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Esta e todas outras imagens contidas nesse álbum tem como finalidade servir de catálogo para quem possa interessar na utilização das mesmas que estão licenciadas sob uma licença CC-BY-NC 4.0.
Para saber mais sobre a Praia do Perequê-Açú, por gentileza acesse a página abaixo.
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Curta minha página no facebook / Like me on facebook <a href="https://www.facebook.com/leonardocarneirofotografia" Apresentação da banda Pra Sempre Outono na Livraria Cultura de Porto Alegre
Placas nas praias já: o Flávio, morador de Vicente de Carvalho, foi um dos que pararam para receber nosso panfleto e apoiou a iniciativa. Algumas mães chegaram a sair da praia com seus filhos, ao saberem que a água está poluída.
A ilha abriga um farol, o Farol da Ilha Rasa, mantido pela Marinha do Brasil.
A primeira notícia de que se dispõe, relativa a um auxílio à navegação instalado na ilha é anterior à Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), época em que, à noite, era acesa uma fogueira no ponto mais alto da ilha, pelo pessoal que ali residia para atender a essa função.
O Príncipe-regente autorizou a construção de um farol em 1812, por iniciativa da Junta de Comércio, tendo sido inaugurado apenas em 31 de julho de 1829, dado que estivera na posse de um corsário argentino nos três anos anteriores.
O farol apresenta planta quadrangular em três pavimentos e circular no topo, elevando-se a 26 metros de altura, em alvenaria com cantaria nos vértices. Originalmente iluminava a 3ª légua da barra, com altura de 441 palmos (101 metros) acima do nível do mar, podendo ser visto até à 10ª légua. Utilizava uma lente de cristal francês com 2,5 metros de diâmetro e um sistema mecânico pesando 7,5 toneladas. Esse conjunto podia ser facilmente movimentado graças a um anel de mercúrio líquido que servia de base à lente.
O conjunto foi modernizado em 1883, passando a operar com energia elétrica gerada por um dínamo fabricado pela empresa francesa "La Maison Soutter et Lemunier".
Em 1907 foi instalada a estação pluviométrica e, em 1909, uma estação telegráfica, além de um pequeno guindaste para o abastecimento da ilha. Nesse mesmo ano, em outubro, o antigo sistema elétrico foi substituído por um aparelho de iluminação incandescente a petróleo, fabricado pela "Maison Barbier, Bernardo e Turenne". Esse sistema encontra-se em perfeito estado até aos dias de hoje. Uma buzina foi instalada em 1913 e, em 1947, um radiofarol para apoio à navegação aérea.
Em nossos dias o farol opera com um motor elétrico de 0,5 hp. Para os casos de emergência, ainda se mantém em reserva o antigo equipamento
Água pra manchar
Água pra vazar a vida
Água pra reter
Água pra arrasar
Água na minha comida
Água
Aguaceiro
Aguadouro
Água que limpa o couro
Ou até mata..."
eras da imagem
fiquei uns 15 minutos paradãoo olhando esse angulo e esse vento e esse sol tudo de bom!
Esse quadrinho fica na minha mesinha de cabeceira.
Assim que eu instalar as prateleiras, vou arrumar um cantinho bem legal pra ele.
Essa é uma frase da música "Felicidade" do Marcelo Jeneci que além de ser linda, faz todo sentido do mundo e também porque é especial pra mim.
Na segunda feira eu fui na gravação do Palco Mpb com ele.
Fui pega de surpresa, não sabia do show, então não estava com minha câmera.
Mas a querida da Drika Landim fez fotos incríveis. Pra quem quiser ver, pode acessar aqui ou aqui.
E se você não conhece o trabalho do Marcelo Jeneci, só digo uma coisa:
Tá perdendo tempo.
=)
♫
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
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Bjos a todos
E obrigado por tudo =)
Recife, Brasil
Praia de areias brancas, piscinas de águas transparentes, coqueiros a balançar ao vento... isso é Boa Viagem.
APRENDI
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando. Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.