Missão
“Colecionar, conservar, expor, investigar e pesquisar objetos e evidências arquitetônicas, artísticas e documentais que testemunhem, para diferentes públicos, a história e o desenvolvimento socioeconômico e cultural do Brasil na sua relação com o agronegócio Café, em âmbito nacional e internacional”.
O prédio que abrigou a Bolsa Oficial de Café e Mercadorias de Santos, atual sede do Museu do Café, começou a ser construído em 1920. Foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1922 em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.
O edifício foi erguido em Santos devido a cidade ter sido na época a maior praça de café do mundo. Muitos países só aceitavam comprar o produto se ele fosse negociado e chancelado na Bolsa Oficial de Café.
O último pregão aconteceu na década de 1950, quando os negócios do café foram transferidos para a cidade de São Paulo.
Até o ano de 1986, quando foi desativado, funcionou para a divulgação da cotação do café no mercado internacional.
Após uma década sem funcionamento, o edifício da Bolsa Oficial de Café foi restaurado em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.
Atualmente o Edifício sedia o Museu do Café, Organização Social de Cultura ligada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e mantido pela Associação dos Amigos do Museu do Café.
Em seu acervo estão obras de Benedicto Calixto (painéis e vitrais), o Salão do Pregão, além de documentos, objetos e maquetes que contextualizam a história de riqueza e progresso que o café proporcionou ao Brasil.
O Museu do Café também abriga a exposição de longa duração “A trajetória do Café no Brasil”, exposições temporárias e dispõe de Centro de Informação e Documentação – com títulos e documentos sobre o café e sua história – e o Centro de Preparação de Café, que oferece cursos e oficinas sobre o preparo da bebida.
Equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo.
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