Mundo Ara
Crônica 3
Os dias se passaram rápidos e de semanas viraram meses, era bom estar longe de problemas e livre. O som do vento sacudindo as copas das arvores, o piado dos pássaros, as flores perfumadas que cresciam em desordem organizada. Sentada ali no topo da escadaria em ruínas ela sentiu algo novo, como que um calor em seu peito que a fez sorrir.
Como o reino estava? E aquela mulher maligna, estaria em paz? E ele... sentira sua falta? Indagações sem resposta, as vezes ela sentia falta de algumas coisas que ela pensou nunca sentir, falta dos jogos de gato e rato, falta dos insultos não levados a serio, e até mesmo de como ele lhe dava atenção, mesmo ela sendo ríspida.
- Espero que ele esteja bem... – Ela falou olhando o horizonte verdejante brilhando , e ao longo da paisagem ela avistou algo familiar por entre as arvores do rio. – Estou até vendo miragens!
Ela riu pensando nisso, como alguém que ela repudiou poderia lhe fazer falta, como o girassol que insultava o jardineiro e entrou em desespero com a partida dele. Estalando os pés ela levantou-se voltou para a pequena casa que a acolhera, como que uma família que recebe um filho que a muito partira.
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E ai gente o que será que ela viu? Mistério!
Crônica 3
Os dias se passaram rápidos e de semanas viraram meses, era bom estar longe de problemas e livre. O som do vento sacudindo as copas das arvores, o piado dos pássaros, as flores perfumadas que cresciam em desordem organizada. Sentada ali no topo da escadaria em ruínas ela sentiu algo novo, como que um calor em seu peito que a fez sorrir.
Como o reino estava? E aquela mulher maligna, estaria em paz? E ele... sentira sua falta? Indagações sem resposta, as vezes ela sentia falta de algumas coisas que ela pensou nunca sentir, falta dos jogos de gato e rato, falta dos insultos não levados a serio, e até mesmo de como ele lhe dava atenção, mesmo ela sendo ríspida.
- Espero que ele esteja bem... – Ela falou olhando o horizonte verdejante brilhando , e ao longo da paisagem ela avistou algo familiar por entre as arvores do rio. – Estou até vendo miragens!
Ela riu pensando nisso, como alguém que ela repudiou poderia lhe fazer falta, como o girassol que insultava o jardineiro e entrou em desespero com a partida dele. Estalando os pés ela levantou-se voltou para a pequena casa que a acolhera, como que uma família que recebe um filho que a muito partira.
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E ai gente o que será que ela viu? Mistério!