Eu defino minha vida por certas batidas.

Pelo barulho ritmado do ônibus chegando, do coração em uma tarde quente, do número de olhares, dos toques no assoalho, do assovio entre as folhas.

Em um nível ritmado, preciso, que tento capturar inutilmente pelas mãos.

Esses ritmos são retomados, morrem e voltam.

São esses segundos (cores quentes, luzes, sombras) que tento capturar na fotografia.

Amadorismo que tenta capturar a vida.

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Nothing to show.