela solidez do aparelho regular de blocos graníticos, vãos de janelas em arco ogival e encimado por ameias. Atualmente encontra-se ocupado pelo Arquivo Distrital de Braga. O Paço arquiepiscopal de Braga é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e, simultaneamente, um dos que mais intimamente está ligado à história da urbe, desde os tempos medievais até à atualidade. Desconhecemos quase tudo em relação às suas origens, com certeza contemporâneas da criação da diocese e, posteriormente, do arcebispado, mas a partir do século XIV, e durante os seis séculos seguintes, a história do monumento é de tal forma rica que dificulta mesmo qualquer estudo monográfico do conjunto. São quatro as grandes fases de construção do monumento, ainda hoje bem visíveis. A principal, e a que possui maior impacto, é a gótica. O seu início deve remontar à década de 30 do século XIV, altura em que o arcebispado era regido por D. Gonçalo Pereira, mas a sua configuração geral pertence já ao século XV, na sequência da campanha construtiva empreendida por D. Fernando da Guerra, arcebispo entre 1422 e 1436. Sob o comando de Mestre Fernão Martins, as obras duraram cerca de duas décadas, estando a torre principal concluída em 1439. Este corpo gótico foi bastante adulterado no século XX, mas mantém algumas das características essenciais. A segunda grande campanha construtiva deste espaço ocorreu no século XVI. Por iniciativa de D. Diogo de Sousa, um dos arcebispos incontornáveis da história bracarense, as obras privilegiaram as fachadas que confrontavam com a Rua do Souto, aquela que mais diretamente dava para o centro histórico. Dois equipamentos marcam claramente esta campanha e revelam bem o conteúdo erudito, cenográfico e de prestígio pretendido: diante da fachada principal, a Fonte dos Castelos (assim denominada por apresentar uma decoração essencialmente com castelos) impressiona pela sua dimensão; a Leste, uma grande galeria, de feição maneirista, de dois registos sendo o térreo parcialmente aberto em arcadas que reforça a planta quadrangular da praça.
Lendas e crenças
Decorria o ano de 555 e era Teodomiro Rei dos suevos, tendo a sua corte em Braga. Adoecendo gravemente o seu filho primogénito, prometeu a S. Martinho Turonense abjurar ao arianismo, se este sarasse de tao grave maleita, Teodomiro enviou de imediato alguns ministros visitar o santo sepulcro, levando várias ofertas; mas ao voltaram a moléstia do Príncipe continuava. Então o rei deliberou dedicar-lhe um templo, e tornou a mandar os ministros, ainda com maiores ofertas, á sepultura do santo, para estes obterem alguma relíquia do mesmo. Os ministros cumpriram as ordens do rei, e de lá trouxeram, como relíquia, uma parte da sua capa. Quando chegaram a Braga, saiu o rei a recebe-los com o seu filho, já completamente restabelecido acompanhado dos grandes da sua corte e uma grande multidão de povo em respeito e veneração á santa relíquia. O santo premiou logo a fé religiosa d’estes povos, que padecendo até então da moléstia da lepra e outras maleitas, desde logo se acharam livres daquele contágio, que era geral no país. Consta que no mesmo navio, que trouxe a santa relíquia da cidade de Tours (França) vinha um santo varão, de origem húngara, chamado Martinho, que regressava dos lugares santos da Palestina, onde tinha adquirido vastos conhecimentos nas ciências orientais. Outros dizem que Martinho embarcara numa galé num porto da Grécia, e se fizera a vela ao mesmo tempo que da França saíra o navio com a relíquia, chegando a Braga ao mesmo tempo que os mensageiros do Rei. Teodomiro, tendo notícia da sua virtude e letras, logo se valeu dele para a conversão dos seus povos ao catolicismo. Tinha Teodomiro já edificado nos arrabaldes de Braga, num sítio chamado Dume, um templo de invocação a S. Martinho, que entregou ao virtuoso húngaro, que logo nele introduziu a vida monacal, e pouco depois foi elevado á dignidade episcopal. A conversão do rei ao grémio da Igreja arrastou consigo em muito pouco tempo toda a corte e por arrasto, todos os povos que com a maior facilidade abjuraram ao arianismo, tornando-se a partir de então toda a cidade de Braga numa cidade Cristã.
S. Pedro de Rates - Entre a Lenda e a Tradição
Conta a tradição que S. Pedro de Rates foi convertido ao Cristianismo pelo Apóstolo S. Tiago, aquando da sua peregrinação pela Hispânica, no século I. Durante essa viagem, cumprindo a missão de difundir a mensagem de Cristo, morto e ressuscitado havia pouco tempo, foi deixando sementes que germinaram e fortaleceram as raízes da Igreja Católica, num império hostil à nova Fé. Pedro seria um dos 7 varões ordenados pelo Apóstolo, em Santiago de Compostela, e nomeado bispo de Braga. Na lenda, o episódio que fez dele um mártir teve origem num milagre: solicitado para curar de uma doença fatal a filha de um poderoso pagão, S. Pedro de Rates conseguiu-lhe tal dádiva. Reconhecida, converteu-se ao Cristianismo, o que causou a ira do ingrato pai e consequente desejo de vingança. Avisado, o Santo refugiou-se em Rates, mas foi aí encontrado e assassinado, ficando sepultado sob as ruínas da pequena capela onde tudo aconteceu, pois, à semelhança da vida do religioso, também esta foi destruída. Tempos mais tarde, do alto do monte onde se refugiara, o eremita S. Félix vislumbrava uma luz na escuridão. Guiado pela curiosidade e pela convicção de um chamamento piedoso dirigiu-se ao local, procedeu à remoção das pedras e encontrou a causa de tal clarão: o corpo de S. Pedro de Rates. A transladação do corpo intacto para a Sé de Braga faz, também, parte da lenda. Os fatos reportam-se somente à transferência, no século XVI, pelo arcebispo Frei Baltazar Limpo, de relíquias do Santo (pequenos ossos que análises realizadas posteriormente apontam ter pertencido a uma criança com cerca de 12 anos). O corpo, se alguma vez existiu, teria desaparecido há já muito tempo… Invocado para muitas graças, S. Pedro de Rates está, no entanto, associado à esterilidade. De uma antiga fonte com o seu nome diz-se que se poderia obter a cura da enfermidade, cumprindo o seguinte ritual: a mulher deveria sentar-se sobre uma pedra furada que aí existia. Talvez por ser mercê tão divina, tem o Santo fama de vingativo para com quem não cumpre o prometido. É, provavelmente por receio desse mau humor, que muitas mulheres grávidas guardam o dia do Santo – 26 de Abril – e até para os animais fêmeas no mesmo estado, não é aconselhável a sua utilização nos trabalhos domésticos e de campo...Vamos lá nós perceber tais atitudes que além demais não passam de Lendas...
Embora hoje se saiba a verdade com muito rigor histórico, essa mesma verdade muito certamente só será usada pelos eruditos e historiadores, muito do povo continua a não querer saber de tais estudos pois iriam com certeza afundar a magia de que todas estas lendas e crenças se alimentam e tanto delas necessitam para sobreviver ao longo dos tempos imemoriais e dos séculos passados e vindouros… Eu, muito sinceramente também me inclino para fazer parte desse povo… Felizes os inocentes…
Quanto mais procuro a sabedoria mais me arrependo de o ter feito… Anselmo Sousa
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"Mon amour préférait le fruit à son fantôme.
J'unissais l'un à l'autre, insoumis et courbé
Trois cent soixante-cinq nuits sans les jours, bien massives, c'est ce que je souhaite aux haïsseurs de la nuit.
R. Char_Le nu perdu
Aquella muchacha (de cuyo nombre no quiero acordarme) me contó que desde hacía tiempo había ido a ese sitio constantemente, únicamente con el propósito de leer el Quijote rodeada por el mismo escenario donde habrían tenido lugar sus aventuras. Su abuela le había obsequiado aquel ejemplar, un libro aparentemente impreso hacía más de cien años. A pesar de que estaba relativamente bien cuidado, el libro tenía las pastas un tanto corroídas, algunas páginas se habían desprendido y ella tenía que sostenerlo con mucha sutileza y pasar las páginas con mucho cuidado, como habría de esperarse tratándose de un ejemplar tan viejo.
Yo instalé mi trípode, monté la cámara sobre él y comencé a fotografiar el paisaje, justo en los primeros momentos del atardecer. Ella mientras tanto, leía en voz alta (a petición mía), y nunca sentí mayor nivel de armonía entre lo que veía y lo que escuchaba, era como escuchar un poema musicalizado, pero ésta vez, el poema no sería acompañado por un cantante, un pianista o una orquesta, sino por el espléndido atardecer que caía sobre los gigantes del Quijote. —Lee el poema de Don Belianís de Grecia a Don Quijote por favor— le dije, y ella lo leyó con emoción, con asombro, pero con un tono de voz que no le satisfacía a si misma. —“¿Te apetece leerlo tú?”— me dijo, —Creo que tu voz es mas apropiada para representar a este gallardo y gentil personaje—. Me acerqué para coger el libro, y cuando ella lo hubo alzado entre sus manos para cedérmelo, una fuerte y repentina brisa levantó algunas de las páginas que estaban desprendidas y las elevó por encima de mi cabeza. Con un movimiento rápido y espontáneo logré atrapar las hojas en el aire, antes de que el viento las arrastrase lejos de nosotros. Le devolví las páginas y le ayudé a reacomodarlas en el libro. —Eso estuvo cerca— le dije, —debemos tener más cuidado con ese libro, sería una pena arruinar un ejemplar tan antiguo. —En realidad no me hubiese importado —me respondió, y añadió con voz melancólica: “Hubiese sido lindo perderlo aquí, habría vuelto a su sitio."
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Contaban unos geólogos que, mientras trabajaban recogiendo muestras de un paraje, se les aproximó un pastor intrigado por lo que estaban haciendo, cuando estos le explicaron cuál era su trabajo, aquél contestó: "en teniendo tiempo". Es una frase que utilizo muchas veces, especialmente cuando creo que algo no tiene mucho sentido. Hoy la puedo aplicar sin miedo a equivocarme.
Procuro bolsas parecidas com essas, de carregar a tiracolo, com precinho em conta, e tamanho parecido com esse.
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Cacha-Pregos
Ilha de Itaparica
Bahia
Brasil
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(cont'd): and then, suddenly everything changed: for a couple of minutes only, the thick and grey gave way. gray turned into white! hello sunshine! blue sky! what a November day! ... (one more to come) ...
'...
Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho...'
1369-1375 Crucifixion - Anovelo da Imbonate (fourteenth-fifteenth century) - Oratorio is Santo Stefano - Seveso
L'oratorio di Santo Stefano protomartire è una cappella gentilizia sita a Lentate sul Seveso che contiene il più lungo ciclo di affreschi dedicati alla vita del Santo.
L'oratorio è stato costruito nel 1369 su commissione del Conte Stefano Porro, personaggio molto potente ed importante, uomo di fiducia dei fratelli Gian Galeazzo e Bernabò Visconti, Signori di Milano, ed ambasciatore di questi presso la corte dell'Imperatore Carlo IV di Boemia.
L'edificio rispetta la tipica pianta della cappella gentilizia: navata unica con presbiterio. Solitamente queste cappelle gentilizie non sorgevano isolate ma sempre annesse al palazzo del Signore. Lentate non fa eccezione, infatti alcuni indizi fanno presumere che vicino all'oratorio ci fosse il castello o casa fortificata di Stefano Porro.
L'esterno della struttura muraria dell'oratorio è in tecnica mista detta listata composta da ciottoli di fiume e mattoni legati da malta di calce.
Il più importante affresco dell'oratorio è la Crocefissione di Anovelo da Imbonate, pittore rappresentante della scuola di Giovanni da Milano che fu discepolo di Giotto, il quale dipinge anche le vele e "l'Imago pietatis" posta sulla lunetta del portone d'entrata. Gli affreschi di Anovelo richiamano così tanto il pittore fiorentino che in passato si credeva fossero affreschi di quest'ultimo.
Gli altri affreschi sono opera di un gruppo di pittori chiamati per convenzione Maestri di Lentate. Questi sono rappresentanti di una scuola artistica tardo-gotica che prende il nome di gotico internazionale.
Oratory of Saint Stephen is a Roman Catholic chapel in the town of Lentate sul Seveso, in the Province of Monza and Brianza and the region of Lombardy, Italy.
The interior walls of the church contains frescos by Anovelo da Imbonate who also painted the image above the front portal. Imbonate is a painter of the school of Giovanni da Milano who was a direct disciple of Giotto. The three walls around the oratory is covered with the cycle of frescoes of the life of Saint Stephen.
Among other frescoes is the work by an anonymous painter called the "Maestro di Lentate". This is representative of a late-Gothic art school called the International Gothic style.
Eurovision Song Contest 2011
in der Esprit Arena in Düsseldorf
Platz 1
Ell & Nikki - Running Scared (Azerbaijan)
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Platz 10
Lena - Taken By A Stranger (Germany)
❆ Magica Terra, sei il simbolo della perfezione, sei il mio canto della Vita, sei il mio buongiorno di ogni di, non ho contato i miei passi sul tuo suolo poiché infinite sono le tue bellezze.
Mia terra, amare è assai poco, tu sei beneficiare di tutte le creature, tu sei una madre eccellente!
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❆ I try to find something special in their gaze that I cannot find in the eyes of my peers!
❆ cerco nel loro Sguardo ciò che non trovo in quello dei miei simili!
❆ Je cherche dans leur regard ce que je ne trouve pas dans celui de mes semblables
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❆ Se riuscirai ad aspettare senza stancarti di aspettare!
❆ If you can wait long enough, without getting tired of waiting...
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❆ Osservare tutto questo è un dono, innAMÒRarsene una ricchezza!
❆ observing Nature is a rare gift. for sure, falling in Love with it is a treasure worth even more!
❆ Avoir le don d’observer la Nature est un immense cadeau.
En tomber amoureux représente une richesse encore bien plus grande!
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❆ preoccupiamoci della Natura, il nostro futuro dipende da
essa!
❆ let's take good care of Nature, because our future depends
on it!
❆ préoccupons-nous de la Nature, notre avenir en dépend!
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❆ prendetevi del tempo per Sognare, ogni immagine racconta una lunga storia...
❆ take some time to dream, every image tells a long story...
❆ prenez le temps de Rêver, car chaque image raconte une
longue histoire...
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❆ ho cercato in ogni passo ciò che più desideravo!
❆ at each step I search what I most desire!
❆ À chaque pas que je fais, je cherche ce que je souhaite le plus trouver!
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❆ in vendita - on sale - à vendre - zum
Verkauf
❆ la Natura che si fa Poesia - scattare foto sembrava quasi diminuire tempo all'esigenza, alla necessità e alla passione di ammirare ciò che mi circondava!
esultanza di Bellezza e Serenità, un tripudio di perfezione e pienezza.
non avrei voluto essere altrove
❆ Magica Terra, sei il simbolo della perfezione, sei il mio canto della Vita, sei il mio buongiorno di ogni di, non ho contato i miei passi sul tuo suolo poiché infinite sono le tue bellezze.
Mia terra, amare è assai poco, tu sei beneficiare di tutte le creature, tu sei una madre eccellente.
❆ ci sono giorni che la senti dentro la Natura...
❆ Le Montagne vivono solo dell' amore dell' uomo.
Dove le abitazioni, poi gli Alberi, poi l erba sono esaurite, nasce il regno sterile, selvaggio, minerale.
Tuttavia, nella sua estrema povertà, nella sua nudità, dispensa una ricchezza che non ha prezzo: la felicità che si scopre negli occhi di chi la frequenta.
❆ Testi e Immagini di Troise Carmine - Washi - si prega di non copiare (qualcuno l ha già fatto più volte che squallido) e di non riprodurre salvo esplicita autorizzazione del sottoscritto!
❆ Dietro ogni scatto ci sono sempre fatiche e attese!
Zaino carico e pesante (quasi sempre) e, quando trasporti la
Fotocamera con obiettivo, la Sera avverti un dolore al
collo - Ma le Passioni, è noto, comportano sempre sacrifici!
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❆ In Natura non esistono malintesi esistono solo in ciò che l'uomo chiama ragione!
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Prendetevi del tempo per Sognare, ogni scatto racconta una lunga storia...
Washi
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Meravigliosa Natura!
Privilèges de Montagne...
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Il mio tempo in Montagna!
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La Vallée d'Aoste à ma guise - La Valle d'Aosta a modo mio - Aosta Valley in my own way
Vivre en Montagne, au quotidien, pour satisfaire la Curiosité de la Photographie de la Nature...
Valle d'Aosta - Vallée d'Aoste
(Une Montagne d'émotions...)
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Fotocamera:
Canon EOS R5
Obiettivi:
Canon EF 100-500mm f/4.5-7.1 L IS USM
Canon EF 100-400mm f/4.5-5.6 L IS USM II
Canon EF 24-105mm f/4L IS USM II
Canon EF 16-35mm f/4L IS USM
Canon EF 100mm f/2.8 Macro USM
Canon EF 50mm f/1.4 USM
Canon Extender EF 1.4X III (moltiplicatore di focale)
Accessori:
Treppiede Manfrotto 190 X Prob
Testa Manfrotto a sfera compact nera con attacco rapido 496RC2 con frizione
Piastra a sgancio rapido 200PL
Telecomando infrarossi Canon RC-6
Telecomando Rollei Schermo LCD e Retroilluminazione
il lui racontait oui, mais était-il encore vraiment présent à elle ?
Les yeux perdus dans l'infini de ses souvenirs, le fleuve de ses mots aux digues enfin rompues coulait, roulait, hurlait le long des flancs de la montagne de son enfance ... des mots au goût de liberté, de grand espaces, de chevauchées aux côtés de son père, de bétail et de chasse.
Des mots aussi de dur labeur, de froids hivers, de bébés souffrants, mêlés à ceux de fiançailles, de fêtes villageoises et de mariages.
Il lui racontait, il se racontait ...
ch 3 et fin : www.flickr.com/photos/100164469@N07/31175187022/in/photos...