Não se trata mais de uma memória do presente (contração) nem de uma memória do passado (lembrança), trata-se de uma memória do futuro, para o futuro. [...] Sua presença explica-se porque existe no passado - e, portanto, também no presente - alguma coisa que de certa maneira não foi vivida. [...] Trata-se aqui de alguma coisa que foi presente, que foi sentida mas que não foi agida, alguma coisa, portanto, que está na reserva. - david lapoujade