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"(...)Veio de manhã molhar os pés na primeira onda
Abriu os braços devagar e se entregou ao vento
O sol veio avisar que de noite ele seria a lua,
Pra poder iluminar(...)"
Ana e o Mar - O Teatro Mágico
...na festa de Yemanjá...daí, areia é sua cama.
Festa de Yemanjá - 02/02/08 - Rio Vermelho - Salvador - BA
Fortaleza da Barra do Rio Grande - paredes em detalhe no pátio interno.
(Praia do Forte)
Popularmente conhecida como Forte dos Reis Magos ou Fortaleza dos Reis Magos.
A planta do novo forte, traçada no Reino em 1597, é atribuída ao padre Jesuíta Gaspar de Samperes (ou Gonçalves de Samperes), "mestre nas traças de Engenharia na Espanha e Flandres", contendo as características das construções coloniais portuguesas. Em 25 de dezembro de 1597 na barra do Rio Grande (Potengi), começaram os trabalhos de entrincheiramento e abrigo, com varas cortadas do mangue próximo. No Dia dos Reis Magos, 06 de janeiro de 1598, deu-se início a construção de um forte, na praia, em pau-a-pique, barreados com lama do mangue. Arvorou-se a cruz sob as salvas da artilharia, hasteou-se a bandeira com as armas reais, e um sacerdote presente deu a benção.
A construção demorou 30 anos. O forte foi construído sobre os arrecifes, para garantir que o embasamento fosse sólido; foram utilizados principalmente areia, óleo de baleia, bronze e grandes pedras de granito trazidos de Portugal. O arquiteto, que era também o padre da missão portuguesa, chamado Gaspar de Samperes, adotou o estilo que era o convencional da época: um forte de cinco pontas. O forte com vistas para o oceano, o rio Potengi, as matas e o que veio a se tornar a cidade de Natal. O forte foi dominado pelos holandeses de 1630 a 1654, vindos do Recife quinze navios, uma tropa de 800 soldados desembarca na praia de Ponta Negra sob o comando do Tenente-coronel Byma, e o Conde Maurício de Nassau (1604-1679) mandou repará-la, em 1638. A partir de 1654 o forte é tomado novamente pelos portugueses. Além desse episódio, o forte teve presença histórica em outros momentos; por exemplo, o forte foi usado como prisão pelos portugueses para confinar os que tentavam a Independência, e a seguir foi utilizado pelos brasileiros para confinar os rebeldes portugueses.
A Praia da Princesa fica na Ilha de Maiandeua, mais conhecida como Algodoal, localizada na costa do Atlântico, no município de Maracanã, estado do Pará. Este lugar tem as margens cobertos por areias brancas e pode ser acessado dependendo do furo de maré por charrete ou a pé. A ínsula possui boas pousadas e luz elétrica, mas nela não é permitido o uso de automóveis, nem de motocicleta. Lá para locomover-se pode-se usar apenas bicicletas ou charretes puxadas a tração animal.