O Instituto Bola Pra Frente nasceu do sonho do tetracampeão mundial de futebol, Jorginho, quando ele tinha 11 anos de idade e jogava bola no campo de várzea, em frente à sua casa, onde foi construída a sede do Instituto - em Guadalupe, Zona Norte do Rio de Janeiro. Desde a sua inauguração, no ano 2000, o Bola Pra Frente, vem investindo em pesquisa e desenvolvimento de ferramentas que utilizam o futebol para a transformação social.

 

O Instituto atende crianças e adolescentes de baixa renda na faixa etária de 6 a 17 anos, no contraturno escolar e oriundos de escolas públicas. O Bola Pra Frente criou e consolidou uma metodologia própria, que foi sistematizada e, hoje, se tornou uma Tecnologia Social que é referência no Terceiro Setor. Tendo como base os princípios do esporte educacional e os conceitos dos mais importantes teóricos de Pedagogia, Educação Física, Serviço Social e Terceiro Setor. Na busca por um placar social justo, o Bola Pra Frente oferece oportunidade de promoção social por meio do esporte, educação, arte e cultura e qualificação profissional.

 

A tecnologia desenvolvida promove o desenvolvimento integral dos educandos, ampliando os conceitos de “craque”, “artilheiro” e “campeão” vinculados ao desenvolvimento da cidadania e habilidades reconhecidas não apenas no esporte, mas principalmente em outros núcleos em que a criança e o adolescente estão inseridos: a família, a escola, a comunidade e o mundo do trabalho.

 

A missão do Bola Pra Frente é “educar crianças, adolescentes, jovens e suas famílias para o protagonismo social, utilizando o esporte como principal ferramenta impulsionadora da construção de valores em prol da promoção social”.

 

Impacto Social do Instituto Bola Pra Frente:

 

Ao utilizar o universo esportivo em todo o processo de aprendizagem, o Bola Pra Frente alcançou um impressionante impacto no desempenho escolar dos seus beneficiários, transformando as vidas de milhares de jovens. Um estudo de impacto social (Censo Muquiço 2008), realizado nas seis comunidades do Complexo do Muquiço, atendidas pelo Instituto, mostrou que, enquanto 41,91 % dos jovens de 15 a 24 anos que NUNCA frequentaram o Instituto abandonaram os estudos; apenas 0,5 % dos ex-educandos do Bola Pra Frente evadiram da escola.

 

Entre os resultados do Instituto, podemos destacar ainda:

 

•88% dos educandos melhoraram o conceito global e o rendimento escolar após ingressarem no Instituto;

•94% melhoraram a frequência escolar e o comportamento geral;

•93% dos educandos apontam o Bola Pra Frente como o local em que se sentem mais seguros;

•Entre os educandos formados em 2011: 32% continuam se especializando e fazendo cursos técnicos; 25% já estão trabalhando com carteira assinada e 8% ingressaram em uma universidade.

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