CONSELHO DE EMPREENDEDORES SOCIAL;"BRASIL MOSTRA SUA CARA";
A exclusão social tem sido a marca histórica e permanente do desenvolvimento econômico, político e social do país, de políticas que não priorizam a justiça social com impacto forte sobre os direitos humanos.
Somos Mulheres que lutam para vencer a batalha contra a histórica desigualdade (mesmo que ainda façamos parte das minorias), no processo decisório de qualquer natureza, como os negros, índios, judeus, deficientes, homossexuais..., não mais nos despojam de podermos protestar, de influir, de nos posicionamos na busca da defesa, da paz, da justiça social, da cidadania, da democracia participativa. O fato de estarmos aqui mostra o triunfo de muitas mulheres que nos antecederam: “as visionárias, as bruxas, as sufragistas, as feministas e, sem dúvida, as poetas”.
Como lutamos contra qualquer tipo de discriminação entendemos ser necessário, ampliar essa atuação, envolvendo homens e mulheres que têm um compromisso histórico na defesa dos direitos humanos.
O nosso posicionamento está alicerçado no entendimento de que uma das mais importantes transformações ocorridas no País desde os anos 70, que foi o aumento da atividade das mulheres. O que ocorreu não apenas por necessidade econômica ou por oportunidades oferecidas pelo mercado de trabalho, mas, em grande parte, pelas alterações demográficas, culturais e sociais. Hoje a questão não é mais sobre a busca das mulheres pela igualdade, e sim pela conquista de um espaço feminino na sociedade, independente do espaço dos homens. Entendamos as diferenças existentes entre homens e mulheres, ambos devem ser compreendidos em seus devidos papéis, porém, buscamos acabar com estereótipos que ainda hoje negam o papel histórico da mulher na constituição da sociedade brasileira. Se fizermos uma digressão veremos claramente que os debates que as mulheres travam hoje em dia são provenientes dos primórdios da humanidade, que é a busca de que seus direitos sejam respeitados.
Somos conscientes que homens e mulheres têm suas diferenças, porém estas diferenças devem se completar, o que buscamos ainda è o nosso reconhecimento pessoal, lutamos pelos nossos direitos negligenciados. Somos contra qualquer sentimento de superioridade, somos contra a qualquer tipo de ações que se praticam frente às diversas discriminações, tais como: questões de gênero, raça, etnia, cor e muitos outros estigmas. Sabemos que as discussões são longas, porém estamos nos posicionando como um ser que pode ter funções de igualdade com o homem, entendendo que para isto se concretizar efetivamente, tem que ter a nossa independência política e econômica. Para isto, è preciso buscar instrumentos políticos para transformar determinadas situações. Política não é apenas votar, política não é apenas para os políticos e candidatos, podemos participar politicamente a partir da manifestação do coletivo nas relações entre o governo e sociedade. Barreiras precisam ser superadas para multiplicar iniciativas que articulem eficazmente a participação popular nas gestões pública e as transformações qualitativas na relação Estado/Sociedade civil. A nossa missão é Trabalhar com projetos voltados para pesquisadores, docentes e discentes, de escolas públicas, privadas e para a cidadania em geral, além de atuar na capacitação e treinamento de pessoal, enfocando a realidade sócio-econômica, ambiental, cultural, propondo caminhos diferentes e alternativos na defesa abrangente da dignidade da pessoa humana. Cabe lembrar que a Declaração dos Direitos Humanos prega a “liberdade, defende o direito, clama por justiça, exige ética, propõe saída, pede compreensão, manifesta-se pelo amor, solidariedade, união e fraternidade”.
Atenciosas saudações,
Àssima Malek
Presidente
- JoinedJuly 2007
- OccupationPsicóloga
- HometownES
- Current cityRJ
- CountryBrasil
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