José Eduardo Nucci Photography
skies of glory
The withdrawal of Laguna was an episode of the War of the Triple Alliance (1864-1870), immortalized in literature by the pen of one of its protagonists, the future Viscount Taunay. After the seizure of Amambaí Gunboat Navy of Brazil, the Paraguay River, and the invasion of the then Province of Mato Grosso forces the Paraguayan Army in December 1864, declared the war, one of the first Brazilian reaction was to send a military contingent Earth to fight the invaders.
The story of the heroes of Laguna started when the imperial government decided to expel the Paraguayans who had invaded the province. Thus, the Brazilian army has come in two years, 2.112km walk, leaving Rio de Janeiro to the current state of Mato Grosso. On July 18, 1865, the 3000 men arrived at the river Parnaíba. Under the orders of Colonel Carlos de Morais Camisão they marched Nioaque and from there to the farm garden, the river Miranda, owned by Francisco José Lopes. The farmer offered as a guide for the Army and donated his oxen to feed them.
On May 7, 1867, the column of Colonel Camisão then with 1,680 men, strongly attacked the Paraguayan army in Laguna, Paraguay. Despite initial successes, the lack of provisions made Brazilian troops withdraw, the victim of disease and starvation. With this, the colonel decided to withdraw Camisão Laguna.
Have the heroes of Golden were 16 men on December 28, 1864, as members of the detachment of Lieutenant Antonio João, bravely resisted the onslaught of 300 Paraguayans who attacked the military colony in Mato Grosso. Having refused to surrender, the Brazilians died fighting to the last man.
To remember these two episodes, the Army carried out a public tender in 1918, with the goal of developing the design of a monument. Held the contest in 1920, won the design sculptor Antonino Pinto de Matos. This project was stored for 15 years, being implemented only in November 1935.
Céus de glória
A retirada da Laguna foi um episódio da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), imortalizado na literatura pela pena de um de seus protagonistas, o futuro visconde de Taunay. Após a apreensão da Canhoneira Amambaí da Marinha do Brasil, o Rio Paraguai, e da invasão da então Província de Mato Grosso obriga o Exército paraguaio, em Dezembro de 1864, declarou a guerra, uma das primeira reação brasileira foi enviar um contingente militar para Terra lutar contra os invasores.
A história dos heróis da Laguna começou quando o governo imperial decidiu expulsar os paraguaios que haviam invadido a província. Assim, o Exército Brasileiro chegou em dois anos, 2,112 quilômetros a pé, deixando o Rio de Janeiro com o estado atual de Mato Grosso. Em 18 de julho de 1865, os 3.000 homens chegaram ao rio Parnaíba. Sob as ordens do coronel Carlos de Morais Camisão marcharam Nioaque e de lá para o jardim fazenda, o rio Miranda, de propriedade de Francisco José Lopes. O fazendeiro ofereceu como guia para o Exército e doou seus bois para alimentá-los.
Em 7 de maio de 1867, a coluna do coronel Camisão, em seguida, com 1.680 homens, atacou fortemente o exército paraguaio em Laguna, no Paraguai. Apesar dos sucessos iniciais, a falta de provisões feitas tropas brasileiras retirar, vítima de doença e fome. Com isso, o coronel decidiu retirar Camisão Laguna.
Tem os heróis de Ouro eram 16 homens em 28 de dezembro de 1864, como membros do destacamento do tenente Antonio João, resistiu bravamente ao ataque de 300 paraguaios que atacaram a colônia militar em Mato Grosso. Tendo se recusou a entregar, os brasileiros morreram lutando até o último homem.
Para lembrar esses dois episódios, o Exército realizou um concurso público em 1918, com o objetivo de desenvolver o projeto de um monumento. Realizado o concurso, em 1920, ganhou o escultor projeto Antonino Pinto de Matos. Este projeto foi armazenado por 15 anos, sendo implementada apenas em novembro de 1935.
Todos os direitos reservados, sendo proibida qualquer reprodução ou divulgação das imagens para fins comerciais ou não, em qualquer mídia ou meio de comunicação inclusive na WEB, sem prévia consulta e aprovação, conforme LEI N° 96.610/1998, que rege sobre o Direito Autoral e Direito de Uso da Imagem
skies of glory
The withdrawal of Laguna was an episode of the War of the Triple Alliance (1864-1870), immortalized in literature by the pen of one of its protagonists, the future Viscount Taunay. After the seizure of Amambaí Gunboat Navy of Brazil, the Paraguay River, and the invasion of the then Province of Mato Grosso forces the Paraguayan Army in December 1864, declared the war, one of the first Brazilian reaction was to send a military contingent Earth to fight the invaders.
The story of the heroes of Laguna started when the imperial government decided to expel the Paraguayans who had invaded the province. Thus, the Brazilian army has come in two years, 2.112km walk, leaving Rio de Janeiro to the current state of Mato Grosso. On July 18, 1865, the 3000 men arrived at the river Parnaíba. Under the orders of Colonel Carlos de Morais Camisão they marched Nioaque and from there to the farm garden, the river Miranda, owned by Francisco José Lopes. The farmer offered as a guide for the Army and donated his oxen to feed them.
On May 7, 1867, the column of Colonel Camisão then with 1,680 men, strongly attacked the Paraguayan army in Laguna, Paraguay. Despite initial successes, the lack of provisions made Brazilian troops withdraw, the victim of disease and starvation. With this, the colonel decided to withdraw Camisão Laguna.
Have the heroes of Golden were 16 men on December 28, 1864, as members of the detachment of Lieutenant Antonio João, bravely resisted the onslaught of 300 Paraguayans who attacked the military colony in Mato Grosso. Having refused to surrender, the Brazilians died fighting to the last man.
To remember these two episodes, the Army carried out a public tender in 1918, with the goal of developing the design of a monument. Held the contest in 1920, won the design sculptor Antonino Pinto de Matos. This project was stored for 15 years, being implemented only in November 1935.
Céus de glória
A retirada da Laguna foi um episódio da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), imortalizado na literatura pela pena de um de seus protagonistas, o futuro visconde de Taunay. Após a apreensão da Canhoneira Amambaí da Marinha do Brasil, o Rio Paraguai, e da invasão da então Província de Mato Grosso obriga o Exército paraguaio, em Dezembro de 1864, declarou a guerra, uma das primeira reação brasileira foi enviar um contingente militar para Terra lutar contra os invasores.
A história dos heróis da Laguna começou quando o governo imperial decidiu expulsar os paraguaios que haviam invadido a província. Assim, o Exército Brasileiro chegou em dois anos, 2,112 quilômetros a pé, deixando o Rio de Janeiro com o estado atual de Mato Grosso. Em 18 de julho de 1865, os 3.000 homens chegaram ao rio Parnaíba. Sob as ordens do coronel Carlos de Morais Camisão marcharam Nioaque e de lá para o jardim fazenda, o rio Miranda, de propriedade de Francisco José Lopes. O fazendeiro ofereceu como guia para o Exército e doou seus bois para alimentá-los.
Em 7 de maio de 1867, a coluna do coronel Camisão, em seguida, com 1.680 homens, atacou fortemente o exército paraguaio em Laguna, no Paraguai. Apesar dos sucessos iniciais, a falta de provisões feitas tropas brasileiras retirar, vítima de doença e fome. Com isso, o coronel decidiu retirar Camisão Laguna.
Tem os heróis de Ouro eram 16 homens em 28 de dezembro de 1864, como membros do destacamento do tenente Antonio João, resistiu bravamente ao ataque de 300 paraguaios que atacaram a colônia militar em Mato Grosso. Tendo se recusou a entregar, os brasileiros morreram lutando até o último homem.
Para lembrar esses dois episódios, o Exército realizou um concurso público em 1918, com o objetivo de desenvolver o projeto de um monumento. Realizado o concurso, em 1920, ganhou o escultor projeto Antonino Pinto de Matos. Este projeto foi armazenado por 15 anos, sendo implementada apenas em novembro de 1935.
Todos os direitos reservados, sendo proibida qualquer reprodução ou divulgação das imagens para fins comerciais ou não, em qualquer mídia ou meio de comunicação inclusive na WEB, sem prévia consulta e aprovação, conforme LEI N° 96.610/1998, que rege sobre o Direito Autoral e Direito de Uso da Imagem