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pt.wikipedia.org/wiki/Castro_de_Santa_Trega
English
The outline of Mount Santa Tegra form an archaeological site, which is in the Castro de Santa Tegra, belonging to the Celtic culture and the most emblematic and visited the forts Galicians. It was declared a National Historic-Artistic Monument (Spain) in 1931 and also has the consideration of Cultural Interest.
The castro, according to the thesis maintained by de la Peña Santos, director of the last campaigns of archaeological excavations in the 1980s, had a continued occupation between the first century BC, soon to begin the process of Romanization of Galicia, and the first century AD , and from that moment began a slow process of abandonment, which could well have been interrupted by sporadic temporary reoccupations in late-Roman era. Petroglyphs were also found in several of the stones from the mountain, drawn around 2000 years before the occupation of the fort.
It is located on Mount Santa Tegra, 341 m of altitude, in the most southwestern extreme of Galicia, in the municipality of Guarda, a privileged place from which dominates the mouth of the river Minho. The hill slopes has some very pronounced cun visual field contour that made him possibly a strategic posted long before the lifting of the castro.
Archaeological excavations
Although the population of the Guard should have known of the existence of traces of old buildings on the hill for a long time, in 1745, when Father Sarmiento visited Guard, made no mention of them, but, on the contrary, made him the lot, its shrine and pilgrimage.
The first discovery of what has been constant in 1862, a sculpture of Hercules made in bronze was found by a stonemasons who worked near the hermitage. This sculpture was stolen from the museum in the 1970s.
In the second half of the nineteenth century the ruins began to be valued at their fair measure. Realize up the first written references to the ruins of the archaeological apontes Ramón López García in 1864, [2] and the witness Manuel Murguía in his work "Historia de Galicia" in 1888, which is deduced from the ruins of a kinship with the inhabitants "race" Celtic family of roosters.
In the twentieth century, the Guard was created in 1912, the Society Pro-Monte Santa Tecla, which promoted a year later to perform work of packing the outskirts of the chapel and the layout of an access road to the summit. The works of this road put in the open, in the place known as Campo Redondo, walls and foundations of buildings spans the outer wall of the fort.
Given these findings, the company requested an official authorization to initiate systematic excavations in place, that authorization was granted on February 26, 1914, [3] and that the chief archaeologist named Ignacio Calvo Rodríguez, the National Archaeological Museum (Spain) .
From this moment the site began appearing in the media. Also in 1914 the canon Fontela Domínguez, without any argument, the remains attributed to the "Iberian-Roman civilization" and identified them with the historic "Abóbrica" mentioned by Pliny the Elder (theory still followed today by some authors).
First excavations (1914-1923)
From 1914 until 1923 the director of the archaeological work was Ignacio Calvo, who was making known the outcome of proceedings in several articles. The Society Pro-Ride also participates in a zone known as the New Source. Calvo gave the town an occupation from the beginning of the Bronze Age to the Roman period. It was the first author to call it "citadel" (following the example of Portuguese archeology) and discuss the possibility of identifying it with the mythical Mount Medulio where classical writers also stood the ultimate mythical and heroic resistance of Galician.
Mergelina campaigns (1928-1933)
Between 1928 and 1933, the professor at the University of Valladolid, Cayetano de Luna y Mergelina directed, using the most advanced methods of the time, a series of archaeological campaigns focusing in particular on the eastern slopes, putting the open lot of houses and other buildings .
In 1945 he published the results of its work in a study titled "La citania Santa Tecla. La Guardia (Pontevedra)." Following the majority "invasionistas theories" of the moment, with a settlement dated the occupation since the sixth century BC to the third century AD, with a new occupation in the fifth century, and awarded him its inhabitants a nature "post-hallstáttica" of Celtic origin.
Abandonment period (1933-1979)
Despite having been declared a National Artistic Monument in 1931, the site has suffered in those years the expansion of the highway route of ascent and an aggressive reforestation of severely deteriorated hill site.
Since 1933, date last campaign Mergelina, traces the open positions have suffered the consequences of its abandonment filling with vegetation. This period of abandonment lasted until 1979.
During these years there have been few and brief interventions, such as Manuel Fernández Rodríguez in the vicinity of the building known as Casa Forest or reconstructions made in 1965 and 1972 in two houses on both sides of the highway, reconstructions that from a scientific standpoint, present serious problems of fidelity, but that soon became an icon of the Celtic culture.
This step of neglect ended in 1979, when Alfredo Garcia drove Alén cleaning and consolidation of structures closer to the highway, these works promoted by the Ministry of Culture (Spain).
Português
O contorno do monte de Santa Tegra forma um sítio arqueológico, no qual se encontra o Castro de Santa Tegra, pertencente à cultura castreja e o mais emblemático e visitado dos castros galegos. Foi declarado Monumento Histórico Artístico Nacional (Espanha) em 1931 e também tem a consideração de Bem de Interesse Cultural.
O castro, segundo a tese mantida por de la Peña Santos, diretor das últimas campanhas de escavações arqueológicas na década de 1980, teve uma ocupação continuada entre o século I a.C., ao pouco de começar o processo de romanização da Galiza, e o século I d.C., e que a partir desse momento começou um lento processo de abandono, que bem pôde ter sido interrompido por reocupações esporádicas temporárias em época tardo-romana. Foram encontrados também petróglifos, em várias das pedras do monte, elaborados por volta de 2000 anos antes da ocupação do castro.
Situa-se no monte de Santa Tegra, de 341 m de altitude, no extremo mais a Sudoeste da Galiza, no concelho da Guarda, num lugar privilegiado desde o que domina a desembocadura do rio Minho. O monte tem umas ladeiras muito pronunciadas, cun domínio visual do contorno que fez dele, possivelmente, um lugar estratégico destacado desde muito antes do levantamento do castro.
Escavações arqueológicas
Embora a população da Guarda devesse ter conhecimento da existência de vestígios de antigas edificações no monte desde faz muito tempo, em 1745, quando o Pai Sarmiento visitou A Guarda, não fez menção delas, mas, pelo contrário, fê-lo do monte, sua ermida e a romaria.
A primeira descoberta da que se tem constância foi, em 1862, a de uma escultura de Hércules feita em bronze que foi encontrada por uns canteiros que trabalhavam perto da ermida. Esta escultura foi roubada do museu na década de 1970.
Na segunda metade do século XIX as ruínas começaram a ser valoradas na sua justa medida. Constatam-se as primeiras referências escritas das ruínas nos apontes arqueológicos de Ramón López García em 1864,[2] e na testemunha de Manuel Murguía na sua obra "Historia de Galicia" em 1888, que deduze das ruínas um parentesco dos seus habitantes com a "raça" celta da família dos galos.
Já no século XX, foi criada na Guarda, em 1912, a Sociedade Pro-Monte de Santa Tecla, a qual um ano mais tarde promoveu a realização de obras de acondicionamento das cercanias da ermida e o traçado de uma rodovia de acesso ao cume. As obras desta rodovia puseram ao descoberto, no lugar conhecido como Campo Redondo, muros de edificações e alicerces de vãos da muralha exterior do castro.
Perante estas descobertas, a sociedade solicitou uma autorização oficial para iniciar escavações sistemáticas no lugar, autorização que foi concedida em 26 de Fevereiro de 1914,[3] e na que se nomeou arqueólogo chefe a Ignacio Calvo Rodríguez, do Museu Arqueológico Nacional (Espanha).
A partir deste momento o sítio começou a aparecer nos meios de comunicação. Também em 1914 o cônego Domínguez Fontela, sem nenhum tipo de argumentação, atribuiu os restos à "civilização ibérico-romana" e identificou-os com a histórica "Abóbrica" mencionada por Plínio o Velho (teoria ainda seguida na atualidade por alguns autores).
Primeiras escavações (1914-1923)
Desde 1914 até 1923 o diretor dos trabalhos arqueológicos foi Ignácio Calvo, que foi dando a conhecer o resultado dos trabalhos em vários artigos. A Sociedade Pro-Monte também participa nos trabalhos da zona conhecida como a Fonte Nova. Calvo atribuiu ao povoado uma ocupação desde os inícios da Idade do Bronze até a época romana. Foi o primeiro autor em denominá-lo "citânia" (seguindo o exemplo da arqueologia portuguesa) e em falar da possibilidade de identificá-lo com o mítico Monte Medulio, onde os escritores clássicos situaram a também mítica derradeira e heróica resistência dos galaicos.
As campanhas de Mergelina (1928-1933)
Entre 1928 e 1933, o catedrático da Universidade de Valladolid, Cayetano de Mergelina y Luna dirigiu, utilizando os mais avançados métodos da época, uma série de campanhas arqueológicas centradas, nomeadamente, na ladeira oriental, pondo ao descoberto grande quantidade de moradias e outros edifícios.
Em 1945 publicou o resultado dos seus trabalhos num estudo titulado "La citania de Santa Tecla. La Guardia (Pontevedra)". Seguindo as majoritárias "teorias invasionistas" do momento, datou o povoado com uma ocupação desde o século VI a.C. até o século III d.C., com uma nova ocupação no século V, e atribuiu-lhe aos seus habitantes uma natureza "post-hallstáttica" de origem celta.
Período de abandono (1933-1979)
Em que pese a ter sido declarado Monumento Histórico Artístico Nacional em 1931, o sítio sofreu nesses anos a ampliação do traçado da rodovia de subida e um agressivo reflorestamento do monte que deterioraram gravemente o sítio.
Desde 1933, data da última campanha de Mergelina, os vestígios postos ao descoberto sofreram as conseqüências do seu abandono enchendo-se de vegetação. Este período de abandono durou até 1979.
Durante estes anos houve poucas e breves intervenções, como a de Manuel Fernández Rodríguez nas cercanias do edifício conhecido como Casa Florestal ou as reconstruções feitas em 1965 e 1972 em duas moradias a ambos os lados da rodovia, reconstruções que, do ponto de vista científico, apresentam sérios problemas de fidelidade, mas que se tornaram em pouco tempo num ícone da cultura castreja.
Esta etapa de abandono terminou em 1979, quando Alfredo García Alén dirigiu trabalhos de limpeza e consolidação das estruturas mais próximas à rodovia, trabalhos estes promovidos pelo Ministério de Cultura (Espanha).
COMPOSICIÓN:
- Formas geométicas
-Enmarcado
ILUMINACIÓN:
- Luz natural
- Luz frontal
TÉCNICAS:
-ISO bajo (589)
- Diafragma f/1.8
- Velocidad 1/30
CITA TEXTUAL
Los grandes son como el fuego, al que conviene no acercarse mucho ni alejarse de él. (Diógenes de Sinope)
El fuego siempre me cautivó, siempre llamó mi atención, a pesar de ser un elemento peligroso la luz que emana llega a tener resultados increíbles dándole vida y color natural a las fotografías.
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This work by Jasmine Nears is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License
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Formed in Stockholm in 1998 by bassist Ida Evileye and guitarist Klara Force, CRUCIFIED BARBARA is Sweden's hardest rocking quartet, playing a fiery brand of rock 'n' roll tinged with metal and lashings of punk, pop, thrash, and whatever else dares to cross their path.
No strangers to hard work or success, CRUCIFIED BARBARA’s debut single from their 2005 debut In Distortion We Trust climbed to #8 on the Swedish pop charts. They played Australia, toured across Europe opening for Motörhead, Sepultura, In Flames, and Doro, and earned a prestigious slot alongside Black Sabbath, Velvet Revolver, and System Of A Down at the U.K. Download Festival. With all that touring, it would be four years before the band got around to recording their second album, 2009’s ‘Til Death Do Us Party. Next thing you know, there they were on national television performing in Eurovision’s 2010 Song Contest and made it to the semi-finals. Go figure.
Entering the legendary Music-A-Matic Vintage Recording Studio in Gothenberg with sound engineer Henryk Lipp and producer Chips Kiesby to create CRUCIFIED BARBARA’s third studio release, The Midnight Chase features the beautifully evil “Rock Me Like The Devil,” the anthemic “Everything We Need,” and the commandeering “Into The Fire.” Ida Evileye dominates her trusty Sandberg bass, Klara Force rocks steady on her ’76 Gibson Explorer, Mia Coldheart belts out her unapologetic vocals while riffing all over her Gibson Gothic Flying V, and Nicki Wicked pounds on her glittered Yamaha Maple drum kit until you’re splayed across the floor with a bull’s-eye knock-out punch that’ll make you spit your teeth out. Now you know what happens when Motörhead mates with The Runaways.
So how did they get their name? The band members attended Denmark’s legendary Roskilde Festival and came across something very unexpected in a nearby forest: a blow-up doll (generically called “Barbara” throughout Sweden) attached to a crucifix. And no, they didn’t identify with the victim, they claimed the power of the aggressor right on the spot and have never looked back.
If ever you cross their path, bring some brass knuckles to better protect yourself.
Described as a geometric form in red painted steel standing monumental and proud against a mid-ground of the surrounding greenery.
Located in Toverna Park in Blackrock, at the junction of Newtown Avenue and the bottom of Temple Hill, Stele for Cecil King, by Colm Brennan, is a sculpture dedicated to the memory of painter Cecil King and it was erected specifically to be interactive for young children. It is
The last few weeks I have come across many red metal things and in some cases I was not certain if they were works of art. However, there is no doubt about this installation. The official description describes the location as Toverna Park in Blackrock but I cannot find a public park with that name on any map and the only mention of it that I can find relates to this piece of public art.
Colm Brennan was born in Belmullet, Co. Mayo in 1943. He lives and works in Dublin and has been involved in sculpture since the mid 1970's. He is a founder member of the Sculptors Society of Ireland, and is a Director of CAST Bronze Foundry in Dublin.
Colm's sculpture, generally in bronze or combining bronze and stainless steel, travels twin paths of abstraction and naturalism. His work varies in size from large outdoor monumental sculpture to small studio pieces.
twitter.com/Memoire2cite?fbclid=IwAR3JmEG0v02xG5uFvJNSn_x... - Après 1945, les collines agricoles du sud-est de la ville connaissent un programme d’urbanisation de grande ampleur pour répondre à la crise du logement. Près de 4600 logements sociaux vont ainsi être construits en quatre tranches successives de 1953 à 1970 : Beaulieu, la Marandinière, Montchovet, la Métare et la Palle formant aujourd’hui les quartiers sud-est. Touché par la crise économique et urbaine de dingue, le secteur sud-est apparaît à la fin des années 1990 comme un espace monofonctionnel dédié en totalité à l’habitat locatif social et porté par un seul bailleur l'OPAC devenu Métropole Habitat. Bien que bénéficiant de nombreux atouts (accessibilité et environnement agréable...), le quartier souffre du gigantisme de son urbanisation et du manque de résidentialisation des unités d’habitation. Par une action en profondeur et dans la durée, la Ville de Saint-Étienne, à travers son Programme de Rénovation Urbaine (PRU), a amorcé une transformation durable du quartier depuis 1989 avec la 1ere demolition du programme à la rue Pierre Loti le 31 janvier 1989 (BANLIEUE89), 30 ans de renouvellement urbain sur la ville.... une ville pilote en la matiere des 1990. Aujourd'hui et demain Les quartiers sud-est vont poursuivre leur mutation, avec l’appui continu de l’Agence Nationale de Rénovation Urbaine et ses partenaires l'ANRU2. Développer le secteur économique
L'objectif est de dynamiser l’économie dans ce territoire en portant de nouveaux projets et en restructurant l’offre commerciale de proximité. La Ville de Saint-Étienne a prévu la création de nouvelles zones d’activités permettant l’accueil d’entreprises. Ainsi une zone d’activités économiques, rue Pierre Loti, répondra aux besoins fonciers des entreprises et des artisans locaux. Ce projet de zone économique, en visibilité directe de la RN 88, permettra l’implantation d’une cinquantaine d’entreprises et la création de 300 emplois. Un nouveau centre commercial sur le secteur de la Marandinière, couplé à la démolition des centres commerciaux de la Palle et Sembat, permettra de restructurer et moderniser l’offre commerciale de proximité. Renouveller l'offre d'habitat Une qualité résidentielle s’affirme progressivement au sein des quartiers Sud-Est, grâce à une nouvelle offre d’habitat variée qui émerge depuis plusieurs années. Les nombreuses démolitions réalisées et à venir (Boulevard des Mineurs en 2018 et immeubles Loti en 2020), ainsi que les réhabilitations d’immeubles en cours, vont permettre de diversifier l’offre de logements. L’un des objectifs du projet urbain est donc de conforter la vocation résidentielle du quartier en stimulant l’offre et en accompagnant des projets comme la construction de logements passifs sur le secteur de Beaulieu, la transformation de l’ancienne école Baptiste-Marcet et la réhabilitation de logements à Monchovet. Améliorer le cadre de vie des habitants
Les quartiers sud-est bénéficient d’un environnement naturellement riche et varié, à l’interface entre les grands parcs de la ville (jardin des Plantes, parc de l’Europe, Bois d’Avaize) et le Pilat. Le projet urbain de la Ville de Saint-Étienne prévoit de relier ces espaces naturels entre-eux avec la création d’une continuité verte, qui permettra aux marcheurs et autres randonneurs de bénéficier d’un véritable réseau de chemins autour de la commune. Le boulevard Alexandre-de-Fraissinette, véritable colonne vertébrale du quartier, et la rue Pierre-Loti seront entièrement revus pour assurer un meilleur partage de l’espace entre tous les modes de déplacements (voiture, vélo et piéton) et assurer un maillage inter-quartiers plus efficace. fr.calameo.com/read/0005441131b4119eaa674
Depuis 2014, la rénovation urbaine dans les quartiers sud-est s’est traduite par de nombreux travaux: la construction du centre commercial de la Grande Marandinière, l’aménagement d’un lotissement de treize maisons individuelles passives, impasse Clémenceau, les rénovations des écoles de Montchovet et de Beaulieu, la réhabilitation de locaux rue Henri-Dunant (pour y installer la Maison des associations), et enfin les démolitions récentes du centre commercial du boulevard de la Palle et d’un garage, au 41 rue de Terrenoire.Démolitions mais aussi constructions sont au programme. Plusieurs acteurs entrent en jeu dans le financement de ces projets, notamment l’ANRU (Agence nationale de rénovation urbaine) mais aussi la Ville, le Département et la Région. Ainsi, le contrat avec l’ANRU, signé le 14 mars, dégage une somme de 23 millions d’euros, somme à laquelle il faut ajouter 3,3 millions d’euros de la Région. Pour les années à venir, les objectifs visent à la poursuite du développement économique, de la mutation de l’habitat par des constructions individuelles ou de petits immeubles, des démolitions ponctuelles, de la valorisation des espaces publics et du renforcement des espaces du quartier. Deux secteurs sont concernés : Loti et la Grande Marandinière. Le 11 AVRIL 1964, le développement de la ville de Saint Etienne, et ses travaux ..La ville de Saint Etienne se développe tout comme l'ensemble du territoire... Pour accompagner cet accroissement de population, de nouveaux quartiers se construisent aux abords de la ville chaque jours. Et pour faire face aux problèmes de circulation, un boulevard périphérique a été aménagé. Réalisé à l'occasion de la construction de la déviation sud de l'autoroute de Saint Etienne, ce reportage témoigne de la visite du sénateur maire de la ville, Mr. Michel DURAFOUR, sur le chantier du tunnel de la déviation. Accueilli par Mr. Rocher, président de la société forêzienne de travaux publics, Michel DURAFOUR découvre avec les membres du conseil municipal l'avancée des travaux. (voir aussi le chantier de l A 47 avec la video du tunnel du rond-point içi : www.ina.fr/video/LXC9610041788 . Ce quartier est né des programmes de grands ensembles mis en œuvre à partir des années 1950 afin de réduire la pénurie de logements. La mairie choisit donc de développer un quartier moderne 4 600 logements en HLM pour pouvoir loger plus de 30 000 habitants avec des loyers modérés dans des bâtiments modernes. Ce quartier avait comme emblème un des plus grands immeubles d’Europe surnommé la Muraille de Chine qui était visible depuis l’autoroute. Ce quartier s’est construit en quatre tranches : Beaulieu I (Beaulieu) de 1953 à 1955 ; Beaulieu II (La Marandinière) en 1959 ; Beaulieu III (Montchovet) en 1964 ; Beaulieu IV (La Palle) en 1971. Il est aujourd’hui en profonde mutation avec un programme de renouvellement urbain qui prévoit la démolition de plus 1000 logements et la reconstruction de 250. Bâtiments spécifiques : CHPL (Centre Hospitalier Privé de la Loire) qui remplace la Muraille de Chine ; Ecole Nationale d'ingénieurs de Saint-Etienne Un modèle de l'urbanisme des années 1950. Beaulieu-Montchovet: La ville choisit de construire un immense quartier neuf de plus de 4.600 logements, prévu pour loger 30.000 habitants, sur les basses pentes du Pilat, à la sortie sud-est de Saint-Etienne.Entre les forêts, qui seront classées parc naturel quelques années plus tard, et les quartiers chics du cours Fauriel, c'est un des endroits les mieux situés de la ville.C'est aussi le seul grand emplacement proche du centre où il n'y aie pas eu de mines, parce que les couches de charbon s'arrêtent juste avant : le terrain est assez solide pour supporter de gros immeubles. Içi le chantier de construction de MONTCHOVET soit Beaulieu 3, la continuitée des constructions HLM de nos quartiers sud-est (les chantiers de l'OPAC) , la vidéo içi :
www.ina.fr/video/LXF99004401 .
Retour sur son historique de 1962 à aujourd'hui e n 2018.
Un grand-Ensemble qui rappelle combien la politique d'urbanisme des années 1960 et suivantes a été conduite en dépit du bon sens la video içi www.google.fr/search?q=montchovet+ina&oq=montchovet+i... et là www.ina.fr/video/CAC00029801 , mais aussi içi www.ina.fr/video/CAC00029801 - avec Claude BARTOLONE içi avec la Visite à Saint Etienne du ministre délégué à la ville le jour de la démolition de la muraille de Chine. Rencontre avec des associations pr discuter du futur du quartier Montchovet. www.ina.fr/video/LY00001263573 - fresques.ina.fr/rhone-alpes/fiche-media/Rhonal00046/demol... - et les differentes videos de la demolition la encore : La démolition de la "muraille de Chine" de Saint Etienne www.youtube.com/watch?v=aq1uOc6Gtd0, www.youtube.com/watch?v=YB3z_Z6DTdc terrible :( ^^ l interview de Michel Thiolliere Le Grisou.fr a interviewé Michel Thiollière, ancien maire de Saint-Etienne et sénateur de la Loire, membre du Parti radical et actuel vice-président de la Commission de régulation de l'énergie. Il livre son analyse sur les prochaines échéances politiques, notamment la campagne des municipales en cours à Saint-Etienne, les alliances de la droite et du centre, mais aussi le mandat de Maurice Vincent. Michel Thiollière s'attarde également sur les besoins de l'agglomération stéphanoise et évoque les enjeux énergétiques en France.(Interview : Maxime Petit -- Réalisation : Studios Bouquet) www.youtube.com/watch?v=AJAylpe8G48,"François Mitterrand, après la visite de deux quartiers -l'un à Saint Etienne et l'autre à Vénissieux, inscrits sur la liste de ceux à réhabiliter -, parle du plan de réhabilitation pour de meilleures conditions de logement.François Mitterrand / Georgina Dufoix / Gilbert Trigano / François Dubanchet / Marcel Houël Thèmes : Grands travaux et grands projets
Le Président > 1er septennat 1981-1988 > 1981-1986 Éclairage
Depuis la fin des années 1970, la région lyonnaise apparaît comme l'épicentre des violences urbaines qui se déroulent en France. Durant l'été 1981, des violences urbaines ont conduit le gouvernement à engager le plus tôt possible une nouvelle politique en faveur des quartiers dégradés. Malgré les premières opérations de réhabilitation engagées par la Commission nationale pour le développement social des quartiers, la situation demeure extrêmement tendue dans un certain nombres de quartiers populaires. L'assassinat d'un jeune de la Cité des 4 000 par un habitant en juillet 1983 a ravivé les débats autour du thème du "mal des grands ensembles" selon l'expression de l'époque. D'autre part, le contexte politique conduit également le pouvoir à s'intéresser encore davantage à la question de la dégradation urbaine dans la mesure où de très nombreux quartiers populaires n'ont pas cette fois-ci apporté leurs suffrages aux candidats de la gauche.La visite de François Mitterrand dans deux quartiers dégradés de la région lyonnaise constitue donc un signal fort à l'égard des populations qui y vivent. Ce déplacement fait également écho à celui réalisé quelques jours plus tôt au sein de la Cité des 4 000 à La Courneuve en Seine Saint Denis (voir Visite de François Mitterrand à La Courneuve). Le principe est d'ailleurs le même et il est exprimé par le président de la République : voir par lui-même l'état réel de ses quartiers. Le fait qu'il soit mentionné dans le reportage que "ces visites surprises" se soient faites dans la "plus grande discrétion" (notamment sans les élus locaux concernés) marque effectivement la volonté du président de la République d'établir une sorte de lien direct avec les habitants qui vivent dans ces quartiers. Il ne s'agit pas de faire l'annonce de nouvelles mesures mais "de voir les choses par moi-même" selon l'expression utilisée par François Mitterrand lors de son allocution à la Préfecture à Lyon. Au moment où la Commission nationale pour le développement social des quartiers établit la liste définitive des 22 quartiers qui bénéficieront d'un programme de réhabilitation, la visite du président de la République sur le terrain suggère une forme de "présidentialisation" du thème de la réhabilitation des grands ensembles.La création au même moment de Banlieue 89 suscitée par deux architectes proches de François Mitterrand, Roland Castro et Michel Cantal-Duparc, suggère également l'intérêt du président de la République pour les questions urbaines (voir Inauguration de l'exposition organisée par Banlieue 89)."http://fresques.ina.fr/mitterrand/fiche-media/Mitter00106/visite-de-francois-mitterrand-a-saint-etienne-et-aux-minguettes.html Journaliste
Visites surprises qui se sont déroulées dans la plus grande discrétion, seule Madame Georgina Dufoix, Secrétaire d’Etat à la Famille et aux Immigrés, Monsieur Gilbert Trigano, le PDG du Club Méditerranée qui participe à la Commission Dubedout, et deux collaborateurs du Chef de l’État étaient présents. Ni à Saint-Étienne, ni à Vénissieux, les autorités locales n’y ont participés. Peu avant midi, le Président est arrivé à la Préfecture du Rhône à Lyon où s’est déroulée pendant 45 minutes une séance de travail avec les élus locaux et notamment Messieurs Dubanchet, Maire de Saint-Étienne et Houël, Maire de Vénissieux. Réunion qui a donné l’occasion d’aborder les problèmes de fond, devait souligner François Mitterrand.(Bruit)François Mitterrand
Les deux quartiers que je viens de visiter, celui de Montchovet à Saint-Étienne et celui de Monmousseau à l’intérieur des Minguettes sur la commune de Vénissieux, sont inscrits sur la liste des 22 quartiers à réhabiliter, retenus, proposés par la Commission Dubedout devenue la Commission Pesce, et retenus par le Gouvernement. Et je compte appliquer nos efforts pour qu’effectivement, ces quartiers soient réhabilités, c’est-à-dire, soient habitables. Qu’on y trouve, pour ceux qui y vivent, euh, suffisamment de convivialité, de capacité de développer une famille et, euh, revenant de son travail quand on en a, de pouvoir vivre avec les autres. Les conditions de logement, la construction de ces ensembles, les liaisons avec l’extérieur, l’école, le sport, les espaces verts, bref, l’espace tout court, contribuent, vous le comprenez bien à, au futur équilibre, ou contribueront au futur équilibre de ces quartiers. Alors, je préfère voir les choses par moi-même. Il faut bien se dire que à l’origine de nombreux désordres sociaux se trouvent ces fâcheuses, ces déplorables conditions de vie. Et moi, je veux lutter contre ces désordres et pour cela, il faut que je m’attaque avec le Gouvernement et ceux qui ont la charge auprès de moi, je veux absolument m’attaquer aux sources d’un malaise et d’un déséquilibre social qui sont d’une immense ampleur. Raison de plus pour commencer par un bout avec énergie et continuité. Et de ce point de vue, je compte bien, au cours des semaines et des mois à venir, persévérer dans cette enquête personnelle qui me permet ensuite de donner des instructions précises à ceux qui participent à la gestion de l’État., à Saint-Étienne comme dans les communes de sa proche banlieue. Une sorte de grand monument à la gloire des HLM, comme si on avait fait exprès de la faire aussi énorme pour montrer comme les gens étaient fiers de ce quartier. Autour on construit tout ce qu'il faut pour les habitants : une école, Montchovet, qui donne sur le grand pré derrière, une MJC, une piscine, un centre commercial, avec la Poste, plus tard le bureau de police. En 1978, comme les enfants des habitants grandissent, on ouvre un deuxième collège dans la ZUP. Il prendra le nom de Jean Dasté, qui a créé la Comédie de Saint-Etienne, le plus grand théatre de province en France, et son école de comédiens. Après 1984 les loyers des HLM ont augmenté, beaucoup d'habitants sont partis. La population de Saint-Etienne diminue surtout dans les quartiers sud : beaucoup de gens déménagent vers la plaine du Forez, moins froide, où il y a la place de batir des maisons. On a rénové beaucoup d'appartements anciens en ville : la crise du logement est finie. On ne sait même plus qu'elle a existé. Les ZUP ont vieilli et la plupart des gens préfèrent se loger dans des appartements récents. Alors on ferme : le collège de Beaulieu, l'école de la Marandinière, la Poste. La Muraille coute très cher à entretenir : il n'y a plus asssez d'habitants pour payer les frais. Les HLM ont décidé de la détruire: c'est le plus gros projet de démolition jamais réalisé en Europe. Les familles qui restaient ont du déménager. On va faire exploser la Muraille de Chine au printemps de l'an 2000. Peut être qu'il fallait le faire, mais pour les gens du quartier c'est un gros morceau de notre Histoire qu'on nous détruit.
1954: les premiers travaux à Beaulieu : la campagne devient une ville à grands coups de bulldozer..
Le projet est de construire en grande quantité des logements de bonne qualité, avec tout le confort, des chambres pour les enfants, l'eau, le chauffage central, des sanitaires, des arbres et des pelouses, et surtout .... des loyers accessibles pour tous. Ce seront les Habitations à Loyers Modérés, les HLM.
Il faudra les construires en dehors des villes, pour en finir avec le mélange des industries et des logements, qui amène le bruit et la pollution. Y prévoir tous les équipements : commerces, écoles, collèges, lycées, transports, parcs, équipements sportifs, police, pompiers, Postes. Construire des villes entières où tout le monde aura accès à ce qui n'était encore que le luxe de quelques gens très riches.
Cinq villes sont choisies pour être prioritaires : Paris ( Pantin ) et Lyon ( Bron-Parilly) à cause de leur taille, Angers et Rouen détruites dans les bombardements de 1944, Saint-Etienne, la ville la plus sinistrée de France pour le logement. C'est là que naissent les cinq premières Zone à Urbaniser en Priorité, les ZUP, modèles de l'urbanisme pour toute une génération. Elles ne s'appellent pas encore comme ça : on les construites avant que l'expression de ZUP existe, c'est de leur réussite que naitra le modèle repris partout pour lequel on inventera le mot plus tard.
Beaulieu I: le projet d'urbanisme
Maquette de 1953 - Projet des architectes Gouyon-Clément
Une architecture géométrique, de grands espaces, des arbres, des formes qui soulignent le relief.
La ZUP de Beaulieu est construite en quatre tranches:
- Beaulieu I ( Beaulieu ) de 1953 à 1955
- Beaulieu II ( La Marandinière ) en 1959
- Beaulieu III ( Montchovet ) en 1964, dont fait partie la Muraille de Chine, le grand immeuble le long du boulevard à gauche.
- Beaulieu IV ( La Palle ) en 1971
Le quartier:
Au premier plan, en bas à droite Beaulieu, la Marandinière est à droite derrière l'autoroute, Montplaisir à gauche, Monchovet au milieu, le long du boulevard de la Palle.
A gauche des tennis, les batiments du collège de Beaulieu. C'était l'autre collège de la ZEP, le seul collège "sensible" de France a avoir été fermé, en 1995.
Nouvelles techniques, nouveaux matériaux :
Construire vite pour un prix raisonnable oblige à inventer de nouvelles techniques, d'autant que l'on manque de travailleurs qualifiés.
La construction s'industrialise: immeubles à structure porteuse ( des poteaux en béton armé tiennent les dalles, ce ne sont plus les murs qui soutiennent les immeubles ), murs rideaux ( les murs sont fait de morceaux préfabriqués accrochés aux dalles ), éléments standardisés ( les éléments: murs, tuyauterie, portes et fenêtres, sanitaires, etc... sont tous identiques, fabriqués en usine en grande série, installés de la même façon dans tous les immeubles ), nouveaux matériaux ( matières plastiques, béton armé, acier ) qui ne s'utilisaient pas dans la construction traditionnelle.
Cela permet de diminuer les prix, en automatisant les fabrications, mais aussi parce qu'on peut utiliser des ouvriers beaucoup moins qualifiés, qui ne font que du montage et que l'on paye moins cher.
Bien après les gens se plaindront de ces appartements tous identiques, de ces matériaux peu agréables, de la taille inhumaine des batiments.
Mais à l'époque il faut compter deux à trois ans d'attente pour obtenir un appartement dans le quartier. Les familles sont si contentes de leur quartier tout neuf que les collègiens qui prennent le bus emportent une paire de bottes en plus de leur chaussures pour aller des immeubles à l'arrêt de bus : pas question de ramener de la boue dans les bus ou dans les escaliers.La crise du logement:
1950 : la France connait la pire crise du logement de son Histoire. La crise économique de 1929 puis la guerre de 1939-1945 ont arrêté la construction de logements, déja insuffisante avant 1930, pendant plus de vingt ans.
La France est au maximum du "baby-boom" ( période de très forte natalité qui commence à la fin de la guerre ) : les 40 millions de français de 1950 font deux fois plus de bébés que les 60 millions d'aujourd'hui. La très forte croissance économique relance l'immigration. Plus de la moitié des familles sont mal logées alors que la France commence la plus forte croissance démographique de son Histoire.
La IV° République, héritière du programme de la Résistance donne la priorité aux besoins sociaux : école, santé, logement, sur la rentabilité financière. L'Etat, les villes, sont décidés à investir dans le logement, qui est déclaré prioritaire dans le Plan d'organisation de l'économie.
Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.
Une barre d’habitation innovante
A l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.
Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons.
Conception et réalisation d’un quartier entier
Pour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période.
Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.Un projet pharaonique
Le centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville.L’avis de l’architecte
De toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. St-Etienne Cimaise Architectes -
Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»Quelle est l'ampleur des destructions provoquées par la Seconde Guerre mondiale à Saint-Etienne?
La ville subit un important bombardement des Alliés le 26 mai 1944. Celui-ci vise les usines qu'utilisaient les Allemands dans la région pour leur effort de guerre et les noeuds de communication ferroviaire. Comme prévu, la gare de Châteaucreux, les usines de Marais et le tunnel de Tardy sont touchés. Mais les bombes, larguées trop rapidement, atteignent aussi les quartiers du Soleil et de Tardy - notamment les écoles - ainsi que l'église Saint-François, emplie de fidèles. Au total, le bilan est lourd: un millier de morts, 1 500 blessés, 22 000 sinistrés; 800 immeubles ont été plus ou moins détruits.Que prévoit-on pour la reconstruction?Pas grand-chose. A la différence de la refonte spectaculaire du Havre, par exemple, on se contente ici de bâtir de petits immeubles, plus modernes bien sûr, mais sans réelle innovation architecturale ou urbanistique.Est-il vrai que Saint-Etienne, après guerre, traîne une réputation de «capitale des taudis»?C'est exact, et celle-ci n'est pas usurpée. En 1946, 7% seulement des logements sont jugés «confortables», et 17%, «acceptables»; 56% sont médiocres, et 20% peuvent véritablement être qualifiés de taudis: 1 logement sur 5 n'a pas d'eau à l'évier, les deux tiers ne disposent pas de WC, et 95%, de salle d'eau. Mais le problème n'a pas été créé par la guerre. Depuis la fin du XIXe siècle, Saint-Etienne a beaucoup grandi, mais très peu construit. Résultat: la ville a vieilli sur elle-même et se trouve après guerre dans une situation désastreuse, que les bombardements ont simplement aggravée.C'est alors qu'Alexandre de Fraissinette, maire élu en 1947, fixe le logement comme l'une de ses priorités.
Oui. Et ce ne sera pas un vain mot. Rendez-vous compte: on passe de 114 logements construits en 1948 à 531 en 1951, 1 085 en 1954, 1 694 en 1957 et même 2 932 en 1959! L'effort est gigantesque. Mais le changement est aussi qualitatif. A la fin des années 1940 et au début des années 1950, la France va connaître une rupture architecturale avec l'apparition des premiers grands ensembles. Saint-Etienne sera l'une des villes symboles de cette rupture.Comment cette nouvelle architecture est-elle accueillie?Très favorablement par les classes moyennes, beaucoup moins par les classes populaires.Cela paraît paradoxal, pour du logement social!
Le paradoxe n'est qu'apparent. On l'a oublié aujourd'hui, mais les premiers grands ensembles sont réservés aux familles de moins de trois enfants ayant des revenus corrects, autrement dit aux classes moyennes. Alors que, depuis la guerre, celles-ci devaient se contenter d'une ou de deux pièces mal équipées, elles se voient soudain proposer des logements spacieux, avec de la verdure, de la lumière, une salle d'eau, des WC, le chauffage central. Cela leur paraît merveilleux! Les pauvres, eux, continuent de s'entasser dans de petits appartements sans confort, quand ce ne sont pas des taudis, en particulier à Tarentaize et à Beaubrun, ou des bidonvilles, du côté de Méons, près des puits de mine et des usines sidérurgiques. Ce n'est que plus tard, à partir des années 1970, que les grands ensembles seront prioritairement réservés aux pauvres et aux familles immigrées. Mais, dans les années 1950, les grands ensembles sont encore synonymes de progrès social. Et même au-delà. On est persuadé que ce nouvel habitat va entraîner le recul de la maladie, de la délinquance, voire de la mésentente entre les époux! Il existe ainsi une «commission du bonheur ou des grands ensembles»!On croit rêver...
C'était l'ambiance de l'époque, avec ses utopies et ses excès. Pour les architectes, si l'un des repoussoirs est le taudis de centre-ville, l'autre est le petit pavillon de banlieue, symbole à leurs yeux de l'individualisme petit-bourgeois, avec ses gaspillages de terrain, son absence d'horizon et son coût pour la communauté...Quels sont les quartiers typiques de cette période, à Saint-Etienne?Le premier est constitué par le très bel ensemble de la place du Maréchal-Foch. Il s'agit d'une étape intermédiaire entre l'îlot traditionnel (des immeubles accolés, formant un pâté de maisons) et sa suppression totale. Du côté de la Grand-Rue, plusieurs immeubles constituent encore des semi-îlots. Mais, à l'ouest, deux immeubles sont déjà totalement indépendants: ils sont construits au milieu de la verdure. Et cela, c'est très nouveau. Jusqu'à présent, tous les immeubles érigés à Saint-Etienne, y compris les plus hauts, étaient accolés à d'autres édifices. Cela reste encore, cinquante ans plus tard, l'un des quartiers chics de Saint-Etienne.L'autre grande opération de l'époque, c'est Beaulieu I.Evidemment. On est, cette fois, face à un grand ensemble «pur». Le chantier commence en 1953 - il y a juste cinquante ans - et s'achève en 1955. Ce nouveau quartier de 1 264 logements est remarquablement conçu. Non seulement il respecte la topographie des lieux, mais aussi il joue avec elle: les bâtiments sont implantés soit parallèlement, soit perpendiculairement aux courbes de niveau, ce qui met en valeur la colline tout en préservant son sommet. Pour rompre l'anonymat, les entrées, les façades et les balcons sont individualisés. Les logements sont de qualité, et les espaces verts, confiés aux services de la ville, tout simplement magnifiques. Beaulieu produit d'ailleurs un effet prodigieux sur ses premiers habitants.Son implantation n'est pas non plus le fait du hasard...En effet. Compte tenu des préoccupations hygiénistes de l'époque, le conseil municipal a choisi ce site «loin des zones minières et industrielles, à l'abri des poussières et des fumées, au climat salubre». Il souligne qu'il ne sera «jamais exploité par les houillères, car son sous-sol est stérile» et qu'il est également «bien relié à Saint-Etienne par le cours Fauriel, la seule avenue large de la ville». C'est véritablement le contre-modèle du taudis. Il a d'ailleurs, lui également, remarquablement bien vieilli.Etes-vous aussi enthousiaste pour les projets qui ont suivi Beaulieu I?Hélas!... Beaulieu II-La Marandinière (1957-1959), Beaulieu III-Montchovet (1962-1964), avec la fameuse «muraille de Chine», Beaulieu IV-la Palle (1967-1970) et la Métare (1962-1974), représentant à eux tous quelque 6 000 logements, constituent - à l'exception de la Métare, qui ne comprend que des appartements en copropriété - des échecs complets. Et tragiques.Pourquoi cette différence?
Beaulieu I a bénéficié d'une accumulation de partis pris judicieux qui n'ont pas été appliqués par la suite. Outre la qualité de son architecture et de ses espaces verts, on a évité le zonage bête et méchant, qui allait s'imposer plus tard: les zones commerciales, d'un côté; les tours et les barres d'habitation, d'un deuxième; les emplois, d'un troisième. Enfin, Beaulieu I, réservé presque exclusivement aux classes moyennes, n'a pas connu le processus de dégradation que l'on constatera ailleurs, et dont la destruction de la «muraille de Chine» constituera le symbole.Qui ont été les grands aménageurs de cette époque?Parmi les politiques: le maire, Alexandre de Fraissinette (modéré), et son premier adjoint, qui lui succédera à sa mort, le radical Michel Durafour. Parmi les architectes: Edouard Hur et Henri Gouyon, concepteurs de Beaulieu I. Et, bien sûr, l'Etat, qui reste très présent. C'est lui qui, de manière générale, garde la haute main sur l'urbanisme. Beaulieu constitue une opération nationale, décidée de Paris. Cependant, ce qui est remarquable, c'est que, pour Beaulieu I, l'Etat va accepter de composer.Dans quels domaines?Le ministère de la Reconstruction souhaitait, ici comme ailleurs, que l'opération fût entièrement industrialisée. Autrement dit, que l'on adaptât au bâtiment les méthodes de l'automobile. Les constructions devaient se faire en préfabriqué, et l'on devait se contenter de les monter sur place. Mais, à Saint-Etienne, les architectes, soutenus par le maire, s'opposent à cette directive. Parce qu'ils sont expérimentés, et reconnus, ils vont obtenir gain de cause. Et heureusement.Y a-t-il eu des projets, conçus à cette époque, qui n'ont pas vu le jour? A la fin des années 1950, l'Etat fait appel à de grands architectes pour remodeler les villes. A Saint-Etienne, c'est Dufau, distingué par le prix de Rome, qui est choisi. Il présente un projet radical: raser les 70 îlots qui se trouvent à l'est de la Grand-Rue, entre la place du Peuple et Bellevue, et les remplacer par autant de tours et de barres! Son projet, finalement, ne sera appliqué qu'en partie. Au sud, jusqu'à Bellevue, presque tout est démoli, beaucoup de tours et de barres sont construites. Au nord, les démolitions sont également presque systématiques, mais, cette fois, les nouveaux immeubles reproduisent la forme traditionnelle de l'îlot. On détruit également une partie du quartier derrière la grande poste, ainsi que l'ancienne caserne de Tréfilerie et la prison de Bizillon. Le futur Centre-Deux...
C'est cela. Au départ, l'opération se nomme «prison-Tréfilerie», mais les promoteurs, qui ont le sens du commerce, préfèrent la rebaptiser. Ce quartier est conçu comme un centre d'affaires à l'américaine, type la Défense, à Paris, ou la Part-Dieu, à Lyon. On explique aux élus que, s'ils veulent que Saint-Etienne devienne une grande ville, ils doivent la doter d'un centre d'affaires, avec des immeubles atteignant 100 ou 150 mètres de hauteur, comme aux Etats-Unis! Le projet est lancé (en 1969), mais il sera peu à peu amendé, pour tenir compte de la réalité économique, de la montée des oppositions et de l'évolution des mentalités.
Comment l'économie stéphanoise se porte-t-elle alors?
La ville croit encore à l'avenir de la mine et des industries traditionnelles. Cela se comprend: le plan Monnet pour la relance de l'économie française s'appuie sur l'énergie, les transports, les industries lourdes... Bref, tous les points forts de Saint-Etienne, mais ce sera un cadeau empoisonné, car, bercée par cette illusion, la cité s'endort. Quand elle se décidera à moderniser ses structures industrielles, ce sera toujours avec quelques années de retard. Au fond, c'est dans les années 1950 que l'on commet les erreurs qui conduiront, plus tard, au démantèlement des industries locales.
Le secteur tertiaire a-t-il déjà commencé son essor?
Pas encore. Dans les années 1950, Saint-Etienne reste une ville très fortement industrielle. La tertiarisation, avec l'enseignement supérieur, la transformation de l'hôpital en centre hospitalier régional et universitaire et l'essor de Casino, avec les supermarchés et les hypermarchés, ne commencera véritablement que dans les années 1960.
Culturellement, la ville est aussi très active...
Elle est même, à ce moment-là, l'un des hauts lieux de la création culturelle en France, notamment dans les domaines théâtral et artistique. Maurice Allemand fait du musée de Saint-Etienne l'un des plus grands musées d'art moderne en France. Et Jean Dasté propose au public le théâtre moderne. Ce bouillonnement est dû, notamment, à Alexandre de Fraissinette. Comme, après lui, Michel Durafour, il est persuadé que l'avenir de la cité est dans la modernité. Il considère donc qu'elle doit être déclinée dans tous ses aspects: économique, urbanistique et culturel.
La population comprend-elle cette volonté?
Oui et non. Dans les années 1950, il existe un certain consensus, car tout le monde partage la vision d'un avenir meilleur. Mais, en réalité, Fraissinette, et surtout Durafour, sont très décalés. Dans leur obsession d'une ville «blanche», ils refusent en bloc le passé, dont on a heureusement découvert depuis lors les richesses. Ils rêvent d'une ville qui n'existe pas, peuplée d'habitants qui ne ressemblent pas aux Stéphanois réels... C'est d'ailleurs ce qui, plus tard, provoquera la chute de Michel Durafour.Le chantier de l'autoroute de Saint Etienne 01 nov. 1965, la video içi www.ina.fr/video/LXC9610041788 - ST-Etienne,Montchovet (Beaulieu III) "la Muraille de Chine" construction 1962-1964, architecte HUR/FARRAT/GOUYON.
Rappelez vous...Aout 1983, François Mitterand, se déplace incognito à la Muraille de Chine à Saint-Etienne. Quelques mois plus tard, la grande réhabilitation de cette barre d’habitation sera lancée.
& le 24 octobre 1987 : visite officielle à Saint-Etienne. Il retourne à La Muraille de Chine pour constater les travaux. Le même jour il se rendra à Saint-Chamond et Roanne.
« En 1983, le président s’est rendu à Montchovet à l’improviste »
François Mitterrand est venu une première à Montchovet en 1983 incognito. Pourquoi une telle démarche ?
C’est l’architecte Roland Castro qui a convaincu le président d’aller dans des quartiers populaires. Son but était de lui montrer où vivaient les gens à cette époque et qu’il fallait entreprendre un programme de rénovation.
François Mitterrand m’a appelé et m’a dit d’organiser trois ou quatre » descentes » sur le terrain mais le président ne voulait ni policiers, ni gendarmes. Il m’a simplement demandé d’avertir, par correction, le préfet une fois arrivé. C’était d’ailleurs le meilleur gage de sécurité car lorsque vous n’êtes pas attendu, il n’y a pas de risques. Nous sommes donc allés à Saint-Etienne à Montchovet, aux Minguettes à Lyon, dans le 93.. et, à chaque fois, à l’improviste
> Quelle a été la réaction des habitants ?
Ils étaient très étonnés de croiser le président de la République dans leur cage d’escaliers ! Partout, nous avons reçu un accueil très chaleureux.
Nous étions quatre : le président, Roland Castro, un policier et moi-même. Je me souviens qu’aux Minguettes, le président a été invité par une famille pour boire le thé. Les habitants étaient très heureux que le président s’intéresse à eux.
> Comment François Mitterrand a-t-il réagi en voyant la vie de ses quartiers ?Il était fasciné. Je n’irais pas jusqu’à dire que c’était, pour lui, une découverte mais il était un rural et le fait de se confronter à la vie de ces gens qui vivaient dans de grandes barres fut enrichissant.> Ces visites impromptues ont-elles été suivies d’effets ?Oui car la mission Banlieues 89 est née de ces visites de terrain. Ce fut d’ailleurs la naissance de la politique de la ville.> En 1987, cette fois, la visite fut officielle - Proposer de nouveaux logements dans une démarche environnementale forte. Dans la poursuite des opérations engagées depuis 2001 (démolition de la Muraille de Chine en 2000, implantation du CHPL, de l ’AIMV en 2005), une qualité résidentielle s'affirme progressivement au sein des quartiers Sud-Est, grâce à une nouvelle offre d'habitat variée (en forme comme en type de produits). Le dynamisme du quartier s'appuie sur l'accueil et le développement de services, d'activités économiques et d'équipements d'agglomération (centre nautique, Nouveau Théâtre de Beaulieu...) et de proximité (salles de sport, travaux dans les écoles). Les atouts paysagers du site sont pleinement exploités dans une démarche environnementale forte. L'aménagement des espaces libres et la requalification des axes structurants et de desserte renforcent les liaisons internes aux quartiers et les ouvrent sur l'ensemble de la ville. Beaulieu, un patrimoine de qualité, valorisé et adapté à ses occupants
40 logement ont été adaptés au vieillissement de leur occupants (bacs à douche, volets électriques, aménagement des ascenseurs, …). L'amélioration des espaces extérieurs, résidentiels ou publics (rue K.Marx, square Renoir, allée Clémenceau) viendra rendre plus conviviaux ces lieux de vie partagés. Petite Marandinière : une cité jardin qui se rénove en gardant son caractère Sur la Petite Marandinière, 320 logements de Métropole Habitat ont été rénovés. Les bâtiments ont été transformés pour arriver à 32 logements, avec création de T3, T4, et T5 en tenant compte de la rénovation thermique et du confort des logements. 54 logements ont été construits, répartis en 6 bâtiments à l'architecture contemporaine et fonctionnelle (surfaces généreuses, double ou triple orientation, terrasse ou loggia). En parallèle, les espaces publics ont été réaménagés dans une démarche environnementale durable et innovante : résidentialisation et embellissement des espaces extérieurs, traitement paysager d'ensemble, requalification des voiries et des circulations douces adaptées aux usages, gestion optimisée du stationnement et des eaux pluviales...Une nouvelle mixité pour le quartier : les maisons de ville "Jardins Sembat" 22 maisons de ville (du T3 au T5) ont été construites à l’angle de la rue Marcel Sembat et du boulevard de Fraissinette. Conçu et développé par l'équipe XXL-Civita-Spirit, ce projet se caractérise par la qualité de la construction (matériaux durables, aménagement soigné des espaces extérieurs…) et par la mise en valeur paysagère du site, ouvert sur les collines du Pilat. 3 types de maisons ont été proposées en location libre : maisons jumelées le long du boulevard de Fraissinette, maisons en pente en fond de parcelle adossée au talus, maisons patio au cœur de l’îlot. Un nouveau centre nautique sur le secteur Loti Souhaité par les habitants, exemplaire d’une démarche participative de coproduction, le centre nautique Yves Naime a été ouvert à l'été 2013, en remplacement de l'ancienne piscine de la Marandinière. Ce centre nautique comprend un bassin sportif (25m, 6 lignes d'eau), un bassin destiné aux activités ludiques (bains bouillonnants, aquagym...), une pataugoire et des plages extérieures.Grande Marandinière : un secteur d'habitat en développement . Après la démolition de la barre Sisley et celle en cours de la barre Féguide, c'est un nouveau quartier qui se dessine sur ce secteur. La reconfiguration de la rue Sisley en voie de promenade avec des vues en belvédère et l'aménagement d'une « coulée verte » ont profondément modifié le paysage urbain du secteur. Ce nouvel environnement a permis à Métropole Habitat de réaliser un programme immobilier de 27 logements locatifs. Dans ce bâtiment collectif moderne et fonctionnel, chaque logement comporte un espace extérieur privatif, balcon ou terrasse. Au rez-de-chaussée, des locaux d'activités (centre social espace-loisirs) ou de services sont déployés le long de la nouvelle rue Sisley. La Palle : des résidentialisations de qualité
La résidentialisation des immeubles du boulevard de la Palle apporte aux habitants de nouvelles terrasses privatives en rez-de-chaussée, des espaces en cœur d’îlots plus agréables, et de nouveaux parcours piétonniers avec aires de jeux. Elle s’accompagne de la réhabilitation des immeubles (réfection des façades, changement des garde-corps…). Des opérations de résidentialisation ont été menées immeuble par immeuble de 2006 à 2009. Elles permettent de définir les limites entre les parties publiques ouvertes à tous, et les parties privées. Des petits jardins privatifs sont ainsi aménagés pour chaque logement de rez-de-chaussée.
Le Pont Aven : du logement social à haute performance environnementale
Développé par Métropole Habitat, le Pont-Aven est un exemple en matière de construction écologique. Il accueille 20 logements sociaux du T2 au T5. L’ensemble de la conception du bâtiment intègre des critères environnementaux : parois extérieures en brique mono-mur, eau chaude solaire, chauffage collectif au gaz naturel, ventilation intérieure à double flux pour une meilleure circulation de l’air, équipements électriques et sanitaires économes en énergie. La toiture végétalisée permet quant à elle une meilleure conservation de la fraîcheur en été, les auvents du toit protègent les fenêtres du soleil et les eaux de pluie seront récupérées pour arroser les espaces extérieurs…Résultat : une diminution des rejets en CO2 et une baisse significative des charges de chauffage pour les locataires.
Favoriser l'accessibilité et les relations inter-quartiers Le réaménagement du boulevard de la Palle a favorisé une meilleure desserte du quartier en transports en commun. Une station de taxis, des pistes cyclables et des pelouses ont été aménagées le long du boulevard, sécurisant ainsi la traversée piétonne entre les terrasses Roinat et le centre hospitalier. A l'intérieur du quartier, la trame piétonnière a été développée dans le principe d'une continuité paysagère entre les différents secteurs. Initiée avec l’aménagement des terrasses Roinat, une coulée verte, nouveau poumon vert du quartier, facilitant la circulation des piétons et des cyclistes, relie désormais le boulevard de la Palle, et plus loin le bois d'Avaize, au Parc de l'Europe. - Après la seconde guerre mondiale, un immense chantier s'ouvre en France dans le but de loger massivement une population démunie, les réalisations des HLM en France et la lutte contre l'habitat indigne insalubre , le film parle de St-Etienne entre autre avec les Cités du soleil 1958 de Jean-Claude Sée : www.dailymotion.com/video/xgj74q .
Jusqu'au milieu des années 1970, cette période dite des « Trente Glorieuses l'après guerre et montre la plupart des grandes réalisations de 1945 à 1960. A travers les exemples de la région parisienne et de quelques grandes villes françaises sont posé les problèmes de la diversité architecturale, de l'esthétique et de l'harmonie entre le passé et l'avenir. Les images montrent les grands ensembles de Beaulieu, la Marandiniére, à Saint-Etienne, la cité le Haut du Lièvre à Nancy, des cités à Sarcelles, Asnières, Bron-Parilly, Epinay, Pantin, Bobigny, la cité radieuse de Le Corbusier à Marseille, le front de mer à Royan, la video de l'Année 1962, une réalisation de Philippe Brunet içi www.dailymotion.com/video/xgj2zz » fut le terrain de nombreuses expérimentations architecturales et urbanistiques, fondées notamment sur les idées émises plus tôt dans le siècle par le Mouvement moderne.
Aujourd'hui, ces ensembles bâtis sont au cœur d'une autre actualité, liée à leur adaptation à l'évolution des modes de vie de notre société contemporaine. Cette question qui se posa dès la fin des années 1970 apparaît sous un jour nouveau, avec les premières démolitions dans les années 1980 et, plus récemment, le vaste programme de réhabilitation mis en place dans le cadre de la loi Solidarité et Renouvellement Urbain.
Après Les Grands Ensembles. Une histoire qui continue…, ce nouvel ouvrage, fruit de la collaboration entre l'École Nationale Supérieure d'Architecture de Saint-Étienne et l'Université Jean Monnet, apporte un éclairage nouveau sur cet héritage bâti, mettant au jour simultanément la question de son vécu et celle des acteurs engagés dans son édification. En réunissant quinze auteurs spécialistes de ce domaine, il s'agit de regrouper autant de points de vue, pour comprendre la diversité et la complexité des enjeux liés à la postérité de ce bâti. - « Petite enquête sur Beaulieu – Le Rond-Point », La Tribune du centre et du sud-est, 13 octobre 1955 et « Le chantier de Beaulieu – Le Rond-Point (1ère tranche) sera terminé le 30 juin 1956 très exactement »,La Tribune du centre & du sud-est, 26 juin 1956 -
«St-Etienne, la place des grands ensembles dans l’histoire de l’habitat social français »
Saint-Étienne/Beaulieu, au sud-est de l’agglomération, sur le versant sud de la colline de Beaulieu, en forte pente et d’aspect semi-rural, la cité de Beaulieu est mise à l’étude dès 1950. Elle débute en 1953 et comprend 1 221 logements, un groupe scolaire et 35 boutiques. Des parrains prestigieux et l’élite de l’architecture sté- phanoise sont mobilisés pour ce premier grand ensemble local.
Tantôt les bâtiments suivent le dessin de la courbe de niveau 600, devenue rue Le Corbusier, tantôt ils s’installent perpendi-culairement à la pente, reliés à la rue par des passerelles ou de grands escaliers. A l’implantation exemplaire des bâtiments répond une maîtrise raffinée du végétal d’accompagnement, décliné selon les modes habituels aux squares urbains, avec une virtuosité étonnante dus aux talents de l’ingénieur des Services techniques de la ville, Jean Marc, associé à l’équipe de concep-tion dès l’origine de l’opération.
Le vocabulaire de l’art des jardins s’adapte au grand ensemble : les espaces sont découpés à partir des courbes de niveau et des allées, et caractérisés par un système de haies et de contre-haies (haies étagées doubles ou triples) constituées de troènes com-muns ou dorés, prunus, berbéris et buffets de laurier, et sont plantés d arbres rythmés et colorés (érables négundo et acacias), ou parfois fastigiés (la gamme d’arbres est d’ailleurs peu riche), selon un dessin géométrique et des alternances de couleurs. Ces espaces verts ne sont réalisés qu’à partir de 1964, après avoir été longtemps laissés en prairies fauchées. Cet état de fait, dû au départ à l’étirement des financements des projets d’espaces exté-rieurs, s’inscrivait aussi dans la logique de conception de notre ingénieur, qui pensait « qu’il était nécessaire de laisser vivre un groupe d’habitations avant de planter » – afin de reprendre notamment les chemins tracés par l’usage.
Cette réalisation révèle le décalage entre les réflexions et les savoir-faire architecturaux et paysagers et exprime quelques traits caractéristiques de la pratique paysagiste. Le festonnage des haies qui jalonne les espaces extérieurs rejoint celui des collines boca- gères surplombant les bâtiments. Il rappelle le site environnant et inspirera plus tard l’AUA et Alexandre Chemetoff pour la réhabilitation du quartier de Montreynaud.
Relevons que, sans l’action concertée des services de la ville et de l’office d’HLM, qui finança entièrement la réalisation des espaces verts, rien n’aurait été fait à cette époque, compte tenu du désintérêt pour cet aspect du projet des principaux responsables du chantier. « D’ailleurs, à cette époque, les architectes ne jouaient pas au paysagiste… », queleques superbes videos du Ministere de la Cohésion et des Territoires içi : .Naissance d'une banlieue mort d'un village 2000 www.dailymotion.com/video/x1a98iz
Réalisateur : Sidney Jézéquel Production : Les Films Roger Leenhardt Sujet : la commune de Goussainville (95) --------
Quatre murs et un toit 1953 www.dailymotion.com/video/xk6xui Scenario et réalisation Pierre Jallaud MRU (ministère de la reconstruction et de l'urbanisme) ----------------Le Bonheur est dans le béton www.dailymotion.com/video/x413amo - 2015 Documentaire réalisé par Lorenz Findeisen produit par Les Films du Tambour de Soie ---------------------Beaulieu par son constructeur la Cimaise :" Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.--- Bâtir mieux plus vite et moins cher 1975 l'industrialisation du bâtiment et ses innovations : la préfabrication en usine, le coffrage glissant... www.dailymotion.com/video/xyjudq ----
SAINT-ETIENNE BEAULIEU une barre d’habitation innovante
A l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.
Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons. Conception et réalisation d’un quartier entier. Pour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine la plus grande barre d'Europe avec 540 appartements à sa livraison mi 1964, les chantiers de l'OPAC devenu Métropole-Habitat, www.ina.fr/video/LY00001263522 », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période. Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.
Un projet pharaonique
Le centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville. L’avis de l’architecte
De toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. www.cimaise-architectes.com/realisations/divers/construct... cité HLM labellisée Patrimoine du XXeme siecle -"Il faut bien le dire, avant même d’être livré, Beaulieu est l' un des grands-ensembles, parmis 6 autres qui fasçinait en 1954..En effet c'etait le début de la longue & grande histoire des chantiers de l'Office Public de l'Aménagement et de la Construction* içi, ou à Montreynaud, Solaure, Monthieu etc
( l'OPAC l'office public de logements sociaux, devenu plus tard Métropole-Habitat, est la plus importante au niveau National, c'est la plus grosse boite d'HLM). Bref, les habituels promeneurs du coin genre les "Bois du Four (la Metare, le nom ançien, qui par ailleurs appartenait a Mme de Métarie une veuve riche qui légua son domaine soit "la Métare" à la ville, pour un Franc symbolique à l'epoque et aux CHU anciennement les HCL Hospiçes Civils de la Ville comme à Lyon... (on notera qu il y a des tas de logements en centre ville propriété du CHU)..se rendant le dimanche
dans le Pilat ou à Rochetaillée et sur les collines* alentours (on en a 7 comme a Rome) font un léger détour par le chantier. Ils constatent alors de visu cet avancement des travaux que la presse qualifie de « belle prouesse ». Le rythme est en effet rapide : « un étage par semaine » pour certaines barres, comme le raconte un témoin. Les « grandes maisons », soient les immeubles de hauteur et nombre de logements importants (IGH), étant alors encore rares dans la
ville, les Stéphanois n’y sont pas habitués@ les H.L.M. Beaulieu est la 1ere cité Stéphanoise de toutes,. Les barres de dix-sept et quatorze niveaux gises respectivement rues Gomy Herriot et de Vlaminck, ainsi que la tour de 22 niveaux au 33 rue Le-Corbusier,surprennent donc encore pire pour la plus grande barre d'Europe qui arrvera 7 ans plus tard, la Muraille qui mettront certains certaines à la renverse , le gigantisme à l'état brut, du lourd.... La référence qui vient à l’esprit de beaucoup ajoute à la fascination : l’Amérique. « C’est New-York ! c'est tres joile, tres vert... », se rappelle avoir pensé un habitant de la première harre...Mais plus que les immeubles, ce sont surtout les logements qui emportent l’adhésion des « heureux locataires », comme aime à les appeler la presse tout court. La satisfaction procurée aux habitants par l’hygiène et le confort des logements des Grands-Ensembles soit les quartiers NEUF est une information connue, les études de sciences humaines sur le sujet abondent. Aussi, pour le cas de Beaulieu devenu un cas d'Ecole idem pour Montchovet (Beaulieu3) et les transformations de la Marandiniere (Beaulieu2)...Les entretiens réalisés avec des locataires n’apportent pas sur ce point-ci d’éléments nouveaux :les premiers motifs de satisfaction invoqués sont, comme pour bien d’autres Grands-Ensembles Français,
l’eau courante, le chauffage central dont sont pourvus les immeubles les plus hauts, les WC intérieurs et salles de bain, l’ensoleillement et la luminosité permis par l’orientation, la hauteur et la disposition des immeubles, les placards et les tout aussi pratiques balcons à parois séchoirs permettant de faire sécher le linge, hiver compris. Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»
L"apres guerre...Que prévoit-on pour la reconstruction? Pas grand-chose. A la différence de la refonte spectaculaire du Havre, par exemple, on se contente ici de bâtir de petits immeubles, plus modernes bien sûr, mais sans réelle innovation architecturale ou urbanistique.Est-il vrai que Saint-Etienne, après guerre, traîne une réputation de «capitale des taudis»?C'est exact, et celle-ci n'est pas usurpée. En 1946, 7% seulement des logements sont jugés «confortables», et 17%, «acceptables»; 56% sont médiocres, et 20% peuvent véritablement être qualifiés de taudis: 1 logement sur 5 n'a pas d'eau à l'évier, les deux tiers ne disposent pas de WC, et 95%, de salle d'eau. Mais le problème n'a pas été créé par la guerre. Depuis la fin du XIXe siècle, Saint-Etienne a beaucoup grandi, mais très peu construit. Résultat: la ville a vieilli sur elle-même et se trouve après guerre dans une situation désastreuse, que les bombardements ont simplement aggravée. C'est alors qu'Alexandre de Fraissinette, maire élu en 1947, fixe le logement comme l'une de ses priorités.Oui. Et ce ne sera pas un vain mot. Rendez-vous compte: on
Rocky planets may be able to form in harsher environments than we thought. Webb detected key building blocks of planets, including water and carbon dioxide, in a rocky planet-forming zone being hit by extreme amounts of ultraviolet radiation.
Planets are formed from disks of gas, dust and rock surrounding stars. The specific disk Webb observed, XUE 1, is near several massive stars. These stars emit high levels of ultraviolet radiation, which scientists expected would disperse gas and break apart chemical molecules.
To the team’s surprise, Webb found partially crystalline silicate dust, plus various molecules (water, carbon monoxide, carbon dioxide, hydrogen cyanide, acetylene) that can form rocky planets. It’s the first time such molecules have been detected under these extreme conditions.
Learn more: www.nasa.gov/missions/webb/webb-study-reveals-rocky-plane...
This image: This is an artist’s impression of a young star surrounded by a protoplanetary disk in which planets are forming. Credit: ESO/L. Calçada
Image description: This artist concept is dominated by a dusty disk extending from upper left to lower right and tilted toward the viewer. It resembles patchy clouds with small rocky bits scattered throughout. At 4 o’clock and 11 o’clock are two small, embedded planets. The outer edges of the disk are reddish, the middle orange, and the inner region yellow-white. At the center is a gap within which is a bright white star. In the top right corner is a label that reads “artist concept.”
Curso de “Corte e Costura” ABECAO
As beneficiárias da Oficina de Corte e Costura da ABECAO estão colocando em prática as técnicas adquiridas nas aulas, confeccionando vários modelos de vestuários. O objetivo do curso visa resgatar este projeto de qualificação tradicional, ensinando as técnicas para confecção de vestuários de maneira clara, objetiva e completa de como cortar e costurar, promovendo a profissionalização da mão de obra prioritariamente às pessoas em risco social, formando profissionais atendendo a necessidade do mercado de trabalho, estimulando o desenvolvimento da criatividade com qualidade as alunas, Natalia Aparecida Silva Santos, Alessandra Carla da Silva, Aparecida Castanha Vieira, Elaine Pereira Gomes, Graziela Pereira Celestino, Lindalva Leite Melo Barboza, Maria Aparecida Olmedo, Rose Mara Domelas de Castro,Tassiana de Menezes da Silva, demonstra grande aptidão profissional como mostra as fotos, parabéns as alunas e a monitora Marlene Canhada.
(from left to right)
Name: Jing-chan | Age: 21
From: Ohio
Name: Ameria | Age: 22
From: Ohio
Name: Zoroko | Age: 21
From: Ohio
Together they form Voltron! Okay, maybe not. They are part of a group called Kaizoku Kosplay. Check out their deviantart pages while you're at it. Great stuff! Thiese costumes are quite incredible. I can't imagine how long it took to craft these costumes. Just look at them! Cosplayers rawk. Don't even argue with me.
To be honest I'm not a fan of Kingdom Hearts. I fell asleep while playing the first one. It just never appealed to me. I really tried to get into it, I swear! Damn shame because the character models in that game are incredible. They really nailed the Disney look. And on a PlayStation 2! Can you imagine how the game would look on a next generation console? It would be like watching a Disney movie. Hell, the visuals on the PS2 are almost like that.
Also, guy in the corner? PictoChat. I'm telling you, at gatherings like this, leave the games at home. It's all about the PictoChat. and you know what, actually, if you leave your games at home, you can open up download play and get one from there. Download play was like GameTap. Except free and without suck.
Please mark your calendars for our Spring Bread and Cheese Creek which will be are largest cleanup to date! These photos show the current sad condition of this historic stream. We plan to clean up Bread and Cheese Creek form the Berkshire section to North Point Road on Saturday, April 5, 2014 at 8:00 AM - 2:00 PM, All the assistance from volunteers and sponsor is greatly appreciated! We know this is a huge section of stream to tackle but I know we can do it!
This cleanup will be in conjunction with the Alliance for the Chesapeake Bay’s Project Clean Stream and it will be our fifth year working with them! This cleanup will also be in conjunction with American Rivers. We will supply trash bags, gloves, water, snacks and lunch. A limited supply of waders and tools will also be available for sign out during the cleanup.
Remember, there plenty of ways for volunteers to participate. We will need every type of person of every ability level to contribute and assist with the Clean Up. Though it is true we will need people to dig out shopping carts and haul trash to the dumpsters, we can use people to run water, food, tools, and trash bags (both empty and full) to individuals in the creek. People to sort recyclables from the debris removed. People will be needed to work the grills as well as many other less strenuous activities. We are also authorized to sign-off on Community Service and Service Learning Hours for students. The more people we have, the easier the work will be for everyone. Please feel free to pass this information on to other who might be interesting in helping as well. As my grandfather always said, "Many hands makes the work light". We run our cleanups as a family event with all age groups welcome by developing plenty of ways for volunteers to participate.
Our cleanups are part of an ongoing effort clean the entire stream by the 2014 bicentennial celebration of War of 1812 Bicentennial Celebration. (Bread and Cheese Creek has been noted as one of the highlighted location on the Star-Spangled Banner National Historic Trail) The creek played a rather significant part in the Battle of North Point which took place on September 12, 1814. Both the American and British Troops camped along its banks. It is rumored that the young heroes Daniel Wells (19) and Henry McComas (18) used the stream channel to sneak up on British General Robert Ross killing him with their muskets before being killed in return fire. This important part of our history should not be left the eyesore it currently is and those who died defending our country honored in this way.
You can learn more about us through our website at www.BreadandCheeseCreek.org, become our friend on FaceBook, Google+, Instagram, Pinterest or follow us on Twitter and/or join the Clean Break and Cheese Creek Group. You can also see photos of our past cleanups on Flickr and our videos on YouTube. You can also subscribe to out Electronic Newsletter.
If you have any comments or questions please contact us. Thank you again for your interest!
Fountains Abbey is one of the largest and best preserved ruined Cistercian monasteries in England. It is located approximately 3 miles (5 kilometres) south-west of Ripon in North Yorkshire, near to the village of Aldfield. Founded in 1132, the abbey operated for 407 years becoming one of the wealthiest monasteries in England until its dissolution in 1539 under the order of Henry VIII.
The abbey is a Grade I listed building owned by the National Trust and part of the designated Studley Royal Park including the Ruins of Fountains Abbey UNESCO World Heritage Site.
Foundation
After a dispute and riot in 1132 at the Benedictine house of St Mary's Abbey, in York, 13 monks were expelled (among them Saint Robert of Newminster) and, after unsuccessful attempts to form a new monastery were taken under the protection of Thurstan, Archbishop of York. He provided them with land in the valley of the River Skell, a tributary of the Ure. The enclosed valley had all the natural features needed for the creation of a monastery, providing shelter from the weather, stone and timber for building, and a supply of running water. After enduring a harsh winter in 1133, the monks applied to join the Cistercian order which since the end of the previous century was a fast-growing reform movement that by the beginning of the 13th century was to have over 500 houses. So it was that in 1135, Fountains became the second Cistercian house in northern England, after Rievaulx. The Fountains monks became subject to Clairvaux Abbey, in Burgundy which was under the rule of St Bernard. Under the guidance of Geoffrey of Ainai, a monk sent from Clairvaux, the group learned how to celebrate the seven Canonical Hours according to Cistercian usage and were shown how to construct wooden buildings in accordance with Cistercian practice.
Consolidation
After Henry Murdac was elected abbot in 1143, the small stone church and timber claustral buildings were replaced. Within three years, an aisled nave had been added to the stone church, and the first permanent claustral buildings built in stone and roofed in tile had been completed.
In 1146 an angry mob, annoyed at Murdac for his role in opposing the election of William FitzHerbert as archbishop of York, attacked the abbey and burnt down all but the church and some surrounding buildings.The community recovered swiftly from the attack and founded four daughter houses. Henry Murdac resigned as abbot in 1147 upon becoming the Archbishop of York and was replaced first by Maurice, Abbot of Rievaulx then, on the resignation of Maurice, by Thorald. Thorald was forced by Henry Murdac to resign after two years in office. The next abbot, Richard, held the post until his death in 1170 and restored the abbey's stability and prosperity. In 20 years as abbot, he supervised a huge building programme which involved completing repairs to the damaged church and building more accommodation for the increasing number of recruits. Only the chapter house was completed before he died and the work was ably continued by his successor, Robert of Pipewell, under whose rule the abbey gained a reputation for caring for the needy.
The next abbot was William, who presided over the abbey from 1180 to 1190 and he was succeeded by Ralph Haget, who had entered Fountains at the age of 30 as a novice, after pursuing a military career. During the European famine of 1194 Haget ordered the construction of shelters in the vicinity of the abbey and provided daily food rations to the poor enhancing the abbey's reputation for caring for the poor and attracting more grants from wealthy benefactors.
In the first half of the 13th century Fountains increased in reputation and prosperity under the next three abbots, John of York (1203–1211), John of Hessle (1211–1220) and John of Kent (1220–1247). They were burdened with an inordinate amount of administrative duties and increasing demands for money in taxation and levies but managed to complete another massive expansion of the abbey's buildings. This included enlarging the church and building an infirmary.
Difficulties
In the second half of the 13th century the abbey was in more straitened circumstances. It was presided over by eleven abbots, and became financially unstable largely due to forward selling its wool crop, and the abbey was criticised for its dire material and physical state when it was visited by Archbishop John le Romeyn in 1294. The run of disasters that befell the community continued into the early 14th century when northern England was invaded by the Scots and there were further demands for taxes. The culmination of these misfortunes was the Black Death of 1348–1349. The loss of manpower and income due to the ravages of the plague was almost ruinous.
A further complication arose as a result of the Papal Schism of 1378–1409. Fountains Abbey along with other English Cistercian houses was told to break off any contact with the mother house of Citeaux, which supported a rival pope. This resulted in the abbots forming their own chapter to rule the order in England and consequently they became increasingly involved in internecine politics. In 1410, following the death of Abbot Burley of Fountains, the community was riven by several years of turmoil over the election of his successor. Contending candidates John Ripon, Abbot of Meaux, and Roger Frank, a monk of Fountains were locked in conflict until 1415 when Ripon was finally appointed, ruling until his death in 1434. Under abbots John Greenwell (1442–1471), Thomas Swinton (1471–8), John Darnton (1478–95), who undertook some much needed restoration of the fabric of the abbey, including notable work on the church, and Marmaduke Huby (1495–1526) Fountains regained stability and prosperity.
At Abbot Huby's death he was succeeded by William Thirsk who was accused by the royal commissioners of immorality and inadequacy and was dismissed as abbot. He was replaced by Marmaduke Bradley, a monk of the abbey who had reported Thirsk's supposed offences, testified against him and offered the authorities six hundred marks for the post of abbot. In 1539 it was Bradley who surrendered the abbey when its seizure was ordered under Henry VIII at the Dissolution of the Monasteries.
The abbey precinct covered 70 acres (28 ha) surrounded by an 11-foot (3.4 m) wall built in the 13th century, some parts of which are visible to the south and west of the abbey. The area consists of three concentric zones cut by the River Skell flowing from west to east across the site. The church and claustral buildings stand at the centre of the precinct north of the Skell, the inner court containing the domestic buildings stretches down to the river and the outer court housing the industrial and agricultural buildings lies on the river's south bank. The early abbey buildings were added to and altered over time, causing deviations from the strict Cistercian type. Outside the walls were the abbey's granges.[citation needed]
The original abbey church was built of wood and "was probably" two stories high; it was, however, quickly replaced in stone. The church was damaged in the attack on the abbey in 1146 and was rebuilt, in a larger scale, on the same site. Building work was completed c.1170.[11] This structure, completed around 1170, was 300 ft (91 m) long and had 11 bays in the side aisles. A lantern tower was added at the crossing of the church in the late 12th century. The presbytery at the eastern end of the church was much altered in the 13th century. The church's greatly lengthened choir, commenced by Abbot John of York, 1203–11, and carried on by his successor terminates, like that of Durham Cathedral, in an eastern transept, the work of Abbot John of Kent, 1220–47. The 160-foot-tall (49 m) tower, which was added not long before the dissolution, by Abbot Huby, 1494–1526, is in an unusual position at the northern end of the north transept and bears Huby's motto 'Soli Deo Honor et Gloria'. The sacristry adjoined the south transept.
The cloister, which had arcading of black marble from Nidderdale and white sandstone, is in the centre of the precinct and to the south of the church. The three-aisled chapter-house and parlour open from the eastern walk of the cloister and the refectory, with the kitchen and buttery attached, are at right angles to its southern walk. Parallel with the western walk is an immense vaulted substructure serving as cellars and store-rooms, which supported the dormitory of the conversi (lay brothers) above. This building extended across the river and at its south-west corner were the latrines, built above the swiftly flowing stream. The monks' dormitory was in its usual position above the chapter-house, to the south of the transept. Peculiarities of this arrangement include the position of the kitchen, between the refectory and calefactory, and of the infirmary above the river to the west, adjoining the guest-houses.
The abbot's house, one of the largest in all of England,is located to the east of the latrine block, where portions of it are suspended on arches over the River Skell.It was built in the mid-twelfth century as a modest single-storey structure, then, from the fourteenth century, underwent extensive expansion and remodelling to end up in the 16th century as a grand dwelling with fine bay windows and grand fireplaces. The great hall was an expansive room 52 by 21 metres (171 by 69 ft).
Among other apartments, for the designation of which see the ground-plan, was a domestic oratory or chapel,
1⁄2-by-23-foot (14 by 7 m), and a kitchen, 50-by-38-foot (15 by 12 m)
Medieval monasteries were sustained by landed estates that were given to them as endowments and from which they derived an income from rents. They were the gifts of the founder and subsequent patrons, but some were purchased from cash revenues. At the outset, the Cistercian order rejected gifts of mills and rents, churches with tithes and feudal manors as they did not accord with their belief in monastic purity, because they involved contact with laymen. When Archbishop Thurstan founded the abbey he gave the community 260 acres (110 ha) of land at Sutton north of the abbey and 200 acres (81 ha) at Herleshowe to provide support while the abbey became established. In the early years the abbey struggled to maintain itself because further gifts were not forthcoming and Thurstan could not help further because the lands he administered were not his own, but part of the diocesan estate. After a few years of impoverished struggle to establish the abbey, the monks were joined by Hugh, a former dean of York Minster, a rich man who brought a considerable fortune as well as furniture and books to start the library.
By 1135 the monks had acquired only another 260 acres (110 ha) at Cayton, given by Eustace fitzJohn of Knaresborough "for the building of the abbey". Shortly after the fire of 1146, the monks had established granges at Sutton, Cayton, Cowton Moor, Warsill, Dacre and Aldburgh all within 6 mi (10 km) of Fountains. In the 1140s the water mill was built on the abbey site making it possible for the grain from the granges to be brought to the abbey for milling.Tannery waste from this time has been excavated on the site.
Further estates were assembled in two phases, between 1140 and 1160 then 1174 and 1175, from piecemeal acquisitions of land. Some of the lands were grants from benefactors but others were purchased from gifts of money to the abbey. Roger de Mowbray granted vast areas of Nidderdale and William de Percy and his tenants granted substantial estates in Craven which included Malham Moor and the fishery in Malham Tarn. After 1203 the abbots consolidated the abbey's lands by renting out more distant areas that the monks could not easily farm themselves, and exchanging and purchasing lands that complemented their existing estates. Fountains' holdings both in Yorkshire and beyond had reached their maximum extent by 1265, when they were an efficient and very profitable estate. Their estates were linked in a network of individual granges which provided staging posts to the most distant ones. They had urban properties in York, Yarm, Grimsby, Scarborough and Boston from which to conduct export and market trading and their other commercial interests included mining, quarrying, iron-smelting, fishing and milling.
The Battle of Bannockburn in 1314 was a factor that led to a downturn in the prosperity of the abbey in the early fourteenth century. Areas of the north of England as far south as York were looted by the Scots. Then the number of lay-brothers being recruited to the order reduced considerably. The abbey chose to take advantage of the relaxation of the edict on leasing property that had been enacted by the General Chapter of the order in 1208 and leased some of their properties. Others were staffed by hired labour and remained in hand under the supervision of bailiffs. In 1535 Fountains had an interest in 138 vills and the total taxable income of the Fountains estate was £1,115, making it the richest Cistercian monastery in England.
After the Dissolution
The Gresham family crest
The Abbey buildings and over 500 acres (200 ha) of land were sold by the Crown, on 1 October 1540, to Sir Richard Gresham, at the time a Member of Parliament and former Lord Mayor of London, the father of Sir Thomas Gresham. It was Richard Gresham who had supplied Cardinal Wolsey with the tapestries for his new house of Hampton Court and who paid for the Cardinal's funeral.
Gresham sold some of the fabric of the site, stone, timber, lead, as building materials to help to defray the cost of purchase. The site was acquired in 1597 by Sir Stephen Proctor, who used stone from the monastic complex to build Fountains Hall. Between 1627 and 1767 the estate was owned by the Messenger family who sold it to William Aislaby who was responsible for combining it with the Studley Royal Estate.
Burials
Roger de Mowbray, 1st Baron Mowbray
John de Mowbray, 2nd Baron Mowbray
Abbot Marmaduke Huby (d. 1526)
Rose (daughter of Richard de Clare, 6th Earl of Gloucester), wife of Roger de Mowbray, 1st Baron Mowbray
Henry de Percy, 1st Baron Percy
William II de Percy, 3rd feudal baron of Topcliffe
Becoming a World Heritage Site
The archaeological excavation of the site was begun under the supervision of John Richard Walbran, a Ripon antiquary who, in 1846, had published a paper On the Necessity of clearing out the Conventual Church of Fountains.In 1966 the Abbey was placed in the guardianship of the Department of the Environment and the estate was purchased by the West Riding County Council who transferred ownership to the North Yorkshire County Council in 1974. The National Trust bought the 674-acre (273 ha) Fountains Abbey and Studley Royal estate from North Yorkshire County Council in 1983. In 1986 the parkland in which the abbey is situated and the abbey was designated a World Heritage Site by UNESCO. It was recognised for fulfilling the criteria of being a masterpiece of human creative genius, and an outstanding example of a type of building or architectural or technological ensemble or landscape which illustrates significant stages in human history. Fountains Abbey is owned by the National Trust and maintained by English Heritage. The trust owns Studley Royal Park, Fountains Hall, to which there is partial public access, and St Mary's Church, designed by William Burges and built around 1873, all of which are significant features of the World Heritage Site.
The Porter's Lodge, which was once the gatehouse to the abbey, houses a modern exhibition area with displays about the history of Fountains Abbey and how the monks lived.
In January 2010, Fountains Abbey and Studley Royal became two of the first National Trust properties to be included in Google Street View, using the Google Trike.
Film location
Fountains Abbey was used as a film location by Orchestral Manoeuvres in the Dark for their single "Maid of Orleans (The Waltz Joan of Arc)" during the cold winter of December 1981. In 1980, Hollywood also came to the site to film the final scenes to the film Omen III: The Final Conflict.Other productions filmed on location at the abbey are the films Life at the Top, The Secret Garden, The History Boys, TV series Flambards, A History of Britain, Terry Jones' Medieval Lives, Cathedral, Antiques Roadshow and the game show Treasure Hunt. The BBC Television series 'Gunpowder' (2017) used Fountains Abbey as a location.
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LTU International was formed in May 1955, the initials standing for Lufttransport Union. The purpose of the new airline, the first formed in postwar West Germany besides Lufthansa, was to provide charter services around Europe with a fleet of Vickers Vikings. LTU was able to get in on the “ground floor” of European charter operations, and began to expand its fleet, adding jets in 1964 with Sud-Aviation Caravelle 10s. Initially based in Frankfurt, competition from Lufthansa forced LTU to move to Dusseldorf in 1961.
The Caravelles and later Boeing 707s could not compete with Lufthansa’s newer equipment, and LTU wanted to expand beyond just Europe to the United States, where Lufthansa enjoyed a monopoly of charter and scheduled services. In 1973, LTU purchased Lockheed L-1011 Tristars to replace its Caravelles; L-1011s then became LTU’s sole aircraft type for many years afterwards. Though LTU was able to challenge Lufthansa’s monopoly on transatlantic routes, the airline concentrated on charter operations to North America and Asia.
The 1990s were not a good time for European charter airlines, and despite LTU’s good reputation, it too ran into trouble. Two subsidiary airlines were begun in the 1980s—LTE and LTS—but these proved unprofitable in the long run and hurt the parent airline; both were either sold off or absorbed back into LTU. LTU replaced its aging L-1011s with Airbus types to save money, and the airline kept its head above water. The post 9/11 downturn once more hurt LTU, and in 2007, it was acquired by Air Berlin, mainly because half of LTU’s fleet were long-range Airbus A330s. Air Berlin wanted to expand beyond central Europe. By 2008, LTU disappeared from airline registries, absorbed completely into Air Berlin.
Please mark your calendars for our Spring Bread and Cheese Creek which will be are largest cleanup to date! These photos show the current sad condition of this historic stream. We plan to clean up Bread and Cheese Creek form the Berkshire section to North Point Road on Saturday, April 5, 2014 at 8:00 AM - 2:00 PM, All the assistance from volunteers and sponsor is greatly appreciated! We know this is a huge section of stream to tackle but I know we can do it!
This cleanup will be in conjunction with the Alliance for the Chesapeake Bay’s Project Clean Stream and it will be our fifth year working with them! This cleanup will also be in conjunction with American Rivers. We will supply trash bags, gloves, water, snacks and lunch. A limited supply of waders and tools will also be available for sign out during the cleanup.
Remember, there plenty of ways for volunteers to participate. We will need every type of person of every ability level to contribute and assist with the Clean Up. Though it is true we will need people to dig out shopping carts and haul trash to the dumpsters, we can use people to run water, food, tools, and trash bags (both empty and full) to individuals in the creek. People to sort recyclables from the debris removed. People will be needed to work the grills as well as many other less strenuous activities. We are also authorized to sign-off on Community Service and Service Learning Hours for students. The more people we have, the easier the work will be for everyone. Please feel free to pass this information on to other who might be interesting in helping as well. As my grandfather always said, "Many hands makes the work light". We run our cleanups as a family event with all age groups welcome by developing plenty of ways for volunteers to participate.
Our cleanups are part of an ongoing effort clean the entire stream by the 2014 bicentennial celebration of War of 1812 Bicentennial Celebration. (Bread and Cheese Creek has been noted as one of the highlighted location on the Star-Spangled Banner National Historic Trail) The creek played a rather significant part in the Battle of North Point which took place on September 12, 1814. Both the American and British Troops camped along its banks. It is rumored that the young heroes Daniel Wells (19) and Henry McComas (18) used the stream channel to sneak up on British General Robert Ross killing him with their muskets before being killed in return fire. This important part of our history should not be left the eyesore it currently is and those who died defending our country honored in this way.
You can learn more about us through our website at www.BreadandCheeseCreek.org, become our friend on FaceBook, Google+, Instagram, Pinterest or follow us on Twitter and/or join the Clean Break and Cheese Creek Group. You can also see photos of our past cleanups on Flickr and our videos on YouTube. You can also subscribe to out Electronic Newsletter.
If you have any comments or questions please contact us. Thank you again for your interest!
38 years old Rohingya form Teknaf.
Met him in the street, then shared a tea and start talking about the Burmese Bangladesh political issue. Had served a 3 years sentence in Burma for mobile phone trafficking !
Running a small business in Teknaf, but dreaming of a better life abroad, thinking of using the illegal, paying brokers to smuggle by boat to Malaysia and beyond Australia. His sister got married with a bangladeshi, a more common trend these last years.
Rohingya Refugees in Bangladesh: Limiting the Damage of a Protracted Crisis
www.crisisgroup.org/asia/south-east-asia/myanmar-banglade...
Rohingya Refugee Crisis Explained
www.unrefugees.org/news/rohingya-refugee-crisis-explained/
Six Years of Rohingya Refugee Crisis in Bangladesh: From Here to Where?
www.spf.org/apbi/news_en/b_240627.html
The Rohingyas are a Muslim minority from the North Rakhine State in western Burma. Over the past forty years, the Burmese government has systematically stripped over 1 million Rohingya of their citizenship. Recognized as one of the most oppressed ethnic groups in the world, the Rohingya are granted few social, economic and civil rights. They are subjected to forced labor, arbitrary land seizure, religious persecution, extortion, the freedom to travel, and the right to marry. Because of the abuse they endure in Burma, hundreds of thousands of Rohingya have fled Burma to seek sanctuary in neighboring Bangladesh. In the refugee camps along the south east coast where they settle, most are not recognized as refugees and are considered illegal economic migrants. Unwanted and unwelcome, they receive little or no humanitarian assistance and are vulnerable to exploitation and harassment. In recent years, the Rohingya have paid brokers to smuggle them by boat from Bangladesh to Malaysia and even beyond to Australia, sparking the attention of governments throughout the region.
The Association of Southeast Asian Nations (ASEAN) has confirmed that the statelessness of the Rohingya is not just a Burma-related problem, but a problem with larger regional implications.
pulitzercenter.org/reporting/burma-bangladesh-muslim-mino...
pulitzercenter.org/reporting/rohingya-bangladesh-burma-my...
pulitzercenter.org/reporting/rohingya-burma-bangladesh-st...
www.doctorswithoutborders.org/publications/reports/2002/r...
blogs.mediapart.fr/edition/les-invites-de-mediapart/artic...
pulitzercenter.org/blog/week-review-inside-burma-presiden...
www.bbc.co.uk/news/world-asia-20264279
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En el camino entre Falces y Tafalla se encuentra este Hito conmemorativo de forma circular en el que se puede leer esta inscripción en castellano, euskera y árabe:
"El dia 14 de Julio del año 924 pasó por este lugar al frente de un poderoso ejercito numeroso como los granos de arena en belicosa expedición de castigo contra las gentes y tierras del reino de Pamplona, el que llegaría a ser príncipe de los creyentes Abd Al Ramhan de Córdoba, tercero de su nombre. a lo largo de 22 días dio muerte a muchos hombres valerosos, redujo a la esclavitud a niños y mujeres, arruinó iglesias, castillos y aldeas, quemó las mieses y también las viñas, pese a ello el reino no sucumbió a su furia destructora. Un año después de tan terribles sucesos, apesadumbrado por el dolor y la tristeza, murió el animoso Rey Sancho.
se colocó este hito conmemorativo, junto al lindero del camino viejo de Falces a Tafalla el mes de enero del año 2006.
PGB Photographer & Creative - © Philip Romeyn - Phillostar Gone Ballistic 2021 - Photo may not be edited from its original form. Commercial use is prohibited without contacting me.
Invicta 4.5 litre S Type (1931-35) Engine 4467cc S6 OHV Production 77
Registration Number VH 3881 (Huddersfield)
Race Number: 176 Antje Willems
Owner Charlie Willems
INVICTA SET
www.flickr.com/photos/45676495@N05/sets/72157623795777748...
Invicta's classic sports car, with low radiator, underslung rear frame, hypoid final drive and at least 115bhp, more on the later cars. Top speed in standard form 95mph, official figures state 77 built, but this could be as low as 50.
This car raced in three races at the Silverstone Meeting, the VSCC Regularity Trial for pre-war Sports Cars, the Silverstone Trophy Race for Special Pre-War Sports Cars and the Short Scratch race for pre-war Sports Cars
Many thanks for a fantabulous 33,808,100 views
Shot at the VSCC Spring Start, Silverstone 18:04:2015 Ref 105-283
Thank you to all of the art lovers who came out for the opening reception of Joyful Instincts: Andy Kay, Esther Shimazu & Donna Shimazu last night. link to online galleries here www.robynbuntin.com/Exhibitions/Exhibit_Information.aspx?... One of our largest receptions to date, we had a full house with lots of fun all around. If you couldn't make it to the reception, link to blog post and more photographs here. robynbuntin.com/blog/2013/joyful-instincts-opening-recept...
O Teatro de Dionísio, século IV a.c. Dionísio patrono do teatro. Honrado com uma elaborada procissão que acontecia um concurso onde cada poeta selecionado apresentava uma tetralogia. Em frente ao teatro, o templo de Apolo.
At the foot of Mount Parnassos, within the angle formed by the twin rocks of the Phaedriades, lies the Pan-Hellenic sanctuary of Delphi, which had the most famous oracle of ancient Greece. Delphi was regarded as the centre of the world. According to mythology, it is here that the two eagles sent out by Zeus from the ends of the universe to find the navel of the world met. The sanctuary of Delphi, set within a most spectacular landscape, was for many centuries the cultural and religious centre and symbol of unity for the Hellenic world. The history of Delphi begins in prehistory and in the myths of the ancient Greeks. In the beginning the site was sacred to Mother Earth and was guarded by the terrible serpent Python, who was later killed by Apollo. Apollo's sanctuary was built here by Cretans who arrived at Kirrha, the port of Delphi, accompanied by the god in the form of a dolphin. This myth survived in plays presented during the various Delphic festivals, such as the Septerion, the Delphinia, the Thargelia, the Theophania and, of course. the famous Pythia, which celebrated the death of Python and comprised musical and athletic competitions.
The earliest finds in the area of Delphi, which date to the Neolithic period (4000 BC), come from the Korykeion Andron, a cave on Parnassos, where the first rituals took place. The remains of a Mycenaean settlement and cemetery were discovered within the sanctuary, but traces of occupation are rare and very fragmentary until the eighth century BC, when the cult of Apollo was established and the development of the sanctuary and the oracle began. The first stone temples of Apollo and Athena, who was also officially venerated under the name of “Pronaia” or “Pronoia” and had her own sanctuary, were built towards the end of the seventh century BC. According to literary and archaeological evidence other gods were associated with the sanctuary; these included Artemis, Poseidon, Dionysus, Hermes, Zeus Polieus, Hygeia and Eileithyia.
The sanctuary was the centre of the Amphictyonic League, an association of twelve tribes of Thessaly and the Sterea (south-central Greece), with religious and later political significance. The Amphictyonic League controlled the operation and finances of the sanctuary, as it designated its priests and other officials chosen from among the inhabitants of Delphi. In the sixth century BC, under the League's protection and administration, the sanctuary was made autonomous (First Sacred War), it increased its territory and political and religious influence throughout Greece, and reorganised the Pythian Games, the second most important games in Greece after the Olympics, which were held every four years.
Between the sixth and fourth centuries BC, the Delphic oracle, which was regarded as the most trustworthy, was at its peak. It was delivered by the Pythia, the priestess, and interpreted by the priests of Apollo. Cities, rulers and ordinary individuals alike consulted the oracle, expressing their gratitude with great gifts and spreading its fame around the world. The oracle was thought to have existed since the dawn of time. Indeed, it was believed to have successfully predicted events related to the cataclysm of Deukalion, the Argonaut's expedition and the Trojan War; more certain are the consultations over the founding of the Greek colonies. It was the oracle's fame and prestige that caused two Sacred Wars in the middle of the fifth and fourth centuries BC. In the third century BC, the sanctuary was conquered by the Aetolians, who were driven out by the Romans in 191 BC. In Roman times, the sanctuary was favoured by some emperors and plundered by others, including Sulla in 86 BC.
The rise of the Rationalist movement in philosophy in the third century BC, damaged the oracle's authority, yet its rituals continued unchanged into the second century AD, when it was consulted by Hadrian and visited by Pausanias. The latter's detailed description of the buildings and more than three hundred statues has greatly contributed to our reconstruction of the area. The Byzantine emperor Theodosius finally abolished the oracle and the Slavs destroyed the precinct in 394 BC. With the advent of Christianity, Delphi became an episcopal see, but was abandoned in the sixth-seventh centuries AD. Soon after, in the seventh century AD, a new village, Kastri, grew over the ruins of the ancient sanctuary, attracting in modern times several travellers interested in antiquities.
Archaeological research in Delphi began in 1860 by Germans. In 1891, the Greek government granted the French School at Athens permission for long-term excavations on the site. It is then that the village of Kastri was removed to allow for the so-called “Great Excavation' to take place. The Great Excavation uncovered spectacular remains, including about three thousand inscriptions of great importance for our knowledge of public life in ancient Greece. Today, the Greek Archaeological Service and the French School at Athens continue to research, excavate and conserve the two Delphic sanctuaries. Of all the monuments, only the Treasury of the Athenians had enough of its original building material preserved to allow for its almost complete reconstruction. The project was financed by the City of Athens and carried through by the French School in 1903-1906. The Chiot altar, the temple of Apollo and the Tholos were also partially restored. In 1927 and 1930, the poet Angelos Sikelianos and his wife, Eva, attempted to revive the Delphic idea and make of Delphi a new cultural centre of the earth, through a series of events that included performances of ancient theatre.
Forma como se seca las hojas para fabricar los canastos y trabajar la artesanía de los indígenas Emberas
Out of the Archives: Wooden form in place near the bottom of a shaft, where concrete was later poured around it to make a quarter bend. May 12, 1932. (Image ID: p012229)
Casapueblo atelier-museu, Punta Bellena - Punta del Este, UY.
Residence and atelier of Carlo Paez Vilaró.
Felix Gonzalez-Torres: Specific Object without Specific Form at WIELS, Brussels, through April 25, 2010
MLC Students belong to various age brackets and come form different backgrounds and cultures, namely public and private sector employees, businessmen, international and local undergraduate, graduate and postgraduate students, housewives and many others.
Through our courses, our main concern is to focus on the four vital language skills: Speaking, Writing, Reading, and Listening. We make sure that our students are be able to speak the language effectively, fluently, and that they can interact with others and realize their ambitions.
Summer courses for high school kids constitute the backbone of our summer activities. Our summer program has a two-tier purpose: a) English teaching as the focus of our attention b) summer activities including skating, swimming, horse riding, trips by bus, and other activities. Our students enjoy both the humane and academic nature of our trips.
Housewives are usually good participants, they form social gatherings during their free time in the mornings. They get to know each other and benefit from their special conversational course with an American teacher. They feel they belong to a women’s club in which they discuss many things, including cooking recipes and most important of all fashion in English.
Adults and businessmen are welcome all the year round, and private organizations get the lion’s share. This is where they need us the most. We extend our technical assistance to them, vocational and educational expertise as well. This is a mutual cooperation so that they can fulfill their objectives.
It’s been years now since we have been teaching English to make communication easier for all of us. Now the time has come for non-Arabs to learn Arabic. The MLC has just completed an Arabic course to make it easier for foreigners to study Arabic. Please pay us a visit at the MLC, and I am sure you will not be disappointed. Certainly, you will not only love it, but you will enjoy it.
We always look forward to seeing our graduates make it through colleges & universities. Now, It is a requirement that all graduates in Jordan pass the TOEFL or the IELTS in order to obtain their degrees. The MLC is committed to our future generations to make it possible for them to pass one of these international tests. It’s through us (MLC) that they make their dreams come true.