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Eu sou um nada, ou melhor, a busca de meu ser. Em outras palavras, a pura liberdade advinda do meu não-ser.

 

Se alguma coisa eu fosse não me restaria alternativa do que ser aquele que sou. Estaria, assim, estático, determinado e inconscientemente autômato em uma dada essência.

 

O nada, ou o não ser que me constitui, engendra minha liberdade, identificando-se com o movimento próprio de minha subjetividade, uma busca por um fundamento, por algo que me complete e me traga repouso.

 

Se há uma resposta coerente à pergunta "quem sou eu?" Seria essa resposta: a "Liberdade". Sou minha própria liberdade. Livremente represento o mundo a minha maneira. Atribuo sentido e valor às coisas livremente. Eu sou responsável pela realidade que me cerca e a represento ao meu modo. Não há coisa alguma capaz de me constranger e me influenciar por si mesma, mas são as representações, ou o sentido atribuído por mim livremente, que me influencia e evidencia deste modo, minhas limitações.

 

Eu sou isso, uma relação dialética entre o ser e o nada.

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Eu no Pai Inácio

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