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Catedral de pedra

De Repente

 

Olho-te espantado:

Tu és uma Estrela do mar.

Um mistério estranho.

Não sei...

 

No entanto,

O livro que eu lesse,

O livro na mão.

Era sempre o teu seio!

 

Tu estavas no morno da grama,

Na polpa saborosa do pão...

 

Mas agora enchem-se de sombra os cântaros.

 

E só o meu cavalo pasta na solidão.

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Uploaded on January 6, 2007
Taken on March 20, 2004