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Rua elvense

A viagem de comboio do Entroncamento até Elvas foi muito demorada, pois durou uma manhã, mas a contemplação da paisagem alentejana ajudou muito a passar o tempo.

De Elvas o que mais recordo é a cor amarela nos muros e paredes, juntamente com o branco, claro. E também a omnipresença de muralhas e de guaritas que lembram guerras passadas.

Foi agradável andar pelas ruas e à volta do aqueduto, comi uma ótima bifana, numa tasca onde estavam apenas elvenses com idades próximas da minha e trouxe vários souvenirs. Contudo, o trajeto para a estação, já de noite, foi desastroso: usando o GPS, encontrei-me num local onde não havia estação nenhuma quando faltavam poucos minutos para o comboio chegar. Já a pensar que teria de dormir em Elvas, lá consegui descobrir o caminho para a estação, mas tive de correr durante algum tempo para não perder o comboio.

 

The train ride from Entroncamento to Elvas was very long, as it lasted a morning, but admiring the Alentejo landscape helped pass the time.

What I remember most about Elvas is the yellow color on the walls and walls, along with the white, of course. And also the omnipresence of walls and guardhouses that remind us of past wars.

I enjoyed walking through the streets and around the aqueduct, I ate a great bifana, in a tavern where there were only people from Elvas, who were around my age, and I brought back several souvenirs. However, the journey to the station, already at night, was disastrous: using the GPS, I found myself in a place where there was no station at all, just a few minutes before the train arrived. Already thinking that I would have to sleep in Elvas, I managed to find the way to the station, but I had to run for a while to not miss the train.

 

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Uploaded on February 15, 2025
Taken on February 14, 2025