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Giant Taro, Inhame Gigante, Ñame Inmenso, Forest Hills, Brazil

SN/NC: Colocasia Esculenta, Dioscoreaceae Family

 

Colocasia esculenta is a tropical plant grown primarily for its edible corms, a root vegetable most commonly known as taro (/ˈtɑːroʊ, ˈtæroʊ/), or kalo in Hawaiian (see Names and etymology for an extensive list). It is the most widely cultivated species of several plants in the family Araceae which are used as vegetables for their corms, leaves, and petioles. Taro corms are a food staple in African, Oceanic and South Asian cultures (similar to yams), and taro is believed to have been one of the earliest cultivated plants. This plant and its root is generally called taro, but it has different names in different countries (see also the closely related eddoe (Japanese/Chinese) or malanga (Spanish) or cará or inhame (Portuguese). The plant is called tales in Java, cheppankilangu in Tamil, Chembu (ചേമ്പ്) in Malayalam (മലയാളം), 'Amadumbe/Madumbi' in South Africa, oah in Hokkien, cocoyam in Ghana, taro in Tahiti, ndalo in Fiji, talo in Samoa, gabi in the Philippines; natong in the Bicol Region, colcas (قلقاس) in Arabic, kolokasi (κολοκάσι) or kolokas in Cyprus, kalo in Hawaii, amateke in Rwanda, and arbi in India.Taro is often referred to as "elephant ears" when grown as an ornamental plant

 

 

Ñame (del fulani, nyami, comer) es el nombre dado a un grupo de plantas con tubérculos comestibles del género Dioscorea, principalmente Dioscorea alata y Dioscorea esculenta. El verdadero ñame es una planta trepadora oriunda a las zonas cálidas y húmedas, que se cultiva por su tubérculo comestible desde hace miles de años, sobre todo en África, en Asia del Sur y en las islas del Pacifico. Se prepara de maneras muy variadas, asado, al horno, frito, en puré, sopas y potajes o ahumado. Se puede emplear también como ingrediente de algunos postres. Es el alimento principal de ciertos pueblos, tales como los Igbo de Nigeria. La principal producción de ñame se localiza en África del Oeste. Los tubérculos de algunas variedades se pueden almacenar durante más de seis meses sin refrigeración, lo que les hace muy valiosos para la población local. El tubérculo puede alcanzar 1,5 metros y pesar hasta 70 kilogramos con un diámetro de casi 15 centímetros. Su piel es áspera y de color marrón a gris rosado, difícil de pelar, aunque la cocción facilita esta etapa. El interior es de color blanco y rico en almidón. El nombre "ñame" se utiliza también, sobre todo en las islas Canarias (España) para Colocasia esculenta, conocida en otros lugares como "taro" o "aro". Finalmente, ocasionalmente también se denomina de este modo a Oxalis tuberosa, más conocida como "oca", "papa oca" o "ibia".

 

 

Inhame é o nome comum de plantas do gênero Dioscorea. Em alguns locais, é comum referir-se as seguintes espécies Alocasia, Colocasia (Taro), Xanthosoma, e Ipomoea (batata-doce), também como inhame. Seus tubérculos também são chamados de inhame. Essas plantas são muito cultivadas na África, América Latina, Ásia, Oceania e nas ilhas da Macaronésia desempenhando um papel importante na alimentação dessas regiões. O cará, caranambu, caratinga, cará-de-folha-colorida, cará-liso, cará-de-pele-branca ou inhame-cará é um tubérculo cultivável pertencente a várias espécies da família das dioscoreáceas. O padre José de Anchieta (1534-1597) menciona o cará em seus escritos, louvando seus valores. Como hortaliça, o cará é um alimento energético. Também se destaca como fonte de vitaminas do complexo B. Na sua carta sobre o descobrimento do Brasil, o escrivão Pero Vaz de Caminha chamou a mandioca de "inhame": "Muito inhame e outras sementes que na terra há e eles comem". O vocábulo "inhame" origina-se das línguas do oeste da África. A palavra yam, do inglês, vem do uolofe nyam, que significa "a amostra" ou "sabor"; em outras línguas africanas, a palavra utilizada para inhame também pode significar "comer", como, por exemplo, yamyam e nyama, em hauçá. Já a palavra "cará" vem de termo tupi ka’rá. "Caratinga" vem do termo tupi aka'ratin'ga, que significa "cará branco". O significado específico desses nomes varia de região para região. A confusão é devida ao fato de que essas plantas produzem "batatas" comestíveis que são cozidas de modo semelhante. Algumas espécies do gênero Dioscorea (família Dioscoreaceae) e seus tubérculos são geralmente chamadas de "inhame" no nordeste e sul do Brasil, incluindo estado de Paraná; mas são chamadas de "cará" no sudeste, especialmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, sobretudo nas capitais e em textos técnicos. Nos estados da Paraíba e Pernambuco usa-se "inhame" para as espécies de Dioscorea que produzem túberos grandes, como o inhame-da-costa (Dioscorea cayennensis) e o inhame-são-tomé (Dioscorea alata L.), e "cará" para as espécies que produzem túberos pequenas (como cará nambú) Algumas espécies dos gêneros Alocasia e Xanthosoma (família Araceae) têm nomenclatura oposta: "inhame" no sudeste, e "cará" no nordeste.

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Uploaded on October 16, 2019
Taken on July 19, 2019