Sou o senhor de um mundo inteiro.
E meu picadeiro inflama com um respingo.
Rabisco a trégua e incito uma guerra,
Em minha terra sou sábado e domingo.
E quando o fogo narcotiza a mente,
A combustão arde fantasia latente.
Debruçado no abstrato, sou um xamã.
Ou um psicanalista deitado em seu divã.
Sou artista. Sou Gian.