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O Santuário de Nossa Senhora do Sameiro (ou Santuário do Sameiro ou Imaculada Conceição do Monte do Sameiro) é um santuário mariano localizado em Braga, Portugal.

 

Bom início de semana.

I enjoy looking at these majestic creatures but from quite a distance !!

 

Aiko and me off hiking, seeing that fog covered the fjord I figured that it was smartest to walk the opposite way.

So we did.

And this is what we found.

I was speechless to put it mildly.

And I'm sorry if someone thinks I'm bragging 😂

Well I am a bit, I must admit 😄

dress : musubi kimono (konpeitou). marketplace sl

mask : ::Axix:: Ryouken mask ::Axix

Bag : *CatNap* gamaguchi bag_kingyo HARAJUKU

  

Walls of the Bishop's Palace with garden

 

Mura del Palazzo Vescovile con giardino

 

Decorated in the center by an eighteenth-century fountain , which is facing the interior facades of the old Archbishop's

Palace ,not far away there is the Sé ( Cathedral )

 

Ornato al centro da una fontana settecentesca ,su cui prospettano le facciate interne dell'antico Palazzo Arcivescovile . Poco distante c'é la Sé ( Cattedrale )

Mirador Santuario do Sameiro, flanqueado por dos columnas en las que se encuentran la Virgen María y el Sagrado Corazón de Jesús. Braga, Portugal.

bragging away .. ha ha

Braga Portugal

 

Merci beaucoup à tous pour vos gentils commentaires et favoris!!

Thanks a lot for your faves and comments

 

Thanks to the group Administrators

 

A composite of 2 pics via Unsplash. One of Alice by me. One Seagull and one Penguin via Urban Jungle, all put together and edited in Juxtaposer and framed in Snapseed.

E' bello guardare uno stesso soggetto da varie angolature: così è anche per la Capanna (così si dice Rifugio in Ticinese) Poncione di Braga. La montagna mi piace proprio per le diverse angolature stupende da cui si possono ammirare le cose

... a Brasileira ...

This Brown thrasher seems to be bragging about its success on the frisbee golf course 'hole.' The bright blue perch must be appealing as we saw several species taking advantage of the perches for proclaiming their territory or wins on the course.

La Limpia pertenece al Partido de Bragado, Buenos Aires, Argentina.

El 29 de octubre de 1901, Felipe Muriel loteó parte de su estancia: 42 manzanas divididas en ocho lotes y 69 quintas. Ese fue el origen de La Limpia.

Cuentan que las autoridades del ferrocarril propusieron que la estación llevara el nombre del estanciero pero, según dicen, su modestia no lo permitió.

Sobre el nombre del pueblo, los lugareños manejan dos versiones. Una responde al nombre de una de las lagunas que se sitúa en las cercanías por carecer de vegetación. Mientras que la segunda hipótesis, la más fidedigna, se inscribe alrededor de una historia de amor: La misma cuenta que James Stuart, un alto funcionario del ferrocarril, se enamoró sin ser correspondido de una muchacha del pueblo y para agradarla y conquistarla hizo que la estación sea la más colorida y “limpia” de todo el ramal.

El pueblo, ubicado a 10 kilómetros (de tierra) de Bragado, ciudad cabecera del partido, se fue poblando de inmigrantes, en su mayoría italianos, que eran contratados por los estancieros como aparceros y medieros. A un año de loteados los terrenos, los habitantes sintieron la necesidad de tener una parroquia propia y de esta manera se forma lo que fue la primera comisión de vecinos que poco tiempo después vio construido su templo.

los pueblos rurales que nacían en torno de las estaciones ferroviarias, tuvieron su época de esplendor y crecimiento. En La Limpia se levantaron boliches, centros de reunión de los trabajadores ferroviarios y rurales. Hubo carnicerías, ferreterías, estafeta postal y escuela primaria.

durante las décadas del 40 y 50, con la tecnificación del campo y el espejismo de la industrialización del conurbano porteño, la gente empezó a emigrar y, de a poco, La Limpia se fue quedando casi vacía.

Cuenta con 38 habitantes (INDEC, 2010), lo que representa un incremento del 8% frente a los 37 habitantes (INDEC, 2001) del censo anterior.

 

UN POCO DE HISTORIA

 

pueblosquelaten.blogspot.com.ar/2006/10/la-limpia.html

  

qualche volta, lo ammetto, mentre fatico per raggiungere una meta mi chiedo se ne valga la pena, come durante la salita al Poncione di Braga sotto un cielo pesantemente coperto che una volta in cima si è aperto come per fare un regalo. Qui l'omino di vetta con il Basodino e il Kastelhorn

I have enjoyed reading this monthly photo magazine. Thanks to Don and Oliver for including me in this issue!.

Jardins do Santuário Bom Jesus do Monte

Braga

Portugal

Arc de Triomphe du Carrousel, Paris - with the other Arc de Triomphe in the distance.

 

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Mr. Vulture says.. 'Yes, the mighty eagle has a noble face, but can he do this? ... and don't forget, the eagle is a scavenger too! '

(Words from a much maligned Turkey Vulture.)

A truly great day surprisingly few walkers - of course the parking is no longer free:)-

Para mim, apesar de não ser Bracarense, falar desta cidade implica uma enorme responsabilidade, não só pela sua história mas também pelo apreço pessoal que tenho por esta magnifica cidade. Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos no decurso do século II a.C. Toda esta região foi por eles tomada e aqui edificaram a cidade no ano 16 a.C., com a designação de Bracara Augusta que já conta com mais de 2000 anos de História como cidade, em homenagem ao Imperador César Augusto e que a partir dai nunca mais deixou a sua importância como grande cidade cair no esquecimento, como infelizmente aconteceu com muitas outras grandes cidades da época, tornando-se mesmo na capital da região da Gallaecia. Após a conquista do império romano, Bracara Augusta tornou-se na capital política e intelectual do reino dos Suevos, que abarcava a Galiza e se prolongava até ao Rio Tejo aonde por ordem do rei Ariamiro se realizou o concílio de Braga.

 

No ano de 716, os Mouros alcançam a cidade e provocam dentro de portas uma grande destruição, dada a sua importância religiosa. Na época, foi também palco de várias guerras, roubos e destruição. Mais tarde, foi reconquistada por Afonso III, Rei das Astúrias. No século XI a cidade é reorganizada, provavelmente com a nova designação de "Braga". É iniciada a construção da muralha citadina e da Sé, por ordem do bispo D. Pedro de Braga, sobre restos de um antigo templo romano dedicado à Deusa Ísis, que teria mais tarde sido convertida numa igreja Cristã. A cidade desenvolve-se em torno da Sé, ficando restringida ao perímetro amuralhado, que embora parecesse um castelo nunca terá passado de uma fortificação para impedir que a história se voltasse a repetir por falta de meios de defesa.

 

Braga foi nessa altura oferecida como dote, por Afonso VI de Castela, à sua filha D. Teresa, no seu casamento com D. Henrique de Borgonha, Conde de Portugal. Estes últimos foram senhores da cidade entre 1096 a 1112, nesse mesmo ano doam a cidade aos Arcebispos. Com a elevação do bispado bracarense a arcebispado, a cidade readquire uma enorme importância a nível Ibérico.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), a muralha citadina é requalificada, é ainda construída a torre de menagem. Mais tarde, foram adicionadas nove torres, de planta quadrangular, à muralha existente, concluindo-se também o Castelo de Braga em torno da torre de menagem existente. Infelizmente muita dessa sua beleza hoje não passa de uma ilusão, pois quase nada resta de todo esse património que possa testemunhar a grandeza que outrora terá glorificado toda esta região. No século XVI, o Arcebispo de Braga D. Diogo de Sousa modifica a cidade profundamente, introduzindo-lhe ruas, praças e novos edifícios provocando assim o crescimento para além do perímetro amuralhado. Do século XVI ao século XVIII, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios de traça medieval vão sendo apagados e substituídos por edifícios de Arquitetura religiosa da época. No século XVIII, Braga por imposição da inspiração artística de André Soares (Arquiteto 1720-69) transforma-se no Ex-Libris do Barroco em Portugal. Mais uma vez, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios religiosos são novamente alterados com a introdução do Barroco e o Neoclássico. Nos cem anos que se seguem, irrompem conflitos devido às invasões francesas e lutas liberais. A cidade é palco de violentas batalhas e vítima de vários saques realizados pelas tropas napoleónicas. Em 1834, com o fim das lutas liberais, são expulsas várias ordens religiosas da cidade, deixando ai o seu espólio que em muito contribuiu para a riqueza e grandeza de Braga. Em consequência da Revolta da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso, área sob jurisdição do quartel militar de Braga, a cidade é palco de importantes confrontos entre o povo e as autoridades.

 

No final do século XIX, o centro da cidade deixa a área da Sé de Braga e passa para a Avenida Central. Em 1875, é inaugurada pelo Rei D. Luís a linha e estação dos caminhos-de-ferro de Braga. No século XX, dá-se a revolução dos transportes e das infraestruturas básicas, reformula-se a Avenida da Liberdade, de onde se destaca o Teatro Circo e os edifícios do lado nascente. O general Gomes da Costa inicia nesta cidade a Revolução de 28 de Maio de 1926. Por fim, no final deste século, Braga sofre um grande desenvolvimento e converte-se na terceira cidade do País, estatuto que mantém nos nossos dias. E também conhecida de muitos por Capital do Minho.

 

Um dos edifícios mais antigos ainda em funcionamento está voltado para o Jardim de Santa Bárbara, sendo conhecido como Paço Medieval de Braga (na foto acima). Foi erguido nos finais da Idade Média por iniciativa dos arcebispos D. Gonçalo Pereira e D. Fernando da Guerra, nos séculos XIV e XV. Constitui-se numa edificação sóbria com a aparência de uma fortificação ou castelo, de características e épocas distintas, sendo que a ala nascente voltada para o Jardim de Sta. Bárbara em estilo Gótico se destaca pela solidez do aparelho regular de blocos graníticos, vãos de janelas em arco ogival e encimado por ameias. Atualmente encontra-se ocupado pelo Arquivo Distrital de Braga. O Paço arquiepiscopal de Braga é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e, simultaneamente, um dos que mais intimamente está ligado à história da urbe, desde os tempos medievais até à atualidade. Desconhecemos quase tudo em relação às suas origens, com certeza contemporâneas da criação da diocese e, posteriormente, do arcebispado, mas a partir do século XIV, e durante os seis séculos seguintes, a história do monumento é de tal forma rica que dificulta mesmo qualquer estudo monográfico do conjunto. São quatro as grandes fases de construção do monumento, ainda hoje bem visíveis. A principal, e a que possui maior impacto, é a gótica. O seu início deve remontar à década de 30 do século XIV, altura em que o arcebispado era regido por D. Gonçalo Pereira, mas a sua configuração geral pertence já ao século XV, na sequência da campanha construtiva empreendida por D. Fernando da Guerra, arcebispo entre 1422 e 1436. Sob o comando de Mestre Fernão Martins, as obras duraram cerca de duas décadas, estando a torre principal concluída em 1439. Este corpo gótico foi bastante adulterado no século XX, mas mantém algumas das características essenciais. A segunda grande campanha construtiva deste espaço ocorreu no século XVI. Por iniciativa de D. Diogo de Sousa, um dos arcebispos incontornáveis da história bracarense, as obras privilegiaram as fachadas que confrontavam com a Rua do Souto, aquela que mais diretamente dava para o centro histórico. Dois equipamentos marcam claramente esta campanha e revelam bem o conteúdo erudito, cenográfico e de prestígio pretendido: diante da fachada principal, a Fonte dos Castelos (assim denominada por apresentar uma decoração essencialmente com castelos) impressiona pela sua dimensão; a Leste, uma grande galeria, de feição maneirista, de dois registos sendo o térreo parcialmente aberto em arcadas que reforça a planta quadrangular da praça.

 

Lendas e crenças

 

Decorria o ano de 555 e era Teodomiro Rei dos suevos, tendo a sua corte em Braga. Adoecendo gravemente o seu filho primogénito, prometeu a S. Martinho Turonense abjurar ao arianismo, se este sarasse de tao grave maleita, Teodomiro enviou de imediato alguns ministros visitar o santo sepulcro, levando várias ofertas; mas ao voltaram a moléstia do Príncipe continuava. Então o rei deliberou dedicar-lhe um templo, e tornou a mandar os ministros, ainda com maiores ofertas, á sepultura do santo, para estes obterem alguma relíquia do mesmo. Os ministros cumpriram as ordens do rei, e de lá trouxeram, como relíquia, uma parte da sua capa. Quando chegaram a Braga, saiu o rei a recebe-los com o seu filho, já completamente restabelecido acompanhado dos grandes da sua corte e uma grande multidão de povo em respeito e veneração á santa relíquia. O santo premiou logo a fé religiosa d’estes povos, que padecendo até então da moléstia da lepra e outras maleitas, desde logo se acharam livres daquele contágio, que era geral no país. Consta que no mesmo navio, que trouxe a santa relíquia da cidade de Tours (França) vinha um santo varão, de origem húngara, chamado Martinho, que regressava dos lugares santos da Palestina, onde tinha adquirido vastos conhecimentos nas ciências orientais. Outros dizem que Martinho embarcara numa galé num porto da Grécia, e se fizera a vela ao mesmo tempo que da França saíra o navio com a relíquia, chegando a Braga ao mesmo tempo que os mensageiros do Rei. Teodomiro, tendo notícia da sua virtude e letras, logo se valeu dele para a conversão dos seus povos ao catolicismo. Tinha Teodomiro já edificado nos arrabaldes de Braga, num sítio chamado Dume, um templo de invocação a S. Martinho, que entregou ao virtuoso húngaro, que logo nele introduziu a vida monacal, e pouco depois foi elevado á dignidade episcopal. A conversão do rei ao grémio da Igreja arrastou consigo em muito pouco tempo toda a corte e por arrasto, todos os povos que com a maior facilidade abjuraram ao arianismo, tornando-se a partir de então toda a cidade de Braga numa cidade Cristã.

 

S. Pedro de Rates - Entre a Lenda e a Tradição

 

Conta a tradição que S. Pedro de Rates foi convertido ao Cristianismo pelo Apóstolo S. Tiago, aquando da sua peregrinação pela Hispânica, no século I. Durante essa viagem, cumprindo a missão de difundir a mensagem de Cristo, morto e ressuscitado havia pouco tempo, foi deixando sementes que germinaram e fortaleceram as raízes da Igreja Católica, num império hostil à nova Fé. Pedro seria um dos 7 varões ordenados pelo Apóstolo, em Santiago de Compostela, e nomeado bispo de Braga. Na lenda, o episódio que fez dele um mártir teve origem num milagre: solicitado para curar de uma doença fatal a filha de um poderoso pagão, S. Pedro de Rates conseguiu-lhe tal dádiva. Reconhecida, converteu-se ao Cristianismo, o que causou a ira do ingrato pai e consequente desejo de vingança. Avisado, o Santo refugiou-se em Rates, mas foi aí encontrado e assassinado, ficando sepultado sob as ruínas da pequena capela onde tudo aconteceu, pois, à semelhança da vida do religioso, também esta foi destruída. Tempos mais tarde, do alto do monte onde se refugiara, o eremita S. Félix vislumbrava uma luz na escuridão. Guiado pela curiosidade e pela convicção de um chamamento piedoso dirigiu-se ao local, procedeu à remoção das pedras e encontrou a causa de tal clarão: o corpo de S. Pedro de Rates. A transladação do corpo intacto para a Sé de Braga faz, também, parte da lenda. Os fatos reportam-se somente à transferência, no século XVI, pelo arcebispo Frei Baltazar Limpo, de relíquias do Santo (pequenos ossos que análises realizadas posteriormente apontam ter pertencido a uma criança com cerca de 12 anos). O corpo, se alguma vez existiu, teria desaparecido há já muito tempo… Invocado para muitas graças, S. Pedro de Rates está, no entanto, associado à esterilidade. De uma antiga fonte com o seu nome diz-se que se poderia obter a cura da enfermidade, cumprindo o seguinte ritual: a mulher deveria sentar-se sobre uma pedra furada que aí existia. Talvez por ser mercê tão divina, tem o Santo fama de vingativo para com quem não cumpre o prometido. É, provavelmente por receio desse mau humor, que muitas mulheres grávidas guardam o dia do Santo – 26 de Abril – e até para os animais fêmeas no mesmo estado, não é aconselhável a sua utilização nos trabalhos domésticos e de campo...Vamos lá nós perceber tais atitudes que além demais não passam de Lendas...

 

Embora hoje se saiba a verdade com muito rigor histórico, essa mesma verdade muito certamente só será usada pelos eruditos e historiadores, muito do povo continua a não querer saber de tais estudos pois iriam com certeza afundar a magia de que todas estas lendas e crenças se alimentam e tanto delas necessitam para sobreviver ao longo dos tempos imemoriais e dos séculos passados e vindouros… Eu, muito sinceramente também me inclino para fazer parte desse povo… Felizes os inocentes…

 

Quanto mais procuro a sabedoria mais me arrependo de o ter feito… Anselmo Sousa

  

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I just had to share with you all what my youngest daughter made. This hobbit home with a live bonsai tree, working lights in a antique pepsi crate. She did a marvelous job!

 

Explored

Braga: la bella scalinata barocca del Santuario di Bom Jesus do Monte.

A Japanese soldier tells his friend how he chopped a man in half just two days earlier.

Lots of talk and boasting at the drag races.

Interesting graffiti that only now I realise is bragging about the climbing prowess of its originator. No wall too safe.

A cidade de Braga, preparada para o S. João

Maximo Fernandez

 

Localidad que se encuentra al Oeste del Partido de Bragado a unos 21 km. de la ciudad cabecera, en la traza del Ferrocarril ex-línea D. F. Sarm...iento. Se accede por camino de tierra desde la Ruta Provincial N° 46 desde el este o por la 65 desde el oeste. Recuerda a Don Máximo Fernández, donante de las tierras donde se construyó la estación ferroviaria.

 

El señor Máximo Fernández compró al Fisco seis leguas cuadradas de campo en dos mil pesos oro. Allí construyó la Estancia “La Matilde”, uno de los mejores establecimientos agrícola-ganaderos del Oeste de la Provincia de Buenos Aires. En septiembre de 1893 el Ferrocarril del Oeste inaugura la estación. Por esta época se comienza la producción tambera, cremería y criadero de cerdos, contribuyendo así al desarrollo económico del pueblo formado a su alrededor. Luego por problemas económicos vende la estancia y se marcha hacia el exterior del país.

 

La Estancia es comprada por los Salaberry-Bercetche en 1904 , quienes levantan la estancia introduciendo forestales, aserradero, usina, una escuela propia, una capilla Neogótica, Panadería y un zoológico con animales exóticos. Cuenta la leyenda que la hija del cuidador de los leones fue decapitada de un zarpazo por una leona y el fantasma anda apareciendo por la capilla…

 

En 1942 venden la estancia a Don Francisco Suárez Zabala (el inventor del conocido producto medicinal “Geniol”). A partir de ese momento la propiedad empezó a llamarse “Montelén”. Tuvo éxito en su inicio con la instalación del vivero más importante del país, pero al fallecer su dueño la situación económica decae y la estancia se reduce. Actualmente, la principal actividad es la agricultura y ganadería.

 

En la década del 70 un tornado hizo desastres en la capilla del Sagrado Corazón y en la escuela dejando sus ruinas en un espeso monte. Había un hotel que también quedo destruido y abandonado.

 

En cuanto a la estación de Máximo Fernández corresponde al Ferrocarril Domingo Faustino Sarmiento de la red ferroviaria argentina y se encuentra a 232 kilómetros al oeste de la estación Once. Trenes Argentinos Operadora Ferroviaria presta servicio de pasajeros una vez por semana entre Bragado, Realicó y General Pico, teniendo parada en esta estación sólo en forma facultativa, es decir, el tren sólo para si hay algún pasajero que desea subir o bajar. La estación se encuentra en ruinas, no siendo jurisdicción de la empresa de transporte. Se ubica entre las estaciones de La Limpia y San Emilio.

 

La localidad Contaba con 4 habitantes (INDEC, 2010), lo que representa un gran descenso del 90% frente a los 43 habitantes (INDEC, 2001) del censo anterior. En mi visita del 2015 pude observar que el almacén se encuentra funcionando, que la panadería abandonada fue ocupada por una persona que estaba realizando labores de huerta y a unas personas construyendo un par de viviendas, La escuela N° 2 está funcionando y se encuentra en perfecto estado.

 

www.monografias.com/trabajos100/estancias-mansiones-y-fan...

Here’s the first shot of the morning — just because I like to brag about it. I tell people all the time — as far as the camera is concerned — when there is barely any light in the sky is a great time for pictures. (It does require a tripod.) A 30-second exposure 50 minutes before sunrise.

 

Nikon D7500 — Nikon 18-300mm F6.3 ED VR

24mm

F8@30 seconds

ISO 400

GND filter

 

DSB_3208.JPG

©Don Brown 2026

fallow deer herd, Dublin

Ok Ok! I'll stop bragging about how good the 5D Mark II is at night soon! But in the mean time...

 

ISO 3200 - F/5.6 (as always) - 81 secs.

 

Noise is visible without any noise reduction - however it's only when you're zoomed in at about say 50%. I've added colour and luminance noise reduction in ACR 5 and because the corners were still a bit rough I added a tad more vignetting.

 

Most amazing of all - I added +0.5 more exposure to the shot and a bit of fill light and no more noise. I think that means the shot you're seeing is actually like ISO 4800 or something - how crazy is that?

 

I'd say in comparison this is like using ISO400 on the 20D and ISO800 on the 5D.

 

Without using ISO3200 I wouldn't have been able to get that effect with the clouds - so yeah if this shot makes me the £1700 I spent on the camera then I'm sorted haha.

 

P.S. - If you're one of my contacts and you really want to see how little noise there is then click here for the 21 Megapixel image.

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