Retorne para mim...

Minha tristeza insólita...

Meu semblante gélido...

Me deite novamente em chão áspero!

 

Me arranhe com os espinhos das rosas mórbidas em meu jardim.

Me faça chorar!

Me afogue em minhas lágrimas que por fim

já me abandonaram...

 

Arranque de mim qualquer vestígio de

falsa felicidade...

esperança que seja...

 

Diga ao sol que não me procure n'aurora...

Diga a lua que a quero em todas as minhas noites...

e também em meus dias...

 

Diga a mim que não me quero.

Me deixe só como sempre estivera,

me mantenha priosioneira de sua morbidez verde musgo...

 

Em minha mente absorta,

Quero sentir novamente o aço incisivo em minhas veias!

Quero sempre minha companheira, a solidão...

 

Quero! quero continuar morrendo...

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